O tempo foi passando e nossa amizade foi crescendo. O pai do Marvin enfim arranjou um emprego e eles puderam se mudar pra uma casa só deles. Era bem mais perto da minha e ele tinha seu próprio quarto! Agora eu também ia dormir lá de vez em quando.
O ano veio e o ano de foi. Nesse ano junto do Marvin posso afirmar que tinha feito um amigo pra toda vida.
A família dele foi passar o mês de férias na casa de uns parentes deles na capital e, muito a contragosto, o Marvin foi junto.
Cara! Que tédio que foi pra mim! Percebi a dimensão da minha amizade por ele nessa época. Nos falávamos quase todo dia e ele, com aquela sinceridade, sempre dizia estar com saudade e que não via a hora de voltar pra mim.
Quando nos encontramos no começo do ano ele me deu um abraço apertado e um beijo no rosto no meio da sala. A sala inteira zoou mas nem dei muita bola. Ele estava de volta e só isso importava. A partir daí nasceu outra tradição nossa: a gente sempre se cumprimentava com um abraço e um beijo.
Sei o que vocês estão pensando... Dois viados enrustidos. E não vou negar que, pra quem estivesse de fora, seus comentários e elogios pegariam mal... Eram a vontade até demais... Mas só quem teve um amigo íntimo sabe do que eu estou falando. As atitudes eram tão naturais e sinceras que não havia maldade, sabe?
Um exemplo claro de que não havia segundas intenções na nossa amizade era que nosso p*u não ficava duro quando a gente se abraçava ou brincava de lutinha (Falo "nosso" com categoria por que seria extremamente fácil notar se ele ficasse e******o) e eu não ficava imaginando coisas com ele. Era só carinho.
(Ainda)
Ficamos íntimos um do outro. Era raro estarmos em casa sozinhos e não ficarmos só de cueca. Mas sempre de cueca. Aquela era uma linha que nenhum dos dois atravessava. Ele tinha vergonha do tamanho do p***o e eu, por razões opostas, também tinha.
Mas que eu tinha curiosidade d ver ele pelado eu tinha.
Entramos numa academia e no clube adolescente de futebol da cidade e em poucos meses ficamos definidos e sarados. A gente já era bonito, mas modéstia parte, ficamos gostosos pra c****e.

O Marvin também achava isso. Me elogiava toda vez que eu estava sem camisa.
- Que abdômen hein Felix? - e dava uns soquinhos na minha barriga. - olha o tronco! Trincadinho.
- Olha quem fala, é mais fácil ver seus gominhos que os meus.
Eu já ficava a vontade falando essas coisas com ele. Pelo menos quando não havia mais ninguém. O Marvin me elogiava em qualquer lugar, com gente perto ou não. Eu não tinha essa desenvoltura ainda, mas sempre que podia fazia algum elogio pra ele abrir aquele sorrisão.
Nessa época começamos a frequentar baladinhas. Não havia muitas naquele ovo de cidade, mas sempre que tinha estávamos lá.
A gente chamava atenção e sabia disso. No colégio já éramos assediados pelas meninas, mas nas baladas as coisas iam além.
Era a gente chegar que as meninas ficavam em polvorosa. Os caras aproveitavam da nossa popularidade e queriam ficar de papo com a gente.
Beijei muito aquela época.
Mas não passava disso, as meninas eram muito novinhas, não aceitavam uma investida maior. Queriam logo namorar, e nem eu nem o Marvin pensávamos em compromisso.
Estávamos pra entrar de férias do segundo ano quando perdi minha virgindade.
A gente tinha colado numa dessas baladas, bebendo e se divertindo com a rapaziada. O pessoal da escola respeitava e colava na gente, era meio como se fôssemos os líderes da galera. Todo mundo queria andar com a gente. No começo eles estranharam o carinho que o Marvin me dava e, em grau menor, o que eu demonstrava com ele, mas com o passar do tempo eles entraram na onda e morriam de rir quando ele me beijava no rosto ou vice e versa. A gente era pegador e deixava eles ficarem com as rebarbas, só isso já bastava.
- Olha lá Félix! - Marvin me apontava duas meninas que tinham acabado de entrar no salão.
Ou melhor... Duas mulheres. Já deviam ter seus 25 anos. Altas e com olhar seguro.
Vi o Marvin se olhando pela câmera do celular e arrumando o cabelo, nervoso.
- Cara, tô sentindo... É hoje!
A gente não falava muito disso, mas eu sabia que ele se sentia frustrado por ter 18 anos e ainda ser virgem. Pra galera ele era o pegador master, mas pra mim ele mostrava essa insegurança.
Eu também era virgem mas não era muito s****l, nunca fui. Me contentava ainda com punheta. Mas estava um pouco alto e entrei na farra.
- Será Marvin? As minas são mais velhas.
Ele me olhou com aquele sorrisão.
- Por isso mesmo meu velho! A gostosa de preto deve aguentar minha rola... Tem que aguentar.
Ri pra ele mas ele permaneceu sério, compenetrado.
Em quesito garotas eu ainda levava a melhor que ele. Nem chupado ele tinha sido. As novinhas quando viam o tamanho da vara dele dura desanimava na hora.
Ele sempre me lembrava da sorte de ter um p*u pequeno. E eu sempre quis ter um p*u igual o dele. Não tinha visto seu p*u e nem ele o meu, mas o volume da cueca denunciava.
Elas se sentaram no balcão do bar e ele me puxou pra perto delas.
- Oi meninas! - ele se aproximou com aquele sorriso convencido.
As duas olharam pra ele e dele pra mim. A vista era agradável. Elas trocaram sorrisinhos.
- Oi meninos. - respondeu a mulata olhando diretamente pra mim.
Eram duas beldades. Uma morena gostosa e uma mulata peituda. As duas tinham aquela segurança de quem é bonita e sabe disso.
Mas nós também tínhamos.
- Vocês são de menor? Querem que compremos bebidas pra vocês? - Brincou a morena.
- Não gata - Marvin não se abalou, a confiança e a bebida não deixaram. - Viemos aqui fazer negócios com vocês.
"Vamos ver aonde isso vai dar..."
Elas sorriram e ergueram as sombrancelhas.
- Negócios?
Ele abriu aquele sorrisão inocente.
-Sim. - Ele me puxou e me colocou na frente dele. - Estou alugando esse rapaz aqui. Interessam?
Nós três olhamos sem entender pra ele.
- Veja só essa mercadoria. - Ele continuava, colocou ambas as mãos no meu ombro.- loiro, alto de olho claro. Branquinho e com os dentes perfeitos.
Ele apertou minha bochecha e mandou:
- Mostra os dentes Félix.
As garotas caíram na risada. Eu dei uma cotovelada nele mas entrei na onda.
A mulata cruzou as pernas e disse, entrando na brincadeira.
- Interessante essa mercadoria.
Marvin abriu um sorrisão e levantou minha camisa.
- E não é só isso! - tentei abaixa la mas ele não deixou. - olha esse peitoral! Esse cara é trabalhado na gostosura. Tem até gominho!
Fiquei sem graça e senti um arrepio quando ele deu uma batidinha no meu abdômen.
- É mercadoria da boa! - ele Concluiu me soltou.
As garotas se divertiam e se olharam rapidamente.
- Tá bom. - disse a mulata mordendo o lábio. - Eu fico com ele.
Caímos na risada e o Marvin me sacudiu feliz.
- E pra mim?- perguntou a morena. - Tem alguma coisa?
Marvin se posicionou diante de mim e abriu os braços de frente pra elas. Entrei na brincadeira.
- Temos também um espécime raro aqui. - comecei, apalpando seus braços. - braços fortes, direto da capital, moreno e com barba de cafajeste, esse cara aqui não deixa nada a desejar.
A morena se inclinou pra gente, como se ainda estivesse em dúvida. Levantei sua camiseta.
- Com gominhos também.- anunciei cutucando cada um deles. Marvin tremia de cócegas... - seis dele!
Mas a morena tava fazendo jogo duro... Colocou a mão no queixo e coçou a cabeça...
- Não sei...
- Para de cu doce Patrícia! - a mulata deu um tapa no braço da amiga.
- Não amiga, é sério. Ele é muito novinho.
O Marvin me olhou de canto e seu sorriso vacilou, ele estava perdendo a mina.
Ver seu semblante frustrado me deixou de coração na mão. Sem pensar muito eu disse no seu ouvido:
- Cara, confia em mim.
E abaixei a calça dele.
Não foi uma abaixada completa, foi só a frente da calça. Marvin deu um pulo assustado, ficou sem graça mas não tirou minha mão. Abaixei o suficiente só pra mostrar a frente da sua cueca e sua mala.
- Morena, não pensa demais. Da uma olhada nesse pacote! Ele não brinca em serviço!
As duas arregalaram os olhos e a morena passou a língua no lábio, sorrindo. Estava ganha.
Ficamos mais um tempo na balada dando uns amassos nas minas. A mulata se chamava Suellen e as duas eram de uma cidade próxima. Saímos de lá e nós dois fomos pra um motel. Cada uma tinha um carro e logo perdemos o outro casal de vista.
Não vou me detalhar nessa parte por que não é muito importante pra história. Foi diferente, gostoso e... rápido. Eu estava meio bêbado e lembro de pedaços da noite apenas. Se eu não estivesse tão nervoso teria sido melhor com certeza.
Ela me levou pra casa no fim da madrugada. Trocamos telefones e nos despedimos com um belo beijo.
No dia seguinte tínhamos aula. Cheguei atrasado e com ressaca, só tive tempo de conversar com ele na segunda aula. Era educação física e enquanto o povo jogava fomos pro vestiário ter mais privacidade.
- c*****o Félix! Que doidera ontem! - Ele não parecia tão contente mas tentava transparecer animação - pode me contar seus detalhes sórdidos.
Contei o que lembrava da noite. Pensei em aumentar a história, dizer que tinha dado 2 ou 3 pimbadas na noite, mas o Marvin era meu brother e não merecia mentira.
Na hora de contar sua noite notei ele um pouco sem graça. Eles tinham ido pro motel também. Ela ficou doida quando viu como ele ficava com o p*u duro. Pegou nele, punhetou e até ensaiou uma chupada. Mas não conseguiu fazer direito. Eles tentaram f********o em todas as posições possíveis. Mas era entrar a cabecinha e ela pedia pra ele tirar que tava machucando.
- Enfim... - ele sacudiu a cabeça tentando espantar o desânimo. - Não trepamos, mas ela bateu pra mim duas vezes pelo menos.
Ele sorria de um jeito estranho. Eu já conhecia ele o suficiente pra saber que ele estava triste.
- Marvin, você vai encontrar alguma garota, relaxa...
- Só se já estiver arrombada. - ele riu sem humor - eu não acredito que vou ter que ir num putero pra perder a virgindade. Eu não admito isso!
Ele abaixou a cabeça e eu meio que o abracei de lado.
- Cara, nem chupar ela conseguiu... - ele murmurou sentido.
Que doidera... - comentei sem graça e sem ter muito o que falar.
Depois de um tempo ele se levantou melancólico e se alongou um pouco.
- Pois é Félix, seu irmão aqui vai ter que virar padre.
Ri um pouco mas depois fiquei pensativo. Ele estava de frente pra mim. Seu volume avantajado a centímetros do meu rosto.
Por fim a curiosidade venceu a cautela.
- Marvin... Deixa eu ver seu p***o?
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