capítulo quinze

2282 Palavras
6 de julho de 1992: Estava deitada na cama e pensando em algumas coisas. Como por exemplo, pedir que Tom me treine, bolar um plano de volta para Hogwarts e contar o futuro para Tom, fazer ele comprar uma xícara e outras coisas. Suspiro fundo e me levanto, arrumo meu short e saio do meu quarto indo até o escritório. Onde Tom não saiu de lá nem para jantar e eu tive que levar comida para ele. Bato na porta e escuto um entre. Entro no escritório e fecho a porta, vou até a cadeira disposta na frente de Tom e me sento nela. O mesmo está com uma camisa social preta e suas mangas estavam levantadas me fazendo olhar para seu braço vendo suas veias sobressalentes. Sua mão escrevia alguma coisa e aquilo me lembrou de seu dedo dentro de mim. Os lábios do homem estavam franzidos e estavam ressecados. Os cabelos estavam bagunçados mas não deixava o homem menos sexy. Sua testa franzida de vez em quando enquanto escrevia no pergaminho e lia alguma coisa em algum livro qualquer. _ O que quer?- Perguntou amargo e nem mesmo me olhou. _ Se for me tratar assim, eu não irei te contar sobre o futuro.- Finjo que eu iria levantar e ele levanta uma mão. _ Fale.- Disse me olhando e seus olhos vermelhos estavam hipnotizantes._ Eu ainda tenho que rever alguns documentos. _ Eu posso ser uma agente dupla para você.- Ele apenas riu e continuou escrevendo. _ Já tenho Severus. _ Ele é um, mas só para Dumbledore. Ele te traiu desde que você matou Lily Potter.- Ele quebrou a pena e me olhou com raiva._ Não me olhe assim, eu apenas contei o que você queria saber e não é só ele que te trai. Mas eu não quero que você mate Severus, ele será uma peça importante para minha vingança. _ Diga mais.- Parou de vez de escrever já que sua pena estava quebrada. _ Eu vou voltar para a escola e vou chorar dizendo que você está me ameaçando. Falando que vai m***r a minha mãe e pai. _ Mas por que eu estaria lhe ameaçando? _ Você me quer ao seu lado, para ser uma Comensal.- Ele sorriu e concordou. _ Que pena que apenas uma palavra está errada nessa frase.- Sorriu e eu reviro os olhos.- Esses olhos estavam lindos revirando de prazer para mim.- Senti minhas bochechas quentes. _ Não sei como a tia Bella gosta de você, existe o meu tio e ele é muito mais bonito.- Digo com sacarmos. _ Parece que você gosta de brincar com a morte.- Ele tinha razão, a morte era muito divertida. _ Ela pelo menos não me pediu para que eu fosse uma consorte. _ Bella aceitou... _ Não sou Bella, apenas tenho o mesmo sobrenome.- Digo sucinta._ Se quer tanto a Bella, por que não a tira da prisão? _ Estava fazendo um plano para isso. _ Animagos conseguem sair da prisão sem ser percebidos pelos Dementadores.- Digo tentando mudar de assunto. _ Como... Futuro é claro.- Sorriu de lado._ Tem mais alguma coisa para falar? _ Temos que procurar suas outras Horcrux, sua cobra também ou você se esqueceu? _ Nagini. _ Sabe que ela é uma cobra amaldiçoada, não é?- Ele acenou com a cabeça._ Bom, temos que acha-la. _ Você tem que ir pra escola e eu tenho que acha-la. _ Ok, se assim que você quer.- Dou de ombros._ Acho que já te contei tudo, estarei no meu quarto.- Me levanto, mas ele pega a minha mão me fazendo cair em seu colo. _ Eu acho que você não acabou de me contar tudo. - Beijou o canto de minha boca me instigando a beija-lo. _ Você está certo.- Sorrio o olhando._ Quero que você me treine na magia dos mortos. Ele me olhou, passou seus dedos no meu rosto e agarrou minha mandíbula com força, me fazendo abrir a boca. _ Primeiro de tudo, temos que saber o que você planeja ao final dessa guerra.- Agarro seu pulsos e tento tirar sua mão do meu rosto._ Não sou fraco e você sabe disso, ontem você só me pegou de surpresa. _ Ok, o que você quer? _ Você.-Mordeu meu lábio inferior e eu me derreto em sua mão, aquele aperto me fazia ficar quente. Só me faltava eu ser masoquista, por Merlin. Seus dedos estavam gelados e sua boca estava deliciosamente quente, me fazendo arrepiar e sentir uma quentura descomunal pelo corpo. Ele retirou sua mão da minha mandíbula e a colocou na minha nuca, empurrando firmemente a minha cabeça para frente para que nossos lábios se colassem em um beijo rápido e sensual. Sua outra mão deslizava pelo meu corpo e ficou firmemente na minha cintura a apertando fortemente. Meus lábios estavam sendo judiados e estavam sendo beijados lacivamente. _ Você gosta, você me quer, por que não me aceita?- Sussurrou no meu ouvido, me dando alguns arrepios de prazer._ Por que?- Perguntou na minha boca. _ Você não é meu.- Digo mordendo seus lábios, fazendo que ele soltasse um pequeno gemido._ Não serei sua e nem de ninguém, apenas minha.- Me levanto de seu colo e me sento a sua frente, limpo meus lábios e sinto gosto de sangue na minha língua._ Qual é sua ideologia? _ Achei que soubesse.- Se arrumou chupando seu dedo que estava com meu sangue, sexy. _ Talvez Dumbledore mentiu para mim sobre sua ideologia, me conte.- Sorrio cruzando as pernas como uma rainha. E ele apenas passou uma mão no rosto me observando. _ m***r os trouxas e nascidos trouxas, limpar o nosso mundo dessas pragas.- Então Dumbledore não mentiu. _ Eu acho que isso pode ser problemático para nós mais tarde, eu quando estava pesquisando sobre meus poderes descobri algo interessante. _ Que poderes? _ Sou a rainha dos mortos, por isso que eu lhe pedi para ser treinada, eu posso ser uma peça valiosa para a guerra que está emergindo no horizonte. _ Você já é valiosa sem esses poderes Tessa.- Meu nome saiu de sua boca e um frio fez na minha barriga._ Eu irei lhe treinar, apenas espere que eu me atualize de tudo. _ Claro.- Sinto meu coração bater rapidamente e eu pensei que fosse ansiedade. _ Agora me conte, o que você descobriu. _ Descobri que precisamos dos nascidos trouxas, mestiços e dos trouxas. Eles é a salvação do nosso mundo. _ Por que me diz isso?- Falou enojado. _ Você nunca se perguntou porque você, Dumbledore e Harry Potter tem magias tão fortes? Vocês são mestiços, fizeram que a magia do seu núcleo e sangue fosse renovada, seu sangue não é igual a dos outros é diferente.- Eu também era uma mestiça. _ Diferente como, onde você quer chegar? _ Eu quero dizer que precisamos de sangue novo, para sermos fortes. Raciocine comigo, sangue puro é feito se casando com primos, irmãos e até mesmo país. Isso gera uma criança com um poder fraco, mas que ninguém percebe, a criança pode se tornar um aborto ou um ser fraco. _ Por causa do sangue, eu lembro disso, estudei na escola trouxa, mas não aprofundei no assunto, continue. _ Quando um sangue puro da a luz a um aborto ou eles o matam ou deixam em algum orfanato trouxa. Quando elas crescem os mesmos se casam e passam o sangue mágico para a frente. _ Você quer dizer que os nascidos trouxas são filhos de abortos que nasceram de um sangue puro! Sua inteligência é admirável. _ Temos que acabar com os sangue puros e não com os outros, precisamos de sangue e os trouxas tem sangue de sobra para nós. _ O você quer que eu faça? _ Quero que você estude para que uma ideologia igualitária nasça, quero que todos as criaturas mágicas possam ser livres e quero que Hogwarts ensinem , vampiros, lobisomens e outras raças. Eles merecem. _ Estudarei um modo para que minha nova ideologia seja aceita pelos meus antigos comensais, isso vai demorar um pouco, você aguenta esperar? _ Esperei vinte e dois anos, posso esperar mais um pouco, venha comigo, tenho que te mostrar um lugar. Ele se levantou e pegou sua varinha e eu o olho para ele. _ Onde estava a sua varinha? _ Com Caspra, pedi ele para que pegasse e me entregasse por via coruja. Ele quer te ver e parece urgente. _ Eu tenho um palpite e você me acompanhará a uma visita em Gringotts quando eu sair de Hogwarts. _ Tudo bem.- Subimos os degraus da escada e fomos até o quarto do Lorde que agora só poderia ser aberto com o sangue do mesmo ou o meu. Vou até o closet que não tinha muita roupa. Dixy fez algumas compras. Vou até o armário que eu queria e abro o mesmo. Pego a mão do Lorde e pressiono ela na parede e um clic pôde ser ouvido por nós, ele me olha e vê a agulha. _ Fure seu dedo.- Digo o olhando e o mesmo tentou me perguntar o que seria aquilo, mas eu apenas o olho e ele furou seu dedo, fazendo que uma gota de sangue rolasse pela agulha. A bolinha preta saiu da parede e se dividiu, entrou dentro de mim e de Tom e saiu depois de alguns segundos, indo até a parede e a abrindo. _ Um cofre? Para que?- Entramos no cofre. _ Para guardar suas Horcrux, Harry vai tentar procurá-las em 97 e eu não quero que você morra, você me deu muito trabalho para morrer no final.- Digo o olhando e fazendo com o dedo a relíquias da morte no ar. Pego as duas caixas com x e os entrego. _ Suas Horcrux, coloque-as dentro das caixas de vidro.-Ele pegou e começou a colocar as três Horcrux nas caixas de vidro e eu vou para o quarto para beber um copo de whisky. Pego um copo e destampo a garrafa, colocando dois dedos de whisky no meu copo. Tampo a garrafa de vidro e coloco dois cubos de gelo no meu copo. Tom me olhou e veio até a mim retirando o copo de minha mão. _ Ei...- Tento reclamar, mas o mesmo calou minha boca com seus lábios e despejou o líquido na minha boca, entornando um pouco no canto dos meus lábios, fazendo que o mesmo deslizasse pela minha garganta e se perdesse no meio dos meus s***s. O mesmo me beijou de um modo possessivo e deixou o copo cair no chão e me pegou no colo e se deitou comigo na cama que tinha no quarto. Ele sugou minha língua com volúpia e me deixou toda embriagada pelos seus beijos. Ele deslizou seus lábios pelo meus pescoço e começou a marca-los como da última vez. Mas dessa vez ele deslizou sua língua pelo rastro a bebida e levantou a minha blusa, desabotoando o sutiã rapidamente. Se levantou e apreciou a visão da sua frente e a vergonha que eu sentia foi nublada pela vista que eu estava tendo. Ele se abaixou e lambeu a rodela do meu mamilo, me fazendo arrepiar. Ele chupou o mesmo e uma pequena dor cruzou meus olhos. Seu dente raspava meu mamilo me fazendo desejar que ele me fodesse. Eu não o amava, ele não me amava, mas tínhamos química, tínhamos um fogo que sempre que nós nos olhávamos se acendia. Tínhamos desejo um pelo o outro. Ele judiava de um dos meus s***s e quando o mesmo cansou de um foi para o outro. Eu gemia sem parar e parecia que meus gemidos eram música para seus ouvidos. Ele pegou na minha cintura e me sentou no seu colo, fazendo que meus p****s sentisse sua camisa. Beijo seus lábios com tamanha urgência e ele respondeu imediatamente. Sinto algo me cutucar e rebolei em seu colo para tentar me aliviar. _ Ainda não me quer? _ Quero, mas não assim. Podemos nos beijar.- Beijo seus lábios._ Mas eu não vou lhe entregar a minha virgindade.- Digo mordendo se pescoço e vendo ele se arrepiar._ Nunca. _ Nunca diga nunca.- Mordeu fortemente meu pescoço e eu gostei, eu realmente era masoquista. _ Eu quero minha xícara.- Lembro do ocorrido de ontem. _ Te dou todas que você quiser.- Sussurrou na minha boca me beijando novamente. _ Agora.- Digo sorrindo e saio de seu aperto e começo a me recompor._ Acho que você precisa de ajuda.- Digo olhando o volume de sua calça. _ Quer... _ Tchau.- Ele me olhou assustado, ele achou que eu ia b*******a pra ele? Que hilário. Arrumo meu sutiã e minha roupa e saio do cofre, deixando ele sozinho no quarto. Até que ele beija bem. Saio do quarto e vou para a cozinha para que Dixy me ajudasse em algo. Chego na cozinha branca e vou até Dixy. _ Senhorita, o que deseja. _ Preciso de uma corda e quero que o senhor me amarre bem forte, nos tornozelos e nos pulsos.- Todos os elfos me olharam e se perguntavam o porque daquilo._ É para dar marcas, para que Dumbledore não suspeite. _ Ah sim.- Ele pegou a corda e fomos para a sala para que ele me amarrasse. Ele amarrou bem forte e eu começo a tentar tirar, para que minha pele ficasse vermelha e em carne viva. Tinha que continuar meu teatro. _ Se é só isso... _ Espere, faça uma lista das coisas que faltam, quando eu chegar eu e o seu senhor vamos para as compras. _ Certo, irei fazer.- Se foi e eu continuei fazendo o que era preciso para continuar meu teatro.
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