Capítulo 04 – Rony

1343 Palavras
Eu não confiava muito nas escolhas do Hugo, por isso fui meio apreensivo pelo corredor já familiar do quartos no fundo do bar e bati na porta de número 05. Aquele não era o quarto da peguete dele? Só faltava o maluco me oferecer a própria mulher. - Entra. Empurrei a porta devagar. Se eu não gostasse da cara da mulher eu ia pagar e cair fora. Naquela noite eu não estava com paciência para put@ fresca e cheia de mimimi. O quarto estava em meia luz e a garota me esperava sentada na cama. Como eu não gostava de surpresas, estendi a mão e acendi a luz. Ela tapou o rosto com a mão e abaixou a cabeça. Bingo. Era uma mulher cheia de fricotes. Me aproximei e parei na frente dela. Pelo menos o Hugo sabia dos meus gostos e escolheu uma n***a. - Levanta o rosto boneca, deixa eu te ver. Lentamente ela levantou o olhar e parou bem no peito. Não me encarou e deu um sorrisinho estranho. - Rony, não é? A voz era baixa e me pareceu meio tremula. Que merda o Hugo tinha me arranjado? Era uma iniciante? - Sim, Melissa não é? Ela não respondeu e enfiou a mão debaixo do travesseiro puxando uma tira de camisinhas e me entregando. - Para o caso do Sr. não ter trazido, acho que três são suficientes. O Hugo disse que seria serviço completo e que provavelmente o senhor ia querer mais de uma vez. O pagamento é adiantado e você não pode demorar muito de gozar. Se eu pedir pra parar o senhor tem que parar e eu não engulo esperma. Não quero que deixe marcas no meu corpo e não aceito sexo anal sem lubrificante. Podemos começar? Dei um passo para trás perplexo com o discussão da garota. - Você de menor? Ela continuava sem me olhar. - Não. Tenho 19 anos, faço 20 semana que vem. - Levante! Ela pareceu não entender. - Como? - Levante da cama! Ela obedeceu e de pé pareceu ainda menor, quase não chagava no meu peito. O cabelo longo e cacheado cobria parte do rosto e ela se apoiava ora em um pé, ora em outro. - Há quanto tempo trabalha aqui? Ela balançava a perna. - Faz uns dias. Uns dias? Sei. Eu ia matar o Hugo. Ela se aproximou e alisou minha barriga provocando um arrepio no meu corpo. - Acho que estamos falando demais, o tempo é contado sabia? Deixei ela abrir os botões da minha camisa, observando ela se atrapalhar com os botões. Se aquela menina pretendia ganhar a vida com aquilo ali, era melhor ela procurar outra coisa pra fazer. As mãos dela tocaram a fivela do meu cinto e mesmo eu não pretendendo seguir com aquilo, meu p*u reagiu e pressionou a calça. Ela percebeu e pareceu ficar ainda mais nervosa. - Escute menina... Ela se afastou e começou a tirar a roupa. Rapidamente tirou a blusa e a calça e ficou apenas de calcinha na minha frente. Nem em sonhos eu pensaria em trepar com uma menina tão magra e pequena. A garota parecia uma adolescente, mas a forma como ela parecia se armar de coragem para fazer aquilo me excitou. Será que ela era mesmo maior de idade? Será que estava ali por livre e espontânea vontade? - O senhor pagou, tem direito de consumir o que comprou. Me aproximei dela e a toque nos braços devagar. - Tem certeza do que está fazendo? Ela não respondeu e desceu a mão por cima da minha calça, alisando meu p@u. - O que estou fazendo é problema meu. Vai querer trepar ou não? Acho que aquela menina precisava de um susto. Segurei os braços dela e a levantei sem dificuldade e a joguei sobre a cama com força, tomando cuidado para não machucá-la de verdade. - Chega de conversinha então, me dar logo o que paguei. Tira a calcinha! Ela pareceu assustada, mas não recuou. Levou as mãos até a calcinha e empurrou pra baixo. - Pegue a camisinha. Vamos ver se você está certa do que escolheu mocinha. - Sem camisinha boneca, vai ser do jeito que eu quiser. Ela arregalou os olhos e tentou fechar as pernas. - Não! só faço se for com camisinha. Puxei as pernas dela com força para a beirada da cama e abri. - Aqui quem manda é quem compra garota, eu quero sem camisinha! Ela esperneava, mas eu a segurei com força e tapei a boca dela com a mão. - Quieta. Vai f***r caladinha e já vou avisando que não vai ter pagamento, você não merece nenhum centavo p*****a. Ela mordeu minha mão e tentou me chutar. Quando percebi que ela ia gritar tapei de novo a boca dela e abrandei a voz. Era melhor parar antes que desse uma merda. - Quieta menina, não vou fazer nada com você. Ela me olhava assustada e tremia embaixo do meu corpo. Acho que deu pra ela perceber a loucura que estava fazendo. - Vou te soltar e não grite, eu prometo que não vou fazer nada. Retirei a mão devagar, mas continuei prendendo-a sobre a cama. Ela começou a chorar e relaxou debaixo de mim. Fui levantando e a deixei encolhida sobre a cama. Peguei um lençol, joguei em cima dela e sentei na cadeira fechando o zíper da calça. Ela soluçou por um 10 minutos e então sentou lentamente sem se importar de estar nua. Tentei não olhar para os s***s pequenos e durinhos Tão pequenos que quase não aparecia. Inferno! - O senhor vai me pagar não vai? Peguei a calcinha dela no chão e joguei pra ela juntamente com a blusa. - Veste. Ela se vestiu calada. Sentei ao lado dela e a observei por um tempo. - Você sabe que muitos não teriam parado não é? Ela finalmente levantou o olhar e me encarou. Os olhos mais sofridos que eu já tinha visto. Amedrontados e cheios de lágrimas. - Por que você parou? Apertei os lábios. - Pra você pensar bem se é essa vida mesmo que você quer. Por que é assim que ela é. Dentro desses quartos garota, os homens é quem ditam as ordens. -Mas o Hugo disse.... Cortei-a. - Esquece o que o Hugo disse. Você está preparada para viver o que eu te mostrei aqui? Ela ficou calada. - Não está. Claro que não está. O que faz aqui afinal? Ela me encarou firme. - Eu preciso de dinheiro. Se você não me quer cai fora e dar o lugar pra outro. - Ainda quer insistir, então deixa eu te contar o que aconteceu aqui outro dia. O cara fez sexo anal com a mulher até ela desmaiar e ela teve que ir às pressas para o hospital e fez uma cirurgia de emergência. Entendeu ou quer que eu conte que outra garota foi obrigada a t*****r com 03 caras de p@u enorme e perfurou o útero dela. Ela tapou os ouvidos com a mão. - Chega! Pare de me assustar. Puxei as mãos dela. - Chega você sua maluca. Volte pra casa e esqueça isso. Duvido que você tenha mesmo 19 anos. Com certeza é uma riquinha mimada querendo aventura sem medir as consequências e eu quase me ferro com você. Ela me empurrou e andou pelo quarto nervosa. - Que merda você sabe sobre a minha vida hein! não é da sua conta se eu resolvi fazer programas. Va cuidar da sua vida. Ela estava quase gritando. - Fale baixo, vou ligar para o Hugo e pedir meu dinheiro de volta. Ela se aproximou assustada. - Não! eu preciso do dinheiro, por favor. Eu faço o que você quiser, eu faço tudo que você quiser. O tom desesperado dela me assustou. Que p***a estava acontecendo ali? - Chega garota, a brincadeira acabou. Ela se colocou na minha frente de cabeça erguida. O olhar era frio como aço. - Eu aceito do seu jeito. Eu preciso do dinheiro pra comprar comida para meu filho.
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