Meu nome é Nádia, e meu casamento com o Ricardo sempre foi bom, sólido, mas a gente nunca escondeu que o desëjo gosta de novos ares. Meu marido, resolveu chamar a Sofia pra tomar uma cerveja. Sofia é aquela amiga dele de trabalho, aquele tipo de mulher que você olha e já sabe que tem história. Cabelo preto curtíssimo, uns olhos verdes que vêem tudo, e uma boca… Nossa, uma boca que parecia feita pra prometer coisas süjas.
A gente bebeu, riu alto, a conversa foi ficando mais solta, mais picänte. O Ricardo começou a falar de fetiches, do nada. Sofia olhava pra ele, depois pra mim, com um sorrisinho de canto de lábio.
— Sempre tive curiosidade de saber como é focar com outra mulher — disse, tomando um gole de cerveja. — Mas não qualquer mulher.
Sofia não desviou o olhar de mim.
— E você, Nádia? — a voz dela era um pouco rouca. — Já pensou nisso?
Eu sentia o calor subindo, não só do álcool. Meus sëios estavam pesados, a ponta dos mämilos düra, esfregando contra o tecido fino do meu vestido.
— Já — saquei, mais direta do que imaginei que seria. — Mas nunca passou do pensamento.
— E se a oportunidade aparecesse? — ela insistiu, inclinando-se para frente.
Foi quando o Ricardo se mexeu. Num movimento fluido, ele puxou Sofia pelo queixo e a beijou. Foi um beijo molhado, profundo, com língua. E a mão dele, grande e quente, apertou minha coxa com força, pregando-me no sofá. Eu só conseguia olhar. Até que Sofia se desprendeu do beijo e se virou pra mim, aqueles olhos verdes incendiados. Deslizou do sofá e se ajoelhou no chão, entre as minhas pernas. Suas mãos subiram minhas coxas, afastando o vestido.
— Que linda — murmurou, vendo a calcinha de renda preta já encharcada. Ela não tirou. Apenas baixou a cabeça e começou a lamber o tecido molhado, com uma pressão firme, direta no meu clitórïs.
Um gëmido escapou da minha boca.
— Nossa… assim… — gëmi, sem conseguir formar frases.
Olhei pro Ricardo. Ele estava sentado na poltrona, o paü já pra fora das calças, düro e imponente. Ele se mastürbava devagar, os olhos fixos em nós.
— Continua, Sofia — ordenou, a voz grossa.
Sofia obedeceu. Tirou minha calcinha com os dentes e mergulhou a cara em mim. A língua dela era uma coisa viva, insistente. Ela chupava, sugava, explorava.
— Isso, sua püta — ouvi Ricardo dizer. — Enche a büceta dela de língua.
A onda de präzer foi tão forte que eu joguei a cabeça pra trás. Foi quando senti a pressão de um dedo no meu cü. Ela circulou a entrada, pegando meus fluidos.
— Pode… pode enfiar — ofeguei, já fora de mim.
O dedo dela entrava e saía em um ritmo que acompanhava as lambidas rítmicas lá na frente. O Ricardo assistia de pé, se mastürbando, os olhos fixos na cena, até que Sofia parou, me olhou com o rosto todo brilhando de suor e desejo, e deu espaço para ele.
— Agora é sua vez, Ric — ela disse, ofegante.
Ricardo não precisou ser convidado duas vezes. Levantou-se. Sofia se virou, ainda de joelhos, e o recebeu de quatro, na minha frente. Ele entrou nela com um só empurrão, fazendo os dois gemerem em uníssono.
— Caralhø, como essa büceta é apertada — murmurou, segurando os quadris dela.
E Sofia, aquela fera, voltou a atenção pra mim. Enquanto era cømida por trás, com o ritmo que fazia o corpo dela balançar, ela se inclinou e levou a boca ao meu sëio.
— Chüpa esses p****s, Sofia. Enquanto eu como essa büceta gostosa. — Ricardo ordenava, mëtendo com førça.
Ela obedeceu, chüpando meus mämilos com a mesma intensidade devoradora.
O ritmo do Ricardo aumentou. Ele estava possuído pela imagem de nós duas ali, conectadas por ele.
— Vou gøzar! — o Ricardo sussurrou, a voz saindo do fundo do peito.
— Vai, meu amor, enche ela de porrä! — respondi, intensificando a mordida no mämilo dela.
Ela entrou em colapso primeiro. O orgäsmo foi ruidoso, as pernas dela falhando enquanto o Ricardo a segurava para dar as últimas estocadas. Ele gøzou logo em seguida, fundo, um espasmo longo que o fez travar contra as costas dela. Eu continuei ali, lambendo o suor do colo dela, sentindo o calor que emanava daquele trio.