Capítulo 31

393 Palavras

Lucas narrando A sirene do turno final ecoou pelo pátio, mas o som era apenas um murmúrio distante na minha cabeça. O cheiro de café frio e borracha queimada no carro de patrulha me trazia de volta à realidade, mas minha mente estava em outro lugar. A cada curva na estrada de volta para casa, a imagem dela vinha à tona, mais forte, mais viva. Isabela. Aquele momento na sala de revista se repetia na minha mente como um filme em loop. O baque surdo da porta se fechando, o silêncio tenso, e então a visão dela, nua. Linda. Me perdi nos detalhes que nem deveria ter notado. A pele clara e macia, os s***s pequenos e firmes, a curva delicada da sua cintura. Ela era a imagem da vulnerabilidade e, ao mesmo tempo, da beleza mais pura que eu já tinha visto. A lembrança do nosso beijo me fez apertar

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