— O que cê tá fazendo aqui? — Patricia perguntou, a voz dela misturava indignação e preocupação. — Vim falar com a sua irmã — respondi, sentindo o peso das palavras que eu não consegui dizer pra Alana. — Não basta ter sido acusado pela morte da minha sobrinha, agora você quer destruir minha irmã também? — Patricia falou, a voz dela cheia de acusação e dor. — Eu não quero o m*l da Alana — tentei explicar, mas meu tom suplicante não parecia ser o suficiente. — Você sabe que eu amo ela. — Se você ama mesmo, então se afasta de vez. Deixa ela em paz — Patricia disse, a firmeza na voz dela era um pedido desesperado. — Você não tem ideia de como sua presença faz m*l a ela. Patricia entrou no salão, e eu passei a mão pela cabeça, sentindo o desespero aumentando. Toda vez que eu me afundava na

