Cap. 05

1896 Palavras
Bianca narrando Chego em casa cansada do plantão na recepção da UPA. Jota: - Viu vida, hoje cheguei primeiro que tu, trouxe até as paradas pra nóis jantar e a gente não precisar sujar a cozinha para nada. - ele diz assim que eu apareço na sala e então aponta a mesa de jantar já posta. Bianca: - Que delicia vida, to morrendo de fome mesmo. Jota: - E eu to morrendo de fome de tu gostosa! - ele me puxa e coloca a mão por dentro do meu cabelo agarrando eles pela raiz próximo a nuca, mas ele pega sem machucar, seu aperto é firme mas também é e x c i t a n t e, o que me faz dar uma gemidinha. - Bianca, Bianca.. - ele diz com o olhos apertadinhos me fazendo rir.- Vamos comer, que hoje tu é a minha sobremesa e eu vou te comer a noite toda, s a f a d a, tu vai gemer gostoso assim rebolando no meu p a u. Bianca: - Para amor, tu falando assim eu vou querer agora, e o jantar vai virar café da manhã. - digo sentindo a minha i t i m i d a d e formigando deliciosamente com as palavras sacanas dele. Ele esfrega o p a u já duro dele na minha barriga, porque esse homem é grande de todas as formas, e mesmo eu sendo um pouco alta, perto dele eu sou baixa e a r o l a desse homem acompanha a sua altura viu, bate na minha barriga. Jota: - Tu ta com muita fome mesmo? - ele pergunta fazendo uma trilha de beijos pelo meu pescoço, me arrepiando inteira. Bianca: - Eu tô com muita fome, muita mesmo. - digo e x c i t a d a. Esse homem molha a minha calcinha facinho. Jota: - De comida, ou de ser comida Bianca? - ele diz com a voz grossa, carregada de desejo, contra o meu ouvido e em seguida morde o lóbulo da minha orelha. Bianca: - De ser comida, com certeza. - ele não precisa nem que eu repita. Ele passa um braço só atrás das minhas pernas, logo abaixo do meu b u m b u m e me ergue me jogando no seu ombro, com a outra mão livre ele dá um tapa forte na minha b u n d a. Ele me leva para o nosso quarto e me joga na nossa cama. Ele só não rasga a minha roupa, como já fez outras vezes, porque é meu uniforme do trabalho, mas ele me ajuda a tirar rapidinho. Bianca: - Amor, um banho. Jota: - Já já gostosa. Ele se despe, rapidinho também, a p i c a grossa e dura pulando para fora da cueca boxer assim que ele começa a tira-lá, chega a minha boca enche de água. Ele pega nos meus dois tornozelos e me puxa colocando os meus pés nos seus ombros. Ele passa a mão pela a b e r t u r a da minha b u c e t a, que já está pulsando ansiosa, conferindo que ela já está toda molhada por ele. Ele esfrega o p a u na minha entrada até o meu c l i t o r i s, vai e volta me torturando, enquanto gemidos baixinhos começam a escapar dos meus lábios. Então ele começa a se empurrar lentamente para dentro de mim, me preenchendo por completo, me deixando extasiada. Jota é muito grande, e ele tem noção disso, ele até mete com força, mas sempre entra mais lentamente, para não me machucar. Mas depois que ele entra e eu já estou bem lubrificada, aí também é sem dó nenhum. Bianca: - Aiinnn amor.. - não consigo controlar os gemidos que saem da minha boca. Jota: - Não aguento o tanto que tu é gostosa. - ele diz socando em mim com vontade e dando vários tapas nas laterais do meu quadril. - Sua p u t a s a f a d a! Minhaaaa p u t a s a f a d a. A gente t r a n s a n d o parece que entra em outro mundo, e a boca dele nesses momentos, fica mais suja que o normal, mas eu adoro kkkkk. Logo a minha b u c e t a esta contraindo e eu g o z a n d o deliciosamente no p a u desse gostoso, e ele me acompanha g o z a n d o e me xingando toda kkkkkk, e me enchendo de p o r r a. Eu que não tome o meu remédio certinho não, pra ver se eu nao acabo grávida, porque camisinha, ele não quer usar não, e eu confesso também não fazer tanta questão assim. Ele me puxa novamente e me pega me jogando nos seus ombros de novo, fico até meio tonta, os nossos orgasmos misturados escorrendo pelas minhas pernas. Ele me leva para o banheiro e literalmente me dá banho. Ele liga o chuveiro na água morna, Rio é calor, mas hoje tá meio geladinho. Ele pega o sabonete líquido e me ensaboa todinha, inclusive demorando a mão na minha i n t i m i d a d e, massageando o meu c l i t o r i s. Bianca: - Aiiiiinnn Jeferson, como isso é gostoso aaahhhh.. Jota: - Eu sei tudo como tu gosta s a f a d a! - ele fala no meu ouvido. Mas logo ele para, me deixando na vontade de mais. Ele tira o sabão do meu corpo e ainda lava o meu cabelo. Em seguida eu faço o mesmo nele, o ensaboo todo, me demorando nessa delícia de p i c a que ele tem. - Eu te amo Bianca. Tu sabe né?! - ele me puxa para um beijo apaixonado, eu controlo a vontade de chorar que me dá. Os últimos tempos têm sido tão difíceis e toda vez que ele fala assim me dá um aperto no peito de que algo vai acontecer. A sua língua invade a minha boca e eu permito, dando passagem para que ele acaricie a minha língua com a dele. Ele aprofunda cada vez mais o beijo com uma urgência surreal, e o paramos quando já estamos sem ar. Ele morde o meu lábio inferior e eu sorrio descendo uma trilha de beijos por todo o seu tórax e abdômen até chegar onde eu quero. Jota: - Isso gostosa, paga aquela gulosa que só tu sabe fazer. - diz cheio de desejo. Eu me ajoelho diante dele sorrindo, tirando a sensação r**m do meu coração e vivendo só esse momento que está tão gostoso. Abro a minha boca ainda o olhando, e deixo ele, que continuou durinho mesmo após a nossa f o d a agora à pouco, entrar. Deixo ele comandar do jeito que ele gosta, apenas me apoio com uma mão na perna dele e com a outra massageio as suas bolas. Ele dita o ritmo e entra e sai da minha boca indo cada vez que entra, um pouquinho mais fundo, enquanto eu mantenho os meus lábios pressionados ao redor do p a u dele, de forma firme. Ele me faz fazer garganta profunda várias vezes, até lágrimas brotarem nos meus olhos, a saliva escorre pelos cantinhos da minha boca, nesse b o q u e t e bem babado. O t e s ã o é tão grande que eu começo a me tocar, pois o meu corpo também está implorando por alivio mais uma vez. Jota: - Não aguento mais segurar, c a r a l h o aaaaahhhhhh p o r r a aaa Bianca.. - ele geme urrando, g o z a n d o na minha garganta, e seu o r g a s m o desde lisinho por ela, me fazendo quase engasgar e ele solta a minha cabeça e tira o seu p a u da minha boca. Eu me levanto e ele me empurra na parede e se ajoelha na minha frente já colocando uma perna minha sobre seu ombro. Ele passa língua na minha i n t i m i d a d e com vontade eu gemo alto. Bianca: - AAHHHH – estou extremamente sensível e ele continua só na linguada agressiva. Ele alterna entre me lamber, me chupar e mordiscar o meu c l i t o r i s, parece até, parece não, é o que ele faz, ele me dá um verdadeiro beijo de língua na minha b u c e t a, arrancando verdadeiros gritos de prazer de mim. Bianca: - Aiiinnnn Jeffesoonnnn aaiiinnnn aaahhhhhhh – eu g o z o bem gostoso e ele continua me chupando até não restar mais nada do meu o r g a s m o. Ele se levanta não me dando tempo nem de me recuperar, me pega pelas pernas e me prensa na parede e com menos urgência entra em mim mais uma vez. Mas um vez dentro ele começa com o socadão violento. Me agarro no pescoço dele enquanto ele investe em mim fundo e forte e entrelaço as minhas pernas na cintura dele. A gente geme sem parar, alucinados de t e s ã o e prazer, e logo, mais uma vez, estamos g o z a n d o juntos. Saindo do banheiro, a noite só está começando. E depois de muito amor forte e apaixonado, o jantar realmente virou café da manhã, pois o dia está quase nascendo. Durmo exausta do trabalho na upa e do fogo que eu e o Jeferson temos. Acordo e olho as horas, já são mais de três da tarde. Levanto e vou ao banheiro e faço as minhas higienes. Visto uma roupa basiquinha, baby look branca e shortinho jeans, uma rasteirinha e saio para ir ao mercadinho pois me deu vontade de fazer panqueca de frango, mas preciso comprar justamente a farinha de trigo, ovos e o peito de frango, na verdade precisamos fazer uma compra mesmo. To indo ao mercadinho, nem mandei mensagem para o Jeferson, na verdade pouco tenho pego no celular, pois toda hora é um número novo falando algo dele, ou mandando fotos suspeitas. Mas dessa vez nem preciso do celular, pois, logo que eu viro na rua do mercadinho tá o Jeferson com a p i r a n h a maldita da Jéssica nos braços, a v a d i a sorrindo. Ele me vê no mesmo instante, mas eu me viro e saio andando apressada de volta para casa, ele vem gritando me chamando e eu acelero o meu passo praticamente correndo e logo entro em casa. No mesmo instante pego o celular para já confrontar ele de uma vez e o que eu vejo agora é ainda pior. São fotos dele e da v a g a b u n d a na cama. Não acredito que ele teve coragem de fazer isso comigo. Bianca: - Acabou! - digo assim que ele pisa os pés em casa. Discutimos, e ele não quer aceitar o fim, ainda quer me passar de maluca, de que eu não sei o que eu estou vendo. Ele sai de casa, segundo ele, para não se estressar comigo, cretino falso, e então eu tomo a decisão de ir embora.
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