230° capítulo

2223 Palavras
Enfim, nos sentamos. Peguei meu garfo mas daddy se levantou. - amor, vem lavar a mão. - ele foi indo pro lavabo. - mais a minha mão tá limpinha. - não, não tá. - me olhou firme e lembrei que peguei o pipi do daddy. Fui, brava e com fome. - daddy. - ele fechou a porta com nós dois lá dentro já. - não tá sujinho. - riu. - mais tem que lavar. - mais o seu pipi é todo limpinho e bonitinho. - daddy ria. - para amor, lava. - me virou pra pia e ficou por trás e começamos a lavar as mãos juntos. Depois secamos e daddy não tentou nada "deixa ele ficar mole se não todo mundo vai ver". Eu queria que todo mundo visse como era lindo, mais essas pessoas são a família do daddy e se não fossem eu ia morrer de ciúmes e ódio, então ficou como tá. Na mesa daddy serviu eu primeiro e depois ele. Era arroz, feijão, bife acebolado, salada de pepino com alface, batata frita e tinha algo roxo que tia Cris disse ser beterraba e eu não gosto mas daddy me deu, porém ela ficou melhor nesse formato do que o normal, era em tirinhas bem fininhas por que tia Cris ralou ela. E ficou muito bom, deixou o meu arroz roxo mais tudo bem. A gente comeu, riu, eu brinquei com meu pé bobo no daddy e ele apertou minha perna com força mandando eu parar. Ele ficou bravo. Mais não parei, ué. Depois de tudo subimos pro quarto. Eu estava com minha garrafinha térmica subindo as escadas na frente do daddy e sentia ele me olhar. - tem que parar de ser tão s****a fora de hora. - disse ele e sorri bebendo o refrigerante. - você quem me ensinou assim. - daddy riu. - não mesmo. - sim senhor. - entramos no quarto. - você disse como era... - me puxou. - aai. - ri. - e tu que ficou safada... Fica lendo fanfic... Olhando porno... Fica toda safadinha como pode? - eu ri e me soltei dele. - se você diz, então com quem você aprendeu a ser s****o assim? - cruzei os braços e daddy riu. - sozinho. - que mentiroso. - riu e eu fiquei brava. - vou até escovar os dentes. - sai andando. - amor... - não, você aprendeu a ser s****o com alguém. - eu que ensinava elas. - ahn! - abri a boca já no banheiro e olhei pra ele. - não quero mais você. - ele riu e veio até mim mas fechei a porta. - para com isso. - abriu ainda rindo. - aff daddy você gozou tantas vezes com elas e ficou com o pipi roxo. - riu. - não tô brincando. - e com quem eu tô hoje? Hum? - me abraçou por trás. - quem dorme com as perninhas em cima de mim? E fica toda... Molhadinha pro daddy. - gemi. - você promete que é só meu daddy? - olhei pra ele contra o espelho. - sempre vou ser teu daddy. - mais se a gente terminar não quero outra pessoa te chamando de daddy. - olhei pra minha garrafinha. - isso não vai acontecer por que não vamos terminar... Só tive e tenho uma baby girl em toda a minha vida. - você jura? - sorriu. - uhum, as outras foram só... - ele suspirou. - é f**o falar assim mas é verdade, elas foram só brinquedos. - olhei pra ele. - as mulheres de hoje em dia te odiariam se você fosse assim ainda. - eu sei, por isso não sou mais e nem apoio esse tipo de homem, acho que uma mulher deve ser bem tratada e cuidada com carinho... Claro, tem aquelas que não querem nada sério e que gostam desse tipo de coisa, é tipo um fetiche. - me soltou e olhei pra ele. - é sério? - concordou pegando a escova. - uhum, tem mulheres e homens que gostam só do "joguinho". - fez aspas. - e é normal por que essas pessoas talvez não querem casar e viver pra sempre com uma só pessoa. Quando eu só transava eu não pensava dessa maneira, mas era isso que eu queria, f***r todo dia com uma mulher diferente. - penso. - eu nunca quis casar, nunca quis ser pai. - sorri. - e agora você é o meu papai e de mais três bebezinhos. - daddy riu. - é, verdade. Agora toma o refri pra escovar os dentes. - bebi o restinho e daddy pegou minha escova colocando a pasta de dentes pra mim. Escovamos os dentes e daddy me fez rir em um momento que eu cuspi na pia sem querer. Depois eu fiz xixi... Daddy também... O pipi dele não tava roxo. Depois vou falar pra Anna que não ficou mais nunca mais vou deixar daddy com vontade por que vai doer e daddy pode chorar. Mais eu vou tá aqui pra c****r ele. Hihi. - daddy. - hum? - subi em cima da cama. Aaaah! Daddy gemeu. - oque? - ele olhava pra minha b***a mas me sentei. Seu gemido foi aqueles que suga o ar e faz assim "sssss". Aaaaaah Henrique! - daddy para de ficar com vontade pro seu pipi não doer. - riu. - então para de provocar o cara. - se deitou. - você já é homem e não cara. - riu. - não espera... Você é um daddy e não um cara. - riu novamente. - que coisa mais linda. - subiu em cima de mim. - mais perfeita, mais cheirosa, mais... Gostosa... Safada... - hmmmm.. - gemi não aguentando. - daddy... Agora a minha ppk tá doendo... Ela vai ficar roxa? - riu. - amor para com isso... E se ficar roxinha... - gemeu. - eu chupo tudinho. - aaaaaaaaaaaa... Daddy... Hummmmm. - me esfreguei nele e ele sorriu. - desliga a tv... Pra gente ficar no escurinho. - ele ficou me beijando no rosto até eu chegar a gemer mais. - tá.. vou lá. - se levantou e aí percebi que o controle tava lá na mesma. Daddy desligou e ficou tudo escuro. - a gente não pode demorar, amanhã tem aula e trabalho. - disse ele. - você que tá enrolando... Minha calcinha tá bem molhadinha daddy. - ele voltou a ficar por cima e continuamos o beijo. Daddy me apertava e aos poucos tirava uma peça de roupa minha, mas com lentidão. Quando eu estava só de calcinha e sutiã, daddy foi descendo os beijos. Eram tantos beijos, o toque da sua boquinha... Suas mãos firmes apoiadas na cama mas que tremiam e estavam bambas. Eu estava delirando. Mais logo ele chegou lá em baixo e tirei o sutiã. Daddy só afastou a minha calcinha pro lado e isso me encheu de desejo. Quando senti seu beijo, ela pulsou tanto, ao ponto de me fazer tremer toda. Rebolei, gemi e puxei o cabelo do daddy. Ele ficou ali até eu gozar, e foi muiiiito gostoso. Após isso era minha vez. - agora ele não vai mais ficar roxo daddy. - daddy riu e enfiei a boca ali, fazendo ele parar de rir. Tentei colocar tudo na boca mas era muito difícil e eu me engasgava mas daddy gostava disso. Aquele barulho era tão bom de ser ouvido, tipo quando daddy tá com a boca na minha ppk. Bati p*****a no daddy sentindo os carinhos dele no meu cabelo e rosto mas volta ou outra ele puxava meu rosto pra olhar pra ele e enfiava o dedo na minha boca e eu chupava. Não vou entender como é essa sensação, por que só o daddy gosta. Ele gemeu. E quando "já estava bom", por que daddy me tirou dali, eu fiquei de quatro na ponta da cama e daddy babou o dedo passando na minha ppk e ela já estava molhadinha provavelmente. Aquele carinho tava tão bom que gemi baixinho e revirei os olhos. Mas quando daddy colocou... A sensação foi muito melhor e eu gemi alto. Daddy ia rápido e eu tremia toda com as suas estocadas. Tanto que em alguns momentos eu não conseguia me firmar na cama e acabava caindo. Mais daddy me colocou de barriga pra cima. - hmmmm... Vai daddy, fode gostosinho. - daddy gemeu e esfregou o p*u na minha ppk. - vai daddy... - ele sorriu e me olhou. - a vontade que tô de te bater tanto. - gemi mais. - bate, hmmmmmmm... Bate daddy. - passei os pés no abdômen dele e daddy levou os mesmos pro seu p*u. Eu tentei e foi difícil masturbar daddy com o pé mas ele gostou mesmo assim e eu mais ainda por que era legal. Porém logo ele meteu e colocou os braços um de cada lado do meu corpo. Me olhando firme nos olhos. - gostosa... - foi com força. - aaaaaaa... - minha respiração ficou ofegante. - tão pequenininha... Toda gostosinha... - beijei ele. Começamos a nos beijar mas foi difícil, eu ficava com falta de ar e interrompia o beijo. Aí daddy ia c****r meu pescoço e já não bastava o tanto de chupão que eu tinha ali. Mais gemia igual uma p*****a. Gosto quando daddy me chama assim, eu amoo. A nossa f**a chegou ao fim depois de mais algumas posições. Daddy respirava ofegante enquanto eu chupava ele de joelhos no chão, e após alguns segundos ele gozou dentro da minha boca e eu engoli tudinho. Comecei a ri olhando pra ele e ele fez o mesmo. - satisfeita? - me ajudou a me levantar e concordei ainda sorrindo. - uhum e você? - óbvio. - me olhou nos olhos. - muito satisfeito, amanhã vou trabalhar bem relaxado. - sorri bobinha. Sempre da um pouquinho de vergonha depois do ato. Mas tomamos banho, daddy me vestiu apenas com uma blusa sua e calcinha e ele eu nem preciso dizer oque vestiu. Aí deitamos, ligamos a tv, daddy pegou água pra mim e pra ele pela adrenalina e também por que não tinha mais do lado da cama e toda manhã eu tomo o anticoncepcional. Quando daddy voltou eu pedi abraço. - daddy. - hum? - você chupou a minha tetinha muito forte. - ele riu e fez cócegas em mim. - aaaiii. - comecei a rir. - então deixa eu dar um beijinho pra passar. - veio pra cima de mim. - meu deus amor. - me assustei. - oque? - daddy se levantou da cama e ligou a luz, doeu meu olho. - aaai. - fechei. - p**a que pariu. - daddy não pode palavrão. - olhei pra ele. - desculpa mais olha o teu pescoço. - óbvio que não tinha como olhar mais coloquei a mão ali. - oque tem? - daddy tava chocado. - olha o meio das tuas pernas. - eu estava em perna de índio então pude ver. Tudo roxo... Ri. - não ri Maria. - oque tem daddy? - oque tem? Vão me chamar achando que tu tá sendo espancada. - apagou a luz e veio deitar. - deixa, ai eu falo que eu tive a melhor noite. - enquanto eu ria, daddy estava sério. - amor, isso pode ser machismo meu, mas uma menina indo assim pra escola é f**o e eu também acho que um menino indo assim também é. Por que ainda são jovens e fazem isso. - mais é normal. - não assim, um chupão fraquinho tudo bem mas parece que apertei teu pescoço com tanta força. - ri. - amor... Para... Tu é uma criança. - revirei os olhos. - daddyyyyy, acorda. Hoje é 2021. - hoje. - riu. - é, hoje é 2021. - penso. - não... Já estamos em 2021. - rimos. - amor... Não vou discutir com essa cabecinha. - me puxou pra ele. - mais os meninos vão levar isso em pensamentos como "ah, a Maria Clara já transa", "a Maria Clara não é mais virgem", "a Maria Clara isso, aquilo"... Entendeu? Ou os professores vão olhar diferente e acharem coisas feias... Professores no geral, homem e mulher tá? - concordei. - não tô xingando. - eu sei daddy. - olhei pra ele sorri. - gosto assim, sei que todo mundo diz que é errado mas gosto... Você cuida de mim. - me deu um beijo e me deitei normal virada pra ele. - tu é fofinha... Lindinha... Aí tá com roxo no pescoço inteiro e não é pouco. - riu. - tá... Mais tô com soninho e não tá doendo. - mesmo? - uhum. - digo fofinha e vocês ja sabem né?... - aaaah meu deus. - apertou minhas bochechas e me puxou pra ele. - deusa, linda, gostosa. - me beijou toda e ri. Daddy e eu começamos a nos beijar mas por pouco tempo, aí demos boa noite, eu virei pro outro lado e ele fez conchinha após desligar a tv e ligar o ar condicionado. E fiquei tomando água a noite toda, aí daddy me deu a dele por que amanhã de manhã não teria mais. Mas fui dormir pensando em amanhã, no reforço. Daddy vai ter que me deixar ir. Tem as vantagens... O professor vai passar resumo da prova e vou me dar bem. Eu preciso ir.
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