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1356 Palavras
Capítulo 79 Sampaio narrando Eu vou até o alto do morro e encaro tudo dali, a inauguração estava sendo um sucesso e Ester estava radiante de feliz. Mas as coisas não estão como que eu queria que tivesse e minha cabeça está me fodendo por inteiro. Eu desço e encontro Alana arrumando as suas coisas no espaço, tinha sido um sucesso e estaria ajudando muitas pessoas. Eu recebo uma mensagem no meu celular e quando abro a mensagem, era fotos do espaço de um núemro desconhecido, mas logo chega uma mensagem. ‘’ Muito lindo a festa da Ester. Estou gostando de ver como está usando ela.’’ Eu olho para todos os lados e aquilo me deixa nervoso o suficiente, eu pego a minha arma e atiro para cima, fazendo todo mundo se assustar. — O que está acontecendo? – Joca pergunta se aproximando — Sampaio – Ester fala – tem crianças. — Tem traidor aqui – eu falo – acabei de receber mensagens pelo número do seu tio com fotos daqui. Quero todos os telefones agora, peguem todos os telefones. — Como? – Ester pergunta — Eu dei uma ordem – eu falo para ela – eu quero todas as porras dos telefones e ninguém sai e ninguém entra do morro. — Anda, entreguem a p***a dos telefones – HT fala gritando — Eu quero todos, inclusive o seu Joca, Ester, HT, Sabrina – eles me encaram – eu quero de todos, é uma ordem. Joca assente com a cabeça porque ele sabe que assim os moradores iriam ver que era para todos, não só para eles. Tinha traidor aqui e eu iria descobrir quem é, Ester me encara de canto de olho, mas não fala nadsa enem mesmo Alana, até ela entrega o celular sem nem sequer reclamar. Depois de um tempo Joca entra com os telefones e começamos a busca colocando no nosso sistema cada celular e buscando pelo número, fotos ou qualquer coisa, até que descobrimos. — De quem é esse celular? – eu pergunto para ele. — É da Ester – Joca fala — As fotos saíram do telefone da Ester? – eu pergunto — Sim – ele fala e a gente se encara. — Que m***a é essa – eu falo – essa garota está nos enganando e nos usando o tempo todo? A gente se encara totalmente sem reação. Capítulo 80 Sampaio narrando — Eu tenho um acordo com essa garota! – eu falo batendo na mesa – porque ela fez isso? Porque ela fez essa m***a? — Eu não acredito que seja ela – Joca flaa — Saiu do celular dela. — Tem milhões de pessoas naquele lugar e duvido que ela tivesse com o celular nas mãos. – Joca fala me encarando — Eu vou falar com ela. — Não – Joca fala – se você for lá nervoso dessa forma, Esteré uma bomba explosiva, ela é esperta, inteligente pra c*****o e se não for ela, a gente perde uma grande aliada. — E se ela for a m***a da traidora? – eu pergunto – e se ela tiver nos enganando? — Ai precisamos estar perto para descobrir – ele fala me encarando – vamos acalmar os ânimos e age com inteligência como sempre agiu. Eu dou um soco na mesa e passo a mão pela cabeça. — Podemos puxar as câmeras de segurança – eu falo e Joca assente com a cabeça. – vamos descobrir se alguém mexeu no celular dela ou quem estava tirando fotos. — Vou providenciar isso. Ele sai da boca e eu pego o celular dela olhando ele por inteiro, principalmente as conversas antigas e vejo que tinha muita mensagem com o tal de Marcos antes dela vir para o morro, mensagens com muita i********e trocada entre eles e também tinha umas anotações muito estranha dela ali. Eu fico lendo cada uma delas tentando desvendar o que ela estava escrevendo ali, era como se tivesse pedindo socorro a alguém e não acho que seja por causa do irmão dela. Eu saio da boca e encontro ela no espaço limpando, ela leva um susto quando me ver e a gente se encara. — O que você está fazendo? – Ela pergunta me encarando – veio dar outro chilique. — Vim conversar com você de perto – ela me encara — Fale – ela fala com a vassoura na mão – o que você quer conversar comigo? — Achei que a gente tinha um acordo, tinha fechado um – eu falo e ela me encara estreitando os olhos – mas estou vendo que você não cumpre o que você fala. — O que você disse? — Estou dizendo que você não tem palavra Ester – eu falo olhando para ela – e você está achando que eu sou o****o. Capítulo 81 Ester narrando Eu olho para Sampaio tentando entender a situação, ele me encara estreitando os olhos e eu não gosto nada disso, eu já disse eu posso ser p**a, posso ser o que eu quiser, mas jamais serei talarica e muito menos x9. — Espera – eu falo olhando para ele – está querendo dizer alguma coisa Sampaio? — Isso é você qe tem que me dizer. — Você está ficando maluco – eu falo – eu acho que a Alana está passando para você tudo e você está ficando louco ou está fumando tanto a ponto de ver gnomos. — Estou falando sério com você – ele levanta a voz e fala firme – eu já sei de quem saiu as fotos e foi do seu telefone. — Do que? – eu pergunto para ele — Como que saiu da p***a do meu telefone se eu não tirei foto nenhuma – eu falo para ele. — Saiu do seu, eu peguei as fotos no seu telefone. — Me desculpa Sampaio, além de maluco, drogado você está ficando doente mental e cego – eu falo — Você me respeita porque eu sou o dono do morro e você aqui é um pagamento de divida – ele fala — Eu sou o que? — Você é a m***a de um pagamento de dívida – ele fala – que joca nunca deveria ter aceitado e se você ainda estar aqui com toda essa liberdade é porque eu deixo, mas a partir de agora as coisas vão mudar e você vai tomar o seu posto aqui dentro. — E qual é meu posto aqui dentro? – eu pergunto para ele. — De ser o pagamento de uma dívida aguardando o acerto dela – ele fala – e no caso disso, você tem que obedecer as minhas ordens. Eu olho para ele e estreito os meus olhos, eu tinha ficado numa raiva de Sampaio que minhas mãos começaram a tremer de raiva, então eu pego o cabo de vassoura. — Sabe quando eu vou abaixar a cabeça para você seu traficante de m***a – eu olho para ele e ele me encara – Nunca. — Tem certeza? – ele pega a arma e eu olho para ele. — A sua arma não é palho para o meu cabo de vassoura – eu dou o cabo de vassoura nele e começo a bater – eu posso ser p**a, posso ser tudo – ele tenta segurar o cabo mas tiro força da p**a que pariu e bato nele e taco ele para fora do espaço – mas talarica e x9 nunca – eu dava o cabo de vassoura nele. — Para com isso agora, é uma ordem. — Você vai mandar nos seus vapores, na sua mulher, na p**a que pariu, mas não em mim – eu grito e ele sai para fora e eu saio batendo nele um monte, mas ele segura a vassoura – mas x9 e nem talarica eu sou. Seu traficante Nutella, amofadinha, seu b***a. Retardado. — Você vai se arrepender por isso – ele fala. — Vem me encher a p***a da minha paciência, que quem vai te m***r sou eu – eu puxo o cabo de vassoura e entro para dentro do espaço fechando a porta. Eu jogo o cabo de vassoura longe.
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