Jullian Navarro
Quando eu me enterrei dentro da b****a molhada daquela morena gostosa pela segunda vez, tive certeza que a queria como minha submissa. Ela não me questionou em nenhum momento, quando mostrei o quarto para ela. Donna ficava a todo momento pedindo para enfiar o mais fundo possível, mesmo eu sendo enorme e ela apertada demais. Não tinha medo do perigo, isso se conseguia ver em seus olhos.
Estava quase gozando na sua b****a gostosa, quando a senti se contorcer no meu p*u. p**a merda! Era a terceira vez que ela gozava em uma noite só. Donna tinha uma facilidade impressionante para gozar e muito empenho para alcançar o seu objetivo.
Suas pernas estavam no meu ombro, me permitindo socar fundo na sua b****a gostosa. Ela tinha gozado na minha boca também, tinha tantas coisas para mostrar e ensiná-la, sem barreiras e compromissos. Até toquei no assunto do sexo casual, mas ela veio com esse assunto de namoro longo, que me fez recuar. Talvez eu devesse ser direto com ela, sobre o tipo de relacionamento que eu quero, ser minha submissa, t*****r comigo de todas as formas possíveis, amarrada, vendada, suspensa, apanhar e ser dominada. Era isso que eu quero com ela, e imagino as diversas formas que eu poderia fazer isso.
— Me fode forte, seu canalha de merda! — cravou as unhas no meu braço. Seus olhos reviraram de prazer. Estava possuída e dominada pela luxúria. Isso despertou o dominador que havia em mim.
— Você quer mais, sua p*****a? — apertei o bico dos seus m*****s e dei uma tapa leve em seu rosto. Ela me olhou, com os olhos arregalados, mas logo mordeu os lábios e voltou a arranhar meus braços, sinalizando que gostou.
Puxei seu quadril, abrindo bem as suas pernas, me inclinando sobre ela, e continuei a estocar fundo em sua b****a escorregadia. Enlacei as mãos em seu pescoço e apertei forte, sentindo meu clímax me dominando. Ela voltou a revirar os olhos e se contorcer. Senti sua b****a apertando meu p*u, quando gozou, se contorcendo na cama.
Seu grito foi abafado pelo meu aperto em seu pescoço, que eu afrouxei conforme fui voltando a mim. Ela respirou fundo, como se tivesse recuperado o ar depois de um afogamento.
Sai de dentro dela e ela virou de lado na cama, ainda recuperando o fôlego. Tirei a camisinha cheia e me limpei com um lenço umedecido.
— Isso foi... — balbuciou baixinho. — Perdi as contas de quantas vezes gozei. Quando você segurou meu pescoço eu gozei de novo. Como você fez aquilo?
— Ah, querida! Eu sou profissional. — me olhou, com os olhos arregalados. Abriu a boca para falar algo, mas se levantou da cama, procurando suas roupas.
— Você já vai? — questionei.
— Sim. Já está amanhecendo e eu estou bem cansada e meu corpo todo está doendo.
Pensei em uma forma de convidá-la a fazer aquilo novamente. Não sou do tipo que corre atrás de mulheres, e geralmente era muito fácil conseguir uma, mas ela me parecia um baita de um desafio.
Levantei, a ajudando a fechar o vestido. Ela tremeu nervosa, quando toquei sua carne. Apertou as pernas e pude notar que ela sentia falta da calcinha, que estava rasgada ao chão.
— Sobre o que falou antes... — ela se virou para mim me analisando — Não quero um relacionamento também. Mas o sexo foi muito bom, se você quisesse repetir...
— O quê?
— Você me disse antes, que não quer um relacionamento. Eu também não, mas gostei de como você me fez sentir. Se fosse só sexo, eu toparia. — tive que me controlar para não pular de alegria com as suas palavras. Ela era a mulher perfeita para eu ter na minha cama. Sem reservas e compromisso.
— Me dá seu celular? — me analisou por um instante, mas depois obedeceu. Gravei meu número na sua agenda. — Você pode me ligar e nós conversamos sobre como faremos isso. Tenho algumas coisas para discutir antes de começarmos qualquer coisa.
— Como assim? — ela me olhou curiosa.
— Vou aguardar você me ligar. — beijei o topo de sua testa macia. Ela é uma mulher linda, e sua pele era um espetáculo de bonita e sedosa.
— Eu tenho que ir. — falou.
— Posso te deixar em casa? — me arrisquei.
— Não! Eu vou com a minha amiga, ela está me esperando.
— Tem certeza?
— Sim. — sorriu por um instante, mas saiu pela porta logo em seguida.
*****
Dois dias depois…
Não sou um cara ansioso, ou que confere o celular várias vezes ao dia, mas já faz dois dias que conheci a garota no clube. Ela ficou de me ligar, mas não ligou. Simplesmente não ligou. Isso fere meu ego de várias formas diferentes. Não só porque eu realmente a queria como minha submissa, mas também porque não me considero um homem descartável a esse ponto. Nem se ela fosse casada, justificaria o fato dela não me querer mais.
Eu simplesmente não entendo.
Andava com o humor dos infernos esses dias e cheio de problemas para resolver. Minha sala na Navarro S/A não tinha ficado pronta, nem a p***a do letreiro da empresa. Tinha uma merda de lançamento do novo nome da empresa para organizar. Eu só queria que essa p***a desse certo, diferente das outras áreas da minha vida.
— Senhor? — Flora, a minha secretária, bateu na porta. Ela me olhou e já sabia do meu humor. — Trouxe a pré impressão da campanha, enviada pela gráfica.
Analisei os papéis só para me irritar mais ainda. A p***a da logomarca estava amarela. Eu pedi dourada e estava amarela. Um dia antes do lançamento.
— MAS QUE c*****o! — esbravejei meu estresse jogando longe as impressões. — Aquela gerente de marketing filha da p**a. Como é o nome dela mesmo? — olhei para Flora, que me olhava sem saber o que dizer.
— Senhor... se quiser eu descubro... Eu tenho os arquivos dos funcionários, só me dê um minuto. — saiu nervosa e foi até sua mesa.
Eu precisava ir até a empresa demitir aquela mulher pessoalmente, olhando bem nos olhos dela. Maldita incompetente que não responde os e-mails.
Um e-mail apitou no meu computador, vindo da Flora. O assunto era: Arquivo de Amélia Villela. Esse era o nome da safada. Abri os arquivos, a foto demorou para carregar um pouco, mas a demora não aliviou o impacto da minha surpresa. A foto da mulher com quem eu tinha transado dias atrás surgiu na tela. Bem mais séria e menos maquiada, mas era ela, com certeza. Eu conhecia aquela boca em qualquer lugar do mundo
Então era ela, a safada ousada que eu estava discutindo por e-mail. E eu era o chefe de quem ela falou m*l no outro dia. Claro que ela tinha mentido o seu nome, eu devia imaginar. Mas como ela não sabia quem eu era? Falei meu nome verdadeiro. Não me lembrava dela na apresentação da empresa, talvez estivesse de folga. Afinal era a rainha do: “Funcionários têm dias de folga”. Ela mesma fazia seu calendário de folgas. Mas isso ia acabar, eu ia fazer uma surpresinha maravilhosa, que ela nunca ia esquecer.
Me levantei e fui até o cubículo da minha secretária.
— Senhor? Eu já enviei...
— Estou indo para Navarro S/A. Marque uma reunião com todos os sócios, gerentes e diretores daqui há duas horas. Certifique-se de que todos sejam avisados, inclusive a Amélia Villela. Mesmo que não vá ninguém, mas ela precisa estar lá. Fui claro?
— Sim, senhor. — me olhou confusa, mas sabia que me questionar era brincar com fogo.
Ajustei a minha gravata e coloquei o meu terno. Bem vestido e preparado para fazer uma bela surpresinha para minha querida, Amélia Villela.