*Sampaio narrando* Saí de casa depois do rango, sentindo o peso das escolhas que ainda tava enrolando pra tomar. O sol tava fritando e, por mais que eu tentasse ignorar, aquele calor parecia um lembrete de que eu tava preso num ciclo vicioso, sem fim. Andei pelas ruas com a mente toda bagunçada, a culpa colada em mim como uma sombra. Quando cheguei no salão, vi que a porta tava meio aberta, e Alana tava entrando, mas parecia que tava a milhas de distância de mim. O turbilhão dentro de mim fez eu jogar o baseado no chão, como se isso fosse mudar alguma coisa. Entrei no salão, e Alana virou o rosto rápido na minha direção, um susto na cara dela que doeu em mim. Os olhos dela estavam cheios de surpresa e frustração, como se ela tivesse lutando pra entender por que eu tava ali. — O que cê t

