Encontrando Christian

1158 Palavras
Chegando na Blue House, pude perceber que o lugar estava lotado, todo homem que era alguém em Manhattan estava ali, mas não tô falando de homens classe média, estou falando de bilionários, em grande maioria casados, mas, em nova York todo mundo tinha problemas com infidelidade, comecei a me sentir perdida, eu nem fazia idéia de por onde começar, então comecei a procurar Victoria, a encontrei no fundo da boate, conversando com um homem . -Victoria, com licença, será que posso falar com você um segundo?-Perguntei. -Claro que sim, com licença Christian.-Ela disse, parecendo aliviada. O homem, que estava de costas, se virou e eu reconheci o seu rosto, p**a MERDA! ERA O HOMEM DO MERCADO! -Você?-Ele perguntou. -É, só eu...-Respondi meio sem graça. -Vocês se conhecem?-Perguntou Victória, sem entender muita coisa. -Tive o desprazer de cruzar com essa baderneira no mercado em frente a Star hoje. -Baderneira? você estava querendo furar fila, só por ser rico! quer mais arrogância do que isso? -Olha, sinto decepcioná-los, mas aqui não é lugar pra bater boca. -Tem razão, eu quero ela Victória, mande ele pra mim, só preciso fazer uma ligação.-Ele disse, saindo. -Vai pra suite 203, toma aqui a chave, só, espera lá.-Ela disse. -Eu não vou t*****r com esse homem desprezível. -Minha querida, se quer trabalhar aqui, tudo o que vai ter que fazer é trabalhar com homens desprezíveis, ou acha que todos aqui são um poço de simpatia? ou é isso, ou vai passar fome.-Ela disse, me entregando as chaves do quarto. Peguei as chaves, e fui, mesmo contra a minha vontade. *Christian narrando* Fui pra Blue depois de uma reunião com um dos nossos piores clientes, o cara sempre me dava dor de cabeça, fora a maluca do supermercado, querendo levantar igualdade, quem ela pensava que era? a maioria das mulheres que me viam se ajoelhavam aos meus pés quase que imediatamente, quando eu me estressava assim, precisava dar uma extravasada, fui até a Blue House, mas, eu não queria a mesma coisa de sempre, dessa vez, eu sentia que não queria putas profissionais, eu estava sedento por sangue novo, queria uma mulher indefesa, que precisasse de proteção, isso estava me deixando com um t***o enorme. Conversei com a Victória sobre meus desejos, e ela me pareceu um pouco desapontada, dizendo que sempre me mandava suas melhores garotas, tentei explicar a ela que estava cansado das mesmas garotas de sempre, até que, ela apareceu, a garota do supermercado. Depois de uma discussão calorosa, percebi que ela era exatamente o sangue novo que eu precisava, apesar da rebeldia, que eu não gostava muito, era mais fã das submissas, mas não ia ter preço ver ela ter que t*****r comigo depois de ter me desafiado. Voltei da minha ligação, e ela não estava mais lá. -Não me diga que ela recusou?-Perguntei a Victória. -Pelo jeito que o senhor tratou a moça, ela bem que poderia, mas não, está quarto 203. Então, subi até o quarto 203, já no caminho, pensando em todas as coisas que eu poderia fazer com aquele rosto tão doce e angelical. Quando entrei no quarto, ela pareceu estar assustada, estava sentada na cama, com os olhos completamente perdidos. -Olá.-Eu disse. -Olha, me poupa desse papinho tá? só acaba com isso logo, é isso que você quer, mostrar que é superior a mim? ótimo conseguiu. -Tudo bem, vamos devagar okay? vou pedir um champagne, com alguns morangos, e você pode relaxar um pouco, tenta esquecer o nosso encontro de mais cedo, eu já te desculpei. -Você me desculpou? eu não tenho nada com o que me desculpar, você é que devia se desculpar pela sua postura lamentável. -Tem razão, vamos começar do 0, eu me chamo Christian Hastings, e você é? -Camille. -É um prazer conhecê-lá, Camille. -O que você faz da vida Christian? quem é você no seleto grupo dos poderosos de Manhattan?-Ela perguntou. -Existe mesmo um grupo, sabia? no w******p, e tem exatamente esse nome.-Brinquei. -Eu tinha certeza disso, vocês são o que? uma seita? que se alimentam de meninas virgens e as sustentam com contratos de confidencialidade? -Não uso contratos de confidencialidade, uso dinheiro, costuma funcionar bem mais. -Faz bastante sentido pra mim, jogar dinheiro nos problemas é uma ótima solução, quando se tem dinheiro, claro. Ouvi o barulho de alguém batendo na porta, devia ser o champagne, então, fui até a porta, recebi o pedido e servi a ela um pouco de champagne, o que soava muito estranho, já que geralmente as pessoas é que me serviam champagne. -Olha, não precisa disso, você é muito generoso mais, você pagou por mim, isso é um fato, então, venha aqui e aproveite seu produto.-Ela disse, tirando a alça do vestido, lentamente. Decidi não retrucar, apenas me aproximei, e a ajudei a tirar o vestido, em seguida comecei a beijar seu pescoço, lentamente, pude sentir seu arrepio, quase que de imediato, comecei a passar a mão pelo seu corpo, entre seus s***s, e por fim, chegando em sua v****a, que já estava completamente molhada, ela começou a se contorcer, então, a joguei na cama, tirei minha roupa e comecei a penetrá-la, suavemente, mas ela parecia ansiar por mais, então, segurei seus braços, e comecei a meter cada vez mais forte, seus gemidos eram tão altos que podiam ser ouvidos a metros de distância. -Fica de quatro.-Pedi. Ela levantou-se, ficando na posição que eu havia pedido, e podia ver em seu rosto que ela também estava com muito desejo. Comecei a penetrá-la por trás, cavalgando sobre seu corpo, enquanto ela pedia cada vez por mais e mais, segurei seu cabelo com força, indo cada vez mais forte, até que, gozamos, quase que juntos. Fiquei bastante surpreso com o que havia acabado de fazer, aquela vez havia sido diferente das outras, eu senti algo diferente, mas pensei ser só a sensação que estava procurando, e devia ser isso mesmo, o gosto por algo novo. -Parece cansado.-Ela disse, vestindo um roupão. -Tive um dia cheio.-respondi. -Imagino, bom, eu ainda tenho uma noite cheia, então, vou deixar você a vontade, só me diz aonde tem um chuveiro aqui pra eu jogar uma água no corpo. -Sinto lhe informar que não tem, você meio que só veste a sua roupa mesmo. -E trabalho com cheiro de sexo a noite inteira? Okay, as condições desse trabalho são piores do que eu pensava. -Você já está indo?-Perguntei. -Sim, eu ganho por hora, e preciso de muitas horas pra conseguir pagar minhas despesas, então, preciso ir. -Quanto você cobra pela noite? eu quero te levar pra casa, qual o valor? -Você tá brincando né? -Claro que não, quero passar o resto da noite com você, você me parece uma boa companhia e ultimamente eu tenho me sentido muito sozinho. -Não poderia pagar por uma noite inteira comigo, ela disse, tentando se afirmar. -Quanto custaria? Ela pensou um pouco antes de falar... -2000 dólares. -Fechado, vou te esperar no carro.-Eu disse, me levantando.
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