229° capítulo

4061 Palavras
Mas a gente se lavou e sem querer ela molhou o cabelo, aí quando saímos tive que secar. Por que Maria fica doente muito rápido. Como todo mundo sabe, Maria fica doente muito rápido e aprendi com Cida essas coisas como: não lavar o cabelo tarde, sempre secar os ouvidos, roupa adequada pra tal estação ou clima... Por isso a cuido tão bem, como se ela fosse o ser mais frágil do mundo, e as vezes acho que é. As vezes sinto que ela é tão frágil a esse ponto, de precisar de todo o meu cuidado. Mas enfim, saímos, ficamos de toalha em frente ao espelho enquanto eu secava seu cabelo e quando terminei a gente foi se vestir. O cabelo dela tava crescendo rápido e ela já queria cortar novamente mas não falou muito sobre isso. Coloquei uma blusinha nela e calcinha, igual ela pediu e me vesti com um short como sempre. Odeio dormir com coisa apertada e a cueca aperta, e blusa me fez suar tanto e certamente eu vou me acordar de madrugada só pra tirar ela de mim. - vamo olha filme? - perguntei, vendo ela arrumar a cama já que bagunçamos. - sim, mais um que não de medo. - ri pegando o controle. - Disney ou Netflix? - ela fez um som pensando. - pode ser na Netflix, um filme engraçado? - viu, ela tá mudando e tudo bem. Mais vou sentir falta. Porém ela sempre volta a ser como sempre é. Mas coloquei um filme na Netflix engraçado como ela pediu, ai deitamos... Ficamos abracadinhos e Lennon estava no peito da Maria enquanto ganhava carinho dela. Todo peludinho soltando pelo pra todos os lados. Na minha opinião, eu tiraria ele daqui por que lugar de cachorro e gato não é na cama onde a gente dorme e tals, mas eles são limpinhos... E mais ainda, Maria fica feliz e gosta, não posso tirar a felicidade dela. E não vou, só orientar e brigar sim pelas pequenas coisas, mas tudo pra ela nunca cair no mundão, pra ela não deixar de ser ela mesma, assim, única. Maria Clara. - e... Quero que diga como sente diante disso, algo que venha de dentro do seu coração, um sentimento profundo. - respirei fundo, sentada em perna de índio na poltrona em frente a do doutor Mário. - eu... - suspirei. - tenho medo que ela seja má. - falávamos da minha mãe. - e ela algum dia foi? - penso. - pense nisso, o tempo que for necessário. - e fiquei, tantos segundos dentro daquelas palavras do Dr Mário. - ela nunca foi. - disse por fim. - e por que acha que agora ela é? Você quer falar da mensagem que leu no celular do Henrique ou ainda não está pronta? - neguei. - tudo bem, vamos por partes. - se acomodou. - Maria... Antes de mais nada entenda... Mães, essa palavra, que é de um ser humano único no mundo, que te gerou, que passou meses cuidando de você dentro de um útero... Esse ser faria e seria capaz de te ver feliz pro resto da vida, lembre disso, lembre que ela tem motivos pra estar fazendo tudo que faz. - concordei fraquinho. - mas se ela te assustando, a minha recomendação por enquanto.. não precisa seguir se não estiver com coragem... Mas a minha sugestão é você pegar o celular do Henrique com o número dele pra não dar o seu, ligar pra ela, conversar, deixá-la falar e quando for sua vez, você diz oque está sentindo diante disso tudo... Ela não é um monstro, ela não vai te dizer palavras horríveis, você diz pra ela assim "mãe ou dona Melissa como quiser... Mãe, tudo que você está fazendo está me assustando, eu já tenho a minha vida, já tenho minhas coisas, estudo, sou boa aluna, tenho ótimos amigos... Se você quer se aproximar, precisa vim com calma, um passo de cada vez... É... Venha na minha casa, almoça comigo, vamos ao shopping que tal? Tomamos sorvete... Podemos fazer várias coisas juntas mas você não pode passar essa ideia de pessoa má". - ele sorriu no final. - isso é oque estou dizendo, você pode dizer menos ou nem dizer nada, mas tenha coragem de colocar pra fora e se expressar. - concordei. - não toque no assunto por enquanto do motivo dela ter sumido, das suas irmãs... Não toque nesse assunto até o momento em que você quer realmente ouvir isso dela, você precisa ser sincera no começo e não curiosa certo? - concordei. - Dr Mário. - diga. - eu tenho medo que ela me tire do daddy. - ele suspirou, tirando os óculos de graus. - bom, a lei permite que os pais legítimos de seus filhos tenham o direito sobre ele até os 18, se for o caso, meninas até os 21 anos. - penso. - e é por isso que precisa seguir meu conselho, precisa colocar as cartas na mesa antes que ela tome iniciativas que ela acha que estão certas. Você precisa conversar, dizer que é feliz com Henrique e como vive e que não quer voltar a morar com ela, mas que quer ela presente como mãe e amiga. - meus olhos se encheram de lágrimas. - na.. na mensagem ela disse que... Que... - calma, quer ir para o tapete? - concordei. Fomos pro tapete, no outro espaço da sala onde tem puffs, Dr Mário começou a atender crianças de 8 anos pra cima e tem alguns brinquedos mas nem todos eles são tão infantis assim. - quer prosseguir? - ele se sentou do meu lado em perna de índio como eu e ficamos os dois com um brinquedo na mão. - respire fundo, pode soltar as lágrimas mas tenta falar isso com a concentração máxima, já é um treinamento para quando estiver falando com ela, precisa mostrar que já é grande e que tem as suas responsabilidades. - respirei fundo e tentei. - ok... Na mensagem ela disse que queria.. me tirar do daddy. - respirei fundo outra vez e não era difícil, continuei. - ela disse que eu tenho uma mãe e que essa mãe é ela, como se daddy não fosse ninguém na minha vida. Foi assim que entendi. Aí ela disse... Que sou dela e que me queria de volta. - e você se sente como? - me sinto um objeto. - ele pegou minha mão. - não conheço Melissa, mais ela parece estar agindo como mãe, por ter ficado longe de você... Mas... Pelas suas palavras, ela parece estar sendo egoísta, você precisa dizer isso a ela "mãe, você está sendo egoísta comigo, eu tenho direito de decidir também, já tenho voz pra dizer oque penso e quero". - concordei. - pode chorar, sentir raiva, nojo oque for... Mas lembre-se Maria. - nos olhamos. - ela é sua mãe acima de tudo e você precisa conversar com ela pra entender o real motivo do jeito como ela tá agindo, entendeu? - concordei. - pergunte por que ela está fazendo isso... Diga "mãe, por que? Por que você está sendo assim?". Seja breve, seja leve, seja sincera e educada. - concordei. Seu relógio começou a apitar e ele suspirou. - bom... Tivemos uma boa conversa mas agora preciso atender um menino de 16 anos igual você... Mas no caso dele, seu pai é alcoólatra.. sua mãe some e fica dias fora... Tá vendo? Você não é a única a passar por motivos difíceis, lembre-se que tudo passa e que vai passar. - sorri. A gente se levantou, Dr Mário me deu um bombom como sempre e nos despedimos. Aí eu fui embora, pensando no elevador até chegar lá em baixo onde daddy estava me esperando. - oi minha princesa. - me abraçou mas eu não quis sair do abraço. - que foi? - me deu carinho e suspirei com um sorriso. Sai do abraço. - foi legal pelo jeito. - sorriu e fiz o mesmo. - daddy... Vou tomar uma iniciativa que o Dr Mário me sugeriu, mas eu tenho opções. - qual? - vou ligar pra minha mãe. - daddy desfez o sorriso. - pra que? - eu preciso falar pra ela como estou me sentindo. - daddy pensou. - vai estar no viva voz, com você ali. - ele pensou até suspirar. - eu não deixaria, não agora, mas se isso vai te deixar melhor então tudo bem. - sorri feliz. A gente entrou no carro e era umas 17h. No caminho daddy e eu paramos pra comer McDonald's no carro já que o daddy estava com fome. Mas comi também e pedi milkshake. Sabe, a visita ao Dr Mário foi boa. Me sinto leve, me sinto bem calma diante disso tudo. E acho mesmo que já tenho voz pra falar e preciso, preciso dizer pra ela como estou me sentindo e preciso falar como ela está me afetando vindo desse jeito, parecendo um monstro. Daddy e eu terminamos de comer mas não saímos do estacionamento, eu bebia meu milkshake enquanto daddy me olhava. - oque? - ele sorriu e pegou seu refrigerante. - tu é muito linda sabia? - ri. - sabia. - ele riu. - e.. vai querer ligar pra Melissa assim que chegar? - penso, e logo n**o. - acho que ainda não. - mexi no milkshake com o canudo. - eu vou esperar até estar pronta e com as palavras certas. - daddy colocou a mão no meu cabelo dando carinho. - tô orgulhoso... E com medo. - olhei pra ele. - é só medo... - você nunca específica. - digo. - medo do que? - daddy me deu carinho mais uma vez. - dela te convencer... A fazer oque eu sei que vai te tirar de mim. - olhei pra ele, sem dizer nada por alguns segundos. - daddy... - larguei o milkshake no porta copo e me inclinei até ele pra abraça-lo. Daddy suspirou. - medo de um dia tu acordar com a ideia de que morar com ela é a melhor opção... De tu pensar que eu não sou a pessoa ideal pra ti passar o resto da vida. - olhei pra ele. - daddy... - faz oque quiser, eu sempre vou ser contra a certas coisas, principalmente você falar com ela, mas eu vou confiar em ti sempre. - pegou meu rosto. - tu cresceu amor, pode escolher as coisas e tô muito orgulhoso... Mas não escolhe ela pra morar... - daddy tinha lágrimas nos olhos. - não vou suportar te ver longe, não quero dormir sozinho, não quero ficar sozinho... - abracei ele mais uma vez e não saímos de abraço. Morar? - daddy... Eu não vou morar com ela. - saí do abraço. - eu sei que não, mais te conheço... Vai sentir pena de algum jeito e querer ficar perto... Não pra sempre mas por algum tempo... Ainda mais ela, que é sua mãe. Pensando assim, lá no fundo se eu e minha mãe fizéssemos as pazes, eu ia sim querer ficar perto e ter as experiências que tiraram de nós duas. Ainda mais agora que tem Malu. No fundo, no fundo eu vou querer sim ficar perto, mas não ao ponto de morar com ela e só ver daddy aos poucos. Mas... Nada justifica as suas atitudes, ela não voltou pra falar comigo, ela voltou pra ficar por perto me fazendo ter ódio dela. Ainda é surreal, do nada sua mãe tá viva, aquela pessoa por quem você chorou noites e noites, por quem você levantava cedo pra ir levar flores a um túmulo vazio? É surreal sim. Enfim, fomos pra casa, eu pensativa olhando pela janela mas bem comigo mesma ao mesmo tempo. Hoje era domingo, mas não a folga do Dr Mário. Alguns de seus pacientes fazem aulas pra ocupar a cabeça durante a semana, terapia essa que foi sugerida pelo Dr Mário e ele falou sobre o reforço "talvez seja bom sabia? Você não irá ficar sozinha em casa, mesmo que lá seja o seu lugar de lazer... Vai ver esse reforço vai te trazer boas coisas, você pode fazer novos amigos", então a grande maioria só tinha tempo nos finais de semana, e como Dr Mário não se importa com isso, ele disse que tudo bem trabalhar para ajudar as pessoas. - daddy. - descemos do carro e assim que fechamos as portas daddy me olhou. - hum? - me esperou e me deu a mão quando cheguei até ele. - eu decidi que farei o reforço. - daddy não gostou muito. Mas só por que ele disse "pra que reforço sendo que tu não tá m*l em matéria nenhuma?". E realmente, não tem necessidade. Mas vejo isso como vantagem, talvez o reforço me de passe livre pra prova, por que provavelmente o professor vai ajudar a gente. - quem vai te levar? E buscar? - entramos em casa após ele abrir com a chave. Bia, Pedrinho e tia Cris não estavam. Caio quis ter um dia entre eles e queria conversar com Bia também. Então só estava nós dois em casa e nossos bebês. - não, Luna não. - daddy não deixou ela sair. - vai brincar lá nos fundos. - ela entrou e entramos também, aí daddy fechou a porta. Daddy não deixou por que provavelmente ele ia fechar a porta e também por que agora Luna fica comendo a rosas da tia Cris e lá tem bastante espinhos e outro dia sua boca estava sangrando por causa disso, aí daddy só deixa ela sair quando a gente tá cuidando. No caso isso aconteceu ontem mas eu não vi a hora que foi e daddy disse que foi muito rápido. Daddy e eu subimos pro quarto logo depois e eu fui tomar banho. Deixando a conversa pra lá. Tive tempo pra pensar lá dentro, sobre minha mãe e sobre o fato de que vou ligar pra ela, mas também isso me fez ficar preocupada com o reforço. Daddy não vai me levar, quem vai me levar e buscar? - deu meu amor? - daddy apareceu no banheiro. - deu. - desliguei o chuveiro e ele me ajudou a sair. - hoje vou me secar sozinha e me vestir. - digo e ele sorri fraquinho pra mim. - tá bom meu amor. - me deu carinho e um beijo. - vai lá então que vou tomar banho. - concordei e sai do banheiro, olhando pra trás e vendo daddy já se despir. Coloquei uma calcinha e uma blusa do daddy, eu não queria colocar short mas provavelmente daddy vai mandar, então peguei um curtinho de moletom que tinha detalhes rosa e era todo preto assim como a blusa. Quando daddy saiu eu vi ele se vestir e enquanto isso eu fui colocar o celular pra carregar. Daddy parecia que tava com o pipi duro. - que isso daddy? - e realmente estava. Ele riu. - fiquei e******o, mais não tô com t***o. - eu apertei os olhos mas logo ri e daddy vestiu o short e pegou nossas toalhas, ele não estava a fim mas estava com o pipi meio termo. - ele fica bonitinho assim. - digo e daddy vem até mim. - fica marcando, tu gosta né? - riu me agarrando e concordei na hora. - tá usando short? - daddy passou as mãos na minha b***a e isso me deixou maluca. - pode tirar se quiser. - para Maria. Menos. - me deu um selinho e me soltou. Eu me sentia tão leve. Dr. Mário me deixou leve. Me sinto bem de mais. Daddy e eu descemos, estava cedo mas tia Cris já começava o jantar. Logo depois ela disse que queria todo mundo dormindo cedo por que amanhã todo mundo ia sair. E eu tinha reforço, não posso esquecer disso. Ainda preciso conversar com daddy sobre isso por que ele não engoliu muito bem. Daddy estava na porta de vidro da rua com Lily no colo... Ele fica muito gostoso assim. Fui lá, pegando Lennon no caminho. - oi daddy. - oi meu amor. - sorrimos. O céu tava tão lindo. - da oi pra sua irmã Lennon. - levantei Lennon até Lily mas Lily bateu nele. - Lily! Você é m*l educada. - abracei Lennon e daddy riu. - peguei ela por que ela tava brava. - daddy deu um beijinho nela. - tava brigando com a Luna né? Tadinha.. - daddy fez uma voz fofinha mas não fininha. - tadinha do meu bebê. - abraçou ela e de algum modo senti ciúmes. Tem como sentir ciúmes de um gato? - daddy. - hum? - beijou Lily pela última vez. - vamo lá sentar na cadeira? - daddy concordou e fomos andando. Perto das espreguiçadeiras tinha uma cadeira bem confortável, era igual a que tinha na nossa sacada lá em cima. Sacada/varanda, daddy diz varanda as vezes. Mas daddy sentou e logo depois sentei em cima dele. Lennon desceu do meu colo e Lily fez o mesmo, mas acho que por que eles ficaram desconfortáveis assim. Daddy segurou minha cintura com uma mão enquanto a outra estava na minha perna. - senta do meu ladinho que da. - chegou mais pra lá e me sentei do seu lado. A cadeira era espaçosa. - daddy. - hum? - me engoli mais pertinho dele. - fala minha princesa. - me olhou e olhei pra ele, que era mais alto do que eu meu deus. Daddy é um poste. - você é alto. - ele riu. - tu que é baixinha. - ri também. - você... Tá com saudade de mim? - riu. - depois da outra noite? Não sei, acho que não. - brincou. - não começa dona Maria. - daddy seja s****o. - me sinto errado. - por que? - me ajeitei e meus coelhos tocaram a cintura do daddy... Um pouco mais pra baixo. - por que a Maria é fofinha, é santa... - ri. - ata... Mais eu não acho. - daddy me abraçou. - eu acho... - olhamos pro céu mas coloquei a mão na virilha do daddy, abraçando ele. - daddy, você não precisa falar nada... - hum? - só gemer. - ele riu internamente aaaaaa. - não ri assim. - ué. - fez de novo. Mas levei a mão até o seu pipi. - aff daddy nem tá duro. - Maria. - me reprendeu mas rindo. - para, depois... A comida tá quase pronta. - aaaah daddy por favor. - amor.. quer t*****r? - quero te c****r. - meu deus pra que? - riu. - por que um pipi é fofinho e da vontade de ficar segurando. - me ajeitei, subindo em cima do daddy e ficando virada pra ele. - Maria... - daddy, as vezes só quero pegar no seu pipi. - ele riu negando. - isso se chama vício. - penso e ele ri. - não é pra pensar. - mais... Eu acho que não é vício. - ele riu. - mais tarde, prometo. Aqui fora não dá, vou querer f***r a Maria todinha e não quero que ninguém veja ela quicando no meu p*u bem gostoso. - mordi o lábio e daddy me puxou pra mais perto. - os s***s pulando e ela gemendo com essa boquinha gostosa... Meu p*u pulsando dentro dela todinha... Dentro dessa b*******a apertada... Essa cinturinha fininha... As unhas me arranhando... Oooh.. - daddy dizia isso me olhando toda e logo após gemeu grosso com aquela boquinha. Eu amo a boca do daddy mais do que ele ama a minha, por que a boca dele xinga, grita... Quando ele fica bravo então, eu fico com medo mas eu amo. E a minha só é uma boquinha, que chupa ele e geme mas que fala coisas engraçadas o dia todo, só isso. Então a do daddy é melhor que a minha. Mas eu gemi após aquela frase, foi quase alto, mais eu só queria gritar. Daddy se ajeitou em baixo de mim e se forçou pra cima, eu me senti subindo e quando ele parou, apertou minha cintura com força. - tá toda geladinha. - tocou meus braços e as minhas pernas. - vamo entrar? - olhei ele nos olhos após olhar o abdômen e peito. - não. - comecei a rebolar. - amor.. - gemi fechando os olhos e voltei a morder o lábio. - hummmmmmmmm... - arranhei ele mas logo parei pra beijã-lo e ali eu senti seus chupões. - aaaa daddy... Vamo... Eu tô bem molhadinha... Toda molhadinha só pra ti. - daddy me bateu. - aaaa. - gemi. - para Maria que p***a. - gemi mais ainda. - já tá no ponto que tudo dá t***o né? - concordei gemendo. - uhum... Pode xingar o quanto quiser e bater o quanto quiser. - voltei a rebolar e a colocar as mãos no seu abdômen e peito. Daddy ficava se ajeitando em baixo de mim e levantava o quadril, eu fazia o mesmo junto. - tá apertando meu p*u. - gemi baixinho e daddy me pressionou pra cima novamente. - deixa que eu arrumo ele. - e coloquei a mão dentro do short do daddy e masturbei daddy, ele gemeu. - aaaa que p***a Maria Clara... Que p***a! - daddy puxou minha mão dali e segurou elas. - não vamos t*****r e acabou. - sorri. - uma amiga minha, a Anna, ela disse que o homem não pode ficar com vontade... por que ele fica com o pipi roxo e dói. - daddy pareceu pensar. - tá, primeiro quem é essa amiga? - do grupo. - que grupo? - fiquei entusiasmada. - daddy é um grupo muito legal, tem várias meninas, tem a Anna, Manu, a Lay, Elly, Larissa, Lulu, Thais, Laura, Bianca, Natália... Tem várias pessoas legais... As vezes eles mandam fotos da mão e pé mas é só de brincadeira, e todos eles lêem fanfic. - daddy negou rindo. - são da escola? - neguei. - não, eu conheço eles virtualmente, na verdade acho que a Elly é da escola. - penso. - mais eu amo eles daddy. - e... A mãe deles sabem? - do que? - que ficam mandando foto do pé. - riu. - mais é de brincadeira... Daddy você vai falar pra mães deles? - riu. - não amor, eu nem sei quem é a mãe deles. - faz sentido. - mais vou ficar de olho. - me fez cócegas. - mais não mando, eu já falei que não gosto... E que namoro. - me inclinei. - continua durinho... Deixa eu c****r. - Maria para. - voltei pra cima. - daddy... - ó... - tia Cris chamou. - vamo lá comer... Hoje tem refrigerante. - ainda estávamos parados. - seu pipi vai ficar roxo. - ele riu mais eu tava quase chorando. - amor. - mais a Anna disse e ela é muito sabia. - daddy ainda ria. - diz pra Anna que... Não, não diz nada. - ri e daddy se levantou comigo em seu colo e não me tirou dele. - por que a Anna disse isso? - penso, sentindo daddy caminhar comigo no colo mas logo ele parou, antes da porta. - tavam falando do que? - ri. - eu, a Anna e a Manu tava conversando e o assunto surgiu. - daddy me soltou e vi ele ajeitar o pipi. - do nada? Três meninas falando do nada? - dei de ombros. Na verdade eu tava falando que tava com vontade de dar e que o pipi do daddy era muito lindo, mais não vou falar isso. - tá, vamos comer. - nada disso, volta aqui. - me agarrou e senti o seu pipi novamente, como era bom. - por que tavam falando disso? Quando foi isso? - daddy, um homem não pode entrar nos assuntos de meninas. - ele serrou o olhar pra mim. - tavam falando de algo que todo homem tem. - ri. - mais... - ouvi tia Cris chamar novamente. - depois eu falo, vamos comer. Aaaa hoje tem refrigerante vamooos. - puxei daddy e seu pipi marcava! - meu deus, a comida vai esfriar, se eu não vejo, Pedro come toda batata frita. - dei um gritinho. - batata! - corri pra mesa. Daddy veio logo depois e colocou a mão pra frente. Hihihi. Enfim, nos sentamos. continua..
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR