─ Qual o seu nome? E... Se não quiser me falar, ao menos me diga um apelido? - Sorrio, sarcástica.
Vejo como ele segue se resistindo a falar de si mesmo.
Me aproximo dele aos poucos e me sento numa coxa sua. Imediatamente ele segura minha cintura com uma mão.
─ Um apelido, sabe? Ou você prefere que eu gema o nome de outro cara? - Sussurro perto do seu ouvido, de um jeito arrastado, rouco e fino.
Vejo como ele lambe seu lábio inferior.
─ Você pode me chamar de Danny Danger. - Ele responde, com firmeza, com um timbre sensual e muito sussurrado, principalmente ao pronunciar seu apelido de rua. Levemente envergonhado, levemente safado.
─ Danny Danger, hm? - Rio com suavidade. ─ E então... Você tem... Camisinhas? - murmuro.
Assim que acabo de rir, nossos lábios se pregam de novo como imãs. Ele não me responde, apenas me beija com força, de novo, segurando o meu rosto de um lado, e o apertando.
Confesso, estou ficando excitada. No entanto, ele parece ser meio carinhoso. Estou cansada de sexo baunilha. Todos os garotos com quem transei ultimamente são assim, calmos, contidos, transam de pouco a pouco.
Desço a mão dele, lentamente, até o meu pescoço. Ele o segura enquanto nos beijamos de língua, mas não aperta. Então desisto e me entrego ao seu ritmo comedido. Mas apenas sua mão por cima dessa zona já me deixa muito mais excitada.
Estou sentindo o p*u dele subindo por dentro da calça enquanto nos beijamos. Deixo meus s***s encostarem no peito dele lateralmente, gemo baixo, isso parece surtir efeito nele. Sinto como ele desabotoa minha calça e coloca uma mão por dentro do tecido jeans, minhas costas se arrastam aos poucos, até ficarem encostadas no peito dele. Sua outra mão sobe por dentro do meu moletom, alcançando um dos meus s***s.
─ Daniel, é seu nome? - Sussurro, afobada, enquanto sua língua entra na minha boca mais depressa. Seu dedo começa a tocar meu clítoris, em círculos, por dentro da calcinha. Ele se aproveita da minha umidade natural para massageá-lo, franzo as sobrancelhas de prazer. Sinto ele apertando meu peito.
─ E o seu? - Ele sussurra, com a voz embriagada de t***o.
─ m*l-malvina...
Essa massagem durou por mais algum tempo, até que a pele dos dois começou a ferver no meio de tantos toques. Ele colocava os dedos para dentro de mim como podia. Eles faziam certo barulho por dentro da minha calcinha, no meu interior molhado. Seus dedos longos me atingiam profundamente, eu estava gostando. Não parávamos de nos beijar e de nos esfregar.
Eu deslizo, num momento, minha mão até o interior do bolso da calça dele e localizo a camisinha, como eu imaginei. Eu mesma a abro, enquanto ele está devorando meu pescoço com beijos profundos, apaixonados e suspiros na minha orelha.
Me levanto e desço minha calça jeans até as batatas das pernas. Abro a calça desse loiro, e encontro um volume enorme e delicioso na cueca. Tiro para fora, dou uma cuspida que cai desde os meus lábios até seu p*u, e o masturbo algumas vezes, enquanto o olho com um sorriso ladeado, só para ter certeza de que ele já está em seu máximo esplendor. Vejo como outro se abre no rosto dele enquanto ele olha como o masturbo.
Coloco a camisinha, segurando a ponta e a deslizando no seu m****o. Logo me sento de joelhos no banco. Então desço mais a minha calça e com um fogo na b***a que só pode ser do d***o, coloco o p*u desse desconhecido dentro de mim e começo a quicar para cima e para baixo, não dando a mínima para a sua identidade, nem para ele quase. Eu só estava com vontade de ter um orgasmo.
Ele agarra o meu quadril e me ajuda a meter com força. Está escuro, e m*l nos vemos para dizer a verdade.
─ Ah... Ai... Assim! - começo a gemer mais alto quando ele vai me ajudando, revirando meus olhos. Ele lambe meus s***s nessa escuridão, mordendo o biquinho de um deles, levando-o para o fundo da sua boca enquanto me fode com força, segurando o meu quadril, me fazendo galopar nele.
Eu estou muito molhada, porque dá medo que alguém apareça nesse parque. É perigoso. Molhada porque m*l conheço esse cara. Molhada porque o p*u dele é muito gostoso e me deixa trêmula.
Mas não porque o que estejamos fazendo seja intenso, ou haja cumplicidade entre nós dois.
─ Dan... - Sussurro.
─ Sim? - ele murmura, aproximando a cabeça do meu pescoço, enquanto ainda me ajuda.
Eu ia lhe dizer que queria parar e ir embora, mas ele começou a meter tão forte, de um jeito tão violento, que acabei esquecendo da razão. Eu apenas fechei os olhos e me deixei levar.
Enquanto o meu clítoris se esfregava na pélvis dele freneticamente com suas investidas, eu acabei gozando. Ele, em pouco tempo também. Ficamos um tempo abraçados enquanto nossas respirações se normalizavam.
Eu queria conversar com ele, perguntar quem ele era... Mas eu só sentia que ninguém desse mundo ia me entender de todos modos. Então apenas fiquei em silêncio, esperando o meu corpo voltar ao normal.
─ Você gostou? - pergunto.
─ Claro... - ele assente, ainda ofegando. ─ E você?
Talvez eu tivesse gostado mais podendo ver seus olhos.
─ Sim. - Respondo, apenas. Não foi uma das minhas melhores transas. Não que fosse culpa dele, eu mesma me coloco em situações assim. - Vou embora... - digo, me levantando do seu colo e me apoiando no seu ombro. - Quem sabe a gente não se vê mais vezes?
─ Acho que não... - ele responde, fechando sua calça.
─ Por quê?
─ Mm... Digamos que... Todas as minhas aventuras sexuais são assim, rápidas. Se você não se importar com isso, podemos nos ver mais vezes sim. - Ele ergue o seu queixo.
Levo as mãos até seu rosto para tirar seus óculos, então ele segura meu pulso.
─ Você insiste em me ver. - Diz o garoto. - Faz o seguinte... Fuma este baseado inteiro, e eu deixo você levantar meus óculos. - Ele dá um risinho e o tira de dentro da sua calça outro cigarro no papel de seda.
─ Por que você não quer que eu te veja? Isso é muito, muito estranho. E suspeito! - exclamo, franzindo as sobrancelhas. Enquanto estou falando ele coloca uma bolsinha de plástico cheia de maconha no bolso traseiro da minha calça jeans, dá um tapa na minha b***a, uma apertada, e ri baixinho de novo.