207° capítulo

3439 Palavras
Maria Clara. Estava no meu quarto me arrumando com a roupa perfeita pro ano novo que eu trouxe. Foi muito cara e provavelmente eu só vou usar esse ano. Ou seja, hoje apenas. Penteando o cabelo não saía nada na escova, só um ou dois piolhos. Mas na internet estava escrito que piolho se reproduzem rápido. Vai ver na minha cabeça só tem piolho menino. Mas não aparecia e eles nem ficavam caindo, só faziam eu coçar certas partes do meu cabelo. Meu vestido estava tão lindo em mim... Eu me sentia muito gostosa igual no natal. - Maria. - me assustei. - tô no banheiro. - digo, percebendo o quanto minha cintura tava fina. Quando daddy chegou na porta eu nem percebi mas quando olhei ele estava me olhando. - credo daddy, que susto. - ri e ele veio até mim. - tá muito linda. - me virou pra ele e sorri. - muito linda dona Maria. - quando senti as mãos do daddy na minha cintura, todos os meus pensamentos mudaram. - daddy... - ele me puxou mais pra ele e fechei os olhos. - tá muito gostosa.. - refleti, com o rosto quase no seu pescoço. Quando daddy desceu suas mãos até minha b***a, delirei por sentir ele me prensar contra seu corpo e automaticamente senti seu pipi. - daddy, oque é um b*****e? - ele riu e me olhou. - bobinha. - me agarrou novamente mas dessa vez me beijando. Foi um beijo longo e calmo mas cheio de vontade e desejo. Naquele momento desejava daddy com todas as minhas forças. - aaah, meu Henri. - o beijei mais um pouco até sentir falta de ar e daddy riu. - tá, termina de se arrumar que eu vou tomar um banho. - me deu um selinho e um t**a na b***a e eu fui lá retocar meu batom novamente e arrumei a roupa que daddy amassou. Henrique. Saio do banho e Maria tava ali, falando sem parar e me deixando apaixonado pela sua voz. Me sequei e enrolei a toalha na cintura. - vamo amor. - ela parou na porta do banheiro mas pra arrumar o salto no pé, que continuava a deixando baixinha do meu lado. A visão que eu tinha era essa.  Fora seu salto que era igual o vestido. - daddy, eu amei esse salto. - se sentou na cama olhando pra ele. Era igualzinho ao vestido mesmo.  Coloquei um short jeans novo, uma blusa branca e tênis branco também. Estava bonito até. Passei perfume, desodorante e coloque os acessórios. Meu perfume se misturou com o da Maria. Ela estava linda. - daddy, tô morrendo de fome e esse cheiro de churrasco tá me matando. - ri, arrumando o cabelo e olhando pro espelho do guarda-roupa. - pode comer alguma coisa. - eba, tem chocolate aqui. - se levantou rápido da cama e foi até a mesinha onde tava os notebooks, tablets e agora algumas coisas de desenho e escola da Maria. Ela pegou uma caixinha de bis e abriu. - você quer daddy? - me virei ajeitando a blusa e concordei. - uhum. - ela me deu três e já fui abrindo. Fui na sacada e Álvaro e Caio já estavam lá na área da churrasqueira. - vou descendo tá? Hum? - dei carinho nela e ajeitei seu cabelo. - tá bom, mas quando vamos abrir o sorvetinho? - sorri. - ah meu amor, se desse eu deixava agora mas aí tu comendo todo mundo vai querer, né? - concordou com uma carinha. - é, e é f**o deixar só eu comer né? - concordei. - uhum, por que parece que a Maria é privilegiada... E pra mim é mas é f**o deixar só ela comer mesmo assim. - dei carinho nela. - tá bom... Vamos? - concordei. Quando descemos Maria foi pra um lado e eu fui pra churrasqueira com os meninos. Servi um copo de cerveja pra mim, mas depois daquela noite eu não quero mais beber e acabar "transando" com a Maria. Por que foi isso que ela disse que fizemos mas a deixei toda roxa e machucada e acho que não foi tão legal assim. Gosto de um s**o selvagem, de ter o controle, de fazer a mulher ser totalmente minha cobaia sexual... Mas Maria é toda pequena e delicada, é impossível querer machucar mesmo que de brincadeira ou por puro prazer. Não consigo. Esse meio tempo pensando também foi quando Matheus perguntou o motivo do olhar do Caio, que até então estava quieto. Caio me pediu desculpas primeiro de tudo e falei pra ele desabafar por que queria saber por que pediu desculpas pra mim, oque eu fiz? Ou melhor, oque ele fez? Porém... Dava vontade de rir mas não fiz isso por que vi o desespero de Caio. Caio disse que Letícia estava noiva... De novo. Falou que ela veio com esses papos depois de ter sumido do jantar e sinceramente? Ela nem fez falta na mesa, acho que minha mãe tirou sua cadeira e se sentou mais pro meio... Não tinha lugar vazio naquela mesa naquela noite. Caio disse que Endriw supostamente estava "mudado", por que Letícia o defendeu de pés juntos e disse quase chorando que ele tava arrependido de tudo. Aí entendi o pedido de desculpas, ele disse que estava muito preocupado com essa situação toda por que Endriw quase me matou e teria que o aceitar de volta por que ele tinha um filho e esse filho estava dentro de Letícia. Pra ele, que poderia facilmente e simplesmente por um ponto final nessa história, disse o quão é complicado e quanto sente medo de afastar sua única filha dele de novo. Isso já aconteceu quando ele se separou da mãe de Letícia... Eles brigavam muito e ela era muito má... Caio bateu nela em uma das brigas mas prestou toda a sua ajuda por que não queria ter feito isso... Letícia nunca mais falou com ele depois disso... Até por que ver o pai batendo na mãe não é legal. Então pra ele, não dava pra simplesmente deixar Letícia trancada dentro de um torre. A mãe dela tá morando com o namorado no Japão por enquanto e ele sente que ela pode ir pra lá a qualquer momento com o filho e aí ele não terá mais notícias. Então tudo que ele quer é entender e dar uma chance pra Letícia. Oque no meu ponto de vista não tá certo. Caso algo acontecer com Letícia, Caio nunca vai se perdoar. Maria Clara. Estava na cozinha ouvindo tia Cris conversar com Pri e rindo junto com elas. Pri já estava arrumada assim como tia Cris. Bia disse que não sentia que era um dia pra ficar perfeita e só colocou um vestido e fez uma maquiagem. Seu cabelo tava penteado e ela usava saltos mas tirou a pouco tempo. Já Malu estava muito linda e muito solta. Falava sem parar e comia muito também. Mas é bom, ela tá ganhando peso. Pri também elogiou muito meu vestido novo e eu lembrei que talvez daddy o tenha achado sexy. [...] - Maria? - me virei e era daddy, que entrou e fechou a porta. - eu já vou. - eu estava arrumando meu salto, com a b***a empinada e daddy me olhou toda. - já vamos lá na areia. - a areia atrás da nossa casa, onde tem uma linda praia. - amanhã podemos tomar banho lá? - concordou vindo até mim. - uhum. - me levantei e daddy colocou as mãos na minha cintura. - tá muito linda... Muito gostosa. - a última parte saiu mais baixo ainda e bem dentro do meu ouvido. Comecei a beijar daddy e não era pra isso ter acontecido... Ele me deitou na cama. - daddy... A... Praia. - digo interrompendo o beijo mas eu não queria. Sentia o pipi do daddy bem nítido. - só mais um pouquinho. - voltou a me beijar e assim ficamos, até eu subir em cima dele e continuar o beijando. Daddy dizia algumas coisas entre o beijo e me apertava. A porta foi aberta, meu vestido já tinha subido... - ah... Me desculpa, Cristina mandou eu subir... Não achei que estariam fazendo algo... Desculpa. - a porta se fechou e olhei séria pro daddy. - agora ela vai ficar entrando sem bater também? - daddy deu uma risadinha mas desci de cima dele brava. - mor.. - arrumei a roupa mas daddy me puxou pro meio das suas pernas, também não sentei no seu colo, estava brava. Quem abriu a porta? Não foi Pri, não foi Bia e nem Malu. Poderia ter sido meu pai! E eu não ficaria assim. - não foi de propósito, quando a minha mãe pediu pra alguém te chamar eu já tava subindo. - mesmo assim. - amor. - me puxou pra baixo. - mesmo assim daddy... Aff... Tava muito bom. - a última parte eu falei triste. - íamos t*****r rapidinho, seria a última f**a do ano. - daddy sorriu meu beijando. - não seja por isso. - me levantou e logo fez o mesmo, me puxando pro banheiro. - mas agora não quero. - digo brava mas vi o pipi do daddy marcar... Eu quero. Ele trancou a porta e o escurinho me deixou mais atiçada. Daddy levantou meu vestido e baixou sua roupa, ficando com a blusa ainda. Sentia seu ar quente no meu pescoço e ficava mais arrepiada ainda. Quando ele encostou, senti uma leve pressão. Eu já estava de costas debruçada na pia do banheiro... Daddy forçou mais. - hummmmmmmmmmm... - gemi fechando os olhos e daddy foi mais forte. Sentia aquilo entrar com tudo. A gente transou tanto, naquela posição apenas mas eu já tinha gozado e daddy ainda não. - daddy... - gemi. - aaaaah.. - ele tava indo rápido. - quero... c****r. - daddy parou aos poucos até eu sentir que tinha controle. Me ajoelhei sobre o tapete e peguei o p*u do daddy. Ele gemeu me olhando e jogou a cabeça pra trás por poucos segundos. Beijei a cabecinha do seu p*u e logo depois engoli tudinho. O som do seu pipi na minha boca me deixava louca. Bati p*****a, lambi, beijei, daddy segurou minha cabeça e forçou até eu engasgar e quando ele estava prestes a gozar eu coloquei a boca e ele quem bateu p*****a, segurando meu cabelo e gemendo. E eu? Esperando pra ganhar leitinho. Logo daddy gemeu mais alto e sem se preocupar e senti vários jatos de p***a voarem pra dentro da minha boca. Quando acabou eu engoli tudo e continuei mamando o daddy mais. - aaah... Isso foi... Muito gostoso daddy. - digo sem fôlego ainda segurando seu p*u mas ele pegou o mesmo, porém não deixei. - calma. - ele riu e tirou a mão. Levei a boca por uma última vez. - tchau pipi, até 2021. - o beijei e dei carinho, daddy riu. - bobinha. - me puxou pra cima e eu fiquei rindo. Enfim, nos arrumamos novamente e daddy me beijou por muito tempo até dizer que queria ficar pertinho de mim, então ele me esperou. Não quis lavar a boca, o gostinho da p***a do daddy é bom, mas ajeitei o cabelo e passei batom. Troquei de calcinha claro, tava toda melada. Aí descemos. Lá em baixo Letícia nos viu e saiu pra rua. - não pensem que eu não sei oque tavam fazendo, andem, e parem com esse fogo, pra tudo tem hora né. - tia Cris xingou mas estava brincando e a gente riu. - pega meu amor. - deu uma garrafa de champanhe pro daddy e duas taças pra mim. A gente foi pra rua. - quer tirar? - concordei, éramos os últimos. Daddy se referiu ao meu salto e se abaixou pra tirá-lo. - daddy. - hum? - suas mãos eram ágeis... Marcada por veias fortes... As tatuagens deixavam mais ainda gostoso. - aaah... - foi espontâneo. - desculpa. - ele riu subindo pra cima, após ter deixado meu salto no cantinho. - bobinha, eu nem tava fazendo nada. - me deu um beijo. - tava tirando meu salto com essas mãos fortes... - me beijou novamente e riu. - vai ter elas mais tarde, fica tranquila. - isso só piorou a minha situação mas eu obedeci andando com ele. Tava noite e tinha bastante iluminação, as casas vizinhas estavam com bastante gente e elas saíram também pra areia mas cada uma em frente a sua casa por conta da aglomeração e pela privacidade obviamente. Alguns fogos já estavam sendo estourados no céu e lá longe víamos um barco fazendo a mesma coisa. Dava pra ver uma ilha lá no horizonte e a areia fazia uma volta, não era reta por que eu olhava pro lado e via mais casas fazendo um retorno. Daddy estava abracadinho comigo e abriu o champanhe mas não estourou e dei graças a deus, por que eu tinha medo e também todos estavam na nossa frente, poderia ter estourado na cabeça de um hihi. Daddy serviu pra nós dois e sorri toda apaixonada. Também vi seu olhar feliz pra mim. Fizemos a contagem regressiva... Gritamos, nos abraçamos... Letícia me abraçou rápido e daddy mais rápido ainda, que bom. Cumprimentamos os vizinhos também e daddy e eu nos abraçamos mais uma vez. - daddy. - ele me olhou. - eu te amo. - sorriu e me deu um beijo. - eu também minha linda... Minha noiva. - me encheu de beijos e sorri toda animada. Tá, ficamos lá um tempo mas eu entrei por causa do vendo e daddy veio junto. Eu estava numa vontade que só mas deixei ele ficar me abraçando. Comi um pouco de queijo que Pri cortou em cubinhos e salaminho, que na verdade isso era do Matheus, daddy, Caio e meu pai, mas MEU daddy me deixou comer também. Rum, eu posso. - amor. - me virei, com o palito na mão que peguei o queijo e com a boca cheia dele. Daddy riu. - que fome toda é essa? - dei de ombros. - o churrasco já tá pronto. - quero.. pão.. de alho. - mastiguei e daddy ainda ria. - então vamo lá que eu te dou, só pra ti. - me apaixonei. Sabe, o anel no dedo do daddy ficava tão bonito. Nosso anel de noivado... Aaaaaah. Na churrasqueira daddy me deu pão de alho e bebi refrigerante, foi quando Pedrinho veio também e comeu junto comigo. - você já mandou mensagem pra Becca? - ele negou. - por que? - deu de ombros com a boca cheia. - ela disse que tava nessa viagem e tava chato... Eu não sei... Também é um fuso horário diferente, ela tá nos Estados Unidos na casa do irmão. - penso, lembrando de quando conheci Becca e ela me disse que tinha um irmão que namorava uma mulher que já tinha filhos e eles eram chatos. Bom, enquanto Pedrinho estava nessa vibe de "dar de ombros" e dizer "tanto faz", perguntei a ele se estava tudo bem e ele só disse que não era fã das festas por causa das regras e realmente, tia Cris disse "só vão tocar na comida depois da meia noite e quando todo mundo estiver a mesa". Por isso Pedrinho e eu fomos comer escondido e daddy deixou. [...] Henrique. Acordo cedo. Maria e eu brigamos ontem. Primeiro briga do ano. Não era pra ter acontecido e muito menos daquela forma mas não foi antes ou durante a festa de ano novo, foi depois. Nunca pensei que Maria faria isso. Ok, cá estava, bebendo e conversando com os meninos quando Letícia veio falar com Caio. Não prestei atenção por estar focado no assunto que Matheus falava e rindo e também por saber que era uma conversa particular entre os dois. Porém... O ódio, o p**a ódio. Letícia precisava ir na farmácia, não estava se sentindo bem e só lá tinha um teste rápido pro covid, no hospital demoraria. Eu estava bebendo mas não estava bêbado como Matheus ou Caio, que pareciam não estar dentro de si. Nisso fiquei preocupado sim, se ela tiver algo, pode passar pra alguém e me ofereci pra levá-la. Maria não ficou sabendo, eu nem sei onde ela tava. Mas pra não ficar estranho ou parecer algo estranho, convidei Pedro pra ir junto... Ele não quis e obriguei. Fomos na farmácia... Ela fez um teste pro covid... Mas na volta... "Henrique você pode me deixar num lugar". Aquilo foi... Não tenho nada haver com ela mas... Sei lá, fiquei preocupado, ela vai ver quem? O filho da p**a que disse que mudou? Na hora oque eu falei foi um não bem grande e fomos pra casa. Pedro ficava quieto no banco de trás e eu praguejando baixinho enquanto dirigia. Quando chegamos em casa mandei Pedro entrar e fiquei na rua conversando com Letícia. Só queria entender oque ela tinha na cabeça. "Eu o amo Henrique, você deve saber como é isso. Se Maria fosse presa por m***r alguém, tenho certeza que ficaria do lado dela mesmo assim". Não tinha oque responder além de refletir mas ao contrário de Endriw, Maria não sai espancando alguém... Ela é menina mas se fosse um menino não iria estuprar ninguém. Orientei Letícia por que senti no dever, sentia medo dela fazer m***a por causa de um b****a e ela me disse o quanto ele tá feliz por esse bebê... Oque não me desceu. Maaaas... A vida é dela mas ela não pode esquecer que tá dentro da minha casa, frequentando minha casa, fazendo parte da minha família... Ela tá colocando todo mundo em perigo, isso qualquer um sabe. Enfim, quando entramos Maria estava rindo na sala e quando viu a gente juntos se irritou e não falou mais comigo. Sabe, quando falei que brigamos foi sim pelo ciúmes que ela sentiu, porém mais tarde naquela noite Letícia levou um tombo e foi pro hospital onde tá até agora. Tudo que ela gritou foi "você tá maluca? Aaaah minha barriga". Maria a empurrou, Maria empurrou uma mulher grávida e mesmo ninguém tendo visto e não acreditando, consegui ouvir Maria dizer com ódio pra mim "ela mereceu por me irritar". Ela mereceu? Aí brigamos, não defendi ninguém, só xinguei Maria pela sua atitude. Porém, na defesa dela, quem falou "algo" que nunca aconteceu foi Beatriz, foi isso que Maria disse e Maria supostamente foi tirar satisfação, oque resultou em briga. Bom, posso até ter acordado cedo mas não dormi bem a noite toda. Maria dormiu feito pedra por que ouvi a respiração pesada. Assim... Isso nem pesou na cabeça dela. Me levanto por fim preocupado, não temos notícias de Letícia desde ontem e aparentemente Caio, ela e minha mãe estão lá ainda no hospital. Tomei um banho frio, lavei a cabeça e fiquei um bom tempo deixando a água gelada correr pelo meu corpo. Me decepcionei muito com Maria, as vezes ela perde o infantilismo, por que criança nenhuma faz e tem essas atitudes e ainda briga querendo estar certa. Maria realmente me decepcionou. Coloquei um short apenas e guardei todos os doces da Maria, como castigo, ela não vai comer. Desci e a deixei dormindo. Lá em baixo Pedro ainda estava dormindo e normalmente ele é o primeiro a acordar. O resto ainda tava lá em cima dormindo, com as excessões de mim, minha mãe, Caio e Letícia. Abri a porta de vidro dos fundos e fui um pouco pra rua. Me sentei em uma das espreguiçadeiras onde permaneci muito pensativo. Não é "Maria errou", ela errou mas a preocupação é "se caso algo aconteça com o filho de Letícia, a culpa será da Maria". Pense assim. Maria será culpada. De quantas coisas ela já foi culpada? Do próprio aborto, por que sabia que foi fazer mas isso é a minoria. Foi acusada de assassinato, de sequestro, outro assassinato, de brigas na escola... Ela não é assim e não é influenciada. Talvez Maria tenha puxado a mãe e o pai, até por que sua mãe não foi fácil na adolescência e Álvaro todo mundo sabe como era. Se eu não a por na linha, ela crescerá assim, mas se eu por serei julgado por que somos apenas namorados e não pai e filha ou seu responsável legal, tenho sua guarda e isso me faz sim responsável dela, mas não ao ponto de me fazer ter a bola toda pra punir ou machuca-lá. Jamais vou fazer isso, mas que Maria vai entender e aprender ela vai. Poderia ter feito Letícia ter entrado em trabalho de parto.
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