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1494 Palavras

O sol de Minas entrou devagar pelas frestas da cortina rendada, aquecendo o quarto com uma luz suave e dourada. Isa se mexeu primeiro, os olhos abrindo aos poucos, os cabelos bagunçados espalhados pelo travesseiro. Sentiu o braço de Dante ainda envolvendo sua cintura e, por um instante, deixou-se ficar ali, sentindo a respiração dele contra sua nuca. — Bom dia... — ele murmurou, a voz ainda rouca do sono. Ela sorriu, virando-se de leve para encará-lo. — Dormiu bem? — Melhor do que em semanas. Isa apenas assentiu, os olhos nos dele, como se ambos soubessem que aquela manhã era rara — e preciosa. Depois de alguns minutos abraçados, trocaram beijos preguiçosos e se levantaram. O café já estava sendo preparado pela mãe de Isa, e a mesa posta com pão de queijo quentinho, bolo de fubá e ca

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