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1402 Palavras

Depois de mais uma rodada de prazer, os dois finalmente se levantaram, com sorrisos preguiçosos no rosto e os corpos marcados pela intensidade da noite — e da manhã. Isadora se espreguiçou, caminhando nua até o banheiro. Dante, já de cueca, estava encostado no batente da porta, observando cada movimento dela com admiração silenciosa. — Não trouxe roupa nenhuma… — ela comentou, olhando o reflexo no espelho enquanto prendia o cabelo em um coque improvisado. — Já pedi para trazerem algo pra você. Deve chegar em alguns minutos. — ele disse com naturalidade, como se já estivesse acostumado a providenciar tudo. — Você sempre resolve tudo assim, tão fácil? — ela perguntou, com uma leve ironia e um sorriso no canto dos lábios. — Quando eu quero algo, sim. Ele saiu, deixando no ar aquela resp

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