249° capítulo

3674 Palavras
Malu. Papai me deu um tênis novo e um carregador também por que o meu estragou. Eu tava tão feliz que fiquei usando o dia inteiro e eu nem saí do meu quarto, eu precisei estudar muito. Não quero entrar pra Havard como Maria, quero Yale. É uma boa universidade e meu pai disse que pagará oque for pra eu entrar. Então eu estava estudando, muito aliás. Mas meu celular tocou, estava no silencioso mas eu vi o visor ligar sobre a mesa ao lado dos meus livros de geografia. Número desconhecido. Já aprendi que não posso atender então não atendi, mas esse número mandou mensagem no meu w******p. Oque achei estranho... Não quero te assustar, mas podemos conversar? Você me escutaria por um segundo? Desliguei a aula que eu escutava na outra página do Google em um site de estudos e prestei atenção na mensagem. Me assustar? É um menino? Perguntei. Meu pai vê o meu w******p, se você for uma pessoa que só quer ter contatos, não irei de adicionar. Desliguei o celular e ficou por isso mesmo. Liguei a aula de novo onde um professor dava explicações mas fiquei tão concentrada nas mensagens que desliguei outra vez e peguei o celular. Não é isso... Sou eu. Vamos conversar? Você me dá uma chance? Eu amo tanto você. Está crescida. Está uma mocinha linda.. Só podia ser um pedófilo. Por favor quem é? Perguntei. Melissa, Malu sou eu. Meus olhos marejaram mas me mantive forte. Se isso foi alguma brincadeira de Otávio e Pietro, saibam que isso machuca muito em mim! Vocês tem mãe e eu não, eu queria tanto ter a minha mãe aqui comigo! Desliguei o celular e comecei a chorar colocando as mãos no rosto. Esses são dois alunos que estudam comigo em quase todas as aulas, são literalmente dois idiotas, eram meus amigos no começo e me abri pra eles mas eles fazem bullying e ficavam me assediando dizendo que minha b***a era grande e pra eu levantar a saia e sempre ficam dizendo "tadinha da Luisinha, ela é órfã". O celular começou a tocar, sem vibrar, a tela só ligou e comecei a chorar mais. - oque vocês querem?! Parem de fazer isso comigo, isso machuca! - digo chorando na ligação após entender. - filha... - minhas sombrancelhas começaram a tremer e meu rosto também. - quem é? - engoli em seco. - sou eu meu amor. - ela começou a chorar. - sou eu, Melissa... Sua mãe.. - não.. não tem como.. - eu ia desligar. - por favor me escuta só um minutinho, não desliga meu amor. - mi-minha mãe.. - você é real? - digo frágil. - sim, sou eu... Sou a sua mãe... Sua mãe, da Mariana e da Clarinha. - comecei a chorar de verdade, nunca contei a ninguém sobre Mariana, exceto a Gabriel, mas ele não faria isso comigo. - m-mãe? - gaguejei e comecei a tremer. - sim.. sou eu.. - ela começou a chorar. Mas o meu pai entrou no quarto. - filha eu trouxe um lanchinho... - tentei secar as lágrimas, minha mesa de estudos era em baixo da janela e eu ficava de costas pra porta. - está tudo bem? - ele se aproximou e desejei não estar chorando. - oh meu amor, oque houve?... Está no telefone com Gabriel? Vocês romperam algo? - larguei o celular sobre a mesa e abracei meu pai forte, ele não retribuiu, segurava um prato com algo e um copo de suco. - oque está acontecendo? Estou aqui. - ele soltou as coisas e me abraçou forte. - estou aqui. - abracei ele com tanta força como se ele fosse sumir a qualquer momento. - pai... É... Ela. - me soltei dele. - quem? - apontei pro celular e ele pegou. - quem minha filha? - ela desligou. - Me.. Melissa. - meu pai ficou sério e pensativo, olhando pro celular após cinco segundos. Ele fuçou algo e parou, parecendo ler, talvez eram as mensagens. - isso não pode ser real. - comecei a chorar. - pai era ela, eu tenho certeza, tem a mesma voz do vídeo que você tem... É ela pai. - voltei a chorar e ele me abraçou outra vez, dessa vez me dando carinho na cabeça e dizendo que tava tudo bem. Minha... Minha mãe. Eu nasci de alguém, eu nasci da minha mãe, e eu tenho uma mãe! Henrique. Suspirei tirando a gravata do corpo, era cedo, voltei cedo hoje graças a deus. Lavei o rosto na pia do banheiro e fiquei me olhando alguns segundos no espelho. Estava com olheiras, precisava dormir. Ultimamente fico na cama durante a noite apenas por 4h. Dormindo 4 horas por dia todos os dias. Tá puxado, mas tem que valer a pena e vale. Tomei um banho gelado pra aliviar os músculos e quando sai fui me vestir, colocando uma calça de moletom apenas. Ri, Maria brincaria que meu p*u ta marcando. Ai me atirei na cama, pegando o celular e vendo que eram 16h. Tinha mensagens, tantas aliás, mas respondi quem era importante da empresa e mandei mensagem pra Maria. Ela tava lendo, mas disse que tava com sono e eu tentei fazer ela não dormir até por que às 16h já era pra ela tá acordando... Porém ela não tem escola ou coisa assim essa semana toda, é só a partir da próxima. Mas a conversa acabou quando a Maria falou que ia tomar um banho pra ver se o sono passava e falou que voltaria. Deixei o celular com o toque alto pra ouvir ela ligar e acabei pegando no sono... Na verdade foi mais um cochilo, o celular começou a tocar e pensei ser Maria. Só atendi. - oi, alô. - digo com os olhos fechados, a voz de sono e deixo no viva-voz pra não precisar ficar segurando o celular. - Henrique... Melissa ligou. - abri os olhos percebendo ser Álvaro e me sentei na cama rápido. - Melissa? - é.. ela ligou pra Malu... Eu não tô ficando louco... Ela morreu. - respirei fundo. - Álvaro.. - tudo que essa menina quer é a mãe... Você não entende Henrique. - suspirei e passei a mão no rosto. - não estamos ficando maluco, me diz que ela ligou pra vocês também... Eu... Sinto que tô com Alzheimer meu deus... Oque está acontecendo?.. - percebi o seu medo. - Álvaro, me escuta. - Henrique é como uma assombração. - Álvaro! - ele parou. - não é uma assombração... Melissa tá viva. - oque?... Melissa? - é, e Maria tá com ela. - oque?! - ela não é alguém m*l Álvaro. - claro que não é, ela é mãe das minhas filhas. - então.. - mais ela morreu Henrique, eu não estive no enterro mas ela morreu! - suspirei outra vez. - Álvaro... Ela não morreu. - ficou mudo. - Melissa tá com a Maria como falei. - mais.. - ela é agende da polícia, trabalha disfarçada... Tem pessoas atrás das meninas e só ela pode proteger elas. - então ela... Ela tá viva? - sua voz ficou esperançosa. - isso, viva, muito bem de saúde e com Maria, protegendo Maria e creio que ela ligou pra saber como Malu estava... Pra protegê-la. - ele suspirou e ouvi alguns passos, como se ele andasse de um lado ao outro. - deixe ela te explicar, fale com ela. - Matheus... Matheus não sabe de nada. - bom, por enquanto é bom que ele fique de fora, ele terá um filho daqui a alguns meses. - em dois meses. - isso, dois meses... Pensa na Malu... Malu precisa da Melissa... E mais ainda... Da p******o dela. - eu estava caindo de sono mais sei lá, isso me deixou ligado. Me preocupo com Malu igual me preocupo com Maria, e acho que será bom pra própria Malu conhecer a sua mãe. - parece um sonho... Melissa morreu Henrique. - suspirei mais uma vez, na tentativa de achar boas palavras. - olha... Conversa com ela por telefone ou marca um encontro, vai tirar as próprias dúvidas. - tudo bem, Malu está vindo, depois conversamos. - tudo bem. Tchau. Desliguei. Suspirei, agora exausto e voltei a deitar. Maria me ligou uns cinco minutos depois e me avisou sobre estar menstruada e carente, isso me deixou péssimo, queria abraça-la, beija-la, mima-la... Mais a gente ficou conversando e perdemos o sono e sabe oque Maria queria fazer? Ficar na chamada não só pra conversar, mais pra sempre. Ela disse exatamente assim "daddy, vamos ficar na chamada pra sempre, você pode ir comer, tomar banho, fazer c**ô mais me leva pra todos os lados e não precisa dizer nada, só fica juntinhos de mim". Era engraçadinha, dava vontade de apertar mais não podia. Então eu fiz isso, a levei pra todos os lados da casa. Tive que lavar roupa e ela estava lá, falante. Organizei aquele carro por dentro e ela tava lá. Conversei com a minha mãe e ela ficou em silêncio por respeito mas eu perguntava: "a Maria ainda tá aí?" E ela respondia que sim e que não queria se intrometer. Também foi um bom tempo pra minha mãe falar com ela e depois Pedro e Beatriz. Ela xingou Pedro por algo mas eles riam e Pedro estava sentindo muita falta da Maria... Quem diria, ele já machucou ela e hoje a trata como irmã... Irmã preferida e Beatriz fica maluca se souber. Já Bia contou as poucas novidades e falou por longos minutos sobre ter falado com a Luiza sobre a gravidez, pelo que parece Luh levou na boa e só foi um choque, mas as duas estavam cientes de que foi um erro t*****r a quatro. E muito desnecessário. Mais adolescente são assim, até mesmo adultos. Porém agora oque se vê dentro dessa casa é minha mãe babando pela barriga da Bia e dando sugestões de nomes... Isso chegou em um ponto da conversa sobre o bebê de Letícia e tanto eu como Maria não falamos nada além de murmurar. Não quero contato com eles, o bebê não tem culpa mas o bebê não pode vim me conhecer sozinho sem estar acompanhado de Letícia ou Endriw. A menos que minha mãe ou Caio traga ele pra cá sem os pais. Aí tudo bem. Aí chegou quase a hora do jantar, Maria e eu estávamos usando o carregar e trocando carinhos. Ela pediu foto, tirei e mandei na frente do espelho, depois que vi como eu estava... Ela ficou maluca e sorte que os dois estavam em quartos. A deixei com t***o mas não pude atiça-la, estava perto do jantar e como ela falou "hoje a cozinheira está fazendo carne assada!". Então não dava tanto tempo, e Maria estava menstruada, ela não iria se sentir bem mesmo. Mais conversamos sobre outras coisas, tive que trocar de assunto, ela tava muito s****a. Não demos tchau na hora de ir comer, Maria iria jantar no seu quarto por que sua mãe ainda não tinha chegado e ela não queria comer sozinha, falei pra ela chamar o Adam mas ela disse que ele costuma jantar cedo pra dormir cedo, então ela não tinha companhia. Porém eu jantei na mesa, todos falando, Maria falando e super feliz por estar bebendo refrigerante de uva. - Maria. - digo subindo as escadas. - daddy vamos escovar os dentes juntos? - uhum. - digo na chamada ainda. - então vamos fazer ligação de vídeo. - tá. - trocamos rápido e logo vi Maria, usando um cropped. - não tá frio aí não? - perguntei e ela sentou na cama dela, fui direto pro banheiro após fechar a porta do quarto. - não muito, quer dizer, dentro do meu quarto é bem quentinho. - mais quero que coloque roupa pra dormir, pelo menos uma calça e meia tá bom? - tá bom, eu tô assim daddy. - olhei pro celular. Maria usava um shortinho de pijama, por que ela fez aquilo? Estava sentada na cama mas toda retinha, deu pra ver bem suas coxas, a cinturinha... - tá, vamos escovar os dentes. - digo tentando não olhar e ela riu. - eu sei que você quer daddy. - suspirei. - vai pro banheiro. - tô indo. - fiquei olhando pro celular e ela foi. Apoiei o celular sobre a pia em um jeito que ficasse virado pra mim e Maria fez o mesmo, tão pequenininha meu deus. Aliás... - Maria tu tá crescendo. - falei e ri. - sério?! Pedrinho disse isso também outro dia na aula. - é, a Maria tá crescendo. - ela deu um gritinho de felicidade. - tá, pega a escova. - ri. Pegamos e começamos a escovar os dentes, Maria ficava falando e dançando e eu só olhando. Ela começou a rebolar, de repente me vi perdido no corpo dela e parei de olhar pra não ficar pensando m***a. Aí terminamos e voltamos pro quarto. - daddy. - sussurrou e eu me deitei em baixo das cobertas. - hum? - liguei o abajur e só ficou ele de luz ligada no quarto. - eu também tenho um abajur. - ri e logo ela ligou algo. - meu unicórnio daddy, eu amei! - sorri. - ele é bem bonito. - o nome dele é João. - por que João? - ri. - por que tem cara de João. - ri novamente. - tá bom. - mais... Que roupa você tá? - que roupa eu tô não, que roupa tu tá, vai trocar de roupa Maria. - eu já vou, calma aí. - disse com preguiça. - minha cobertinha é bem quentinha e o edredom me deixa sufocada mais ele tá aqui. - mostrou. - e em baixo? - Maria levantou as cobertas e vi ela todinha. - daddy mostra o seu pipi? - ri. - amor.. - vai, minha mãe disse que os colegas dela só conseguem ver onde eu tô com o celular e não oque eu faço. - suspirei, é, Melissa achou melhor não entrar na privacidade da Maria, mas em troca Maria teria que mostrar oque ela faz no celular, por que conhecemos Maria ela nunca suspeitaria de um número chamando ela pra conversar. - amanhã o daddy trabalha. - mais tá cedinho... Vai daddy... Vamos t*****r pela chamada? - tentei ri pra parecer engraçado mas refleti e fiquei com vontade. E sem que eu percebesse oque Maria fazia, ela se despiu toda. - Maria... O celular foi pra baixo das cobertas e quando vi Maria estava com o abajur lá e a câmera do celular apontada pra sua i********e toda... Tava bem molhadinha, um pouquinho vermelho mas bem pouco. - nem falamos nada pra ti ficar assim. - mais você me dá t***o, só a sua voz. - ri. Fiquei olhando, Maria passava os dedos com aquelas unhas grandes, seus dedos eram delicados e ela era delicada fazendo carinho ali. Além do som... Que som que fazia aquilo... Meu p*u começou a endurecer. - vamos f********o daddy. - em que eu a transformei.. - vamos. - sussurrei e Maria gemeu assim como eu. Enquanto eu olhava, com a câmera virada pro meu rosto ainda, peguei o meu p*u e dentro da calça mesmo comecei a me masturbar, só ouvindo o som do seu meladinho e vendo ela fazer aquilo. Mas logo virei a câmera e Maria gemeu alto de mais, porém pediu desculpas e ri. Mostrei pra ela todo o meu p*u e me masturbei pra ela. A gente ficou assim por tanto tempo, os dois se masturbando juntos e demorou pra chegar no nosso limite mas quando chegou Maria gemeu mais alto e eu gozei no meu abdômen pra não sujar as roupas de cama. Ficamos um tempo nos recuperando até a gente ir tomar banho... Juntos. - daddy. - hum? - entrei no box e coloquei o celular no espaço onde tinha shampoo e essas coisas. - da pra me ver? - ri. - todinha. - ela deu uma voltinha só por que falei. - pegou a roupa que eu mandei? - sim, calça de moletom e blusa de manga comprida. - isso aí. Tem que ficar quentinha. - e você? - peguei outra calça de moletom. - não vale, você tem que ficar igual a mim. - mais o daddy não consegue dormir de camisa, mesmo se tiver frio. - mais tem que ser direitos iguais pra todo mundo. - ri. - prometo dormir com os dois cobertor. - digo e ela pensa. - tá. - agora passa o sabonete direitinho. - nós dois fizemos isso. Um olhando pro outro e conversando. Quando fui lavar o cabelo e me enfiar em baixo da água, Maria gemeu e disse o quanto eu ficava gostoso desse jeito e eu ri entendendo ela por que ficava assim também quando olhava pra ela tomando banho. Toda gostosinha... Nossa... Quando saímos do banho fizemos tudo juntos, nos secamos, nos vestimos, ela penteeou o cabelo, colocou meias e fomos deitar. - daddy. - diga meu amorzinho. - quando você vim, quando a minha mãe viajar, você vai ficar bastante? - uhum, só nós dois. - e aí vamos t*****r bastante né? - ri. - é, todo dia se quiser. - quero, por favor eu quero. - ri. - daddy, s**o é muito bom. - eu sei, ainda mais contigo. - ela fez uma voz fofinha e ri. - mais percebeu que não tava menstruando na hora de se masturbar? - ela refletiu. - verdade... - viu, Cida disse que isso acontece quando a mulher tá com muiiito t***o. - ela ficou pensando ainda. - mais tava vermelho? - um pouquinho, mais não se preocupa. - daddy, eu vi que as vezes a mulher pode engravidar mesmo menstruando. - é, tem como. - mais e se for sangue do bebê? E ela achar que não? E se ela tiver abortando e nem saber e nunca descobrir? - penso. - ter um aborto dói meu amor. - a professora de Ciências disse que nem em todos os casos, tem mães que nem percebem. - é, tem isso, mais deve doer, pelo menos tipo uma cólica bem forte. - ela ficou em silêncio. - se a gente tivesse aquele bebê... Ele estaria grande né? - sorri olhando pra ela, queria beijar seu rostinho. - talvez com quase um ano. - ficou triste. - a culpa não foi tua, nem do teu pai por mais que ele estivesse fazendo de tudo pra te tirarem de mim... Não fica triste, tenho certeza que esse bebê tá no céu te protegendo todos os dias. - protegendo nós dois né? - isso, e um dia quando tu ficar grávida de novo, ele pode voltar. - Maria sorriu fraquinho. - desculpa daddy por nunca ter te contato. - não fiquei m*l por isso, tu só me deixou com o maior medo do mundo... Poderia ter morrido Maria, e se isso tivesse acontecido, hoje a gente não estaria conversando. - chega a dar um aperto no coração. - eu prometo que não vou mais fazer nada sem a sua permissão. - não é permissão... É... Tem que pensar, um dia a Maria vai ser adulta e ter as suas responsabilidades, tipo trabalho... E ela vai ter que fazer escolhas e o daddy pode sim ajudar mas nem sempre vou estar lá com você. - mais você vai estar comigo né? - concordei. - claro que sim, mas digo... E se a Maria tiver frente a frente com alguém importante e ter que fazer uma escolha? O daddy não vai poder te ajudar. - ela refletiu. - daddy oque eu posso ser quando crescer? - sorri. - oque a Maria quiser. - mais eu não sei. - tem muitas coisas... Tem... A Maria não gosta de livros? - sim, muito! - sorri. - pode fazer faculdade de letras, trabalhar em redações de jornal, ou em editoras... Da dinheiro, bastante aliás. - mais oque você gostaria que eu fosse? - sorri. - minha, e ficasse em casa. - tá pensando como homem. - ri. - não é por m*l e nem pra te proibir, mas eu nunca deixaria nada faltar pra ti... Porém... Eu quero que seja oque quiser e sei que tem o sonho de ir pra Havard e eu não vou impedir... Mas a minha proposta ainda tá de pé. - rimos. - mais.. - suspirei. - tu pode ser algo que admira, tem milhões de profissões no mundo. - eu gosto de ler, eu adoraria fazer faculdade de letras... Mais também queria fazer direito e ser conselheira tutelar daddy... Mais... Parecem ser coisas cansativas. - e são, tudo, até o trabalho do daddy que dá muito dinheiro, tudo é cansativo, exatamente tudo... Por isso a gente precisa fazer algo que ame, pra nunca se cansar e surtar. - eu amo crianças, eu quero ser conselheira tutelar. - tá, calma aí... Isso não te deixaria chateada e triste? - como assim? - não sei... Ser conselheira tutelar não é tirar algumas crianças de lares abusivos? Ou... Sei lá... Acompanhar um menor que passou por traumas.. - ela pensou. - eu não quero te desmotivar, mais não quero que faça algo que seja r**m pra ti. - eu ficaria triste daddy. - eu sei... Mas a Maria ainda tem 16 anos e a faculdade a gente não precisa fazer assim que sai da escola, a faculdade pode ser feita com qualquer idade e a Maria ainda tem muito tempo. - ela concordou. - daddy tô com soninho. - já? - ri. - então vamos dormir. - me dá um beijinho? Dei, fazendo isso pertinho da tela e ela também fez. - eu te amo muito. - eu também daddy. - dorme bem meu amor. - você também e sonha comigo. - tá bom, sonha também. - ela riu fraquinho. Vi ela fechar os olhos, o celular tava apoiado em algo e fiquei admirando ela por alguns segundos até me sentir cansado. Deixei o celular apoiado no travesseiro dela e logo dormi.
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