Eu basicamente ouço música escrevendo pode ser insuportável pq repete muito kkkk mas eu não ligo
Sofia
Completamente confusa. O que ele queria dizer?
"Ah, você não sabe..." Ele soltou uma risada amarga, um som seco e desprovido de qualquer humor. Seus olhos escuros brilhavam com um escárnio c***l enquanto passava os dedos lentamente, afastando os meus cabelos do rosto, como se admirasse uma criatura aprisionada. "Seu pai me roubou... e você sabe como lido com rato dessa classe."
"Eu... eu não tenho vínculo com aquele homem..." tentei argumentar, a voz embargada pelo medo e pela repulsa. Cada palavra era um esforço doloroso.
"Pode não ter, mas alguém deve pagar... e vocês vão." Ele parecia se divertir com isso, um sorriso sádico curvando seus lábios finos enquanto seus olhos frios me avaliavam de cima a baixo.
"Vocês?" A palavra ecoou em minha mente, carregada de uma ameaça implícita. Um frio ainda mais intenso percorreu minha espinha, gelando meu sangue. "Mamãe..." pensei, o medo lancinante por ela me atingindo como um golpe físico. Minhas pernas bambearam, a força me abandonando, quase me fazendo desabar no chão frio do quarto. A conexão sombria entre meu pai e aquele homem, a ameaça velada que pairava sobre nós... tudo se encaixava de uma maneira terrível, formando um quadro de terror.
"Não quer que nada aconteça a sua mãe, não é?" A voz de Patrone era um sussurro frio e insinuante, carregado de uma certeza sombria que me gelou a espinha até a medula. Seus olhos penetrantes pareciam ler meus pensamentos mais íntimos, explorando meu maior medo. "Imagina ela nesse ambiente.....da forma que está hoje?-" meus olhos se encheram de água, a imagem da fragilidade da minha mãe me cortando o coração. Canalha... pensei, um grito silencioso de fúria e desespero ecoando em meu interior.
Naquele instante de terror paralisante, suas palavras da sala VIP ecoaram em minha mente com uma clareza brutal: a promessa sinistra de que eu e minha mãe "trabalharíamos" para ele. A conexão brutal entre o roubo do meu pai e o nosso destino se tornou terrivelmente clara, prendendo-me em uma teia de desespero.
"Por favor, senhor, não faça nada à minha mãe..." implorei, as lágrimas escorrendo livremente pelo meu rosto enquanto meus joelhos cediam, chocando-se contra o chão frio e duro. A humilhação e o medo se misturavam em um coquetel amargo. "Ela é doente... não faça nada a ela..." supliquei, a voz embargada pelo choro e pelo terror que me consumiam.
"E o que eu ganho em troca?" retrucou ele, a frieza em seus olhos inabalável, como se minha dor fosse apenas um detalhe insignificante. "Milhões foram roubados da minha conta, e alguém precisa arcar com isso!" Sua sede por vingança era palpável.
"Irei trabalhar..." A ideia me atingiu como um raio, uma sentença sombria que pairava sobre meu futuro. Teria que ser o resto da minha vida, pensei com um desespero crescente, a liberdade se tornando uma miragem distante. "Mas não toca em minha mãe..." A promessa era um fio de esperança em meio ao abismo.
"Quero uma garantia." Ele agarrou meus cabelos, enrolando as mechas em sua mão com uma força brutal, puxando sem nenhuma delicadeza. A dor aguda no couro cabeludo fez um grito de protesto escapar dos meus lábios.
"Tire esse robe e fique de quatro na cama," ordenou, a voz rouca e fria, colocando o polegar em minha boca, roçando meus lábios trêmulos com um toque possessivo e nojento. A humilhação me invadia como uma onda de calor.
Meu corpo tremia incontrolavelmente enquanto eu obedecia, descalçando os saltos altos que pareciam zombar da minha fragilidade e deixando o robe de plumas brancas escorregar dos meus ombros, revelando a lingerie branca e ultrajante que eu vestia. A nudez forçada intensificava minha vulnerabilidade.
O pavor me paralisou, a mente em branco, o corpo tenso como uma corda prestes a se romper. Assim que ouvi o som inconfundível de um zíper sendo abaixado, fechei os olhos com força, tentando desesperadamente me proteger da invasão iminente, como se as pálpebras pudessem criar uma barreira contra o horror.
"Só... só... desliga a luz..." gaguejei, a voz um fio de sofrimento, a garganta seca pelo medo. A escuridão talvez pudesse oferecer um mínimo de conforto ou anonimato.
"A visão é muito melhor com luz," respondeu ele, a voz rouca e fria, desprovida de qualquer vestígio de empatia ou consideração pelo meu terror. Sua crueldade parecia não ter limites.
Ao ouvir seus passos se aproximando, lentos e deliberados, tentei, em vão, preparar-me mentalmente para o horror que estava prestes a acontecer, construindo uma barreira interna frágil contra a inevitável dor.
Um passo. Outro. O colchão de seda preta cedeu sob o peso opressor do seu corpo se aproximando, esmagando qualquer esperança de escapar. Uma mão fria e possessiva deslizou pelas minhas costas, descendo lentamente até apalpar minhas nádegas com uma pressão dolorosa, os dedos apertando a carne como se marcassem sua propriedade, selando meu destino. Não havia carinho, apenas a brutal reivindicação de domínio sobre meu corpo.
Seus dedos frios e exploradores vagaram até a entrada da minha v****a, causando um arrepio de repulsa que me fez encolher involuntariamente. Com uma crueldade calculada, ele me abriu à força, e senti a intrusão fria de um dedo, violando minha i********e com uma frieza.
"Bem apertada..." sussurrou ele, a voz rouca e carregada de uma lascívia doentia, como se comentasse a qualidade de um objeto.
Ele montou em mim, o peso esmagador do seu tronco imobilizando meu corpo contra o colchão macio, roubando meu ar e minha liberdade. O formato da calcinha, uma afronta à minha dignidade, lhe dava acesso total. Senti o roçar repulsivo do seu m****o duro e impaciente pressionado contra minha v***a, a materialização física daquele homem doente e depravado, da sua sede de poder e da minha impotência. Mordi os lençóis de seda preta com força, o tecido escorregadio deslizando entre meus dentes, antecipando a dor lancinante que estava por vir, o prenúncio de uma nova onda de terror.
Então, com uma brutalidade fria e calculada, ele forçou a entrada. Senti uma pontada aguda e lancinante, seguida por uma pressão dilacerante que me fez arquear as costas em um espasmo de dor. "Apertada..." sibilou ele, a voz carregada de uma excitação doentia e repulsiva, enquanto se movia com mais força, rasgando minha inexperiência com selvageria.
Seus dedos se enroscaram em meus cabelos, puxando minha cabeça para trás com violência, expondo meu pescoço vulnerável à sua respiração quente e carregada de uísque. Sua investida foi animalesca, um ato de pura possessão, sem qualquer consideração pelo meu corpo tenso e aterrorizado, pela minha dor e pela minha alma violentada.
Um grito agudo e involuntário escapou dos meus lábios no primeiro impacto, a dor cortante me atravessando como uma lâmina afiada. "Não! Por favor, não!" supliquei entre lágrimas, o rosto banhado em um rio salgado de desespero, a voz embargada pelo sofrimento.
A cada movimento violento e profundo, sentia meu corpo sendo brutalmente partido ao meio, uma dor lancinante que me fazia soluçar e gritar em agonia. "Ah! Ai! Para! Por favor! Está me machucando!" Minhas súplicas eram abafadas pelo meu choro e pela sua brutalidade.
"Cala a boca, v***a!" praguejou ele entre dentes, a voz rouca e guttural, carregada de uma lascívia c***l e impaciente. "Você queria isso, não queria? Se oferecendo como um pedaço de carne naquele leilão imundo!" Sua raiva e seu desprezo eram direcionados a mim, como se eu fosse culpada pela sua própria depravação.
Seus gemidos animalescos ecoavam no quarto luxuoso, misturando-se aos meus gritos abafados enquanto ele se movia com uma fúria cega, buscando apenas a satisfação egoísta de seus desejos obscuros. Eu mordi o lençol com ainda mais força, o tecido macio enchendo minha boca com um gosto amargo de lágrimas e desespero, tentando em vão silenciar a dor lancinante que me consumia por dentro e por fora.
"Para... por favor... está doendo muito..." chorei, a voz quebrada e sufocada, mas a imagem da minha mãe, vulnerável e doente, pairava em minha mente como um escudo frágil, me impedindo de gritar alto demais, temendo despertar ainda mais a fúria daquele monstro. Cada investida era uma nova onda de dor, uma nova e profunda punhalada na minha dignidade, me reduzindo a nada além de um objeto para descarregar sua raiva e frustração.
Ele continuou, implacável como uma força da natureza destrutiva, cada movimento uma tortura que parecia não ter fim, cada segundo uma eternidade de sofrimento. Meus gritos foram se tornando sussurros roucos, a dor física se misturando ao horror da minha situação até que se calaram por completo, exaustos e vencidos. As lágrimas escorriam quentes pelo meu rosto, molhando o lençol de seda preta, testemunhas silenciosas da minha agonia. Cada célula do meu corpo gritava em agonia, e a sensação de estar sendo brutalmente partida ao meio se intensificava a cada investida violenta. No meio de um dos seus movimentos mais brutais, uma onda de tontura avassaladora me atingiu como um golpe. A visão começou a embaçar, as cores se esvaindo em tons cinzentos, um zumbido alto e lancinante ecoou em meus ouvidos, e a dor lancinante se tornou um eco distante antes que a escuridão fria e acolhedora me engolisse por completo. Meus sentidos se apagaram abruptamente, aliviando, ainda que momentaneamente, a tortura insuportável.
Quando recobrei a consciência, a dor pulsava em meu corpo como um lembrete c***l e constante do que havia acontecido, cada latejar uma nova onda de sofrimento. A luz fraca e opressora do quarto me cegou por um instante, intensificando a sensação de irrealidade. Senti um peso nauseante sobre mim, a respiração quente e pesada em minha nuca, o cheiro repulsivo do seu corpo invadindo minhas narinas. Ele ainda estava ali, imóvel sobre meu corpo inconsciente, como um predador saciado e repulsivo sobre sua presa indefesa. A náusea subiu à minha garganta em um espasmo incontrolável, e um tremor incontrolável percorreu meu corpo inteiro ao constatar a permanência daquele pesadelo horrendo.
Com um esforço sobre-humano, reunindo as últimas reservas de força e dignidade, consegui me desvencilhar do seu torporoso aperto, o corpo dolorido e a mente em frangalhos, cada movimento uma tortura. Não tive coragem de olhar para aquele homem, a vergonha e a repulsa me paralisando, me impedindo de encará-lo.
Abraçava meu corpo com o fleches as de desmaiar a qualquer momento, a fragilidade me consumindo. Me sentia fraca e quebrada, mas a imagem da minha mãe, vulnerável e doente, me impedia de sucumbir completamente ao desespero. Eu não conseguia pensar no que aquele ser desprezível faria com ela se eu não obedecesse.
Era só mais uma desgraça em minha vida... O pensamento amargo ecoou em minha mente, a sensação de estar presa em um ciclo interminável de sofrimento. O choro estava quase que descontrolado, as lágrimas quentes escorrendo pelo meu rosto. Eu tapava a boca com as mãos trêmulas, abafando o som dos soluços para não atrair sua atenção, quando o frio me agarrou novamente, sua presença opressora me prendendo em suas garras.
Ele me tocava com uma possessividade fria, os dedos deslizando pela minha pele como se eu fosse um objeto inanimado. "Não sabia que era tão apertada..." sussurrou com a voz rouca e carregada de uma lascívia doentia. Tentei me por de pé, cambaleando, buscando desesperadamente uma fuga.
"Não, my angel..." Sua voz era um rosnado baixo e ameaçador. "Eu ainda não acabei de lhe arrastar para o inferno... lhe quero de quatro..." Uma mordida brutal e possessiva foi depositada em meu ombro, a dor aguda me fazendo gemer.
"Já... teve o que... queria..." - solucei, a voz quebrada e embargada, a raiva cravada em meu peito como uma faca afiada, misturada à dor física e à humilhação. Cada palavra era um esforço agonizante.
"Eu digo quando acabou..." Sua voz era um comando frio e definitivo, desprovido de qualquer empatia ou consideração pelo meu sofrimento.