231° capítulo

4747 Palavras
Maria Clara. Daddy me dava dinheiro mais ele não achava. - daddy rápido, Pedrinho tá indo. - digo eufórica dentro do carro. Daddy olhou pra frente e deu uma leve buzinada, Pedro entendeu e ficou parado fazendo expressões. Ele tava bravo. - não tenho trocado. - mexeu na carteira. - normal, você nunca tem. - revirei os olhos de brincadeira e rimos. - tá, não gasta tudo, deixa pra amanhã também. - me deu a nota. - mais amanhã não vai ter? - me preocupei. - não meu amor, mais é bom a gente aprender a administrar nosso dinheiro. - penso. - vai lá, boa aula meu amor. - me deu um beijo. - juízo e fica me ligando pelo amor de deus. - concordei. - a van vem assim que acabar o reforço. - concordei. Quando sai do carro Pedrinho e eu atravessamos a rua e daddy foi logo depois com o seu carro, buzinando pra gente e eu acessei, Pedrinho não. Bom, hoje era segunda e tinha reforço. Daddy e eu conversamos de última hora hoje pela manhã, e ele ligou pra van no café da manhã, aquela que eu costumava ir antes. Ele vem pra pegar Pedrinho mas eu vou ficar na escola e almoçar aqui. É normal fazer isso, não serei a única, tem alunos que ficam pra estudar ou pra fazer atividades extras e acho muito divertido. Becca por exemplo, fazia isso no ano passado, ela ficava estudando biologia até às 14h. Não será chato. Coloquei o cabelo mais rente ao pescoço por sentir olhares e lembrar do motivo do meu pescoço estar dolorido toda vez que coloco a mão. Eu achei que era exagero do daddy ontem quando ele disse que tava tudo roxo. Mais hoje de manhã... Eu fiquei com ansiedade achando que a diretora ia descobrir que foi o daddy e ia mandar me tirarem dele. Mais aí lembrei que não tem como e que é só chupão e não foi uma agressão ou algo do tipo, foi só chupão... Bons chupões daquela boquinha do daddy. Então a primeira aula foi de natação, mais como eu não praticava, pulei logo pra de artes. Toda semana mudava, mais só por que é um ano novo e uma série nova. Preciso aprender a não me perder nesses horários. - bom alunos, já perdemos muito tempo até entrarmos na sala de aula e até organizarmos nossos materiais. - disse a professora de artes, eu estava em minha mesa dupla mais essa não era a sala de artes. Era a de química. - professora, por que estamos aqui? - perguntou uma aluna. - nossa sala está com um amiguinho chamado... Ratinho... Cortesia da professora do jardim de infância. - ela mostrou medo e dava arrepios nela. - um rato? Na escola? - perguntou alguém. - é... Não é bem um rato... É um pouquinho da índia.. - alguns alunos riram. Levantei a mão. - sim Maria. - oque vamos fazer hoje? - perguntei pra mudar de assunto. Ela pareceu animada. - que bom que perguntou, trouxe telas e minis apoiadores mas vocês podem decidir como querem fazer, seja deixando o quadro sobre a mesa ou com o auxílio do apoiador. - ela pegou, um quadro relativamente pequeno mas não tão. - quero que criem um objeto que seja referente a algo favorecedor ao futuro... Pode ser uma máquina, um... Um novo aparelho de cozinha... Um carro... Criem. - ela estava empolgada. - poderíamos fazer um carro voador? - perguntou alguém. - é claro, claro que sim, quero essas mentes trabalhando. Os trabalhos vão ficar em exposição lá fora no corredor para a semana que vem... Os pais vão vim na escola. - os pais? Por que? A professora foi passando com todas as telas sobre um carrinho com prateleiras. Ela dava um kit completo pra cada aluno. Ganhei um pote com pincéis mesmo trazendo os meus, ganhei tintas, a tela, o apoiador, fita que não era transparente e sim branca, lápis, borracha e régua. O resto que eu tinha eram coisas que sempre deixo no armário, como meu paninho e meu próprio potinho pra por água. O bom da sala de química, é que a luz era no teto obviamente, mas tinha ao redor da mesa branca dupla, que parecia um balcão. E você podia ajustar assim como o abajur que tinha também. E caso precisasse de água como sempre precisa, em baixo das janelas do lado esquerdo, tinha um enorme balcão que ia de uma parede a outra e lá tinhas várias pias com torneira e kit de limpeza. E eu comecei, pensando muito no que eu poderia fazer. [...] Estava sentada no pátio da escola comendo o almoço. Na verdade não é almoço, agora são 11:15, a hora de comer é das 10:30 até às 11:30 mas tem alunos que não conseguem nesse horário como já falei. Mais o almoço de verdade pra quem fica na escola é 12:30. Meu prato tinha divisórias, hoje tinha comida no refeitório e não precisava comprar mas depois acho que vou precisar por que na próxima vez que eu ficar com fome será um pouco antes do reforço. Eu estava comendo purê de batata, minis cenouras, arroz, batatinhas assadas e tinha um pedaço de bife muito bem passado com gordurinhas do lado mas eu não estava conseguindo cortar. E meu suquinho natural de abacaxi que peguei na máquina nova do refeitório. Daddy mandou mensagem. - oi meu amor. - oi daddy. - tá comendo? - tô e você? - tomando café. O daddy ia perguntar se quer mesmo ficar aí pro reforço, por que a minha colega disse que pode te buscar se for o caso. - na verdade daddy, acho que quero e o tempo entre o fim da aula até a hora do reforço, vai me fazer poder ir na biblioteca e dar uma volta pela escola. - amor - daddy eu quero ficar. - tem certeza? Vai ficar tudo bem? - sim, oque pode dar errado? A escola tem seguranças. - Micheli, CD... - eles não vão ficar eu acho. - tá. E falando neles, hoje teve aula com as cheelearders? - não, o gramado foi ocupado 100% pela turma de ioga por que o dia tava lindo. - ata. Vou ficar com saudades, mas hoje também nem vou poder voltar pra casa pro almoço. - você vai comer onde? - aqui, vou pedir um almoço. - e... Você tá com saudades? - sempre tô. - de s**o? - amor ? - eu tô daddy. - para dona Maria. - mais você pode ir no banheiro rapidinho? - amor agora não dá. - ? - oque tu quer? Um vídeo? - sim! Sim! Sim! - meu deus amor ???‍♂️ - por favor daddy. - tá. - mais não deixa ninguém ver. - claro que não, por isso tenho meu banheiro particular. - ebaaa. - tá, vou desligar, come e se cuida, daqui a pouco eu mando o vídeo. - você tem foto minha? - tenho amor, nunca apago. - te amo daddy. - também te amo meu amor ❤️ - ❤️ Daddy parou de ficar online. Vídeo do daddy pelado ebaaa ❤️❤️❤️. Mais continuei comendo, até onde coube no meu estômago enquanto eu lia um livro de Shakespeare, que infelizmente será tema da aula de português e sinceramente? Esse livro é uma chatice. Mas é pra daqui a duas semanas então dá tempo de eu ler tudo. E lendo, já na página 53, alguém se sentou do meu lado. - oi. - disse e eu olhei pro lado, já não comia mais mas ainda lia o meu livro. - oi. - a primeira coisa que olhei foi pros seus cabelos. Quantos cachos! - eu sou a Adrielly. - esticou a mão e sorri. - Maria Clara. - ela sorriu. - você tá no reforço? Eu vi os nomes na lista e vi o seu, e te conheço pelo jornal. - tem uma lista? - ela concordou. - tem, mais só com o professor de matemática. - penso. - como você viu? - ela sorriu. - somos amigos, na verdade eu tô sempre por perto dele... Ele é lindo. - disse em tom apaixonada e com um sorriso no rosto. - é.. - digo meio sem jeito. - bom, só queria te dizer que podemos sentar juntas. - sorri. - vou lá, aaa... Eu estou no seu grupo do w******p. - se levantou mas fiz o mesmo. - Ellynha? - concordou. - Ellynha! - abracei ela forte. - nunca te vi na escola. - digo entusiasmada. - é que estamos em aulas diferentes. - penso e realmente, ela nunca tá nas mesmas aulas que eu. - bom eu preciso ir, vou ler. - concordei. - beijo. - me deu um beijo e saiu andando. Ela era mais linda ao vivo, seu cabelo era perfeito. Eu queria ter cabelo cacheado, mesmo se as pessoas dizem ser mais difíceis de cuidar, mais eu ia amar. Ok, voltei a ler e eu tinha mais uma aula ainda, de inglês. Mas faltava alguns minutos ainda. Como eu estava no pátio, em uma mesa na sombra, via as outras mesas ocupadas por alunos mas nem todos estavam aqui, parece que todo mundo prefere o refeitório. Mas Cheli e suas amigas estavam lá longe na mesa... Cheli sentada sobre ela, CD do lado beijando seu pescoço. Respirei fundo voltando para o Shakespeare... Mais eles são irmãos. Como pode? É a mesma coisa que eu e Matheus namorar. Por que ele é filho do meu pai de outra mãe e eu também. Como isso é real? E ninguém pode dizer que CD e Micheli não foram criados juntos, eles foram, tanto que na casa de Cheli tinha as fotos do CD pequeno ao lado dela. Isso é nojento pra mim mas tem pessoas que gostam e eu nunca vou entender. Imagina? Nunca poderá passar de beijos e s**o, por que eles são irmãos, a família nunca vai aceitar e eles até teriam que fugir pra isso e nunca poderiam nem mostrar pro mundo o amor deles por medo de alguém ver. Isso é estranho. Mas eu definitivamente parei de olhar e voltei pro meu livro até o sinal tocar e eu precisar ir pra aula de inglês. A professora passou apenas atividades, ainda bem e ao menos ela me deixa usar canetas coloridas. Fiquei escutando música até meu celular vibrar loucamente. Tentei abafar mas foi difícil. - Maria tudo bem? - concordei com um sorriso. - é... Eu posso sair rapidinho? Meu pai está ligando, acho que é importante. - não pode mentir! - claro, não demore. - concordei e me levantei. O celular ainda vibrava. No corredor não tinha ninguém e liguei o celular enquanto andava pro banheiro... Daddy. Entrei em uma das cabines e ainda com o fone eu apertei na nossa conversa. Daddy disse que ia mandar os vídeos na mensagem e logo depois mandou um áudio em baixo. "Amor... Aaaah... Sinceramente? Não sabia que seria tão bom assim e fiz por ti, olhando pra foto mais fofa dos teus p****s que tu me mandou. Agora aguenta o tanto de foto e vídeo que fiz... Não olha na aula!" Ele estava falando tão relaxado, como se já tivesse... Gozado AAAAAA. Fiquei inquieta dentro da cabine, batendo os pés no chão até clicar na primeira foto, era os meus p****s e daddy escreveu "só queria apertar eles e fiquei olhando pra essa foto e pra foto da tua ppk mas não vou te mandar ?, é só minha". A próxima foto... O pipi do daddy bem durinho... E enooorme. Depois ele fez um vídeo... AAAAAAAA. Ok... A aula de inglês era só atividades... Eu posso pular ela... Me sentei no vaso sanitário e levei a mão pra lá... Assistindo a todos os vídeos do daddy onde ele batia p*****a e gemia... Tudo que mais amo! [...] Corri pelo corredor até o armário e peguei as coisas de matemática, após isso corri pra aula de reforço... Mais onde é???? Ok, era no... No segundo prédio ta. Fui pra lá e subi pro terceiro andar por que eu sabia que os dois primeiros não eram. - atrasada... - ele abriu a porta na mesma hora. - é que era em outro lugar... - ele olhava pro meu.. pescoço. Coloquei a mão ali. - oque é isso? - d***a. - é.. - alguém te machucou? - ri. - não, isso é chu... Nada. - d***a. Ele pareceu incomodado. - entre. - ele entendeu, d***a. Na sala estava... CD. Mas também outro alunos. - bom turma, o reforço obviamente é uma aula importante e já agora no primeiro dia vamos começar a fazer atividades que... - alguém abriu a porta rápido. - desculpa professor. - era Elly. Ele olhou pra ela toda. - eu juro que não ia me atrasar. - tudo bem Elly. - ela entrou até o fundo da sala mas não se sentou perto de mim. CD sim, estava perto na fileira do lado mas duas mesas atrás. Coloquei o meu material sobre a mesa e tive que fazer isso quando me virei pra pegá-lo na mochila. CD me olhou e sorriu fraco, mas não retribui e parei de olhar. Olhei pra frente e engoli em seco. Fechei os olhos. Tudo que passa na minha cabeça é a última vez que vi CD antes de ficar desaparecida, ele me empurrando. Fiz uma cara de medo e tremi. - CD, prefiro que meninos como você se sentem no fundo da sala longe das boas alunas. Troque de lugar com a Elly. - olhei pro professor, que após olhar pro CD, me olhou mas não tive reação. Será que todos sabem de mim? Do que aconteceu comigo? Mas CD foi, sem dar um pio mas provavelmente a cara dele entregava tudo que ele queria dizer. Enfim, fiquei quieta e logo Elly se sentou do meu lado. Sinto que um dia CD vai ficar tão bravo por eu ser "protegida" por todos que isso vai deixá-lo com vontade de fazer algo comigo de novo. Ou... Se Cheli mandar? Eu sinto que as conversas deles são assim "você faz algo com a Maria que em troca eu faço oque você quiser". Só que na cama. Aí CD com certeza vai me machucar por que depois disso Cheli vai dar pra ele. - vou passar um mini teste pra vocês, tem a ver com a prova. - ele pegou folhas. Na sala tinha no máximo uns 8 alunos. Por aí. Ele destruiu pra um lado primeiro e logo chegou em mim. - Elly. - entregou a ela e vi o seu olhar direito nos olhos dela. - Maria. - fez o mesmo. Mas ao contrário de mim, que fiquei normal, Ellynha parecia empolgada. Daddy tem 26 anos, eu 16. Elly deve ter a minha idade e o professor tem 25. Não é estranho só... Ele é o professor. Isso pode dar errado né? Se Elly ficar com ele e alguém descobrir, ele pode ser processado. Mais... Se for fora da escola tudo bem. Porém acho que ela só estava sendo gentil com aquele sorriso... Por que eu tô pensando??? Já tenho um daddy. O meu daddy. [...] A van parou em frente de casa e desci após dar tchau pra tia que abre a porta pra gente e nos leva até o portão da nossa casa. Pedrinho abriu pra mim por que não tenho a chave ou controle. - que chatice, cheguei a mó tempão, comi, dormi e agora tô jogando e tu arrecem tá chegando. - dei de ombros e ri. - essa é a vida de alguém inteligente. - reforço é pra burros. - burros que vão se dar bem nas provas. - entrei passando por ele. - não vale isso. - ri. Subi direto pro quarto e joguei a mochila em cima da cama. Daddy não chegou, aaa. Tirei o uniforme e fui tomar banho, deixando o cabelo preso pra não molhar. Minha calcinha estava tão melada que tive que lavar no banho mas deixei ali pra secar por vergonha de descer com ela e ir estender lá na rua hihi. Daddy tem um p*u fascinante. Quando sai coloquei um short jeans bem clarinho que eu nem sabia que eu tinha mas ele tava largo na cintura e apertado no resto todo... Deve ser da Bia mais a Bia é bem maior do que eu. Deve ser meu. Coloquei um cropped que eu achei com as alças fininhas e calcei meu chinelo preto. Não sei onde tá o holográfico. De quem é esse short? Lá em baixo procurei algo pra comer quando desci. Ah... Bia ainda não saiu do castigo e não falou onde enfiou aqueles 900 reais da tia Cris. Se ela usou pra outra coisa ou escondeu, ela deveria dizer que gastou com as coisas pra festa, mas nem isso ela fala. É uma mentira, mas pelo menos faz ela parar de ser a ovelha n***a da família. Peguei uma tigela, leite e Sucrilhos novo que o daddy comprou, não era de bolinhas e nem de chocolate, era colorido com um buraquinho no meio e quem mais gosta é a Bia. Talvez daddy comprou pra agradar mas também vou comer por que tá no pode do Sucrilhos, que tem uma tampa que é só apertar pra abrir. Peguei uma colher e tive que subir pra pegar meu tablet e fone. - Maria onde tava isso? - me olhou, era Bia. - nas minhas coisas. - digo com o tablet na mão e a caixinha do meu fone olhando pro meu short. - é da Luiza. - ri. - por isso tá flouxo. - riu. - mais pode usar, talvez eu fique nessa prisão pra sempre. Nunca mais vou poder ver ela e devolver o seu short. - fiquei triste. - é só você falar onde tá o dinheiro. - Maria... - Bia, é fácil. - fui pro balcão. - você fala oque fez e pronto. - ela veio junto. - pra você tudo é fácil. - concordei normal. - sim, o daddy sempre diz que eu posso confiar nele pra tudo e eu demoro pra falar também mas depois eu falo... As vezes ele me bate mas na maioria das vezes ele me abraça e diz que tudo vai ficar bem. - Bia negou revirando os olhos. - vou fazer uma viagem com esse dinheiro, ainda preciso de mais 1.300. - arregalei os olhos. - Beatriz. - ela deu de ombros fazendo uma cara. - tô nem aí sabia? Tô tão cansada Maria... Quero Portugal de volta. - fiquei m*l. É, oque Pedrinho disse "não pude escolher, minha mãe me trouxe pra cá a força sem se importar se eu ia deixar meus amigos e meu lar pra trás", é o mesmo que Bia está dizendo agora. Não falei nada. - só quero sair correndo com a Luiza pra outro lugar, só isso. - e vai deixar a gente? - fiquei triste. - não é deixar Maria, eu nunca deixaria mais é... Ser livre. - penso. - vocês são tudo que tenho mas parece que eu sou um bebê. - eu me sinto exatamente assim. - quando tu se sentir assim vai entender. - eu sei como é. - me olhou. - parece que tenho menos de 10 anos. - exato! E não tá cansada disso? - penso. - tá na hora de ser independente. - se levantou, ja que estava com os cotovelos e braços apoiados no balcão. - olha... Só quero meu país de volta e o Brasil certamente não é ele. - saiu andando. Estou cansada disso, Bia me fez pensar. Me sinto um bebê. Real. Henrique. Estaciono o carro na garagem e suspiro, estava cansado. Deixei as coisas lá e entrei em casa. Pedro atirado no sofá jogando... Maria na cozinha comendo e Bia não sei onde estava. - oi. - ela se assustou. - daddy! - me abraçou forte, sentada na cadeira do balcão e abracei de volta. - eu vi o vídeo no banheiro da escola. - sai do abraço. - Maria.. - e brinquei. - levantei as sombrancelhas não acreditando. - daddy o seu... O seu gemido é muito bom. - ri. - tá.. mudando de assunto... Como foi o reforço? Ficou sozinha? Alguém te incomodou ou coisa assim? - negou normal se virando pra frente já que eu dei a volta no balcão indo pra geladeira. Maria comia Sucrilhos mas parecia que não queria mais, por que tinha um restinho dentro de uma tigela e ela estava afastada da Maria e do seu tablet, onde ela lia algo. Provavelmente aquelas histórias onde daddys machucam suas babys enquanto tem que proteger. - daddy eu queria muito um tênis novo. - oque peguei na geladeira foi requeijão e queijo e me virei indo pro balcão. - ué, cadê o da Maria? Aliás, os da Maria. - peguei o pão de sanduíche sobre o balcão e um prato no armário, voltando pro balcão e pegando uma faca no caminho. - é que eu queria outro. - tá bom, a gente compra. - ela sorriu e fiz o mesmo. - você diz sim pra tudo. - riu e sorri. - se eu pedir um... Um castelo você me dá? - sorri olhando seus olhinhos inocentes. - dou oque me pedir. Trabalho todos os dias pra te dar o bom e o melhor meu amor. - alcancei seu rostinho por ela estar debruçada no balcão e fiz carinho. - a melhor coisa que você comprou pra mim daddy, foi o meu tablet, meu celular e meu computador. - sorri. - ah... E o meu pipi rosa. - tive que rir. - mais isso não fui eu. - mais foi com o seu dinheiro. - é, faz sentido. - mais daddy.. - dei uma mordida no pão. - você... Gosta dos meus peitinhos? - ela mexeu neles e logo lembrei deles nus naquela foto. Puta que pariu. Quase gemi mas eu comia. - sim ou não. - olhei pra ela fundo nos olhos. - sim, e tu sabe. - dei outra mordida no pão. - daddy essa mãozinha tava segurando algo que eu amo tanto. - ri. - vamos brincar? - brincar de que? - Beatriz apareceu e Maria me olhou rindo. - de papai e mamãe. - Maria. - digo rindo. - brincadeira. - quero nem imaginar. - disse Beatriz e ri, eu quero imaginar, é muito bom. Mas comi, enquanto Beatriz falava com a Maria e ela ainda estava meio que de castigo ainda, minha mãe e ela nem se olham e eu tô tentando agradar pra ela falar oque fez com o dinheiro. Pro Pedro ela disse que usou aquele dinheiro pra comprar não sei oque e pra pagar um curso, já no ar quando ela brigou com a minha mãe, ela disse que iria gastar o dinheiro com oque quissese principalmente com "compras online". Então não sei qual é a real verdade. Quando eu subi, sozinho já que Maria ficou lá conversando, tomei um banho quente lavando bem meu pau... p***a como gozei hoje. E só fiquei atiçado por que eu tinha milhões de e-mail pra responder, porém mandei tudo pra dois colegas e eles resolveram pra mim, aí meu tempo ficou livre e quando Maria tocou no assunto eu nem ia mandar... Aí lembrei das fotos que uma única vez ela me mandou pelo w******p, lá do quartinho dela enquanto eu estava no nosso. Os s***s fartos e bem macios, como eu fiquei com vontade de apertar e não pude por que era só uma foto. Mas gozei só olhando. Agora estava meio cansado pelo pouco tempo de descanso que tive o dia todo hoje. Não dava nem tempo de um cochilo. Coloquei o short e Maria entrou no quarto. - ué, de quem é esse short? - fui até ela na cama. - todo largo na cintura. - puxei pro lado mostrando. - eu sei, é da Luh. - da Luh? - concordou. - uhum, ela deixou aqui e a Bia disse que era dela mas tava aqui nas minhas coisas. - ela subiu na cama. - acho que foi a minha mãe quem guardou. - eu também acho daddy. Me deitei na cama também e me senti bem relaxado. - daddy eu gozei tão gostosinho. - sorri com os olhos fechados e senti os seus beijos no meu pescoço. - alguém falou dos teus chupões? - digo por me lembrar ao sentir ela me beijar. - não. - olhei pra ela. - eu acho. - alguém falou. - pode falar. - alguém viu mas não falou nada. - sorriu forçado e deixei pra lá. - daddy posso c****r o seu pipi! Só um pouquinho assim. - mostrou nos dedos e ri. - por que? - por que é algo magnífico! - ri. - é sério daddy, um pipi é tão viciante, as vezes só quero olhar. - e por essas palavras, meu p*u endureceu. - é igual quando você diz das minhas tetinhas. - ela mexeu nelas e meu p*u latejou. - para... E não é tetinhas, tu tem muita t**a amor. - ela riu. - mais eu posso? Eu deixo elas passarem no seu pipi. - p***a Maria.. - ela sorriu e já ficou de joelhos na cama. - não pode t*****r todo dia. - ela parou as mãos no meu short, me olhando. - o seu leitinho vai acabar?! - se preocupou. - amor. - ri. - claro que não... Mais fico com medo do anticoncepcional não fazer efeito, é todo dia que um pouco de p***a pode ir pro teu útero. - Maria não se importou e deu de ombros. - é só você gozar na minha boquinha... Ou na minha tetinha. - que p***a como isso mexe comigo. Maria continuou até pegar nele. Via o short largo na sua cintura mas deixava ela gostosa, era todo apertadinho menos na cintura. Ela tirou aquele cropped, não usava nada por baixo dele. Aí ela pegou o meu p*u e levou pro biquinho deles e gemi na hora. - que delícia. - segurei o cabelo dela, aí ela pegou o meu dedo e chupou. Eu amo quando ela faz isso. Quando voltou a c****r meu p*u, a carinha de s****a me fez bater naquela b***a dela e logo quis fode-la. Mas Maria não queria s**o. Então realmente, ela acha um p*u tão viciante que nem quer sentar, só olhar e c****r. Então oque me restou a fazer foi gozar na boquinha dela e saiu tanta p***a, voou um pouco no rosto dela e escorreu um pouco mas ela pegou tudo e engoliu. - aaaa amor. - ela continuou e ainda tava bom. Toda gostosinha segurando meu p*u grosso cheio de veia. - agora você pode dormir. - limpou o cantinho da boca ainda segurando ele. - então vai lá lavar a boca. - ela sorriu. - a boca não, a mão sim. - disse descendo da cama e guardei meu p*u. Estava sim com preguiça e muito cansado e mais ainda agora. Quando Maria voltou, vi um lencinho em suas mãos, o que fica no banheiro próprio pra ela tirar a maquiagem mas tem um no criado mudo também. - precisa limpar daddy. - pegou ele de dentro do short e ainda estava duro. Ela limpou, tão cuidadosa e depois guardou ele. Como que pode essa menina ser assim? Ai por fim ela deitou. - tem certeza que não quer também? - negou e a beijei. - eu gozei tanto hoje. - eu também. - ri e ela me agarrou. - mais só quero dormir, e mais tarde você me chupa... Daddy isso que fizemos foi e*****o? - ri. - ué amor, por que? Claro que não. - mais se fosse o contrário? - penso. E se eu tivesse tirado o short da Maria?... Não. - não amor, só se tu falasse não e eu insistisse até tirar sua roupa sem permissão. - ela pensou. - não pensa assim, nunca vou me sentir incomodado com nada que tu faz. - ela riu. - vamos mimir. - dei um beijo nela. - e mais tarde é a minha vez. - sorriu. Ela se virou pro outro lado e percebi que ela não usava blusa, aí mandei ela colocar e ela não reclamou além de rir. Aí sim, pegamos no sono rápido.
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