Henrique.
Maria estava se vestindo quando alguém me ligou, atendi normal mas era importante do trabalho.
Fui pro meu escritório e lá recebi a notícia de que teria que viajar a trabalho.
Isso é tão estressante, não tô afim mas era muito necessário, precisava ir.
Era pro Rio, não era longe mas eu não podia ir e voltar no mesmo dia por que eram reuniões, então vamos ficar em um hotel.
Voltei pro quarto após um tempo e Maria já estava vestida com seu pijama.
- daddy amanhã eu posso levar dinheiro pro lanche? - concordei e ela subiu na cama. - quem era?
- trabalho.
- por que? - suspirei e me deitei na cama sobre o cobertor e Maria estava em baixo dele.
- vou ter que viajar.
- ebaaa, pra onde vamos? - sorri.
- não meu amor, você não vai poder ir, vão ser quatro dias, a partir de segunda... Não pode ficar sem ir pra aula. - dei carinho nela e ela ficou triste.
- ah... Quem vai dormir comigo?
- dorme com a Bia... - me deitei em baixo das cobertas e me virei pra ela. - preciso ir meu amor. - dei carinho nela.
- e... Ju vai ir? - suspirei.
- provavelmente. - fez uma cara.
- hum, vocês vão dormir beeeeem longe um do outro. - sorri.
- cada um no seu quarto. - digo.
- promete?
- uhum. - dei um selinho nela.
- eu vou dormir com o Pedrinho por que não pode encostar na barriga da Bia e eu sempre chuto. - ri.
- é, chuta mesmo. - rimos. - mais não te quero dormindo com o Pedro.
- mais eu vou ficar com frio. - neguei.
- pega um colchão e coloca lá mas não quero vocês na mesma cama. - digo normal. - por favor.
- também não quero ninguém na sua cama. - concordei na hora.
- vou dormir sozinho, eu juro. - olhei pra ela.
- sou obcecasa por você daddy. - sorri.
- eu também por ti. - beijei ela.
- vamos t*****r? - ri. - hoje é quinta.
- e amanhã tem aula. - digo.
- então só beijinhos. - sorri.
Começamos a nos beijar, um beijo bom, Maria beija bem.
Ficou intenso em algum momento, tudo que eu queria era senti-la e aos poucos ela mesma ia tirando a roupa.
Sentia isso por que ela estava deitada e eu com os cotovelos apoiados ao lado da sua cabeça... Ela começou a tirar o shortinho...
Desci uma das mãos pela lateral do seu corpo até a cintura onde apertei, ela gemeu fraquinho e prossegui.
Seu quadril macio na minha mão me deixando louco, só um pouco pro lado e já toco a sua i********e.
Mas fui paciente, não queria t*****r mas estava domado pela Maria.
E toquei... Ela interrompeu o beijo pra gemer e segurou meu pescoço, me olhando nos olhos.
- aaaa... Aaaaaaa.. - continuei até ela se contorcer mais, aí parei.
Tirei meu short, estava duro já e subi definitivamente sobre ela, encaixando com cuidado e colocando dentro.
Ela gemeu e me arranhou.
A penetrei com mais força até perder o controle e gemer.
Transamos tão gostoso como sempre. Em algum momento Maria ficou por cima mas voltamos na mesma posição por ela sempre se sentir cansada e tudo bem.
Quando gozamos, juntos, fiz isso na sua i********e toda e ficamos alguns segundos recuperando o fôlego.
- é quentinho. - disse ela e ri.
- vamo lá limpar. - desci da cama e ela veio logo depois.
Já havíamos tomado banho e era pra gente tomar outro, mas Maria tava cansada e era tarde.
Amanhã eu tomo banho antes de ir pro trabalho, então só me limpei e ela também.
- daddy.
- hum? - esperei ela vim.
- amanhã é sexta? - ri.
- já é meia noite, hoje é quinta ainda. - digo.
- aaaaa. - ri.
- por que aaaa?
- queria ficar em casa amanhã. - deitamos em baixo das cobertas.
- não pode, tem que ir pra escola. - concordou triste. - o teatro mandou mensagem.
- já pode abrir? - neguei.
- eles ainda tão fechado por causa da pandemia, acho que vai demorar. - pareceu triste. - mais calma, vai dar certo. - dei carinho nela.
Ficamos conversando um pouquinho até Maria se sentir cansada.
- daddy. - se mexeu um pouco.
- hum? - murmurei baixinho.
- você pode fazer assim? - pegou a minha mão e levou pro seu bumbum, onde ela me fez bater fraquinho.
Ri e concordei.
- uhum, boa noite minha princesa.
- boa noite. - disse toda fofa com soninho.
Dei batidinhas no seu bumbum por pouco tempo, Maria dormiu bem rápido, estava um pouco geladinha mas bem rente ao meu corpo e eu estava esquentando ela.
Logo dormi, cansado também e exausto pela foda... Que foi muito boa e eu me cansaria de novo sem problemas.
[...]
Maria Clara.
- oiii. - digo. - quer dizer... Desculpa. - coloquei o cabelo atrás da orelha e passei por eles, eles riram.
- eai empolgadinha. - abri a boca feliz.
- oiiiiiiiiiii. - pulei em cima deles.
- ela é sempre assim? - perguntou ele.
- desde o dia em que conheci. - disse Malu.
Era Gabriel e Malu que estavam ali.
- oque vocês estão fazendo? - me sentei com eles na cadeira em frente ao balcão da sala do jornal.
- conversando. - disse Malu, tímida.
- na verdade sua irmã tem bons argumentos sobre X-Men. - disse Gabriel e sorri toda feliz.
- aaaah que legal! - eles riram.
- e então, quem é a mais velha? - perguntou.
- a mais velha é a Ma... Lu. - quase. - depois eu.
Malu ficou um pouco triste.
- você pode falar se quiser. - disse ela e desfiz o sorriso.
- falar oque? - fiquei m*l também.
- somos trigêmeas... Éramos. - ele abriu a boca surpreso.
- uau. - disse. - três? - concordei. - e cadê a outra?
- ela morreu. - disse Malu.
- sinto muito, desculpa. - ele a tocou, achei muito fofo. Mas Malu sorriu gentilmente.
- tudo bem, passado. - disse ela. - mais sou a do meio e Maria a mais nova. - sorri.
- eu sou a caçula e isso é muito legal. - ele riu.
- sorte sua não ser o irmão mais velho, é um saco. - ri.
- quando se é um menino sim. - digo e a gente ri.
- bom... Não tem problema dizer isso em não particular mais... Quer sair comigo Malu? - abri a boca e as bochechas da Malu coraram ao extremo.
- e-eu?... Quer dizer... Como que é isso?... Não, espera. - ri.
Eu queria muito falar por ela.
- podemos ir onde quiser... Ver um filme? - ela olhou pra ele mas logo pra mim e concordei sorrindo.
- tá... Tudo bem.
- perfeito, posso te pegar sábado? A hora que quiser. - nossa que lindo!
- desculpa me intrometer. - digo e eles me olham. - que tal cinema? E X-Men? - Gabriel sorriu.
- uma ótima ideia. - olhou pra Malu. - tudo bem pra você? - Malu concordou.
- tudo bem. - sorri toda feliz.
Ok, não me meti mais, e também o assunto acabou quando Micheli entrou na sala.
- tá, oque vamos fazer? - jornal, dã.
- precisamos da Becca. - digo me levantando.
- e ela tá aqui, ao vivo e em cores... Cansada mas tudo bem. - apareceu e fez uma expressão.
- cansada por que? - perguntei.
- eu comecei um anime novo.
- e tem como? Você já viu todos que existem. - disse Cheli e fiquei surpresa com isso, como você sabe? E por que se interessa?
- é, eu já vi todos sim, mas só os que conheço... E esse era dublado, não tem graça. - jogou a mochila no chão e se sentou a mesa.
Peguei o material que separei e fui pra mesa.
- Maria... O jogo é no final de semana que vem. - disse Cheli e concordei normal.
- tá bom... A professora me passou um tipo de matéria, eu achei legal e pode arrecadar dinheiro.
- sobre oque? - perguntou Micheli.
- a importância da leitura. - fez uma cara.
- isso é coisa pro jardim de infância fazer. - revirei os olhos internamente.
- a importância da leitura para jovens como nós é algo necessário de se passar, fora que vamos arrecadar dinheiro com essa exposição para os pais na semana de vem... Editores e profissionais da educação vão vim na escola e eles podem doar cerca de 7 mil livros infantis e juvenis pra gente. - digo. - então essa matéria precisa estar perfeita... Gabriel, precisamos de uma imagem ilustrativa e você vai trabalhar com Becca, os gênios do computador... Mas também preciso de você pra edição de palavras.
- posso fazer isso. - disse um aluno. - estou aqui pra isso também. - sorri.
- ótimo, pode ficar pra você essa tarefa então.
- e eu? - perguntou Micheli.
- ahn... - folhei os papéis. - vai ficar com a parte em que precisará criar um texto sobre a importância da leitura para crianças... Isso inclui falar sobre livros em comunidades pobres...
- como assim? - aff.
- Cheli, você vai falar sobre como é importante ler. - digo.
- tá.
- depois sobre como existem crianças em favelas e vilas pobres que não tem acesso a internet e nem a escola, por tanto não sabem ler e se sabem muitas das vezes elas não tem livros de fácil acesso. - digo tentando ser clara. - você precisa achar os porcentos de crianças no Brasil que não tem acesso a leitura e escola e depois no mundo... Tá tudo aqui, é a parte mais fácil. - entreguei a ela.
Respirei fundo.
- e você? - me perguntou.
- além de organizar esse projeto, também vou precisar separar por gênero os livros que ficaram na exposição para pessoas de fora poderem ver o tipo de livros que temos. Quer trocar?... E ainda tem mais a minha parte no texto, sobre a importância de livros relacionado ao conhecimento em escolas brasileiras. - Cheli revirou os olhos.
- cheguei. - Karla apareceu. - desculpa, a minha biblioteca tá um caos. - se sentou no balcão e atirou a mochila no chão também.
- que bom Karla, você fica com... Esse. - achei e dei a ela.
- vou ter que mostrar a biblioteca? - concordei.
- ou, tem a opção aqui. - mostrei no papel. - ensine alunos a fazerem isso por que tem muitos que se voluntariaram pra isso... Mais lembrando: pontos para Havard. Se outra pessoa fazer por vocês, elas levam os pontos. - Karla leu a folha. - tudo bem? Alguma dúvida? - ninguém disse nada. - quem não irá ganhar textos, está encarregado de fazer os cartazes e o pessoal que não está aqui está organizando a decoração. - digo.
Logo começamos, ninguém deu um pio... Tipo Cheli.
Ela se sentou na mesa dela.
Era assim, tinha uma enorme mesa no centro da sala, nos cantos, tinha mesas de computadores nas parede, tipo em uma sala de aula, mas bem afastadas uma da outra e não eram muitas.
Becca e Gabriel tinham um computador específico com caneta pra desenhar e eu não era especial, mas tinha a minha sala por que era onde estava o microfone e tals, porém lá também tinha outra mesa, computador, estantes.
Minha sala.
Então comecei, fazendo uma redação sobre a importância da leitura.
[...]
- te vejo no almoço tá? Preciso urgente pegar meu teste com a diretora, ela precisou avaliar por que achou que eu tava colando, que absurdo, eu?! Argh. - disse Becca eufórica e ri.
- tá bom, vou te esperar lá. - ela saiu correndo.
Fui pro meu armário antes e deixei a mochila lá dentro, pegando um livro de Shakespeare pro trabalho que foi adiado duas vezes pela professora, segunda ela "precisamos do palco e tem alunos fazendo um filme lá"
Não é um filme profissional de cinema obvio, mas é um curta metragem sobre um livro antigo também.
Calma, não vamos fazer isso, só atuar ou fazer um tipo de palestra explicando.
Acho que atuar é mais fácil mas ainda não sei oque quero fazer.
Então peguei o livro e meu lanche, sanduíche que o daddy fez, suco e bolinho de chocolate que compramos no caminho.
Fui andando.
- Maria. - que susto.
- sim. - era ele, obviamente.
- não apareceu na minha aula.
- dad... Henrique acha melhor que eu troque de professor. - não queria dialogar com ele por que ele faria isso se eu falasse "daddy".
- ele pensa que sou uma má influencia pra você né? - olhei pra ele.
- e você não é? - me olhou.
- não. - suspirei. - não sei oque ele te disse mais...
- não quero ouvir o seu lado da história e nem suas desculpas. - dei as costas mas ele me puxou. - para. - entramos em uma sala, que só vi ser a sala de brinquedos do primário quando pisei em um ursinho.
- você não pode andar com ele. - ri.
- moramos juntos desde os meus 12 anos. - digo. - já vou fazer 17. - dizendo assim parece ser mais impactante e impactou ele.
- e perdeu a virgindade com 12 anos também?
- 14 e isso não é da sua conta. - ele contraiu o maxilar.
- Henrique julga mas não gosta de ser julgado. - olhou pra outra direção bravo. - ele é um canalha.
- não fala do Henrique! Você não tem o direito! Você estuprou meninas novas! - riu.
- foi isso que ele te disse? - olhei pra ele. Ele riu. - elas tinham de 14 a 19 anos.
- você pagou.
- pra fazerem um bom trabalho.
- e isso é oque?... Fez elas se prostituirem. - ele não disse nada.
- Henrique estava lá, no bem bom... Curtindo também.
- daddy não fez nada. - olhei com medo.
- é, ele aguentou mas estava no meio. - fiquei encarando ele. - eu gosto sim de meninas novinhas, mas que não são mais virgens e que sabem onde estão de metendo, não sou um e********r Maria.
- e se alguma aluna dessa escola tentar...
- já tentaram.
- e você...
- sim. - meu deus. - dentro do banheiro, na sala dos professores. - empurrei ele.
- você pode ser preso! - riu olhando pro lado mas logo me olhou.
- não tem como segurar esse desejo, é impossível, eu sou homem! - chegou mais perto e andei pra trás. - a vontade que sinto... Por você Maria... Que namora ele! - engoli em seco, sentia sua respiração. - não vou fazer nada com você... Mais sei de podres do Henrique também. - se afastou um pouco.
- quais? - não falou. - agora você vai dizer! - me olhou.
- Henrique já te contou que transou com a minha irmã? - fragilizei o olhar.
- não.
- de 13 anos. - não falei nada. - ele não te conhecia provavelmente, por que ela é mais velha que você. - não falei nada ainda. - ele já tinha 22, ela 13... Seduziu ela, tem noção disso? Ela era virgem. - disse bravo. - e retribuiria na mesma moeda mas não faço isso. - senti medo. - mais você é... Uma criança, tem infantilismo... Não acha que ele já te comprou de algum jeito? Com carinho até você ceder ao s**o? A c****r ele? A... - empurrei ele e o livro caiu no chão mas meu lanche não por estar dentro um pote com divisórias.
- você não pode acusa-lo assim! - larguei o pote. - você tá mentindo! - segurou minhas mãos.
- e você é alguém que não deveria andar com ele. - estava me machucando.
Andamos pra trás.
- Daniel. - senti medo e fui encostada na parede.
Ele segurou o meu pescoço mas com leveza.
Sua boca estava próxima e eu com medo, mas ele só encarou a minha até contrair o maxilar.
- não posso negar que é gostosa.
- isso é um tipo de a***o. - riu.
- dizer é um a***o? - concordei e ele olhou pra minha boca outra vez.
Por um segundo...
- tá vendo? Te compro fácil, é fácil te comprar. - pensei. - se eu... - ele me virou tão rápido, estava de costas pra ele. - te seduzisse assim... - chegou perto. - tu deixaria por que é fácil te comprar. - ele estava tão perto...
Ouvi seu gemido em forma de sussuro e arregalei os olhos quando senti seu...
- para! - comecei a chorar e ele me soltou.
- tá vendo? Henrique deve fazer isso todos os dias contigo. - me virei.
- você abusou de mim, mesmo não tendo... Tirado a minha roupa e eu vou falar pro daddy. - peguei o livro no chão e o pote.
- conta, diz com detalhes e no final fala... Foi o troco pela minha irmã. - sai da sala, morrendo de medo.
Ele não me machucou, mas ele... Estava com vontade, não tem como fingir que está com vontade... Seu pipi estava duro.
Fui pro refeitório onde tinha pessoas, pessoas que podem me proteger eu acho.
- que demora. - me sentei ao lado de Becca.
- onde tava Maria? Por que tá chorando. - Pedrinho estava do seu outro lado e me olhou por trás de Becca.
Levei as mãos ao rosto e senti Pedro em dois segundos se sentando do meu lado.
- se você viu o kailan pelado no banheiro fingi que não viu, por que eu vi. - disse Karla mas não liguei.
- Maria... Sou eu. - me tocou e comecei a chorar automaticamente, abraçando Pedrinho logo depois.
Era o mais próximo do daddy e eu queria abraçar daddy... Mesmo estando com dúvidas em relação a ele realmente me comprar com história barata... E sobre a irmã de Daniel..
Mas isso é impossível, eu que atiço daddy, eu que... Sou eu!
- tá tudo bem. - disse ele.
- Mah oque foi? - Becca me deu carinho nas costas. - Cheli? CD?
- foi CD? - saiu do abraço e me olhou e tentei secar as lágrimas negando.
- não.. - ele me abraçou outra vez e assim ficamos.
Quando o sinal tocou eles quiseram m***r aula comigo e neguei, mas depois pensei que precisava disso.
- deita aqui. - estávamos no gramado, na sombra e sentei na perna do Pedrinho.
- não fica assim Mah. - Becca estava sentada um pouco a gente de mim me dando carinho nas pernas.
- pronto, peguei pra você. - Karla apareceu, com um...
- onde pegou isso? - me sentei e sorri.
- meu esconderijo secreto, mais tá quente. - era um Monster e abri.
Quente mesmo mas muito bom. Era o de manga, o azul.
Dividimos e voltei a deitar no colo do Pedro.
Ele tinha o mesmo toque que o daddy, os carinhos no rosto...
- vai dizer quem foi pra eu poder colocar fogo no quarto dessa pessoa? - disse Karla em frente ao Pedrinho e sorri, me sentando.
Pedro tirou meu cabelo do rosto e sorri.
- se um professor assediar uma aluna...
- ele pode ser processado e tu ganha milhões. - disse Karla bebendo o Monster. - por que?
- é, por que? Quem fez com quem? - perguntou Pedro.
- olha Maria, se você viu um professor com uma aluna e ela não estava gritando e tinha mais de 15 anos... É até normal, pra ganhar nota. - penso.
Melhor não falar.
- algum professor te assediou? - olhei pro Pedro e pensei.
Falar ou não falar?
Neguei.
- eu acho que vi coisas. - deitei novamente na perna do Pedro e fechei os olhos.
Não posso falar.
Vou me encrencar.
E isso vai gerar brigas.
Mas de uma única coisa eu sei... Ele nunca mais vai fazer isso, por que eu já matei um homem antes e mataria de novo.