Aquecido pelo “amor” mesmo em meio as palavras de baixo calão dela, Nikolas lambeu a mordida do pescoço dela, a curando e passando a língua na veia jugular com um sorriso com os gemidos roucos e musicais dela de “me come, me fode e mete” quebrando o silêncio da madrugada entre a escuridão da linda mansão e das paredes com armários da cozinha que os cercava.
Os olhos dele encontraram os verdes dela, enquanto enfiava e estocava nela alucinado.
Apesar de bem apertada, não era mais virgem. Isso o irritou muito. Quem foi o primeiro ou a primeira dela? Só sabia que logo ele ou ela, fosse quem fosse, não estaria mais respirando no mundo.
A puxou pelo cabelo, aumentando os movimentos de seu p*u num vaivém frenético enquanto mamava os s***s dela e a garota se contorcia como se possuída por um d***o.
— Me fode… hm .. você é tão gostoso, Nikolas.
— Você é minha v***a particular agora. Só eu te como assim.
— Sim.— Respondeu ela perdendo a vergonha.
Raven só parou de meter, quando o interior dela se contraiu ao redor do m****o dele e ela esguichou sulcos de prazer, já ele, enterrou seu sêmen morto nela numa última estocada depois de se segurar por cincos tortuosos minutos.
A melou de sêmen mesmo que inútil para procriação entre as pernas.
Se beijaram de língua ofegantes e aliviados, ainda sensíveis. Acariciaram trêmulos os rostos lindos um do outro e ele analisou convencido seu esperma infértil na i********e pequena e rosada dela como um trabalho de arte. Sim, ela era sua.
— Eu esqueci de perguntar se você era virgem antes de começar a te f***r. Desculpa. — Pediu Niko doce, angélico, todavia, na verdade, sondaria com aquela fala mansa, com quem ela perdeu a virgindade para ele matar o maldito ou maldita.
Dalilah gelou de repente. Ele notou o medo na expressão dela.
— Não, eu não era virgem. Acho que é óbvio. — Constatou ela triste. — Mas eu gostaria que essa tivesse sido minha primeira vez com um homem.
— O que há com essa expressão no seu rosto? — Sondou ele amoroso, acariciando a bochecha dela, mas manipulador para descobrir quem foi o primeiro ou a primeira dela
— É só que faz tempo que não faço com um homem. — Sussurrou ela, transtornada. Engoliu em seco, se abraçando, defensiva de repente e escondendo os s***s dele como se enojada. Ela arranhou o próprio pulso se lembrando de Caleb. — Não achei que seria tão bom assim t*****r com você porque minha primeira experiência com um homem foi horrível.
— Prefere mulheres? — Sondou Niko, a abraçando e a beijando de língua.
— Não é que eu prefira, só as acho mais bonitas com frequência, mas…gosto dos dois da mesma forma, eu acho. Só que tinha um homem antes de você, ele me destruiu. Você me perguntou se eu era lésbica… bem, acho que sou alguma coisa que gosta muito de mulheres e poucas vezes homens.
Niko ficou surpreso. Ele também era assim. As vezes também tinha apetite por homens. f***r ou ser fodido, dependia do humor dele. Contudo, depois que se é imortal, é tão mais fácil se desprender a questão de gênero. O tédio te faz experimentar todo tipo de coisa.
Dalilah continuou com a voz triste e sondando a expressão dele:
— Infelizmente meu ex, que tirou minha virgindade, não era um homem que me atraia como você me atrai e nem alguém com quem eu queria f********o. Mas na época, eu queria que Deus me amasse e pensava que gostar de meninas era errado. Achei que namorar o Caleb, ia ajudar no meu desvio porque até aquele momento só tinha sentido desejo por meninas.
Nikolas beijou o pescoço dela e o lambeu adulador para a fazer confiar nele. Dalilah estremeceu inteira e passou os braços pelo pescoço dele, manhosa.
Ela era tão sensível e frágil. Todo toque dele a arrepiava e excitava rápido. Ao contrário de Miranda, que era quente pelo poder espiritual, mas frívola e inalcançável no sexo, sempre o menosprezando e o fazendo adulá-la.
Acariciou o rosto de Dalilah, com o coração morto dele, sondando a expressão linda dela, parecendo ganhar vida. Definitivamente, ela era uma pessoa boa.
— Por que você parece com medo quando fala em homens… — Nikolas insistiu para saber quem tinha que matar.
Porque a pessoa que tirou a virgindade dela ia morrer. Isso já estava escrito.
— Meu primeiro namorado era o filho do pastor da nossa igreja batista em Nashville. — Começou a contar e a voz dela embargou. — Eu tinha meros dezesseis anos, mesmo assim, ele pedia uma prova de amor. Bem, eu tentei f********o com ele, porém, não consegui ir em frente porque eu estava muito apaixonada por uma garota e, mesmo assim, ele se forçou em mim usando do meu medo que Deus me odiasse por me sentir estranha sobre garotas. — Relatou ela com lágrimas nos olhos.
O ódio de Niko que antes era só posse se tornou horror junto.
Ela prosseguiu com a voz embargada:
— Acabou que eu fiquei grávida aos dezesseis anos e daquela única vez. Mas não consegui ter o bebê porque sabia que odiaria meu filho. Sou um monstro muito c***l, às vezes fico egoísta quando estou na defensiva, sempre que o olhasse e lembrasse do pai dele se forçando em mim, eu o rejeitaria e mesmo que fosse adotado por outra família, eu saberia que deixei a semente de um estupro viver e isso me faria me odiar e querer ou me matar ou matar a criança… então, eu fiz um aborto e matei um inocente, em prol da minha sanidade, mas sem deixar nem ele respirar nesse mundo.
— Dalilah, eu não sei nem o que dizer além de que a culpa não foi sua.
Grossas lágrimas rolaram pelos olhos dela. Ela se apoiou no peito de Niko, a testa contra a pele gelada do peitoral dele.
Ela continuou, como se ainda profundamente ferida:
— Acho que Deus me abandonou completamente depois disso, mas eu me senti aliviada. Meus pais me expulsaram quando souberam do bebê que assassinei e minha avó foi a única que me ajudou, me deu o carro dela, algum dinheiro e o violão de minha ancestral que foi benzido e me disse para seguir meu sonho, longe daquela cidade de mentes pequenas que nunca entenderiam que eu era só uma criança e sempre dariam razão ao filho do pastor dizendo que eu o enfeiticei e seduzi porque minha avó é uma benzedeira, um lance de família, da parte da minha mãe.