Assim que o dia amanheceu, Juan levantou da cama, expulsou a mulher que tinha passado a noite e foi para o banho. Ele queria se livrar do cheiro do
sexo, dos orgasmos que ele proporcionou a mulher cujo nome não sabia. Ele entrou no banheiro, tirou sua boxer preta, abriu o registro do chuveiro. Deixou com que a água quente lavasse toda a sujeira da noite anterior. Com as mãos cheias de espumas de sabão, Juan começou a lavar seu corpo, não deixando nenhuma parte de fora, inclusive seu m****o.
— Juan! — Liza, seu braço direito gritou. Ela era a única em que ele confiava a chave de seu apartamento.
— Estou no banho! O que você quer?
Ela entrou no banheiro que havia no quarto dele e foi presenteada com a vista perfeita de sua b***a. Liza sentiu sua i********e pulsar. Ela morria de
tesão por ele, e já perdeu as contas de quantas vezes havia se masturbando imaginando os dois juntos. Liza não era uma mulher que se apaixonava, mas não abria mão de uma boa noite de sexo.
— O que foi? — perguntou ele, virando de frente para ela. — Nunca viu um p*u?
— Não o seu. — Ela mordeu seu lábio inferior. — Como é grande.
Juan sabia o que ela queria, mas não seria ele a falar primeiro. Jamais implorava por sexo, elas vinham até ele. Todas elas. Liza sentiu seu sangue ferver, ela o queria a tempos, porém, Juan nunca
deu liberdade para que chegassem a tal ponto, mas aquela era a sua chance. Lentamente, se desfez de seu vestido vermelho, extremamente, colado em seu corpo. Seus s***s pularam para fora. Andou a passos lentos até Juan e entrou debaixo do chuveiro. A água quente fez com que um grito fino escapasse de sua boca, mas aquilo não a fez mudar de ideia: ela queria e teria ele naquele
momento.
— Eu sempre quis saber se era tudo verdade o que dizem sobre você — Liza falou manhosa.
— E o que dizem? — Juan apertou um dos s***s de Liza.
— Que você faz qualquer mulher gozar em tempo recorde.
Sem esperar, Juan puxou Liza para si, circulou sua cintura fina com seus braços tatuados e devorou sua boca. Um beijo que fez a ruiva gemer de
excitação. Ela deslizou suas mãos pelas costas de Juan, sem parar de beijá-lo. Sem mais delongas, ele a virou de costas, e penetrou seu sexo com tanta força que a fez gritar, mas logo em seguida ela foi tomada pelo prazer que ele a estava proporcionando. Ele entrava e saía de dentro dela com tanta velocidade que ela m*l conseguia acreditar que estava acontecendo. Suas mãos apoiadas na parede, e Juan com as deles em seus s***s.
— Ah... — gemia Liza sem parar.
Juan não era igual a muitos homens que tinham pelo mundo, ele não falava coisas durante o sexo, ele não gostava de carinhos e juras doces e
enjoativas de amor, ele apenas metia e metia cada vez mais forte. Liza chegou ao ápice, realmente, em tempo recorde, e quando Juan estava prestes a explodir, ele tirou seu pênis duro de dentro de Liza, a ordenou que se ajoelhasse e como um touro, gozou no rosto branco da ruiva.
— Se limpe e vá embora. Tenho assuntos a serem resolvidos. — Como se nada tivesse acontecido, Juan terminou seu banho. Enrolou uma toalha em
sua cintura e saiu do banheiro.
Ele tinha em mente outras coisas que estavam tirando o seu sono, e uma delas se chamava Laura. A morena de curvas perfeitas, tinha uma dívida a
ser paga, e ele cobraria centavo por centavo.
Os próximos dez minutos foram normais. Juan tomou seu café da manhã enquanto Liza acabava de se vestir.
— As informações que você pediu sobre a família Cooper estão sobre o sofá — disse e seguiu para fora do apartamento.
Juan largou a xícara de café que bebia em cima da mesa e correu para a sala. Abriu o envelope de papel pardo e começou a ler. Eram poucas páginas e a que, realmente, o interessava estava no final:
“Laura Cooper, 19 anos. Branca, de olhos e cabelos castanho-escuros. Filha de
Núbia Cooper, falecida, e David Cooper, desaparecido. Irmã mais velha de Nicolle Cooper, 4
anos. Bailarina na escola de artes Dance Art School.”
— Bailarina... — Ponderou, Juan. — Interessante.
Aquilo bastava para ele, seu plano já estava formulado, e ele teria as duas coisas de uma só vez. Fez algumas ligações e rapidamente já tinha a
localização exata de Laura, e lá estavam eles, parados na calçada.
— Tenho uma proposta para lhe fazer. Assim você paga a dívida de seu pai e fica livre de mim.
— Que proposta? — Curiosa, Laura perguntou.