Henrique.
Após aquele dia, onde Beatriz deu aquela festa, no outro dia pedi desculpas, sim, pedi.
No caso ontem.
Mas tudo por que entendi o motivo de estar presa dentro de casa e sem poder fazer festas, mas xinguei sim.
Minha mãe então, quase bateu nela e quem teve que impedir fui eu. Mas depois resolvemos tudo.
Então... Sábado, folga, 19h da noite, filminho bom e Maria tomando banho.
Respirei fundo aliviado por estar em casa, deitado na cama e lá nos pés ver uma porta entre aberta com o amor da minha vida tomando banho.
Se a mãe da Maria quer vê-la? Ok, pode, a nossa casa sempre vai tá aberta pra ela... Mais agora "Maria é minha filha e eu tenho direito...", Tem direito, e reconheço isso completamente, sei todos os artigos onde dizem o quanto uma mãe tem direito sobre seu filho, ainda mais quando ele(a) tem menos de 18 anos.
Sou filho de advogado, sei dessas coisas, e se eu precisar lutar na justiça pela guarda da Maria eu luto.
Me sinto sendo egoísta, até machista de alguma forma... Aaaah... Só não tô pronto pra voltar do começo, eu sozinho em casa podendo ver Maria apenas no restinho de noite que me sobrou por conta do trabalho ou nos finais de semanas... Já temos nossa vida, aqui não falta nada, absolutamente nada pra ela, nada, nada, nada.
Ela tem uma conta no banco, onde deposito dinheiro todo o mês.
E não é brincadeira, quando preciso receber um pagamento e ele é no valor abaixo de 20 mil, eu deposito pra Maria, por que sempre fiz isso, dou já a conta dela ao invés da minha. De pouquinho em pouquinho o dinheiro dela vai multiplicando.
E se a gente se separar, não vou ser o tipo de homem que vai tirar tudo dela, só de pensar Maria m*l ou precisando de algo sem eu saber, nossa, já fico maluco.
Então nunca vou querer o dinheiro de volta, nunca.
Respirei fundo, estava m*l com tudo isso e mesmo...
- aaaaaaaaaaaiii... - ouvi um choro e grito da Maria.
Corri pro banheiro.
- que foi, que foi? - abri a porta do box. - Maria.. - tirei aquilo da sua mão rápido. - onde que cortou? - ela ainda chorava.
- aqui.. aí, tá ardendo. - ela abriu as pernas mais.
Neguei enquanto ligava o chuveirinho pra ser mais fácil de ajudá-la.
Maria provavelmente estava se depilando, vi a minha gilete na sua mão, e quando ela abriu as pernas percebi que realmente estava fazendo isso.
- daddy desculpa. - enrolei ela na toalha após lavar a área só com a água sem passar a mão ou algo.
- amor tem que cuidar.
- mais não fica bravo.
- não tô bravo, vem. - ela saiu de dentro do box. - só fico pensando no motivo que te fez raspar...
- é que...
- sendo que nem tem pelinho direito aí. - continuei por cima dela por que ela me interrompeu.
- mais fica feio.. - ficou tímida.
- amor, f**o é fazer as coisas escondido, roubar... Sair falando mentira... - ergui o seu rostinho ao meu. - ter pelinho na ppk não é f**o, o daddy te xinga quando tem? - negou. - então.. nunca, nunquinha vou falar algo ou simplesmente não t*****r contigo por que tem pelinho. - comecei a secar ela no rosto. - isso é normal, se não a gente não teria. Todo mundo tem. Da próxima vez deixa ele crescer bem pra depois tirar tá bom? - concordou. - então vamo lá no quarto. - segurei sua mão e começamos a andar.
- aai daddy dói. - parou.
- viu? Espero que não tenha sido fundo. - ela arregalou os olhos.
- ahn! E tem como levar ponto na ppk? - se desesperou mas menti pra ela.
- tem, quando a gente corta assim tem. - foi pelo bem e não menti totalmente, um corte fundo certamente precisará de alguns pontos, mas só falei isso pra ela não se machucar outra vez.
Andamos com mais calma até a cama e comecei a seca-la por inteiro.
Quando cheguei a ppk dela dei batidinhas e ela não reclamou.
- deita pro daddy passar uma pomada. - ela deitou, com as pernas abertas e os joelhos até os s***s.
Peguei na minha gaveta e coloquei um pouco no dedo.
- ué? Onde que foi? - procurei com os olhos e não achei nada de sangue ou cortado. Maria se inclinou mas ela não ia conseguir ver, porém colocou o dedo e gemeu de dor.
- aaau... Aqui. - era na lateral, não tinha mais corte por que provavelmente foi fininho, aí desaparece.
Passei o dedo ali e Maria fechou os olhos ainda com cara de choro.
Não por nada mas ela se depila muito bem...
- abre as pernas. - digo, ela tava deixando sua ppk apertada e espremida daquele jeito, e eu não queria pensar m***a por que ela precisa da minha ajuda e não do meu outro lado.
- daddy isso sempre é gostoso. - ri e passei o resto do outro lado que sobrou no meu dedo. - aaai. - começou a rir e a se remexer. - faz cócegas. - disse e ri, parando.
- tá bom dona Maria, vem se vestir. - ela levantou com minha ajuda e ficou em pé.
Peguei uma calcinha normal pra ela e um pijama que estava trocado, mas era um short branco de um tecido meio fino mas quente e uma blusa preta que virou pijama, mas é um cropped com uma borboleta no meio e com alcinhas fininhas. Ela tem outro mas esse é oque fica mais apertado e Maria diz "fico com dobrinhas daddy".
Como se ela não ficasse gostosa desse jeito.
A vesti e coloquei meia no pé dela como ela pediu, ela diz que era igual a Becca, era preta e ia até o joelho e não falei nada sobre, se ela gosta quem sou eu pra contrária-la... Mas saiba que eu também gosto... Ainda mais quando ela tá de...
Para, não pode.
Eu já havia tomado banho e a gente desceu pro jantar.
- daddy.
- hum? - parei alguns degraus abaixo dela e Maria arrumou a calcinha. - tá apertado? - concordou.
- tá machucando.
- quer tirar? - concordou após pensar. - então vamo lá. - subimos de volta.
Ajudei ela a tirar e deixei a calcinha sobre o criado mudo, nem sujou ainda e é bem provável que ela vai usar amanhã.
Aí descemos.
- não deixa as pernas abertas. - concordou rindo.
Minha mãe fazia o jantar.
- oi tia Cris! - Maria abraçou ela.
- oi meu amor, tá bem? - concordou.
- sim, eu cortei a minha ppk mas tô bem. - minha mãe esboçou um som.
- meu deus Maria, foi muito fundo? - Maria deu de ombros se debruçando no balcão.
- não, foi o daddy quem viu. - me olharam.
- foi só um corte fininho. - fui até a geladeira pegar água.
- tem que cuidar meu amor, nossa i********e é bem sensível sabia disso? - vi Maria concordar e peguei um copo indo até o balcão.
- eu falo, não tem nem necessidade de ficar usando a gilete. - Maria corou e bebi a água.
- nem você. - ri, bebendo.
- bom, mudando o assunto... Tô fazendo sopinha. - minha mãe despejou as batatas dentro da panela.
- ebaaaa. - sorri. - me dá um pouquinho? - olhou pra mim e concordei, servindo água pra ela no copo que usei.
Maria tem 16 anos e oque vou falar não tem nada ver com ofensa, mas olhando assim pelas atitudes, julgando por elas... Maria parece ter 11 anos, por que ela é exatamente igual desde quando a conheci.
Conheci ela com 12, mas na realidade foi com 11, faltava 4 dias pra ela fazer 12 e lembro de ter ido no seu aniversário.
Aí nos conhecemos pela primeira vez, quando ela me olhou, me cumprimentou e agradeceu pelo presente que dei.
Era tão tímida... Mas lá no fundo parecia carência.
Então olhando agora, Maria não mudou quase nada, só acrescentou, até por que agora ela tem mais responsabilidade, já é mais mocinha e se maqueia, não brinca mais de Barbie, usa mais o celular e interage mais com redes sociais... Até seus filmes estão mudando aos poucos.
E não tem problema sabia? Ser assim, ter uma mente ingênua.
A amo assim, e sei que um dia ela vai crescer e não vou impedir. Mas não quero ela crescendo em festas e tendo experiências que vão viciar ela, tipo maconha e bebida.
Não é legal, quero que suas experiências sejam fazendo viagens com os amigos, aprendendo outros idiomas, sentindo outras sensações...
A vejo em um salto alto e vestido sim, atrás de uma mesa, no seu escritório ou seu cantinho por que ela não sabe oque quer ser ainda... A vejo com filhos, a vejo feliz.
A vejo comigo... Todos os dias, fazendo comida ao meu lado, dando banho nos nossos filhos... A gente transando em silêncio pra não acorda-los...
Me vejo com ela, não consigo tirar isso da minha cabeça, não consigo colocar outra mulher no lugar da Maria.
E olhando pra ela... Não posso perde-la pra sua mãe... Me sinto tão errado dizendo isso, dessa forma, como se ela fosse um monstro mas ela é de sangue, é a família da Maria.
Mais... E se Maria escolher ela? E se ela achar que é a melhor escolha? E se realmente for?!
- ai daddy. - riu e abracei ela forte por trás.
- baixinha. - beijei sua bochecha e a soltei.
- sabia que isso é bullying? Hoje em dia não mas antigamente sim. - ri.
- quem disse isso?
- a professora. - ela se sentou na cadeira e fiz o mesmo. - pessoas que usavam óculos eram mais zuadas antigamente do que hoje por que hoje é até moda, e pessoas que usavam aparelho também e hoje também é moda. E pessoas que eram altas sofriam bullying também e hoje em dia sim e baixinhos também. - eu ri, mas não pelas suas palavras e sim pelo jeitinho como ela falava.
- fofa, linda, perfeita. - me inclinei e enchi ela de beijos.
- quem vai lá chamar os castigados da casa? - disse minha mãe e Maria parou de rir.
- mais eles não vão sair do castigo? - se preocupou.
- não vão... Até que dona Beatriz me diga oque fez com os 950 reais que ela gastou do meu cartão, não vão. - minha mãe sorria enquanto falava mas Maria olhou pra baixo e desceu da cadeira.
- vou lá chamar eles. - disse triste.
Isso afeta ela.
E eu sei que a deixa triste.
E não sei como ensinar que quando alguém erra, é normal ficar de castigo.
Dar uma festa é normal, oque Beatriz fez foi normal em dar festa, mas quando ela pega cartão de crédito sem permissão, gasta e faz uma aglomeração... Aí é realmente normal ela ficar de castigo.
Quando Maria voltou, parecia tímida mas comecei a encher ela de beijo e dar carinho.
- depois vamo olhar um filme? - concordou fraquinho. - não fica assim. - falei baixinho.
- é que.. eles não tavam fazendo nada no quarto, e a tv só tava passando filme chato. - odiava ver ela assim.
- amor. - peguei seu rostinho. - Bia pegou dinheiro da minha mãe e ela não quer falar oque fez com o dinheiro, como que vamos dar o celular pra ela? - Maria ficou me olhando até falar.
- é só dar carinho que ela fala. - ri.
- se ela já xingou a minha mãe de chata, duvido muito que ela vai dizer algo. - dei carinho nela. - tá tudo bem, Bia ainda vai comer, vai poder fazer oque quiser mas dentro de casa. - Maria concordou fraquinho. - tá bom? - concordou novamente.
Fomos pra mesa logo em seguida e Beatriz tava com a cara emburrada batendo os talheres com força quando ia se servir e isso fez minha mãe xingar ela.
Já Pedro estava numa boa e realmente acho que ele não fez nada na festa, mas hoje de manhã descobrimos que sumiu um carregador do seu iPad e um dos seus controles do Xbox.
Ele confessou que "roubaram" por que ele nunca deixa em outro lugar sem ser na sua cama e como ele disse "tinha muita gente aqui".
Enfim, servi Maria com um pouco de sopa e ela tava com sede meu deus.
Por informações da minha mãe "não pode tomar suco com sopa, nem refrigerante", a gente tava só na água.
Mas realmente, até minha vó dizia que dava uma coisa no estômago e a gente ficava com dor de barriga.
Eu, no meu caso, eu bebia igual, pegava suco, pegava refrigerante e bebia e não acontecia nada, mas fiquei com medo de fazer isso e Maria também querer e qualquer um sabe que ela tem dor de barriga o tempo todo.
Não demoramos muito pra comer e quando terminamos Maria e eu ajudamos minha mãe e Pedro com "medo" lavou a louça, oque ele nunca faz.
Já Beatriz foi pro quarto sem dizer nada e ficou por isso mesmo.
Não deixei Maria pegar bala por que nem tinha e a que ela queria pegar era uma que tava na mochila dela faz tempo e que ela só "lembrou" agora.
Mas não deixei ela comer por medo e também por que tomou muita sopa.
Ou como ela diz... "Não é tomar daddy, é comer".
Muito fofaaa.
- daddy vamos escovar os dentinhos e ir fazer coisas de papai e mamãe. - ela andando na minha frente até o banheiro e falando isso, era impossível não olhar pra sua b***a e pensar besteira.
- coisas de papai e mamãe? - ri.
- sim, olhar filme que criança não pode. - ri.
- mentira, tu ia dizer outra coisa. - ela riu.
- que f**o, que mente poluída. - ri.
- tá, vamo escovar os dentes. - peguei nossas escovas ainda rindo.
Escovamos, Maria lavou o rosto e ficou mais tempo no banheiro fazendo algo no mesmo, mas era só creme e ela fez uma massagem. Vi tudo do quarto.
Seu corpo lindo de ladinho, o bumbum grande, os s***s grandes e empinadinhos, a cintura fininha e ela bem saudável, por que Maria é um pouco gordinha e amo ela assim... Até por que depois de tudo que aconteceu, Maria voltou um pouco magrinha...
- pronto, oque a gente vai ver? - ela subiu na cama pelos pés da mesma e veio engatinhando.
- não sei. - me virei pra ela e a tv ainda estava desligada, apenas o abajur estava acesso por que ela ia sair do banheiro e ter que apagar a luz, então já deixei ligado pra ela não sentir medo.
- daddy sabia que eu quero colocar um piercing no umbigo? - ela se enfiou em baixo das cobertas comigo mas tava calor.
- daqui a três anos pode. - brinquei.
- não... Mais aí eu vou perder a vontade.
- exatamente. - ela ficou brava.
- aff daddy..
- brincadeira. - agarrei ela. - só... Deixa eu pensar tá? No meio do ano pro final eu deixo. - ela deu um gritinho.
- aaaaa ebaaaa. - me abraçou e ri.
- não é proibir amor... É que te acho perfeita assim, e tenho medo que tu se arrependa. - ela pensou.
- mais tem como tirar? Daddy é pra sempre?! - ri.
- não, calma, pelo que sei a gente não pode tirar durante a cicatrização por que vai doer, mais depois pode só que fecha o buraco. Então se tu colocar e não gostar, vai doer pra tirar no começo. - ela pensou.
- aí eu espero ficar prontinho. - sorri.
- linda... Mais não vai se encher de piercing né? - ela riu.
- não né daddy, e eu acho bonito só nos outros, em mim não. - beijei ela.
- mais a Maria tem vontade? - concordou fraquinho. - onde? - pensou.
- aqui. - colocou a mão no nariz, mas no meio. - acho que se chama septo. - concordei. - e... A Bia tem uma argolinha no nariz e a Luh um piercing na sombrancelha... E também tem aqueles que são no meio da boca mais eu acho que em mim fica f**o. - sorri fraquinho encantado com ela.
- qualquer coisa em ti fica lindo... E... Vou te falar uma coisa que não é pra ficar com isso na cabeça tá? - concordou. - existem empregos que não pode ter taaaantas tatuagens assim, por exemplo, no rosto... Na mão... - concordou. - a mesma coisa com piercing e se a Maria quiser fazer tudo, pode, vou ser contra? Vou, mas depois eu me acostumo. - riu. - mais... Não faça coisas que vai se arrepender.. - ela pensava que eu estava falando do piercing mas me referi a sua mãe. - não faça escolhas erradas...
- tá bom daddy, não vou colocar um montão de piercing e fazer um montão de tatuagem. - sorri dando carinho nela.
- pense bem antes de fazer as coisas... Sempre pensa em mim e na gente. - ela desfez o sorriso.
- do que você tá falando? - neguei fraquinho.
- nada... Só te amo tanto... Não quero te perder pro mundão. - ela voltou a rir.
- calma daddy, bebida é r**m, festas são chatas, pessoas vida louca não combinam comigo e maconha tem gosto de fumaça e... Maconha daddy! - se levantou e olhei confuso. - você quer fumar? - meu deus.
- amor..
- você já esqueceu da maconha? - ri e concordei.
- nem tem.
- aaah, queria ver você fumar... Ah! Daddy a Luh tem um cigarro eletrônico, eu pesquisei o nome. É só fumaça.
- que faz m*l igual.
- eu sei, mais faz m*l menos e é melhor por que daí os adolescentes não ficam fumando maconha. - penso. - você compra? Por favor, só por diversão.
- aham, por diversão, até tu viciar... Essas coisas fazem m*l amor.
- mais tudo faz m*l.
- sim..
- então. - ri, ela de joelhos me olhando.
- amor... Nem sempre vai ter um doador de coração pra gente, ou de pulmão, de ficado, de rim... Por isso a gente tem que se cuidar. Te forço a comer fruta e salada por que tenho medo de algo acontecer. - dei carinho nela. - compro esse negócio pra ti, deixo tu fazer piercing, tatuagem... Mais me dá um tempo pra pensar. - ri. - não posso dizer sim do nada, me sinto m*l. - ela deitou do meu lado.
- daddy eu dou trabalho? - do nada.
- oque? Não, por que tá falando isso? - deu de ombros, de barriga pra cima com os joelhos encolhidos. Me virei pra ela.
- é que eu pareço uma criança, eu gosto de pedir permissão mais eu me sinto um bebê.
- ei.. - peguei seu rostinho com por alguns segundos. - gosto quando tu pede permissão, eu amo, por que sei oque tu tá fazendo e onde tá... Se um dia tu sair escondido e algo acontecer, não vou poder ir lá por que não sei onde tu tá... Isso aconteceu no acampamento... E quando tu me fala "daddy, vou em tal lugar com tal pessoa", aí eu sei e se tu me ligar pedindo pra eu ir te buscar vou saber onde tu tá. - dei carinho nela.
- você acha que a minha mãe vai...
- ela não vai nada... Nunca. - suspirou.
- parece que um dia vai estar tudo indo tão bem e normal e do nada no outro dia ela vai vim me buscar pra ir morar com ela por que a justiça quem manda.
- não é assim meu amor... Só se ela te sequestrar... - não deveria ter dito isso. - ei, não vai acontecer, tu só sai pra escola e eu te levo... E não é só a sua mãe que pode fazer isso, por isso a gente tem que se cuidar.
- daddy, uma vez deu na tv que uma menina foi sequestrada na rua dela. - ufa, ela mudou de assunto.
- é, verdade, até nossos vizinhos podem fazer isso, por isso a gente tem que desconfiar. Pode sair, pode andar na rua, conversar com as pessoas, mas sempre desconfiar, conversar já pensando em algo e como correr. - ela riu. - mais é.
- como eu vou correr da conversa? - ri, ela não entendeu, deixa assim.
- tu é tudo que tenho pra proteger... E farei o necessário pra te ver bem. - beijei ela.
- daddy...
- hum?
- se um dia alguém vim me buscar, promete que vamos fugir? - isso me deixou sem reação.
- por que tá falando isso? - esperei por algo mas ela tava com medo.
Provavelmente tem haver com sua mãe.
- você promete? - me olhou.
Suspirei.
- prometo. - ela me abraçou.
Ficamos assim, não sabia oque dizer diante disso, por que meus pensamentos começam a trabalhar e eu realmente faria isso se fosse necessário, mas só no caso de Melissa virar alguém m*l.
- daddy. - me olhou, sorrindo.
- diga meu amor. - sorri também.
- seu pipi tá marcando. - ri.
- pipi.
- é, por que p*u é muito f**o e pênis é muito... Estranho e p***o é um bichinho. - ri.
- tá o meu pipi tá marcando não. - coloquei a mão lá e Maria tocou mas sobre minha mão.
- deixa eu sentir.
- para Maria. - ri e ela tentou tirar minha mão dali. - Maria Clara. - ri, ela conseguiu.
- daddy vamos... Eu queria que você tivesse fumando pra eu te c****r. - ri.
- por que? Meu deus amor.
- é que fica gostoso, por que você fica soltando a fumaça e parece um dono do morro. - tá, me preocupei.
- que? Como assim Maria? - fiquei em choque e ela riu.
- fanfic. - aah.
- ata, dono do morro já é de mais. - riu.
Maria ficou de joelhos em um segundo e a sua carinha mudou.
- a gente arrecem tava falando sobre coisas sérias e necessárias...
- exatamente. - me interrompeu. - agora vamos falar sobre... Falar não, vamos brincar. - neguei fraquinho.
Maria se inclinou até mim.
- até me preocupo com essa tua mudança de expressão. - ri mais ela chegou bem pertinho da minha boca.
- duvido que você não quer a minha ppk daddy... Eu sei que quer. - respirei fundo.
- não quero...
- quer sim.
Ela foi descendo até chegar no meu p*u.
Maria passa o dia todo sendo fofinha e ingênua, parecendo uma criança e pedindo carinho... Aí chega noite... Parece uma mulher adulta e muito experiente nesse assunto, de repente a carinha muda e percebo que Maria consegue ser o contrário dela mesma quando quer.
Estava muito s****a, fazendo aquela carinha e pegando meu p*u com as mãos.
Quando ela levou a boca, após alguns segundos me provocando, senti aquela maciez e comecei a gemer automaticamente.
Fechei os olhos só sentindo e Maria começou a ir mais rápido.
Aquilo fazia um barulho tão gostoso de ouvir e quando Maria parava pra recuperar o fôlego, soltava alguns gemidos e meu p*u latejava.
Ela chupou até eu quase gozar mas senti vontade de fode-la logo.
- daddy vai devagar pra não machucar ela. - gemi.
- não pode machucar ela? - eu estava por cima.
- ela não fez nada pra ser machucada...
- ela me provoca... - Maria gemeu. - mais eu vou cuidar dela... Vou fazer com carinho. - isso a fez me puxar pro seu rosto e comecei a beija-la, entre o beijo Maria gemia.
O s**o com ela é melhor do que todos que já tive, Maria gosta do jeito que eu gosto e não tem frescura.
Não quero ficar longe dela, longe disso, da gente.
Mas forcei e encaixou perfeitamente.
- hmmmmmmm... - ela gemeu e fincou as unhas nos meus braços. - aaah daddy vai... - comecei. - aaaaaa.. - seu gemido ficou fazendo tremidas por causa do vai e vem e ela com aquela carinha... Só me deixava na vontade de ir mais fundo e rápido.
Ficamos um bom tempo daquela posição até Maria dizer "deixa a sua garotinha ficar com cima... Manda ela sentar com força".
Isso me fez dar um t**a na b***a dela pelo prazer e ela gostou.
Quando encaixei enquanto ela deslizava pra baixo, ela começou a gemer assim como eu e começou a quicar.
Me arranhava todo e quando se inclinava até mim eu apertava sua b***a e chupava seu pescoço por mais vezes.
Já havia vários chupões meus ali e provavelmente amanhã vou te arrepender disso.
- tá gostoso daddy? Aaaawwnn... - ela estava inclinada mas não muito, sentia sua barriga encostar no meu abdômen toda vez que ela ia e vinha.
- tá muito gostoso... Aaaaa.. - apertei ela e ela se inclinou pra cima novamente, começando a quicar.
Quando trocamos as posições foi por que ela estava cansada e a coloquei de quatro.
Toda apertadinha, gordinha e muito molhada.
Porém alguém começou a arranhar a porta.
- xii... Ele vai embora. - digo encaixando mas Maria não deixou.
- ele vai atrapalhar daddy. - ouvimos o miado.
Eu já sabia que era Lennon só pelo jeito que apenas ele arranha a porta pedindo pra entrar.
Mas fui lá e abri, quando ele entrou fechei e tranquei.
- vai daddy, mete fundo e bem gostinho. - Maria de quatro com o rostinho na cama me olhando, sorri.
Mas continuei, voltando a pressionar.
Lennon subiu na cama assim que Maria gemeu alto mas ele se deitou e ficou ali, se lambendo.
Continuamos.
Fodi tanto aquela b****a, eu não gozava nunca e tava muito bom, Maria eu contei que gozou umas quatro vezes e quando eu estava no meu limite ela pediu na boca e dei, tudinho na boca dela e ela engoliu no mesmo momento.
Caiu um pouco nos seus s***s e pescoço e fiquei fascinado como sempre.
Agora estava só olhando pra ela, que sorria pra mim ainda no chão.
- lindinha. - digo e ela se levanta mas me atirei na cama.
- daddy minhas pernas tão bambas. - ri e fechei os olhos e ela veio pra cima de mim.
- as minhas também. - a olhei, seu rostinho tava colado no meu e sentia algo molhado na minha cintura, provavelmente era sua i********e.
- te amo daddy. - sorri e dei carinho no seu rosto.
- eu também meu amor, tanto. - ela sorriu.
- a gente fez s**o na frente do nosso filho. - ri e olhei pro Lennon, dando carinho, ele miou mas nem deu bola. - isso não pode acontecer com nossos filhos de verdade. - olhei pra ela.
- eles vão ter o quartinho deles amor. - Maria negou.
- mais no começo eu vou querer eles dormindo com a gente. - sorri, encantado com ela. - a gente tem que aproveitar as nossas conchinhas por que os bebês precisam dormir no meio. - fez beiço e sorri.
- podemos colocar o bercinho grudado na cama, aí a gente fica pertinho. - ela pensou.
- é melhor, por que você vai esmagar o bebê. - se levantou e comecei a rir.
- ata, eu. Sou eu que durmo toda de lado com as pernas em cima de mim e a cabeça quase saindo pra fora da cama. - ela riu.
- verdade daddy. - abracei ela por trás assim que me levantei.
- é, verdade mesmo. - enchi ela de beijos.
- vamo tomar banho? - concordei.
- vamos meu amor.
Fomos pro banheiro.
No banho não rolou nada, mesmo que Maria estivesse bem agitadinha.
continuação no próximo capítulo..