239° capítulo

4923 Palavras
Letícia. - ele é... Perfeito. - sorri, fraca ainda, com sono e dor. Via Endriw andando de um lado pro outro e balançando meu filho nos braços, ainda no hospital. Mas me sentia fraca e acabei dormindo. [...] - pronto, cuidado. - sorri e me sentei na cama. - tá tudo... Tão... Perfeito. - digo olhando em volta. Endriw transformou nosso quarto em um quarto perfeito, com um berço ao lado da nossa cama e prateleiras na parede com livros e brinquedos. - acho que ele quer você. - disse e sorri. Ele pegou o mesmo no bebê conforto e me entrou nos braços. Não via meus traços no meu filho, eram mais os de Endriw. - Letícia.. - se sentou do meu lado e olhei pra ele, sorrindo. - as vezes sinto que tem medo de mim. - sorri fraquinho. - por que acha isso? - o toquei, tremendo. - eu vejo. - respirei fundo, mas sem mostrar que fiz isso. - errei com você mas achei que tivesse consertado as coisas. - balancei nosso filho. - tô tentando ser bom. - sorriu e fiz o mesmo. - eu só... Tenho medo de perder vocês. - sorri logo depois. - só isso. - olhei pra ele. Endriw me olhou apaixonado e com um olhar de quem pensava algo sobre mim. - vou cuidar de vocês. - me deu carinho. - eu prometo. - sorri. - agora dorme, vou tomar um banho e já venho aqui. - concordei. Endriw me ajudou a deitar e coloquei nosso filho do meu lado. Ganhamos um beijo de Endriw e ele saiu do quarto com sua toalha. Tenho medo dele mas acredito nele... Mas a família do Henrique certamente sempre estará por perto... Endriw deu um tiro em Henrique... Como viveremos assim? Com os olhares de Cristina a mim, que escolheu um "bandido" pra viver e engravidar? Não é que dependo da opinião deles, mas me sinto h******l. Fechei os olhos e tentei dormir, mesmo sentindo a dor de um parto normal, eu estava costurada e ardia tanto. Endriw voltou em poucos minutos. - não quis demorar, achei que precisassem de mim. - sorri e ele se vestiu. Seu corpo era perfeito, forte, tatuado... Dava um tipo de... Frio na barriga quando eu olhava. - que foi? - sorriu e fiquei tímida. - sou todo teu, não fica vermelha. - ri. - não é nada... Você é perfeito. - ele desligou a luz e veio se deitar. - você também é. - sua mão alcançou meu rosto e fechei os olhos sentindo seus carinhos. - não tivemos tempo pra pensar em um nome. - abri os olhos e sorri. O abajur estava ligado mas era fraco. - pensei em... João. - Endriw sorriu. - João é bonito. - qual você quer? - pareceu pensar. - gosto de Theo. - sorri. - Theo João... João Theo. - rimos. - Theo João. - disse e sorri. - Theo João. - nos beijamos. O medo que sinto por Endriw ocupa todos os 70% de mim, o restante é a loucura imensa de querer viver ao seu lado... Como uma... Obsessão. Me sinto maluca... Quero estar com ele o tempo todo e não suportaria ser trocada, mesmo depois de passar por tudo que passamos. Endriw é como um... Remédio pra dor. Isso é h******l. Mas agora temos um filho, não posso deixar de ama-lo ou simplesmente deixá-lo. [...] Henrique. Maria estava de joelhos me chupando. Estava prestes a gozar e ela suando com o cabelo grudado na testa... As bochechas vermelhinhas e ela respirando ofegante. Foi quando gozei, quando ela me olhou com aquela carinha enquanto batia p*****a pra mim. Foi tão bom, tão gostoso. Ela engoliu tudinho. - que... Calor. - disse e ajudei ela a levantar mas Maria caiu na cama. - quanto g**o nessa b*******a. - fui obrigado a toca-la novamente. Ela abriu as pernas e me olhou sorrindo, os joelhos foram na altura dos s***s e elas os segurou. Estava tão molhadinha e g****a, era transparente e branco ao mesmo tempo. E ela ainda sentia prazer. - aaaaah... Ahnnnn! - me olhou e gemeu assim que enfiei dois dedos. - tá gostoso ainda? Hum? - concordou com aquela carinha de s****a. Continuei, com tanta força e rapidez que os gemidos da Maria tremiam. Fora aquele som alto e molhado. Queria gravar aquela carinha e ver todos os dias, mas isso eu tenho ao vivo. Quando ela gozou seu corpo inteiro teve um choque e ela não me deixou tirar as mãos dali, também não quis tirar e continuei até ela realmente me mandar parar. Aí tirei. - aaah... Isso... Foi... Muito... Gostoso. - sorri e puxei ela. - então vamos pro banho. - a peguei no colo, ela tava cansada de mais. - você me mima até no s**o daddy. - tu me mima mais ainda. - você é muito gostoso. - sorri e assim que a coloquei no chão sobre o tapete em frente a pia, comecei a beija-la... Sentindo mais t***o mas eu mataria Maria com mais uma f**a. Ela ficaria cansada e dormiria mais que o normal. - daddy.. - parei o beijo aos poucos, dando selinhos. - você.. já... Tomou.. alguma.. coisa. - ri e parei. - tipo oque? - sorriu e suas bochechas ainda estavam coradas. - não sei, algo pra deixar o pipi maior. - ri. - não amor, é natural. - peguei no meu p*u e ela riu toda tímida. Fomos pro box. - Becca diz que o pipi do Pedrinho é grande também. - tu nunca viu né? - concordou. - Maria. - não fiquei bravo, só fingi. - eu tava mexendo no celular dela e vi nas mensagens. - a banheira começou a encher. - que f**o. - riu. - mais o seu é bem e mais de... Adulto? - ficou confusa e ri. - acho que o pipi de adolescente não é normal. - ri novamente. - é que eles ainda são novos, depois vai mudando, igual o corpo de uma menina, as vezes demora pra chegar onde precisa... Mas no meu caso, eu já tinha um p*u lindo desde os 15 anos. - Maria não gostou e ri. - hum. - ficou brava. - mais agora ele é só teu. - agora não, desde o dia em que eu chupei ele. - odiava lembrar disso. - eu sei que você não gosta. - se aproximou. - mais eu amo. - ama por que nunca tinha feito aquilo ou visto. - pensou, sentada em cima de mim. - mais se eu tivesse visto eu ia gostar bem mais e ia fazer bem melhor. - neguei pra ela com um sorrisinho. - eu amo pipis. - ri. - é sério daddy, eles são tão fofinhos.. as vezes só quero ficar olhando. - essa menina não bate beeeeem. - fiz cócegas nela e ela riu. - te amo sabia? - sabia, mais é bom saber. - ri. - também te amo daddy. - a puxei pra mim. Nosso banho demorou, mas nos lavamos e só saímos quando a água ficou gelada. Era 03:42 da manhã. Transamos por que Maria não conseguia dormir, com isso também não consegui e ela começou em baixo das cobertas... Rebolando e se tocando. Era impossível fingir que nada tava acontecendo. Tanto que meu p*u chegou a doer e ela começou a falar da sua amiga que tinha razão e ri. - agora vamos dormir? - concordou e comecei a vesti-la, eu já estava vestido. - amanhã não precisa ir pra escola. - e Pedrinho? - olhei pra ela, vestindo a calcinha na mesma. - ele não vai também, não vou conseguir me acordar pra levar ele. - peguei a blusa dela grande daqueles meninos... BTS? Algo assim, Maria não usa mais e agora é mais pra ficar em casa, então não há problema se ela dormir com a roupa. Era grande nela e cobria seu bumbum um pouco, não precisou de short mas amanhã ela precisa colocar. - quer a meinha do daddy? - pensou até negar. - tô com calor, você liga o ar? - neguei. - mais a minha garganta tá bem daddy. - ri. - mais depois ela fica r**m. - só cinco minutos, pro quarto ficar geladinho. - o daddy liga o ventilador de teto. - aaah, mais eu quero o ar, por favorzinho. - implorou. - amor.. não faz essa carinha, é pro seu bem. - fui paciente. - tá bom.. - olhou pra baixo. - mais o ventilador de teto você vai ligar então? - concordei. - uhum, eu ligo. - e liguei, era quase em cima de nós dois mas não era tão gelado quanto o ar. Maria se deitou e pediu água, com "medo" de descer e ri, indo. Peguei suco e água pra ela e água com gás pra mim. - ó meu amor. - dois? - ela pegou e ri. - suquinho de uva e aguinha. - me deitei do seu lado e liguei o abajur após desligar a luz. - e o seu? - água com gás. - ficou me olhando e bebi um pouco da garrafinha. - quer né? - ri e ela concordou. - pode tomar. - tomou. - bebida de daddy é bem melhor. - ri, meu deus, que menina. Fiquei olhando Maria, seu jeitinho único, toda fofinha e gentil, as vezes tímida como tá agora. - daddy. - me deu a garrafinha de volta. - hum? - ela se sentou em perna de índio e coloquei um pé sobre o outro, deitado na cama. - vamos fazer uma tatuagem de namorados? - sorri. - e como é isso? - ué, combinando. - penso. - eu queria fazer alguma coisa significativa... E que fosse em um lugar que só a gente vê. - ri. - o único lugar que só eu vejo tu sabe qual é. - ela sorriu toda tímida. - mais onde seria esse lugar? - ficou mais tímida ainda. - embaixo do seio... Quer dizer, você não tem peito. - ri. - bem aqui. - tocou a lateral do meu corpo. - ou nessa parte do braço. - tocou na parte de cima do braço, mas o lado de dentro, que m*l aparece. - mais aqui ninguém ia ver, só se a gente fizesse assim como braço. - levantou ele ri. - tá, a gente faz uma tatuagem juntos. - ela ficou toda empolgada. - sério daddy?! Eu posso?! - sorri. - pode, lembra que falei que podia? Mas não tatuagens que fosse se arrepender. - e você disse só com 17 anos. - penso, lembrando que realmente falei isso. - sei que o corpo é teu, mas eu também sei que tu vai se arrepender... Então vamos começar com algo pequeno, depois tu vai fazendo outras e maiores. - concordou. - queria fazer uma borboleta no pulso, aí eu vi a tatuagem no pulso da Karla, é uma cabecinha de ET e é verde e bem bonitinha. - um ET? - ri. - é, mais é fofinho daddy. - imagino. - ela riu. - e.. você faria uma tatuagem comigo? - seus olhinhos meigos, como posso ser capaz de machuca-lá as vezes.. - faria. - digo olhando em seus olhos. - por que te amo e sei que não vou me arrepender. - me virei pra ela após largar a garrafinha e ela se deitou, segurando as duas garrafinhas de água e suco. - é que.. casamentos acabam. - me olhou triste. - o nosso vai? - pensou. - se você t*****r com outra mulher sim... Por que daí eu vou pensar que você enjoo de mim e que sempre vai fazer isso. - dei carinho em seu rosto. - isso nunca vai acontecer, se a gente se separar é por que eu virei um chato real. - riu. - e pra você, como que nosso casamento iria acabar? - penso. - se tu me traísse eu ia te perdoar... Mas só se o argumento for bom. - ela ficou confusa. - não existe argumentos e nem desculpa. - sorri fraquinho. - eu sei que não mais.. - suspirei. - acabaria se tu se apaixonasse por outro. - nos olhamos. - é impossível amar de novo daddy. - sorri fraquinho. - eu sinto atração... As vezes tem homens tão lindos mas não consigo pensar besteira e quando penso eu imediatamente lembro de você e aí passa. - a olhei encantado, seu jeitinho de falar... Seus olhinhos. - eu também penso em você quando me vem esses pensamentos. - sorriu e bateu no meu braço. - você olha pra outras mulheres e pensa besteira daddy? - rimos. - as vezes acho uma mulher bonita, mas jamais vou fazer algo, é só uma pessoa. - me olhou torto mas sorrindo. - eu te mataria se tentasse algo, por que também você se tornaria aqueles homens que ficam paquerando as mulheres e algumas ficam com medo sabia? - concordei. - eu sei, nunca serei esse tipo de homem. - dei carinho nela e ela sorriu. - vamos mimir? - concordei dando carinho nela, Maria bocejou e coçou o olhinho com uma mão, a outra estava cobrindo a boca. - vamos meu amor. - continuei ali dando carinho até ela ficar de joelhos e levar as garrafinhas pro seu criado mudo. - então amanhã não tem escola? - neguei fraquinho. - nem escola, nem trabalho... Aaaa... Mais é só amanhã tá? - concordou. Nos deitamos em baixo das cobertas e Maria já sentiu frio, mas não deixou eu desligar o ventilador de teto. Abracei ela e dei carinho em seu braço enquanto sentia o outro segurar o meu firme e bem rente aos seus s***s. - boa noite daddy. - boa noite minha princesa. O sussurro dela meigo, fofo e tão feminino. O meu grosso, masculino, carinhoso e protetor. [...] Maria tava muito boba e isso tava me matando. - para com isso, põe a roupa. - digo, tentando não prestar atenção na Maria deitada na cama com as pernas abertas. - você não me secou direito. - ri. - Maria... Para com isso. - eu olhei, tão apertadinha... Que p***a. - põe logo a roupa, a gente tem que sair. - rapidinho... - contrai o maxilar mas neguei. - não vou falar de novo. - fui até o guarda roupa e peguei uma camisa preta, com a toalha ainda na cintura. O motivo era: banho com a Maria, sabonete, minhas mãos, sua intimidade... Hoje ela acordou boba "daddy isso é bom". Falou isso quando eu comecei a passar o sabonete no seu corpo. - nunca mais vou dar banho na Maria. - digo procurando um short preto. - e nem... f***r ela? - me senti completamente atraído. Chegava a doer. - vem daddy. - quando me virei Maria se colocou se quatro na cama, alguém já viu ela nessa posição? Que p***a como fica linda! - se você não vim agora, não vou te deixar jantar e você pode brigar o quanto quiser. - íamos sair pra jantar, tínhamos uns 30 minutos ainda. Da pra fazer muita coisa. Fui até ela, bravo. - tem que me obedecer. - gemeu. - e você precisa fazer sua baby gozar, pra ela ficar quietinha. - ri de canto. - se não ela vai chorar. - deitei Maria, de barriga pra cima igual antes. - hummm... Sua baby girl quer carinho... Mais com o seu pipi. - sorri. - a minha baby girl não vai ganhar sorvete por ser m*l educada. - tirei a toalha e Maria não sabia se gemia e fazia cara de s****a, ou se protestava contra oque falei com uma carinha triste. Mas ela escolheu a mais tentadora. - que... Gigante e.. e grosso. - tocou nele com suas mãos e gemi. - queria te arrebentar nessa cama mas eu não posso te machucar. - ela gemeu. - pode sim, a Maria quer. - direcionou meu p*u pra sua entradinha e deixei. Quando encaixou eu forcei e ela perdeu as forças, relaxou totalmente o corpo e começou a gemer. Fui rápido, sem hesitar e segurei suas pernas. Ela gemia tanto, já nem me importava se minha mãe ou irmãos ouviriam, estava gostoso, tão gostoso. Fodemos tanto, eu tentei segurar até onde conseguia mas chegou um momento em que Maria não me deixou fazer isso, seu gemido e sua ousadia não deixaram. Gozei dentro da boquinha dela, era tanta p***a, tanta. E mesmo não gostando e achando nojento Maria engolir, ela fez isso no maior prazer como sempre e continuou chupando meu p*u por mais tempo. Viciada. Mas depois disso nos limpamos e nos vestimos e já estávamos atrasados. Maria nem fez a maquiagem e provavelmente ela não vai querer sair sem. Escovei os dentes junto com ela e ela tava toda tímida, engraçado que na hora perde toda a timidez né. - vou te esperar lá em baixo tá bom? - concordou e dei um beijo na sua cabeça enquanto ela se maquiava no nosso quarto, ultimamente ela faz isso no seu mas tudo bem. Minha mãe já estava pronta e ela e Pedro estavam no balcão. - tava bom? - disse Pedro e me liguei na hora, dei um t**a na cabeça dele. - tava. - ele riu. - vocês dois em. - disse minha mãe e ri negando. - e Bia? - ela apontou com a cabeça pro quarto, enquanto comia um pêssego. - se arrumando. - fui lá. Bia estava em frente ao espelho... Olhando pra sua barriga e usando um vestido colado. - eai. - entrei e fechei a porta, ela sorriu. - queria usar as roupas que gosto mais... Aparece. - apontou pra barriga e realmente, tinha um tamanho considerável pra uma criança estar ali. - tá meio frio... Coloca um moletom. - ela sorriu fraco. - é o jeito. - pegou uma calça e blusão. - e... Sabe quantos meses tá? - ela deu de ombros pensando. - 2? 3? - não sabia. - vamos no médico amanhã, aí vemos. - concordou. - e esse menino? - ele é legal. - legal como? - me sentei na sua cama, vendo ela no pé da mesma. - legal... Ele é legal. - se despiu e só olhei por que queria ver sua barriga... Não dava pra dizer que era só uma barriga, Beatriz realmente estava grávida. Mas parei de olhar, ela estava só de calcinha e sutiã e dei privacidade. - sabe... Se ele não assumir.. - não precisa dele Beatriz pra criar um filho. - agora a olhei e ela vestiu a calça. - sei que não quer mais... Tem a mim, sou seu irmão. - dei um meio sorriso. - vou assumir se ele não quiser. - sorriu totalmente e fiz o mesmo. - a ideia não tá sendo r**m só... É como se eu não estivesse preparada. - acho que nenhuma mulher tá preparada... Quando a mãe descobriu que tava grávida do Pedro, lembra? Ela surtou, tava com medo também. - Bia era pequena mas lembrou. - a gente fez um bolo pra ela naquele dia e ficou h******l. - começamos a rir. - verdade, queimamos o bolo. - rimos. Bia era pequena, bem pequena mesmo mas muito esperta. Porém estragamos a surpresa mas isso fez minha mãe rir e dizer que amava a gente e que um filho a mais só traria felicidade. Mas também acho que aquela época minha mãe e meu pai estavam pra lá e pra cá, era motivo pra ela não querer outro filho. Porém eles só vieram a se separar de verdade, quando Pedro tinha 8/9 anos. Por aí. - oque você acha que é Henrique? - boa pergunta. - penso. - você acha que é oque? - ela riu e vestiu a blusa. - eu não sei... Um menino? - riu. - também acho que é. - olhei pra ela. - vamos? Maria já tá pronta, tá pronta Beatriz? - minha mãe apareceu e me levantei. - quase. - Bia não olhou pra ela. - tá, vou deixar você se arrumar. - ela sorriu pra mim e sai do quarto. Maria usava a roupa que vi, calça jeans nova, blusa de manga comprida e uma jaqueta jeans, fora o tênis novo dela. Hoje tava frio mas fez sol o dia todo. Vesti o meu moletom e eu tava todo de preto. - daddy eu vou levar o meu dinheiro. - disse mostrando sua bolsa. - pra que? - pra comprar milkshake pra eu, Bia e Pedrinho. - sorri por ver ela fazer isso. - tá bom meu amor. - dei carinho nela. - linda. - ela sorriu. Não demorou muito pra gente sair de casa, claro, teve uma briga dentro do carro, Maria queria ir na janela e Pedro também, tinha a outra mas Bia tava enjoada. Quem ganhou foi Pedro, por que Maria desistiu de insistir mas ficou brava. Porém na volta ela vem na janela. Maria Clara. - para. - empurrei ele. - chata. - riu e mexeu no meu cabelo. - para Pedro! - bati nele várias vezes. - eu não vou comprar milkshake pra você. - cruzei os braços. - tá desculpa, me dá um beijinho, me perdoa. - disse com ironia e tentou me beijar, fazendo um biquinho muito grande e ri. - sai, eca. - mesmo assim ele tentou. - para! - ri e empurrei ele. - tá parem, Maria põe o sinto. - disse daddy e coloquei mas Pedro continuou. - para Pedro. - ele me beijou e tinha muita baba. - eca. - bati nele outra vez. - para! - o empurrei. - daddy. - Pedro para. - isso não adiantou. - dá um murro Maria. - disse Bia e grudei os cabelos do Pedro na mão. - tá desculpa, desculpa, desculpa, parei aaaaa. - puxei com força, daddy e Bia riram. - aaaaaa mão pesada. - puxei mais. - diz... Que eu quem mando. - tu que manda. - não me convenceu. - aaaa Maria tá doendo. - continuei segurando. - então fala logo. - tu que manda, minha rainha majestosa, misericordiosa. - ri e soltei ele. - acho bom. - quase tirou meu couro cabeludo da minha cabeça. - ele esfregou a mão no local e ri. - daddy falta muito? - estávamos no estacionamento a um tempão. - calma, ela já tá vindo. - tia Cris foi comprar os milkshakes. Pedro começou. - tá Pedro chega. - daddy já estava sem paciência. - aaai, meu cabelo. - ele puxou um fio. - foi m*l. - foi m*l nada. - digo batendo nele. - tá parei... O milkshake tá vindo. - vi tia Cris vindo. - e vou tomar o seu. - não vai não, o meu é de chiclete. - abri a boca. - chiclete! Daddy você não disse que tinha. - fiquei triste. - eu te falei, tu disse que queria o outro. - aaaa. - haha. - riu de mim e bati nele outra vez. Tia Cris abriu a porta de trás e Pedrinho estava na janela e Bia na outra, era pra eu ter vindo na janela mas Pedrinho me comprou com o seu papo furado. - cereja. - tia Cris entregou pra Bia. - doce de leite. - me entregou. - e de chiclete. - deu pro Pedrinho. - troca comigo? - tia Cris fechou a porta e Pedrinho colocou o canudo na boca. - hmmmm que delícia. - fiz cara de má. - troca. - ele riu e passou a língua no canudo. - não dá, ja babei. - olhei mortalmente pra ele. - troca agora! - fiz cara de má mas logo fingi que ia chorar. - por favorzinho. - implorei. - deixa eu pensar. - daddy ligou o carro. - em troca de que? - Maria não cai nessa, ele já babou todo o canudo. - disse daddy. - mais eu quero mesmo assim. - daddy riu. - por que não pediu antes? - mais eu não sabia. - troca logo Pedro, tu nem gosta de milkshake. - disse Bia e olhei pro Pedrinho. - te dou oque quiser em troca. - digo. - quero o controle do Xbox. - não. - disse daddy. - daddy por favor. - ninguém mandou ele perder o dele, não e pronto. - cruzei os braços. - aff Maria chata. - pegou o meu milkshake e me deu o dele. Abri um sorrisão. - ebaaaa. - tomei, esquecendo de limpar o canudo mas tudo bem, tava com gosto de chiclete. Era muiiito bom, muito bom mesmo. Fomos pra casa e eu morrendo de frio por causa do milkshake e por que não tava nada agradável esse clima. - podia ter dado um soco no Pedro. - disse daddy, fomos os últimos a descer. - mais ai seria agressividade. - riu. - agressão. - corrigiu. - da no mesmo né? - concordou rindo. - uhum. Coisa mais linda. - me deu carinho. Entramos pra dentro e tia Cris deu um gritinho de felicidade olhando pro seu celular. - credo, quem morreu. - disse Pedrinho e fomos pra cozinha. - olha como é lindo o filho da Letícia. - não fiz emoção nenhuma e olhei a foto, era fofinho, cabelo bem preto e pele branca. - bonitinho. - disse daddy sem dar bola. - bonito. - falei. - eu nem sabia que ela tava grávida. - disse Pedrinho mas obviamente era mentira. Depois de um tempo eu subi atrás do daddy, com meu milkshake. - daddy. - hum? - vi ele tirar o moletom... A blusa... O seu cheirinho masculino me deu t***o. - posso dormir com essa blusa? - pedi tímida e ele riu. - já suei nela meu amor. - riu. - por favorzinho. - ebaa. - meu deus que coisa mais fofa. - me apertou e eu sabia que ele faria isso. - usa uma limpinha. - mais aí não vai ter o seu cheirinho. - riu. - aí a Maria passa o perfume do daddy. - penso, verdade. Tomamos banho logo depois, não era cedo, já tava tarde e eu morrendo de sono. - daddy. - hum? - você.. - ele passou a blusa pela minha cabeça, já com o seu perfume de daddy. - vai trabalhar amanhã? - concordou. - uhum e tu vai pra escola e... Longe dele. - me olhou firme e concordei. - tá bom. - daddy vestiu uma calcinha em mim e depois a meia e subi na cama. Não era inverno mas estava bem frio. Peguei o celular do daddy enquanto ele fazia algo. Trabalho, Trabalho, Trabalho, Trabalho, Ju, Trabalho... Ju! "Oi Henrique, você vai vim amanhã? É... Quero me desculpar pelo ocorrido da última vez, não sei oque deu em mim, você é quase casado e tudo mais... Enfim, não me demita por isso". Como é que é?! - daddy oque Ju fez em você? - daddy estava em frente a tv. - por que? Como assim? - se virou e mostrei o celular. - oque ela falou? - olhei pro celular brava. - quero me desculpar pelo ocorrido da última vez, não sei oque deu em mim, você é quase casado.. - li e daddy revirou os olhos. - ela tentou me beijar. - abri a boca. - calma, eu desviei e deixei bem claro que nunca passaríamos de chefe e secretaria... Por isso ela mandou a mensagem, tá com medo de perder o emprego. - e ela vai perder, você vai demitir ela agora. - ela me olhou e suspirou. - amor, não é assim. - assim como? Você não quer ela longe? - daddy riu de canto e foi desligar a luz, logo depois se deitou comigo. - ela é alguém. - e daí? - que precisa do seu sustento todos os dias... Do pão pela manhã, do arroz e feijão... Pagar água, luz, aluguel talvez, um carro, o apartamento. - olhei pra ele. - já avisei ela que ela precisa mudar as atitudes e se isso não acontecer eu até não demito ela, mas mando ela pra outro andar com outras pessoas e ela vai passar a ganhar menos. - olhei pro daddy de novo. - você promete que não vai fazer nada com ela? - prometo, juro minha princesa, Ju é... Alguém que não combina comigo, ela é muito bonita claro mas... Gente extrovertida como ela nunca terá um futuro com uma só pessoa. - penso. - tudo bem. - eu entendo esse sentimento, tô assim em relação ao Daniel. - ficou bravo. - te entendo meu amor e sei que é injusto da minha parte de obrigar a sair de perto dele enquanto tu me pede pra sair de perto da Ju e eu não saio... Mas Ju e Daniel são pessoas diferentes e você sabe... Agora, se Juliane fazer algo eu corto ela de circulação na hora. - sorri. - parece igual em filmes "corto ela de circulação". - daddy riu. - mais prometo que é só profissional tudo bem? E tenho o controle se Ju tentar algo contra a minha vontade... Daniel não tem. - olhei pro seu peito. - não se preocupa. - concordei fraquinho. - vamos dormir? - concordou. - você pode me abraçar? - riu. - com toda certeza posso. - e daddy me abraçou e me senti muito protegida. Se Daniel odeia o meu Henrique, problema é dele por que Daniel é o errado. Mas se Ju tentar algo outra vez... Ela que suma por que ela vai ver.
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