232° capítulo

4401 Palavras
Henrique. Estava deitado quando Maria voltou do seu quarto. - pronto daddy. - oque foi fazer? - perguntei, vendo ela fechar a porta. Ela usava o meu casaco e parecia segurar algo dentro dele. - oque? - ela tinha aquele sorrisinho. Ela atravessou a cama, e enfiou algo em baixo das cobertas muito rápido, logo depois tirou o casaco e se deitou. - daddy. - ouvi um som de plástico... Algo assim. - hum? - dei carinho nela assim que ela se aproximou. - hoje no shopping... Pedrinho disse que precisava ir no... Sex... Shop. - olhei pra ela confuso. - oque? - ai... Calma, fica calmo. - ri. - eu tô calmo. - ela ficou com medo. - aí... Ele comprou uma c*******a que ficava ligada. - ligada? - ri. - é, ela brilha. - aaaah, que brilha no escuro. - isso. - ela estava tímida mas logo se sentou virada pra mim, preocupada. - aí eu comprei daddy, e tinha um negócio... Que... - ela colocou o cabelo atrás da orelha e ri. - amor, não vou ficar bravo, só que tu fica gastando o teu dinheirinho com coisas assim. - me olhou. - mais eu comprei um tênis novo com o meu dinheiro e um moletom muito lindo. - ficou triste. - eu sei, e tô orgulhoso. - digo e dou carinho nela. - continua. - tá bom. - sorriu empolgada. - você vai brigar? - não, me mostra. - ela pegou em baixo das cobertas. Meu deus. - Maria Clara... - daddy é de unicórnio. - coloquei a mão na boca. Oque Maria comprou era algo que provavelmente eu nunca vou deixar ela usar. - Maria.. sabe como que isso fica numa mulher? - olhou pro negócio. - sim, dentro do bumbum e fica parecendo um r**o de unicórnio. - neguei fraquinho não acreditando. - não perguntaram a tua idade não? - negou. - meu deus. - mais eu só quero ter. - ficou feliz e abraçou aquilo. - Maria tu é maluquinha. - ri. - tem outra coisa. - riu. - oque? Ela pegou. - outro? - colorido. Era um pênis de borracha, não me deu tanta emoção por que ela já tem um e é rosa, esse era todo de arco íris. - amor pra que ter esses brinquedos? - ela fazia carinho neles. - por que é legal. - ri. - você tá bravo? - neguei. - não meu neném. - dei carinho nela. - é normal... Mesmo quando tu diz que é fofinho. - ela riu. - vem deitar. - veio, ainda segurando aquilo. Peguei o pênis de borracha da sua mão e analisei, Maria disse que foi duzentos e alguma coisa. Só hoje ela gastou muito, um tênis de 400, o moletom de 259, esses brinquedos que ao total deu quase 500 reais e os doces que ela comprou no supermercado que deram 160 e alguma coisa. Ah, e a c*******a mas não foi tão cara assim eu acho. Quase mais de mil reais em besteira. Mas... É o dinheirinho dela e fico feliz que ela esteja gastando, mesmo que com isso. Coloquei no filme e começando a assistir. Porém, Maria não dormiu nem em meia hora. Peguei aquelas coisa e guardei dentro do guarda roupa na parte onde tem alguns acessórios e desodorantes extras, aí me deitei e peguei no sono rápido também. [...] Maria Clara. Usava... Aff. - eu queria ficar em casa. - cruzei os braços ainda dentro do carro, irritada. - eu também. - disse Pedrinho no banco de trás. - eu também. - daddy me olhava toda. - se cuida tá bom? Olha pra mim. - olhei. - sai de perto de quem falar algo e não fica sozinho com garoto nenhum. - concordei. - ouviu Pedro? - ouvi. - disse e parecia estar com preguiça, aí olhei e ele estava deitado no banco. Hoje viemos cedo, tínhamos 25 minutos antes do sinal tocar. Normalmente chegamos em três minutos antes dele tocar. Mas já tinha alunos ali e vans da escola também. E eu? Usando a roupa de cheelearders. Toda feliz da vida ??❤️❤️❤️❤️. Como se eu amasse tanto! Que ódio. Mas vale a pena. Hoje daddy não me deu dinheiro pro lanche por que eu comprei muita besteira ontem e daddy não sabe que estou trazendo uma barra de chocolate hihi. Ele não tinha deixado ontem quando eu pedi. - tá, já querem ir? Eu preciso ir também. - disse daddy. - aff que tal a gente m***r aula e trabalho e ir no McDonald's. - disse Pedrinho. - sim, daddy por favor. - implorei. - não dá, eu preciso trabalhar. - disse sério e me emburrei. - que eu saiba hoje dona Maria tem jornal da escola e Pedro prova de biologia. - Pedro fez um som. - obrigado pai por me lembrar. - se não tivesse de suspensão, eu nem iria saber. - é, a diretora falou com o daddy pelo telefone e eu achei que daddy ia bater no Pedrinho com o sinto e ele até ameaçou, mas aí Pedrinho pediu desculpas e eu impedi pro daddy não fazer isso. Mas daddy conversou comigo e disse que não ia machucar, era só pra ele levar um susto e não fazer mais coisas erradas. Mais apanha não ajuda em nada. Mais daddy tirou o Xbox por uma semana e isso é ruim... Pedrinho vai irritar eu e a Bia. Enfim, depois de um tempo descemos do carro e daddy me deu um sermão "assim que sair desse treino com as cheelearders, coloca o uniforme normal, ouviu Maria Clara?!". Óbvio que eu ouvi, ele berrou comigo. Mas eu ia fazer isso. Pode ser um lindo traje mas não na escola... Os garotos irão te olhar mas por te acharem gostosa e isso é r**m, por que você está mostrando o seu corpo e não o seu coração. Ele vão ficar atraídos pelo tamanho de seus s***s ou bumbum, e até mesmo o cabelo ou a ousadia no seu olhar por se sentir bonita desse jeito. Então... Eu vou tirar sim. Pedrinho e eu entramos juntos mas ele foi pra outro lado e eu pra biblioteca... Mais... Já na porta, que estava fechada, ouvia barulhos de beijos tão perto dela e pela janela que era totalmente branca e não transparente, via dois seres no balcão se movimentando. Enfim, Karla e suas ficantes. Ai fui pro jornal. - ah... Me desculpa, não sabia que tinha alguém aqui. - digo, tinha um menino ali. - tudo bem. - olhei pra ele e sorri. Ele fazia um trabalho eu acho. - sou a Maria Clara. - me sentei a sua frente naquele enorme balcão alto no meio da sala. - eu sei, a dona do jornal. - riu. Ele era bonito, alto, uns 17 anos, magro, cabelo grande e enroladinho... Grande pra cima, cobria um pouco das orelhas e da testa. Seu olho era azul, eu percebi. E ele tinha anéis de coquinho, eu também! - qual o seu nome? - Gabriel. - sorri. - eu conheço um Gabriel sabia? - riu, e vi seu gogó, o daddy também tem! - eu também conheço uma Maria Clara... Minha irmã, mas ela é chata. - abri a boca. - é sério! E ela tem quantos anos! - me empolguei. - 6. - dei um gritinho. - meu deus! Duas Maria Clara! - riu. - empolgada em plena manhã, taí uma coisa que gosto em alguém. - sorri tímida. - e... É uma cheelearders? - me olhei. - ah não... Nunca... É só uma participação no jogo de futebol. - ele concordou. - entendi. - e você tá no jornal? - ele suspirou. - parece que sim... Edição de vídeo, de foto, qualquer coisa. - uau! - fiquei animada. - olha.. é meio estranho dizer isso mais tenho quase certeza que já vi outra de você. - sorri. - sim, minha irmã. Ele pensou com um sorrisinho. - são bonitas. - bom, eu já tenho um noivo perfeito e maravilhoso mas... Malu não.. - ele pensou. - Malu? - Maria Luísa, mas ela gosta de Malu. - concordou. - estão foi com ela que esbarrei esses dias, quase a machuquei. - sorri. - aí alguém chamou... Malu... Foi assim mesmo. - tô surtando. - quem chamou? - um garoto, aí eu saí por pensar que eles eram namorados. - acho que é o nosso irmão, como ele é? - joga futebol mas não tem o estilo de jogador... Cabelo grande... - aah é o Pedrinho! - fiquei animada. - não se preocupe, ele é meu cunhado mas agora é meu irmão, então é irmão da Malu também. - ele riu um pouco confuso. - gostei de você, estranha, simpática e carismática. - estranha? - concordou normal. - as pessoas estranhas são as mais legais... Mentes mais abertas pra tudo. - sorri. - você vai virar o meu garoto preferido dessa escola e... - Maria. - olhei pra porta. Loira, a mecha rosa? Ela fica mudando o cabelo toda hora. - vamos treinar. - era Cheli. Revirei os olhos sem ela ver, mas Gabriel viu. - boa sorte. - vou precisar. - desci do banco alto. Fui com Cheli, vendo ela rebolar na minha frente e pequenas marcas roxa em sua coxa. Não estou julgando, só juntando os fatos. Tipo... E se ela e CD fossem da mesma mãe? Não seria mais estranho ainda? Chegamos no gramado e aff, o time de futebol estava lá jogando. - Maria você mora no Alphaville? - concordei. - sim. - aaah e qual famoso mora lá também? No meu condomínio eu já vi um Youtuber... Uma vez, não fui eu, foi a Bia, ela viu o Júlio Cocielo e eu acho que era mentira. Mas é muito grande e eu não saio pra rua. - eu acho que ninguém. - digo, se tiver, eu não sei. - mais ninguém chega aos pés de Cheli. - falaram elas. - é, Cheli já desfilou pra Victoria's Secret em Nova York, ao lado de famosas maravilhosas. - vi o olhar de Cheli. - parem de falar sobre isso, vamos treinar. - ela não gostava. Tai uma coisa que era pra ela se gabar. Mas já ouvi isso, Cheli era uma criança sem escolhas, sua mãe a colocava em lugares que ela nem gostaria de estar. Tipo na carreira de modelo. Ela realmente ficou m*l, não tenho pena, mas fiquei preocupada. Ela nunca fica assim. É uma raridade. Mas também não falei nada. Enfim, treinamos passos que eu nunca saberia criar sozinha, mas foi divertido, Cheli ria com a gente quando algo engraçado acontecia e era legal. Ela parecia normal. Mas é um monstro e monstros não mudam tão rápido assim. [...] Henrique. Limpei a camisa com o guardanapo mas mesmo assim era em vão. - me... Me desculpa. - sorri. - tudo bem. - digo. - posso ir em casa, sorte não ter reuniões hoje. - ela sorriu tímida. - acho que estou nervosa. - primeiro dia é assim mesmo. - me levantei da minha cadeira. - derramar café na camisa cara do meu chefe no primeiro dia? Ah eu tinha até decorado as fala pra não errar nada. - ri. - tudo bem, sério. Aliás, já é quase meio dia, preciso passar na escola ainda e o caminho não é demorado até em casa. - digo, ainda limpando com o guardanapo. - você tem filhos? Já? - pareceu espantada. - não, ainda não. Vou buscar o meu irmão e a minha namorada. - ela pareceu surpresa agora. - sua... Namorada? - sorri. - é, temos 11 anos de diferença, eu 26, ela ainda vai fazer 17. - isso pra mim não era vergonha alguma, mas pra ela parecia algo tão... Errado. - não julgo... Só não achava que já era um homem casado. - sorri. - ainda não casei, mas pretendo. - ela colocou uma mecha de cabelo atrás da orelha. Essa era a Ju, prefere ser chamada assim e acho mais fácil do que falar Juliane. Ela tem 23 anos, morena, cabelos ondulados, olhos castanhos e usa óculos. É bonita igual a todas as minhas colegas de trabalho e a respeito... Mesmo hoje sendo o seu primeiro dia aqui e ela já tendo derrubado café em mim. Enfim, ela pediu mais desculpas e eu disse mais tudo bem, até finalmente sair da empresa. Peguei Maria e Pedro no caminho como havia mencionado e Maria parecia alegre de alguma forma, já Pedro não. - como foi a aula? - dei um beijo nela. - muito legal daddy, hoje tivemos novo conteúdo na aula de biologia e eu achei um máximo! - sorri. - mais Pedrinho tá emburrado por que não tinha ninguém pra ele beijar hoje. - é, Becca me deixou na mão. - ri. - ela disse que ia vim. - vai ver ela não conseguiu acordar. - ela? Hoje era o seu dia na biblioteca. - Maria parecia pensar e começar a ficar preocupada. - tá, vamo pra casa e hoje tá quente... - Maria não se animou. - Maria... Hoje tá calor. - ela abriu um sorrisão. - sorveteeee! - sorri e liguei o carro. Era isso que queria. Ela me perguntou da camisa no meio do caminho, falei o ocorrido sem omitir nada, até por que nem tinha necessidade disso. Mas a cara da Maria foi de ciúmes pra "por que ela estava te servindo café? No calor?". Eu não pedi, ela estava nervosa e quis fazer algo, até por que no primeiro horário da manhã na empresa, ela perguntou oque podia fazer por mim e eu falei que nada pois estava ocupado... Aí ela veio com café pra agradar, por que provavelmente ficou sem fazer nada o resto da manhã inteira. Eu entendia ela, só queria fazer algo e não deu muito certo mas não a culpo. Comprei o sorvete, coisas pra colocar no sorvete e um refrigerante. Ai fomos pra casa. - daddy. - eu subia as escadas e esperei por ela. - hum? - ajudei ela a levar a mochila. - hoje eu fiz as primeiras coisas pro jornal, amanhã já começa os aniversariantes do mês, por que por incrível que pareça, não há nenhum aluno na escola que faz aniversário de março a abriu, ou foi antes, ou é depois. Então ninguém fez aniversário enquanto o jornal não estava funcionando. - chegamos no quarto. - mais por que os aniversariantes? Vai falar sobre eles? - Maria riu e fechei a porta. - não daddy, eu falo pelo auto falante feliz aniversário para eles. - abri a boca entendendo. - aaaa, entendi. - ela sorriu. - e... Micheli? - desfez o sorriso. - bem. - foi pro banheiro. - não perguntei se ela tá bem, quero saber se ela te tratou bem. - fui atrás dela. - sim, ela é arrogante mas me ensinou passos que são legais até. - Maria fez xixi e eu comecei a me despir pra tomar banho. - posso tomar com você? - se limpou e logo vestiu a calcinha. - pode meu amor. - ela deu descarga após fechar a tampa da privada. Se despiu também e entramos no box. - posso lavar o cabelo daddy? - concordei. - pode, deve ter suado hoje né? - dei carinho nela e ela concordou com os olhos arregalados. - sim, e também eu me atrasei pra aula de história e eu corri tanto, aí eu cheguei suando na sala mas não me atrasei. - sorri, beijando ela no rosto. - gostosa. - vim por trás. - linda... Perfeita... Tudo. - ela sorriu. - você não falou que sou sua. - ri. - e minha. - digo completando. - daddy. - hum? - você já pensou em ser um atriz p***o? - ri. - não é atriz, é ator... E não. - ri novamente. - por que? - se virou pra mim. - por que eu pensaria? - pareceu tímida. - na aula de biologia, a professora falou de pênis e sobre os remédios que fazem ele crescer... Depois disse que são muito usados pelos atrizes... Atores porno... Atriz é pra mulher né? - concordei pra última frase mas refleti. - mais não é só ter um pipi grande meu amor. - sim, mais você tem todo o resto também. - ri. - tá, entendi. - digo ainda rindo. - e a Maria? Ja pensou em ser uma atriz pornô? - Maria concordou pra frase com tanta empolgação. - sério Maria Clara? - ela riu e eu estava espantado. - sim, mais de casal, eu e você e ninguém mais. - sorri. - só nós dois? - concordou e abracei ela. - então a gente faz um p***o. Não, não deveria ter dito isso. Os olhos dela brilharam. - tipo um vídeo e postar? - ri. - não amor, postar não, e se alguém da escola ver? Ou da família? - Maria pensou. - não é pra pensar amor. - mais é só não mostrar o rosto. - mais quem te conhece vai reconhecer... Tipo pela voz, sua mão, cabelos... As pessoas reconhecem. - ela fez beiço. - então vamos fazer pra nós? - sorri. - vou pensar. - ela ficou animada. Enfim, tomamos banho e ajudei ela com o cabelo, depois saímos e ela quis deixar secar naturalmente e não interferi. A vesti com um vestidinho e calcinha, sem short mas ela jurou não ficar com as pernas abertas. Coloquei um short e descemos. O almoço era o de sempre, bem reforçado. Tinha arroz, feijão, macarrão, carne de panela, salada de tomate, cebola, alface, rabanete e tinha algumas batatas doce. Tinha a opção de suco de uva e refrigerante, só a minha mãe quis o suco mas peguei também deixando o refrigerante pras crianças. Não, adolescentes adultos já que fazem coisas que adolescentes normais não fariam. Falo da Beatriz. Hoje ela estava emburrada como sempre, também ninguém quis falar com ela. Servi Maria e começamos a comer. - daddy. - hum? - você quer? - era a batata doce. - ué, a Maria gosta. - coloquei o meu prato mais pra perto do dela e ela me deu a batata. - é que hoje não quero. - sorri e ela fez o mesmo. E enquanto eu comia, bem despercebido via Maria dar carne pra Luna, mas Luna tinha dieta que o pet shop passava. Toda vez que eles iam pra esse pet shop e faziam exames semanais, Luna ou Lily sempre tinham alguma coisa e Luna tava m*l por comer oque não pode, tanto comida da gente como as flores venenosas do jardim. Já Lily era pelo chocolate e já xinguei Maria por isso. Lennon estava bem graças a Deus. - amor... Não. - ela parou. - mais ela tá triste. - ela não tá, só tá se fazendo, sai Luna, vai. - não chutei ela, só empurrei com o pé e ela saiu correndo. - você é m*l. - voltou a comer. - vai ver como sou m*l. - não era nesse sentido mas Maria e Pedro interpretaram assim. Pedro disse: eca, ninguém quer saber. Já Maria sorriu toda boba. Mas eu só ri. - daddy. - coloquei os pratos na pia. - Beatriz vai lavar a louça hoje. - disse minha mãe. - oque? Eu não. - disse a própria. - eu lavo tia Cris. - disse Maria mas minha mãe negou. - não precisa meu amor, quem não faz nada o dia todo tem que lavar pelo menos a louça. - ah eu não faço nada? - é Beatriz, tu não faz nada, não estuda, não trabalha... Fica o dia inteiro naquela cama. - claro, eu sou uma menina de 19 anos que fica de castigo. - revirou os olhos. - enquanto mora comigo e pega o meu dinheiro, é sim uma menina de 19 anos que fica de castigo. - Beatriz não revidou e todo mundo já sabe a cara da Maria. Estava com medo e pena. - vamo comer o sorvetinho. - falei pra ela. Peguei duas tigelas de café da manhã, só vou chamar assim agora mas também pode tomar sopa nela. Coloquei bastante sorvete pra Maria pra ela não ficar triste e ela enfeitou como quis, com as balas fini que compramos, calda e os canudinhos de chocolate. Ai subimos. - daddy você quer ficar mais gostoso? - ri, subindo atrás dela. - por que? - ufa, ela tava trocando de assunto. - você come bastante comida, mas nenhum doce e nem toma refrigerante e pegou só um pouquinho de sorvete. - entramos no quarto e ri. - o daddy não é muito chegado no doce e no almoço tomei suco pra deixar o refrigerante pra vocês, por que depois vocês procuram o refri e ficam bravos que não tem. - ela riu. - é, ri mesmo que tu sempre faz isso. - mais é que o Pedrinho consegue tomar uma garrafa inteira daddy. - eu sei disso, não sei como ele consegue. - nem eu. - fechei a porta. - daddy vamos assistir Dory hoje? - concordei. - uhum, tô com saudades. - ela sorriu já no seu lugar na cama e fiz o mesmo indo pro meu. - ultimamente a Maria para de assitir desenho e vai pra filmes de adolescentes clichês... Aí ela volta... Eu sinto falta. - ela sorriu e dei carinho nela. - quero que cresça mas não a força, tipo, só por que alguém disse tu tem que fazer. - ela concordou fraquinho. - tem meninas na escola que tem a minha idade mas que usam o material escolar de meninas normais. - por que meninas normais? - por que não tem nada rosinha e de bichinho. - amor... Usar rosa ou coisinhas de bichinhos não quer dizer que é infantil, não tem meninas que gostam de usar blusa grande? E que ainda gostam de coisas de menina? - concordou. - gosto é gosto meu amor... Não precisa ter tudo igual ao delas, ou mudar o seu estilo por que o delas é mais maduro... Parar de assistir a tal coisa por que é de criança... Sempre te falo isso, tu sabe que pode fazer oque tu quiser. - dei um beijinho nela e ela veio mais pra perto com um sorriso fofo. - eu amo usar suas blusas e eu sou menina. - sorri. - viu, não há problema. - na minha escola tem meninas que são lésbicas e usam roupas de menina e outras que gostam de meninas e que usam roupas de menino. - sorri. - e não há problema, então, não fica assim por que tu tem tal coisa... A capinha do teu celular não é rosinha? - concordou. - e se fosse da Barbie não tinha problema. - e nem de algo de menino né? - concordei. - exatamente. - sorri e dei carinho nela. - agora vamo comer antes que derreta. - ela sorriu e começamos a comer. Coloquei na Dory, Maria ficou falando comigo e eu rindo das suas brincadeiras. Aí comemos e ela ficou com frio. - quer que eu feche a porta? - concordou fraquinho. - sim, e vem me abraçar. - concordei. Não queria descer pra levar as tigelas e deixei no banheiro, era só pra não encher de formiga, coloquei água nas duas e deixei ali, depois eu levo pra baixo. Desliguei a tv pois já havíamos terminado de ver o filme e Maria me abraçou assim que deitei. - tá frio daddy. - sorri. - eu não tô. - você tá bem quentinho. - me abraçou. - vamos t*****r. - ri. - não, vai dormir. - por favor... - dei um selinho nela. Era impossível negar s**o vendo Maria engolida do meu lado com as mãos em mim. - eu não gostei da sua nova secretaria e você não vai chegar perto dela. - ri. - Maria... - só vai f********o comigo... C O M I G O. - falou com pausas e ri, agarrando ela. - só com a Maria. - enchi ela de beijo e ela riu. - aai. - riu. - daddy. - continuei. - hum? - mordi seu pescoço e comecei a dar leves beijos, ela suspirou. - você... Eu fiz um... b*****e em você... Quando você dormiu... Na minha caminha. - ri. - amor. - digo olhando pra ela e rindo. - não me lembra isso aaa. - coloquei a mão no rosto. - não foi legal. - foi sim, você gozou. - tu era virgem e não sabia nada desse mundo, tinha 12 anos e eu 22... Quase 23. - ela pensou. - mais você me amava. - muito... Mais e se eu não te amasse? E se eu fosse um adulto qualquer e tu uma criança inocente como era? - pensou mas logo riu. - aaa não sei, mas eu amei. - me agarrou pelo pescoço. - agora aquela criança tem 16 anos... Não é mais virgem... E sabe de tudo. - a encarei, com o escurinho do quarto. Estava um clima tão bom. - dá t***o saber que você é mais velho que eu. - sorri. - eu sei. - começamos a nos beijar. Eu cedi a ela, tirei meu short, meu p*u tava duro, passei sobre sua calcinha e Maria gemeu. Coloquei a calcinha dela de lado e forcei pra dentro, deslizou numa boa e começamos a gemer. Ela tirou o vestido e estava sem nada por baixo dele, seus s***s pulavam com a pouca velocidade que eu ia e chupei eles, me dando mais prazer e mais ainda na Maria, que tem sensibilidade nos s***s. Fizemos só aquela posição, foi uma f**a rápida e gozei na sua i********e e barriga. Nos limpamos rindo por que a i********e da Maria peidou e ela ficou com vergonha mas ela sabe como isso me deixa louco. Nos vestidos e deitamos. - daddy. - hum? - me ajeitei atrás dela aliviado e cansado. - tô com dor de garganta mas acho que é de tanto gemer. - ri. - deve ser. - ela riu e puxou meu braço pros seus s***s. - boa noite daddy. - boa noite meu amor. - nem é de noite. - rimos. - é verdade. - eu estava quase apagando. - te amo daddy. - eu também. Peguei rápido no sono.
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