[...]
Já era noite quando Maria sentiu fome. Fiquei umas duas horas limpando o cabelo dela e Pri me mandou passar um pouquinho de vinagre, eu fiz isso e depois Maria ficou com cheiro. Mas não fazia m*l, aqui todo mundo já sabe que as meninas estão com piolho e Beatriz é a única que ainda se salvou.
- daddy, deu! - gritou e fui até o banheiro com a toalha dela.
- deu? - ela concordou desligando o chuveiro.
A enrolei na toalha e depois ela colocou uma cabeça.
- daddy, eu tô com tanta fome. - sorri, lembrando que o jantar hoje é algo que Maria adora. - não ri, eu posso morrer. - ri mais ainda.
- impossível mas tudo bem. - digo ainda rindo, era impossível não achar graça e fofura dela.
A sequei por inteira e em alguns momentos Maria parecia uma criança que não parava quieta, ela passou os s***s no meu rosto quando eu me inclinei pra vestir sua calcinha e quando fui ajeitar a mesma na sua b***a, colocando o dedo dentro dela pra puxar pra fora, senti sua i********e.
Isso foi um gatilho mas eu me segurei.
Queria, confesso mas além de estar na hora do jantar, eu não queria que fosse assim do nada só por que eu quero, até por que Maria não mostrou vontade e ela tava bem falante.
Então descemos após ela já estar vestida com um pijama.
- daddy espera. - voltou, já estávamos nas escadas.
- oque? O daddy vai descendo.
- não, vem comigo. - fez manha mas voltei. - eu não quero ir com a toalha na cabeça. - os s***s dela marcavam na blusa, a deixei sem sutiã.
Não fazia m*l, estávamos com a família e era noite já.
- tá, eu espero. - digo e ela vai pro banheiro.
Ela penteou o cabelo lá e eu na porta olhando.
- daddy. - lá vem, conheço aquela carinha.
- hum? - estava de braços cruzados olhando suavemente pra ela, por estar apaixonado por seu jeitinho meigo.
- depois do jantar... - largou a escova de cabelo na pia e seu cabelo estava arrumado e quase seco. - podemos brincar? - veio até mim tímida e sorri.
- se não tiver cheia de comida por que tá com fome. - brinquei.
- aí daddy que saco, eu vou mais minha ppk não. - ri.
- tá, vamo lá comer. - puxei ela pela mão.
Quando descemos Maria estava ainda agarrada a minha mão.
Hoje o jantar era bife com muita cebola, digo muita e não é exagero, quando peguei um pouco de vinagre aqui em baixo pra passar no cabelo da Maria, vi Pri e minha mãe na luta pra cortar aquelas milhares de cebolas e depois ouvi Pri brincar "oque não fazemos pro nosso marido que ama cebola com bife". Eu ri, conheço alguém assim e sou esse alguém também.
O cheiro tava ótimo.
- ahn! Pepino! - Maria se debruçou no balcão ah meu deus!
A bunda... O shortinho subindo.
- Maria. - a toquei e ela desceu. - quer comer um pouco? - concordou mas nem me deixou ir pegar um garfo por que ela foi.
Já estava pronto e tinha bastante. Maria ficou comendo direto do pote e tudo bem, eu não tenho nojo e acho que ninguém deveria.
Tinha feijão, arroz, macarrão, o bife com muita cebola, salada de pepino, tomate, alface, repolho. Tinha batata assada, batata doce, alguns legumes refogados que acho ser pra Pri e algo que parecia rocambole de carne mas isso não foi feito aqui, estava dentro de uma vasilha de um restaurante.
Mais tarde minha mãe explicou que pegou pra experimentar mas era um pedaço bem grande.
Quando a comida ficou definitivamente pronta, já que faltava só o arroz, servi pra Maria e ela estava um pouco carente e pediu pra eu comer com ela no balcão.
Ok.
- quer oque? - perguntei a mesma.
- tudo menos oque eu não gosto. - me olhou com um rostinho tão fofo.
- tá bom. - fui lá servir pra ela.
Arroz, feijão, bife, bastante cebola, salada de pepino, um pouco de tomate, alface e vi coube flor e peguei mesmo ela não gostando. Deixei a salada em um prato separado por que não é por Maria não saber comer com a salada no prato, mas quando tem algo pra cortar ela se atrapalha toda e acaba deixando cair tudo pros lado, então coloco separadamente por ser mais fácil pra ela.
Quando voltei pra mesa com seu prato e a salada, Maria estava com um queijo na mão e ri.
- sabia né. - neguei rindo e ela ficou tímida rindo também.
- é bom, até a Malu colocou. - Malu já comia e riu de boca cheia.
Me servi e me sentei ao lado da Maria, servindo refrigerante pra todas elas, eu e Pedro.
Sentar com os adultos escutávamos um papo engraçado e falávamos livremente sobre qualquer assunto... Mas sentar com as "crianças" te deixava num ciclo divertido.
Os assuntos da Maria eram bons de mais, as brincadeiras e piadas e o jeitinho como ela via o mundo. Também não se abalava nada nada quando Bia falava coisas de adolescente chata, tipo "aah nada a ver, nem é assim". Tudo ela se achava a sabia.
Pedro não ficou incomodando mas falou muita coisa engraçada que fez as meninas e eu rirem muito.
Já Malu, que eu não vejo o tempo todo, era engraçada e ainda parecia aprender algumas coisas, já que ela tentava contar piadas.
Mas fora isso, tive certeza que o que sinto por Maria não foi planejado, aconteceu. É diferente.
Porém, pensando bem... Meu pai se afastou de mim, foi um b****a, s*******o e um grande merda... Mas pro seu plano dar certo.
Lembro bem do dia, fui até sua casa como de costume... Ele me recebeu bem mas quando disse "Henrique, precisamos conversar", o papo mudou.
"Você precisa crescer, as vezes parece uma criança".
"Se não sabe se comportar direito então comece a aprender".
Foi do nada, não tinha um motivo. Aquela semana toda estávamos muito bem, a gente saía, bebia juntos e do nada... Depois principalmente do jantar na casa da Maria, tudo mudou.
Aquilo me deixou muito bravo que quando precisei voltar com ele pra casa da avó da Maria pra terminar de ver aqueles papéis e coisas de advogado, ignorei Maria totalmente.
Achava que meu pai estava me chamando de criança por que eu estava rindo e dando corda pras brincadeiras da Maria então eu preferi me afastar.
E isso foi péssimo.
Sua vó me ligava, me dizia palavras que eu chegava a encher os olhos de lágrimas... "Maria está muito triste, ela realmente gosta de você e agora acha que fez algo de errado... Ela te machucou?".
Me senti culpado e foi uma das vezes em que joguei tudo pro ar e mandei meu pai pra bem longe.
Fui na casa da Maria depois daquele telefonema, com chocolate, sorvete, flores e um ursinho, ao qual se perdeu no avião uma vez anos depois.
Ela chorou tanto, me disse oque eu nunca pensei que ouviria de uma criança... Foi a primeira vez que me apaixonei mas eu não sabia.
A doçura nas suas palavras, a voz meiga me dizendo como se sentiu e me implorando pra sair pela porta mas voltar todos os dias quando ela acordasse.
Um fato curioso e eu ria disso.
Não podia estar ali toda vez que ela acordasse, embora eu quissese muito.
E foi isso por meses... Ao seu lado... Indo até sua casa pra basicamente "brincar de boneca", mas eu não ligava. Maria me fazia um bem danado, até hoje faz.
Não posso deixar que o pai de m***a que eu tive influencie minha cabeça...
Mesmo ele ter salvado Maria por ela sempre ter sido a grande prioridade em sua vida e na sua palavra, reconheço, não posso mentir... Mas nada disso poderia ter acontecido.
E também as merdas dele vieram bem antes da Maria nascer, então nada justifica nada.
Fico grato por ele ter se atirado na frente de uma bala por ela, mas não foi por que ele quis e sim por que precisava... Por que talvez ele recebeu tanto pra p******o da Maria. Tanto.
Não foi por amor, foi por promessa.
Não vale.
Ele nunca fez promessas a mim.
Foi um m***a e ponto final.
- daddy. - me cutucou. - come. - disse e logo depois colocou um pouco de cebola no meu prato. - você colocou de mais pra mim. - ri.
- mais a Maria gosta. - meus olhos estavam cheios de lágrimas.
- oque foi? - todo mundo a nossa volta estavam conversando e dando risadas, ouvia tudo, mas só prestava atenção nos olhos da Maria... Sentia sua mão tocar meu braço e dar carinho.
- me dá um abraço. - digo baixinho ela faz isso na hora.
Era minha, p***a Henrique cai na real!
É sua!
O amor é puro e não planejado.
- tá bom daddy, agora vamos comer. - saiu do abraço e pegou meu garfo, que já tinha a comida que eu levaria até a boca antes de entrar naquele diálogo com a minha cabeça. - aviãozinho. - ri. - abre a boca. - abri e ela colocou o garfo dentro dela e ri mastigando.
- obrigado. - digo, mesmo que de boca cheia.
- de nada amor da minha vida. - me deu carinho e isso me aqueceu.
Maria é canhota, acho que todos sabem, e eu queria muito segurar sua mão então fiquei segurando a outra.
Só queria senti-la... Sei lá, não tirar as mãos dela. Ela tava ali e é real, preciso colocar isso dentro da minha cabeça.
Bom, eu comi até onde consegui mas Maria tava com tanta fome que quando eu falei que não queria mais e que iria servir mais pra ela, ela comeu a minha comida... Claro, pegando mais um queijo pra colocar sobre o bife.
Deixei.
Fiquei ali com ela até ela terminar de comer tudo... Aí pediu sorvete.
Servi pra ela e as meninas não queriam.
- daddy vamos ver um filme? - concordei.
- só deixa eu pegar um pedaço dessa torta. - Pri fez torta de bolacha e peguei um pouco colocando sobre o prato que peguei.
Quando chegamos no quarto Maria foi deitar no seu lugar da cama e fiz o mesmo, mas sentando.
- vai comer deitada? - ela riu se sentando.
- tô com dor nas costas. - ri.
- ué. - nossa que torta boa. - hummmm. - tava muito bom.
- me dá um pouquinho? - sorri pela fofura e peguei um pouco na colher e dei na boca dela.
Sua boquinha...
Aquilo me arrepiou.
E pra ajudar Maria ainda me olhou com a colher na boca. Provocando.
Mas me concentrei na torta de morango e bolacha.
Ela pediu por um filme, coloquei. Depois pediu pra eu deitar mais pertinho, deitei.
O desejo tava me matando e me questionei da onde vinha. Tipo, por que? Ela só tá... Usando aquele shortinho... E colocou na boca a minha colher... Igual quando põe meu pau...
Porra Maria!
Eu arrecem tava chorando.
Mas eu segui comendo a minha torta até Maria terminar de comer seu sorvete, deixei o potinho e o prato sobre o meu criado mudo e me deitei em baixo das cobertas após ligar o ar, caso eu não ligo fica muito quente.
Maria se mexia muito.
- daddy.
- hum? - que filme é esse? - que filme é esse meu amor? - era de desenho mas não sabia qual.
- eu acho que é Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica. - peguei o controle e apertei pra ver, deveria ter feito isso antes.
E realmente era. Por ser um filme de 2020, eu não sabia da existência.
- daddy.
- hum? - olhei pra ela... Mas ela não disse nada além de chegar mais perto.
Eu estava de barriga pra cima e ela veio deitar no meu peito.
Queria empurra-la pra baixo e fazê-la me c****r mas quem sou eu? Sendo que Maria não quer?
Fiz carinho no seu cabelo e de repente a imagem dela de joelhos na minha frente tomou conta de mim, por que quando ela tá nessa posição, tenho o controle, posso segurar sua cabeça... Puxar seu cabelo e fazê-la c****r com mais intensidade.
Mas agora... Ela queria carinho e eu não faria o contrário.
Ficamos assim um bom tempo até Maria me dar carinho na barriga, suas unhas passando pelo meu abdômen o deixavam sensível... E me dava um p**a de um t***o.
Respirei fundo me ajeitando só pra controlar aqueles pensamentos e Maria continuou... Mais pra baixo.
- amor. - chamei sua atenção, não quero que ela me provoque como está fazendo.
Mas Maria ergueu o rosto a mim.
- eu tô vendo o volume, você não pode fugir. - Maria levou a mão até o meu p*u já duro e eu gemi na hora.
Não tinha como não fazer isso.
O ato de suas mãos em mim eram uma sensação inexplicável.
Deixei ela fazer aquele carinho gostoso, até senti-la se mexer.
- desliga daddy. - assim fiz, sem pensar ou argumentar.
Desliguei a tv e só a pouca claridade que entrava pela cortina estava no quarto. Sempre deixo uma pequena parte na cortina aberta, por que as vezes Maria acorda sozinha sem eu na cama e ela não gosta disso, então um pouco de claridade tira o medo dela.
A via indo lentamente pro meio das minhas pernas, com calma. Ela se acomodou de baixo do cobertor e pegou meu p*u grosso com sua mão pequena. m*l cabia.
Ficava olhando pra sua boquinha enquanto ela me olhava e batia pra mim, estava prestes a gozar só naquela p*****a.
Mas Maria merece gozar também.
Quando senti o contato dos seus lábios no meu p*u, não pensei duas vezes antes de gemer e foi também quando Maria tirou a blusa.
Seus s***s eram grandes pro corpo dela, mas comparado com uma menina maior, eram médios.
Maria pegou os dois juntos e colocou no meu p*u, o deixando apertado no meio deles. Aquilo me deixou louco.
- p***a Maria... - gemi e contrai o maxilar olhando o biquinho clarinha dos seus s***s.
Estava louco.
Mas ela preferia deixar a boca ali do que os s***s e eu qualquer um dos dois.
Ela chupou por um longo tempo até eu chegar a quase gozar, mas me segurei e ela percebeu que quase fiz isso.
Agora via ela se despir, com os joelhos na cama tirando aquele shortinho com toda calma. Sua b*******a chamou tanta atenção que meu p*u começou a pulsar e ela sorriu, ela gosta.
- goza na boquinha do daddy.. - digo assim que ela sobe em cima de mim mas não senti o contato do seu corpo no meu, só sua boca perto da minha.
Ela deitou e invertemos as posições, fui pro meio das suas pernas e abri as mesmas bem.
Só de olhar eu já poderia gozar, é todinha minha.
Dei um beijo, fiz carinho com o nariz sentindo aquele cheirinho que amo e logo passei a língua, Maria gemeu longamente e suavemente.
Chupei, lambi, enfiei um dedo, depois dois e quando ela estava prestes a gozar eu fui bem rápido e passei a c****r com mais intensidade. Maria gozou na minha boca, saiu muito g**o.
E naquela posição mesmo eu encaixei e forcei até sentir tudo dentro, Maria gemeu mais e me puxou pra perto da mesma.
- não vai ser bruto... Hummmmmm... Isso daddy... Vai... Mais rápido. - ela não aguentou e me arranhou forte.
Comecei a c****r seu pescoço até ir mais rápido e Maria passou a gemer com mais intensidade.
O som da f**a e seus gemidos estavam me deixando louco e fui bruto como ela pediu, com força e brutalidade.
Acho que fizemos essa posição, Maria ficou de quarto e depois em cima até a gente seguir pro pé da cama, onde Maria ficou de quatro novamente mas eu tinha mais controle por estar em pé.
Segurei mãos pra trás e forcei fundo dentro dela. A ouvia gemer alto e f**a-se os quartos ao lado, não dava pra manda-la calar a boca, embora eu quissese.
Quando gozei Maria já estava de joelhos pronta pra ganhar leitinho e além de ter ido na boca, foi no rosto todo, pescoço e s***s.
Era tanta p***a, como pode.
Tomamos um banho de banheira e eu a lavei todinha a pedido dela, demorei tanto pra lavar sua i********e, quando mais eu passava a mão mais escorregadio ficava, como se tivesse saindo algo dela e provavelmente era seu g**o.
Mas o banho acabou e nos vestimos.
- daddy? - ajeitei o short na sua b***a por ter puxado muito pra cima, só faltava essa peça de roupa nela. Eu já estava vestido com meu short.
- hum?
- vamos lá roubar comida? - ri.
- vamos. - ela se animou e calçamos os chinelos saindo com calma do quarto.
Maria me deu a mão e fechou os olhos com a outra por medo, estava tudo escuro.
Mas ao passar por uma porta...
Ouvimos gemidos e enquanto minhas bochechas queimaram, Maria riu de nervoso.
É, minha mãe tá tendo seu momento também.
Andei mais rápido por que era h******l ouvir, imaginar pior ainda.
Lá em baixo Pedro não estava na sala e desde ontem ele dorme com a Beatriz já que Letícia não está.
A mãe de Letícia estava morando no Japão com o namorado mas vieram pro Brasil a pouco tempo e Letícia também foi pela saudade da mãe.
Então ótimo, melhor ela lá do que aqui com quem não vai com sua cara.
- oque quer comer? - perguntei e Maria abriu a geladeira e fui até ela.
- você me deixou com fome. - ri atrás dela, agarrada a mesma. - aí daddy... Assim eu vou querer t*****r aqui. - ri soltando a mesma.
- não dá ideia. - eu sou louco e sou capaz de fazer isso.
Tirar toda sua roupa e meter fundo enquanto ela tá debruçada nesse balcão.
- tá, oque vai querer? - abri mais a porta da geladeira.
Estava tudo bem organizado e tinha bastante coisa.
Tinha várias bandejas de Danoninho empilhada assim como de iogurte. Também tinha garrafinhas de iogurte com figuras de princesas da Disney na parte de fora.
- eu queria comida.
- mais já deve tá tudo congelado, e não tem mais bife. - ela pensou.
- quero algo salgado daddy. - penso, olhando a geladeira toda.
- deve ter algum salgado por aqui. - procurei mas não achei até abrir o microondas, tava lá.
Acho que foi Matheus que comprou e sobrou.
- tem um pastel... Uma coxinha... Um enroladinho... Nossa que enorme. - era um enroladinho de salsicha mas feito com a massa pronta de pastel e não aquela que é mais gostosa.
Era um enroladinho grande.
- eu quero esses dois. - ri.
- tá, vou esquentar. - coloquei no prato tudo junto e esquentei, mesmo que tire a crocancia.
Maria ficou dançando enquanto isso e eu ri.
Quando aptou levei pro balcão e Maria veio com maionese, ketchup e mostarda e comemos. Eu comi o pastel e um enroladinho e Maria enroladinho, o risolis e uma empada que tinha... Acho que era esse o nome mas era de frango.
Bebemos refrigerante também e me senti todo satisfeito.
Aliás, lá no fundo agradecia por ter tido um amor "planejado", afinal, olhar pra Maria e imaginar ela longe de mim é h******l. Longe das suas palhaçadas, do seu bom humor... Não teria mais alguém pra dar banho.
Não teria mais alguém pra chamar de amor ou lembrar de comprar doce quando fosse no mercado.
Seria outra vida, outro ar... Outro tipo de sensação e amo essa.
A quero, mesmo com milhares de sentimentos horríveis me corroendo.