ANNA NARRANDO Era noite, eu estava no meu apartamento terminando de limpar tudo. Meu telefone começou a tocar e eu fiquei surpreso em ver que era meu pai que estava me ligando. Uma hora dessa, o assunto deve ser muito importante. — Alô? — Atendi. — Oi, filha. Será que posso conversar com você sobre uma coisa? Estou completamente atordoado. Parece que... Minha cabeça virou uma batedeira descontrolada. — Ergui as sobrancelhas. O que será que atordoou meu pai a esse ponto e por que ele quer conversar justo comigo? Quer dizer, eu não sou a melhor pessoa para ter esse tipo de conversa. Não considerando os últimos acontecimentos entre eu e minha irmã. — Tudo bem. Se você quiser, pode vir aqui na minha casa. Eu estou terminando de deixar tudo arrumado, então... — Certo, me manda o endereço

