Desejos noturnos

1377 Palavras
Dalilah deu um sorriso repleto de amargura, um rancor fervilhando em sua alma, remoendo que homens eram todos iguais. Mas, no fim, apenas o estudou. Que vida fodida a sua. Quando tinha um pouco de sorte, no fim tinha que se prostituir, mas o preço dela só mudou: Fama, dinheiro e poder. — Certo. Faça o que quiser. Você é bonito e não é de se jogar fora. Uma oportunidade dessas não aparecerá de novo. — Respondeu ela, num suspiro, tentando manter a cabeça erguida, humilhada, contudo, com resignação, parada na frente dele. Um 1,55 de altura dela contra o 1,90 dele.— Se você vai me tratar como uma prostituta, eu ajo como uma… mas pelo menos me pague bem. Em resposta Nikolas a beijou, selando os lábios nos dela, a calando. — Vou fazer o mundo ficar aos seus pés… é um bom pagamento para aquecer meu frio esta noite, linda? — Sondou Nikolas, usando nela o encanto do vampiro. — Sim. — Respondeu ela, hipnotizada, estudando a boca sensual dele. Depois do selar dos lábios se conhecendo, ele a abraçou controlando a própria força. Os corpos inteiramentes ligados. Então, envolvida completamente, foi a língua dela encontrou a dele com incômoda experiência e maciez. Dalilah sabia usar bem a língua pelas suas experiências lésbicas e simplesmente desbravava a boca dele sem pudor algum, fazendo Nikolas ofegar. O beijo molhado e cheio de saliva, as línguas, se acariciando, fez o m****o dele latejar, mesmo que sem sangue não pudesse reagir à altura da provocação ainda. Uma leve cócegas carnal. Nikolas puxou o cabelo dela, com um som sofrêgo, correspondendo o beijo, excitante, nojento e devorador, apreciando viciado a textura da boca quente e úmida da menina e as suas línguas acariciando uma à outra sem timidez. Nikolas ofegou sedento para t*****r com a bruxa e beber dela, envergonhado que só um beijo ela já o estimulou mesmo que mais mentalmente que fisicamente. Ele a pegou pela cintura para ajudar nas diferenças exorbitantes de altura, a sentou na bancada, sentiu a mão audaciosa dela em sua calça, mas seu m****o ainda estava morto, porque precisava beber sangue primeiro. — Você não gosta de mim? — Perguntou ela, porque ele não endurecia lá embaixo. Niko ficou envergonhado. Contudo, tomou uma atitude. Na bancada, rasgou a camisa do pijama fofo dela, estourando os botões da frente, a mantendo com a peça, mas com os s***s expostos. Beijou os s***s médios dela e tocou a pele dela na cintura lisa e bonita, sentindo o gelo que era se aquecer como se Dalilha fosse a lareira perfeita dos imortais. — Hm…— A voz rouca dela ecoou com esse som lindo. Mordeu o pescoço dela sem cerimonias, cravando as presas com força e a escutou gemer pela dor e de prazer que a mordida dava aos humanos. Ela não o afastou, achou engraçado ele levar aquele lance de vampirismo a sério. Já Nikolas se perguntou se ela era masoquista. Tentou entendê-la. Aonde estava o senso humano de autopreservação? Por que no inferno, ela não o impediu na mordida? Ela era louca? Bebeu o sangue da mordida incrédulo que ela se manteve quieta. Dalilah considerou a mordida dele, só um fetiche quente e ela gostava de sentir dor. Considerou anormal, mas relevou por se dar conta de talvez Nikolas achava ser mesmo um vampiro. Cada um com sua loucura. Ela acendia vela para pedir ajuda a seres que nem via. Tudo bem, uma mordida. Astros do rock sempre tinham fetiches esquisitos pelo que ela ouviu falar e se o dele era achar ser um vampiro… podia dar sangue para ele. Só que a menina finalmente sentiu Nikolas endurecendo com as carícias dela no seu m****o, enquanto sua mão antes tentava, mas agora, notando o estímulo surgir depois dele beber sangue, mesmo estranhando o fetiche insano dele, ia o masturbando e tendo a cabeça do p*u dele vermelha e apontando para aquele lugar úmido dela. Niko tocou os m*****s dela com os lábios gelados e a jovem soltou um som manhoso quando ele os mordeu e estapeou c***l, então beliscou o mamilo vermelho esquerdo. Nikolas a deitou com o pescoço sangrando na bancada da cozinha. O sangue sublime dela alcançava sua alma gélida e a aquecia. Era mágico e poderoso como os meros toques dela o faziam sentir vivo mesmo sem o preço de sangue e da morte, mesmo que seu falo não pudesse endurecer antes pela falta de sangue, mas agora já havia bebido dela e sua ereção dóia. O néctar doce do sangue mágico. Agora podia mostrar o quanto a desejava. Levou os dedos para cima da calça dela, bem no meio do ponto entre as pernas e a masturbou por minutos, mesmo por cima do tecido da calça rosa do pijama inocente, a assistindo se contorcer e gemer. A assistiu abrir as pernas, querendo mais e mais, toda lasciva, foi quando roçou seu m****o agora endurecido nela, enquanto sentia a umidade denunciar que ela estava ficando molhada. Ela se sentou de novo, alerta, o abraçando, esfregando os s***s com m*****s vermelhos inchados no peitoral dele e cercando a cintura dele com as pernas querendo mais atrito do p*u dele em sua b****a. — Me fode logo, Nikolas. Ahn… por favor….— Exigiu e beijou o peitoral dele. — Quer mesmo t*****r comigo… — Você sabe que estou toda molhada já. Só me come de uma vez. Ela disse mandona, com os olhos nos dele, lambendo os lábios dele, perdida na sedução dele e em pura luxúria que antes só sentia na transa com mulheres.. Para Niko, analisando a expressão luxuriosa, percebeu que Miranda era só uma sombra mimada perto daquela jovem. Miranda era alguém que tinha que adular e adular, mas aquela menina dizia logo o que queria. Nikolas tirou a camisa, mostrando o corpo pálido e esguio com músculos. Acabou sentindo as unhas dela na sua carne e ela o abraçando colando seus corpos, Nikolas sorriu surpreso pelo desejo. Dalilah audaciosa lambeu e chupou os m*****s bonitos dele como fazia quando transava com meninas, os deixando vermelhos e inchados. Niko estremeceu inteiro por ser sensível ali por também vez ou outra f***r e ser fodido por homens. Ela desfez o botão e o zíper da calça e desceu a cueca dele, sem timidez. Sua extensão boa, de 20 cm, levemente torta.Seu m****o ereto pelo sangue dela pulsando nele. Dalilah lambeu os lábios, excitada, ao imaginar ele dentro de si e passou a língua na cabeçinha do m****o. Tocou o rosto dele. Ela mesma desceu a calça dela e a calcinha rosada de algodão que era um mico, mas ela estava tão excitada que esqueceu de seus trajes vergonhosos. Abriu as pernas para ele, o convidando. Nikolas incrédulo que tinha de novo o amor supremo da sua vida, se bem que ela não era Miranda, a penetrou na bancada da cozinha, segurando as coxas dela, as apertando e soltou um som de alívio e um urro quando o calor dela o preencheu alcançando e destruindo por minutos mágicos a frieza ao qual foi amaldiçoado quando a i********e pequena acolheu seu pênis, num encaixe. Ele meteu mais se lambuzando com o líquido dela. Ele estava mesmo que por minutos vivo de novo. Se abraçaram, com ela o aquecendo e ele a passando proteção com sua posse doentia por ela. — Dalilah… — Gemeu o nome dela sedutor para provocar a ancestral dela. — Dalilah… Dalilah… — A provocação para Miranda de dizer o nome da protegida, se tornou uma súplica quando sentiu o corpo esquentar com a contração da i********e dela. — Hm.. Nikolas. Isso… fode…hm…ahmmm… isso…. Mete… mete… me come! — Hm… gosta de ser fodida por mim, amor? — Só escapou dele o que dizia para Miranda. Miranda, quando ele perguntava, apenas ria da cara dele c***l e o mandava saciá-la. mas a resposta de Dalilah, o desnorteou: — Sim… hm, amor… mete! Mete mais fundo. Hm .isso... isso... Hm ... Vou gozar... hm ... Ahn...mete! Você me fode tão bem ... hm .. ahn ... — Pediu ela puxando o cabelo dele e enfiando a língua na boca dele, gemendo rouca e alucinada. Choramingando como uma p**a. Niko perdeu a sanidade e meteu num vaivém alucinado e violento.
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