Bem, aqui vai. O dia que eu temia e levou apenas 24 horas. Estou de vestido e estamos na porta, esperando mamãe e papai.
— Você está linda, Kyla. - Mason sussurra.
— Obrigado. Você está bonita. - digo.
Meu pai desce e nós três nos levantamos, reconhecendo sua presença. Fique em pé quando eu entrar na sala. Isso se chama respeito. É o que ele diria. Quando ele está na minha frente, ele zomba.
— Pelo menos ele vai achar você atraente. Talvez. - diz.
— Você está maravilhosa, querida. - minha mãe comenta.
— Obrigado mãe. - digo, inclinando minha cabeça.
— Vamos. Apresse-se, não temos a noite - papai nos apressa.
Um carro e uma limusine param e eu fico de pé, confusa.
— Para que é isso? - pergunto, gesticulando para o carro.
— Você vai pegar um carro. Eu, sua mãe e seus irmãos vamos ficar com a limusine. - meu pai diz, maliciosamente.
—Querida, ela deveria ter um-
"Eu conheço Davina. O problema é que ela não merece uma limusine. Entre, não tenho tempo para esperar. - ele diz.
Sem questioná-lo, entro no carro e os meninos me ajudam a colocar meu vestido, então Jaxon e Mason deixam um beijo na minha mão antes de piscar para mim, me fazendo sorrir.
— Vejo você na festa. - diz Jaxon.
— Vê você. - digo enquanto eles fecham a porta.
Quando chegamos, Jaxon me acompanha na noite fria. A brisa bate na minha pele, me fazendo estremecer. Meu pai olha para mim e em vez de me dar uma jaqueta, ele diz:
— Você vai parar com esse tremor? Você não trouxe uma jaqueta? - ele diz severamente.
— Você me disse para não usar um quando eu estava me vestindo, pai. - o lembro.
— E agora você está mentindo. Não me lembro. - disse.
— Só porque você não consegue se lembrar, não significa que você não disse isso, pai. - digo, ainda tentando ser respeitosa.
— Cuidado com sua maldita boca, criança! - ele diz, me fazendo ficar quieta.
— Sim, Pai. - eu digo, levemente inclinando minha cabeça tentando não deixá-lo mais irritado.
Entramos e está mais frio lá dentro do que lá fora. Eu continuo a tremer e me inclino contra Jaxon, buscando calor.
— Você está bem? Você está tremendo. - questiona.
— Sim. Só um pouco frio. - falo.
— Se papai não fosse tão i****a, eu te daria o meu. - ele diz, abaixando a voz para onde só eu posso ouvir.
Chegamos ao salão de baile e encontramos um lugar para ficar. Estou com um pouco de sede, então vou até meu pai e ele está falando, então espero até que ele termine de falar.
— O que foi, Kyla? Pare de me incomodar. - ele diz baixinho.
— Desculpe, pai. Eu queria saber se eu poderia ir até a tigela de ponche para tomar uma bebida? - pergunto.
— Eu não me importo. Apenas fique longe de mim. - ele diz, me enxotando.
— Obrigado pai. - eu digo, me curvando antes de ir embora.
Quando chego à tigela de ponche, pego uma bebida e, quando me viro, esbarro em algo duro.
— Cuidado.- esse cara misterioso diz com uma pitada de latim em seu sotaque.
Quando ele se vira, eu congelo. Ele é o homem mais lindo que eu já vi. Ele tem cabelos castanhos desgrenhados, olhos azuis e essas mãos grandes com anéis em quase todos os dedos.
— Você vai parar de olhar e se desculpar? Você quase me fez desperdiçar isso em todos os lugares. - ele diz, sua raiva aumentando.
— E-eu sinto muito. Eu não queria. - digo.
Ele me olha de cima a baixo e vira o nariz para mim.
Eu deslizo e me junto ao lado de Jaxon novamente. De repente, meu pai se aproxima de mim e dois homens que estão na nossa frente.
— Sr. Reed, é um prazer vê-lo mais uma vez. - papai diz.
Olho para cima e lá está ele de novo. O cara com quem esbarrei há dois segundos. Ele me olha de cima a baixo enquanto meu pai fala com ele.
— Esta é a mulher com quem estou comprometido? - pergunta Dixon.
Posso ver o medo do pai enquanto ele fala com Dixon. Isso é divertido.
— Sim senhor. - papai diz.
Ele divaga enquanto Dixon me analisa da cabeça aos pés.
— Qual é o nome dela? - ele pergunta, cortando meu pai.
— Ah sim, minha filha, Kyla. Kyla -
— Agostinho. - ele termina.
Enquanto ele me olha de cima a baixo, seus olhos encontram os meus e de repente, ele me agarra.
— Ela vem comigo. - ele diz.
— Jaxon… - eu digo, olhando para trás e estendendo a mão para ele enquanto ele me força a ir com ele.
— Eu te amo Kyla. - ele me diz enquanto eu olho na minha frente, querendo desesperadamente voltar.
Ele abre minha porta e me deixa entrar, então coloca meu vestido no carro antes de ir para o banco do motorista e arrancar. Eu bato o pé nervosamente, mexendo com as mãos enquanto olho pela janela.
— Você poderia parar com isso? - ele pergunta, claramente parecendo irritado.
Eu pulo com o estrondo repentino de sua voz profunda.
— Eu sinto Muito. - digo, olhando para minhas mãos. Então é silencioso.
Até que seu telefone toca com uma chamada.
LIGAÇÃO ON (Somente as falas dele).
— Olá?
— Eu acabei de buscá-la, mamãe.
—Sim, sim, você poderá vê-la.
— Se ela quiser.
—Ok. Sim, te amo.
LIGAÇÃO OFF
Ele desliga o telefone e o coloca de volta no bolso enquanto termina o caminho para sua casa. Quando chegamos lá, olho para o que parece ser um palácio, luzes iluminam a casa branca à minha frente. Sou recebida por uma mulher quase da minha altura, e ela me abraça com força.
— Olá querida. Você é linda. - ela diz.
— Obrigado, você também é.- digo.
— Tudo bem vamos. - Dixon estala quando ele entra na casa, me dizendo para me apressar e entrar.
Corro atrás dele e quando entramos, uma empregada se aproxima de Dixon e ele passa por ela e grita.
— Leve-a para o quarto dela.
— Imediatamente, senhor. Por aqui, Sra. Reed. - a empregada diz timidamente.
— Oh não, é Augustine. - corrijo.
— O Sr. Reed ordenou que a chamemos pelo sobrenome, senhora. - ela diz.
Ela me leva para um quarto escuro, mas confortável, e eu olho em volta, hipnotizada. Há pijamas estendidos na cama e uma toalha e uma toalhinha para eu usar.
— Este será o seu quarto Sra. Reed. O Sr. Reed ordenou que você tome banho e se junte à família no andar de baixo para o jantar. - ela diz.
— Ok. Quanto tempo eu tenho para tomar banho? - pergunto.
— O tempo que precisar.
E com isso eu dou a ela um sorriso, deixando-a saber que ela pode sair, e então eu fico sozinha com meus pensamentos. Eu acho ela bem legal. Tomo banho, saio e me visto, então desço as escadas e sou levada para a sala de jantar, onde todos os olhos estão colados em mim.
— Demorou, o suficiente. - Dixon reclama enquanto ele entra na sala de jantar. — p***a. - ele amaldiçoa.
O jantar é servido e eu começo a comer de cabeça baixa. Sua mãe é a primeira a falar.
— Como está o jantar? Eu pensei em tentar algo diferente. - fala.
— É adorável, Sra. Reed. - digo, sendo educada.
Eu ouço uma risada que soa muito como a do meu pai. Olho para cima e o pai de Dixon ri enquanto come.
— Garota não sabe segurar a língua. Você não sabe que você não fala até que falem com você? - ele diz.
— Sinto muito Sr. Reed. - digo, inclinando minha cabeça.
— Ela é extremamente respeitosa, porém, eu vou ter que mudar isso. - ele diz, começando a comer sua comida.