Eu não confiava muito nas escolhas do Hugo, por isso fui meio apreensivo pelo corredor já familiar do quartos no fundo do bar e bati na porta de número 05. Aquele não era o quarto da peguete dele? Só faltava o maluco me oferecer a própria mulher.
- Entra.
Empurrei a porta devagar. Se eu não gostasse da cara da mulher eu ia pagar e cair fora. Naquela noite eu não estava com paciência para put@ fresca e cheia de mimimi.
O quarto estava em meia luz e a garota me esperava sentada na cama. Como eu não gostava de surpresas, estendi a mão e acendi a luz. Ela tapou o rosto com a mão e abaixou a cabeça.
Bingo. Era uma mulher cheia de fricotes.
Me aproximei e parei na frente dela. Pelo menos o Hugo sabia dos meus gostos e escolheu uma n***a.
- Levanta o rosto boneca, deixa eu te ver.
Lentamente ela levantou o olhar e parou bem no peito. Não me encarou e deu um sorrisinho estranho.
- Rony, não é?
A voz era baixa e me pareceu meio tremula. Que merda o Hugo tinha me arranjado? Era uma iniciante?
- Sim, Melissa não é?
Ela não respondeu e enfiou a mão debaixo do travesseiro puxando uma tira de camisinhas e me entregando.
- Para o caso do Sr. não ter trazido, acho que três são suficientes. O Hugo disse que seria serviço completo e que provavelmente o senhor ia querer mais de uma vez. O pagamento é adiantado e você não pode demorar muito de gozar. Se eu pedir pra parar o senhor tem que parar e eu não engulo esperma. Não quero que deixe marcas no meu corpo e não aceito sexo anal sem lubrificante. Podemos começar?
Dei um passo para trás perplexo com o discussão da garota.
- Você de menor?
Ela continuava sem me olhar.
- Não. Tenho 19 anos, faço 20 semana que vem.
- Levante!
Ela pareceu não entender.
- Como?
- Levante da cama!
Ela obedeceu e de pé pareceu ainda menor, quase não chagava no meu peito. O cabelo longo e cacheado cobria parte do rosto e ela se apoiava ora em um pé, ora em outro.
- Há quanto tempo trabalha aqui?
Ela balançava a perna.
- Faz uns dias.
Uns dias? Sei. Eu ia matar o Hugo.
Ela se aproximou e alisou minha barriga provocando um arrepio no meu corpo.
- Acho que estamos falando demais, o tempo é contado sabia?
Deixei ela abrir os botões da minha camisa, observando ela se atrapalhar com os botões.
Se aquela menina pretendia ganhar a vida com aquilo ali, era melhor ela procurar outra coisa pra fazer.
As mãos dela tocaram a fivela do meu cinto e mesmo eu não pretendendo seguir com aquilo, meu p*u reagiu e pressionou a calça. Ela percebeu e pareceu ficar ainda mais nervosa.
- Escute menina...
Ela se afastou e começou a tirar a roupa. Rapidamente tirou a blusa e a calça e ficou apenas de calcinha na minha frente. Nem em sonhos eu pensaria em trepar com uma menina tão magra e pequena. A garota parecia uma adolescente, mas a forma como ela parecia se armar de coragem para fazer aquilo me excitou. Será que ela era mesmo maior de idade? Será que estava ali por livre e espontânea vontade?
- O senhor pagou, tem direito de consumir o que comprou.
Me aproximei dela e a toque nos braços devagar.
- Tem certeza do que está fazendo?
Ela não respondeu e desceu a mão por cima da minha calça, alisando meu p@u.
- O que estou fazendo é problema meu. Vai querer trepar ou não?
Acho que aquela menina precisava de um susto.
Segurei os braços dela e a levantei sem dificuldade e a joguei sobre a cama com força, tomando cuidado para não machucá-la de verdade.
- Chega de conversinha então, me dar logo o que paguei. Tira a calcinha!
Ela pareceu assustada, mas não recuou. Levou as mãos até a calcinha e empurrou pra baixo.
- Pegue a camisinha.
Vamos ver se você está certa do que escolheu mocinha.
- Sem camisinha boneca, vai ser do jeito que eu quiser.
Ela arregalou os olhos e tentou fechar as pernas.
- Não! só faço se for com camisinha.
Puxei as pernas dela com força para a beirada da cama e abri.
- Aqui quem manda é quem compra garota, eu quero sem camisinha!
Ela esperneava, mas eu a segurei com força e tapei a boca dela com a mão.
- Quieta. Vai f***r caladinha e já vou avisando que não vai ter pagamento, você não merece nenhum centavo p*****a.
Ela mordeu minha mão e tentou me chutar.
Quando percebi que ela ia gritar tapei de novo a boca dela e abrandei a voz. Era melhor parar antes que desse uma merda.
- Quieta menina, não vou fazer nada com você.
Ela me olhava assustada e tremia embaixo do meu corpo. Acho que deu pra ela perceber a loucura que estava fazendo.
- Vou te soltar e não grite, eu prometo que não vou fazer nada.
Retirei a mão devagar, mas continuei prendendo-a sobre a cama.
Ela começou a chorar e relaxou debaixo de mim.
Fui levantando e a deixei encolhida sobre a cama. Peguei um lençol, joguei em cima dela e sentei na cadeira fechando o zíper da calça.
Ela soluçou por um 10 minutos e então sentou lentamente sem se importar de estar nua. Tentei não olhar para os s***s pequenos e durinhos Tão pequenos que quase não aparecia. Inferno!
- O senhor vai me pagar não vai?
Peguei a calcinha dela no chão e joguei pra ela juntamente com a blusa.
- Veste.
Ela se vestiu calada.
Sentei ao lado dela e a observei por um tempo.
- Você sabe que muitos não teriam parado não é?
Ela finalmente levantou o olhar e me encarou. Os olhos mais sofridos que eu já tinha visto. Amedrontados e cheios de lágrimas.
- Por que você parou?
Apertei os lábios.
- Pra você pensar bem se é essa vida mesmo que você quer. Por que é assim que ela é. Dentro desses quartos garota, os homens é quem ditam as ordens.
-Mas o Hugo disse....
Cortei-a.
- Esquece o que o Hugo disse. Você está preparada para viver o que eu te mostrei aqui?
Ela ficou calada.
- Não está. Claro que não está. O que faz aqui afinal?
Ela me encarou firme.
- Eu preciso de dinheiro. Se você não me quer cai fora e dar o lugar pra outro.
- Ainda quer insistir, então deixa eu te contar o que aconteceu aqui outro dia. O cara fez sexo anal com a mulher até ela desmaiar e ela teve que ir às pressas para o hospital e fez uma cirurgia de emergência. Entendeu ou quer que eu conte que outra garota foi obrigada a t*****r com 03 caras de p@u enorme e perfurou o útero dela.
Ela tapou os ouvidos com a mão.
- Chega! Pare de me assustar.
Puxei as mãos dela.
- Chega você sua maluca. Volte pra casa e esqueça isso. Duvido que você tenha mesmo 19 anos. Com certeza é uma riquinha mimada querendo aventura sem medir as consequências e eu quase me ferro com você.
Ela me empurrou e andou pelo quarto nervosa.
- Que merda você sabe sobre a minha vida hein! não é da sua conta se eu resolvi fazer programas. Va cuidar da sua vida.
Ela estava quase gritando.
- Fale baixo, vou ligar para o Hugo e pedir meu dinheiro de volta.
Ela se aproximou assustada.
- Não! eu preciso do dinheiro, por favor. Eu faço o que você quiser, eu faço tudo que você quiser.
O tom desesperado dela me assustou. Que p***a estava acontecendo ali?
- Chega garota, a brincadeira acabou.
Ela se colocou na minha frente de cabeça erguida. O olhar era frio como aço.
- Eu aceito do seu jeito. Eu preciso do dinheiro pra comprar comida para meu filho.