Acontececimentos

3382 Palavras
34 semanas de gravidez. Minhas costas doem, meus pés incham, e se abaixar tornou-se uma tarefa impossível de ser realizada. Jungkook está passando as noites comigo, e para ser sincero, sinto até dó do coitado. As dores, que o doutor Kim explicou serem contrações de treinamento, ficou mais frequente, então ele nos pediu para irmos ao hospital, para uma nova consulta, e é isso que estamos indo fazer agora. — Está melhor? — Jungkook perguntou. O rostinho dele está tão cansado que dói no coração. — Parou um pouco. Ele me ajudou a entrar no carro e pôr o cinto. Deu a volta no carro, e entrou, sentando no banco do motorista. — Kihyun disse que nos encontra no hospital, então vamos direto, ta? — Ok. Como disse anteriormente, jungkook e hyun estão se dando bem, e até conseguem amigar entre eles, e isso me deixa bastante feliz. O hospital para qual está indo, não é muito longe, cerca de apenas dez minutos de carro, mas Jungkook está indo tão lento, que talvez iremos demorar trinta. [...] — Com licença, senhor Park. — doutor Kim entrou na sala, para a consulta. — Como anda meu paciente favorito? — Com dor, doutor. Faz algo para parar, por favor. Ele sorriu e assentiu, buscando a máquina de ultrassonografia. — Pode deixar. — sorriu. — Eu não aguento mais... Irei enlouquecer. — brinquei olhando-o. Doutor Kim riu novamente. — Você falando assim, me lembra muito do meu filho e meu genro, eles também estão grávidos. — Os dois? Ao mesmo tempo? — Jungkook perguntou. Olhei para ele com a cara feia, implorando para que deixasse de ser tão curioso. — Sim, na verdade, eles são três. São algo como trisal...? — doutor Kim fez uma pausa pensativo. — Eu não entendo muito, mas acho que é isso mesmo. Meu filho tem dois maridos e as gestações aconteceram quando eles resolveram fazer uma viagem e assim meu filho e um dos meus genros voltaram grávidos. — Meu deus... Que doideira. — Jungkook disse sem sequer piscar. — Jungkook! — O chamei sua atenção. — O quê? — me olhou sem entender. Revirei os olhos, e coloquei a mão na barriga, sentindo novamente a dor voltar. — Está aumentando doutor. — o avisei sobre a dor. Doutor Kim começou a ultrassonografia e se surpreendeu com o tamanho em que Jiwan já estava. — Ele está procurando por espaço. — Doutor Kim Avisou. Ouvimos leves batidas serem dadas na porta. — Pode entrar! Hyun entrou envergonhado pelo atraso. — Desculpa, acabei pegando trânsito. — Assenti e o vi abrir os olhos quando viu a tela. — Minha nossa, Minnie, esse é o nosso filho? Jiwan está enorme! — doutor disse que ele procura por espaço. — o respondi. — Hyung, o doutor Kim disse que o filho dele e o genro estão grávidos juntos. — Hyun abriu os olhos em espanto ao ouvir o que Jungkook disse e o doutor Kim riu da fofoca. — É mesmo, doutor? — Hyun o perguntou curioso e o médico assentiu. — Ele disse que o filho tem uma relação de trisal, e só um não está grávido. — Jungkook! — o olhei novamente. — Shii. — ele fez bico. — Eu acho interessante a relação do poliamor, e super-respeito. É lindo porque tudo que tem amor é, não acha hyung? — É sim, mas imagine dois bebês de uma vez só? — Hyun fez uma cara de sofrimento e Jungkook sorriu. — É bebê demais. — Oh, não. — o doutor Kim negou. — São três, na verdade. Meu filho está grávido de gêmeas, e meu genro está grávido de um menino. — Três bebês? — falei surpreso e todos me olharam. — Desculpa... falei alto? — Sorri. Jungkook e Hyun apenas riram, enquanto doutor Kim negou. — Eles estão aqui hoje, talvez vocês possam conhecê-los depois. — Podemos sim. — Jungkook parecia bem animado. — Aí. — toquei a barriga novamente. — Minha nossa... — Dói muito Minnie? — hyun perguntou e assenti. — Ele está assim desde ontem... Passou praticamente a noite em claro. — Acho que pedirei sua internação senhor Park. — doutor disse desligando o equipamento. — Internação? — Sim, o bebê está com falta de espaço e isso pode ser perigoso. Manteremos o senhor em observação e tentaremos manter ele ai dentro por pelo menos mais duas semanas. — Está tudo bem, eu fico com você. — Você tem que tomar conta de dezenove cafeterias para cuidar, anjo, e eu tenho que finalizar dois quadros ainda... — Pode trazê-los para finalizar aqui, o hospital permite. Mas terá que, infelizmente, ficar interno senhor Park. — Mas ainda temos a Lalisa. E os quartinhos, como ficam? — choraminguei fazendo bico para jungkook e kihyun, mas os dois ficaram de braços cruzados, negando. — Irá ficar aqui! Eu cuido da lisa. — É, e eu de você. — Jungkook deu um beijinho na minha testa. — Trarei seus quadros, tintas e pincéis, com todo o cuidado do mundo. Eu juro. — ergueu o dedo mindinho. Concordei mesmo contra a minha vontade, e segurei seu dedo mindinho com o meu. — Então estamos resolvidos não é? — Hyun me encarou. — Pode interná-lo, doutor. E pode colocar o Minnie em um quarto em que ele tenha privacidade e conforto, ele precisa se concentrar para pintar. — Mas eu acho que o plano não cobre essa mordomia Hyun. — disse segurando sua mão, tentando me sentar. — Eu cubro então. — sorriu e eu o encarei. — É pelo bem de Jiwan, Minnie. Ele é nosso filho e eu quero que fique aí dentro por mais um tempinho. — Hyung você pode ficar com o mochi um pouquinho? Eu vou ao apartamento buscar algumas roupas para ele. — Jungkook perguntou a Kihyun. — Fico sim. — Assentiu. — Eu volto já, está bem? — assenti e o dei um selinho. — Irei pedir para que o quarto seja reservado para o senhor, com licença. Doutor Kim saiu da sala deixando apenas eu e Hyun ali. — Me ajuda a descer aqui. — ergui minha mão, e ele a segurou rindo. — Ta rindo de quê, seu i****a? Eu estou com dor... — Desculpa. — abaixou-se e calçou meus pés. — É que se eu encontrasse o jimin de nove meses atrás e o dissesse que ele estaria aqui hoje, com uma barriga gigantesca, prestes a ser pai, acho que cairia na gargalhada. — Não tenha dúvidas. — sorri, e fiquei de pé. — Eu nunca imaginei que isso fosse acontecer. — Alisei a barriga. — Mas aconteceu... E bem, esse garotão aqui já tem o meu amor todinho. — O meu também. — Hyun tocou minha barriga, e recebeu um chute. — Eu nunca imaginei ser pai... E que estaria vivo caso acontecesse. — Ai, para de falar de morte. — Dei um tapa no ombro dele, e segurei na mão dele, tentando me equilibrar ao andar. — Não quer que eu pegue uma cadeira de rodas? Para te levar até o quarto? — Eu to bem. — falei puxando mais o braço dele, sentindo a dorzinha de volta. — Minnie, não se esforce tanto. O jiwan precisa ficar aí dentro por mais um tempo, e você precisa ficar bem, também. — Eu tô bem, que saco! — falei mais alto, segurando com força o pé da barriga, sentindo uma pressão absurda. — Não está não! — falou um pouco mais alto. — Não grita comigo! — Ei, se acalme, você está ficando vermelho. — senti as mãos dele me segurarem, me erguendo do chão. — O que está fazendo? Kihyun! — Senta aqui. — Kihyun me carregou em seus braços e me colocou numa das cadeiras de espera. — Eu vou saber do quarto e pedirei para te darem um remédio. Ele saiu e fui obrigado a ficar ali. A dor aumentou mais um pouco, então tentei respirar fundo de olhos fechados, dez vezes, controlando toda aquela tensão. — Você está bem? — senti mãos sobre meus ombros. — Eu acho que ele está entrando em trabalho de parto, Tae! — Yoongi, calma! Ei, você está bem? Abri meus olhos e vi dois seres grávidos à minha frente. — Você está bem? — o homem perguntou novamente. — Doutor Kim, eu preciso do doutor Kim! — Do meu Pai? — Ai meu deus, ele está mesmo entrando em trabalho de parto! Alguém ajuda aqui, por favor! — o menor gritou, parecendo desesperado. — Yoongi, por favor, não surta! — Não grita comigo! Eu estou grávido! — Ora essa, eu também estou e estou de duas! E eu não gritei com você, mas você precisa ficar calmo ou o bebê vai ficar agitado. Revirei meus olhos, respirando fundo mais uma vez. — Eu também estou, e estou com dor. — falei chamando a atenção de ambos. — Então, por favor, calem a boca e chamem o doutor Kim, por favor! Olhei para eles e o maior assentiu em prontidão, correndo todo aberto enquanto segurava a barriga gigante. — Tae não corre seu doido! — o menor gritou— Meu deus, cadê o Hoseok? — Estou aqui. — um rapaz mais alto e sem estar grávido apareceu. — Ainda bem amor, acho que esse moço está em trabalho de parto e ele está atrás do pai do Tae. Ele foi atrás do Jungsoo correndo, mas ele está grávido de gêmeas, aquele i****a, e aish, ele ainda saiu correndo! — O homem parecia muito bravo e agitado, enquanto o outro apenas olhava para ele confuso. — O Tae tem duas crianças na barriga e estão prestes a nascer, mas o rapaz aqui gritou com a gente, porque está com dor, e... — Ele parou e olhou o maior que ainda o olhava sem entender nada — Hoseok, por que você ainda está aqui parado, olhando para mim? Vai atrás de alguém logo! — Ei, ei! Calma amor... O bebê. — Ele abraçou o menor pela lateral, o dando um beijo e acalmando a fera. — O que está acontecendo aqui? — ele me olhou. — Está com dor? O seu bebê vai nascer? — Eu preciso do doutor Kim! — falei respirando com dificuldade. — Jimin? — ouvi a voz de Hyun e senti suas mãos sobre meus ombros. — Está tudo bem? — Eu pareço estar bem? — o olhei travando a mandíbula. — Chama o médico, por favor. — Aqui Pai, é ele! — o outro grávido voltou. — Senhor Park? — Ouvi a voz de meu médico e olhei-o rápido. — Doutor Kim, está doendo. — Tragam uma maca aqui, agora! — o doutor gritou, e segurou meu pulso. — Tenta respirar, seus batimentos estão muito altos. — Jimin! — Hyun segurou meu rosto. — faz comigo, um, dois, inspira, expira. — ele fez calmamente a minha frente. — Vamos, repita comigo. Um, dois, inspira, expira. Inspira, expira. Assenti e comecei a fazer a respiração, acalmando meu corpo, e tentando controlar meus batimentos. Dois enfermeiros chegaram correndo com uma maca, e me colocaram em cima dela. — Hyun! — segurei sua mão. — Fica aqui, não sai. — Eu só vou ligar pro jungkook. A cena era a seguinte. Eu, sobre uma maca, com dois enfermeiros me levando às pressas, com Kihyun correndo ao lado, segurando minha mão, enquanto com a outra, discava para jungkook. — Jungkook? Jungkook! O jimin... Volta aqui agora! — e desligou. — Ele está vindo? Onde ele está? — o perguntei. — Eu não sei, desliguei antes da resposta. A maca parou, e entramos numa sala. — Jimin, eu preciso que fique calmo. Ainda não é a hora de Jiwan nascer! Irei verificar novamente o que ocorreu, e tentar fazer a dor parar! Doutor Kim falava, e eu apenas assentia. Senti o gelado novamente sobre minha barriga, e na tela da frente, a imagem do meu bebê inquieto. Jiwan empurrava os pés com força, ainda atrás de espaço. — Ele está agitado. — O doutor falou. — Isso vai ser estranho, mas tem algum exercício ou coisa que você faça que perceba que o bebê fique quieto? — Jungkook... Quando ele canta... O bebê se acalma! — E onde ele está? — o doutor perguntou. — Está voltando. — Hyun respondeu. — O bebê não irá nascer agora, mas está agitado devido à tensão que o senhor está sentindo, senhor Park. Quanto mais o senhor ficar nervoso, mais agitado o bebê ficará, é como se ele sentisse tudo o que você sente. A dor é apenas a pressão que ele está fazendo, tentando arrumar espaço. — Minnie, tenta se acalmar um pouquinho... — Hyun pediu segurando minha mão. Assenti e comecei a fazer a respiração novamente. O celular do Hyun tocou e vi seus olhos abrirem. — É o jungkook. — ele avisou. — Atende logo! — O-oi... Já está aqui? Qual quarto? — olhou ao redor e tirou o celular da orelha — Qual o número deste quarto doutor? — 589. — Quarto 589. — fez uma pausa. — Venha voando, você precisa cantar! — outra pausa. — Não interessa, apenas venha. — e desligou. — ele está vindo. Não deu sequer três minutos e Jungkook chegou correndo ali. Estava suado e com duas bolsas nas mãos. — Che-Cheguei. — ele tentava respirar, mas tinha dificuldade. — Minie disse que o bebê se acalma quando você canta, senta ali e canta. — Hyun disse tomando as bolsas da mão dele. — Mas- — Vai logo! Jungkook assentiu e sentou ao meu lado. Segurou minhas mãos e olhou nos meus olhos, começando a cantar baixo. "I walked across an empty land I knew the pathway like the back of my hand. I felt the earth beneath my feet Sat by the river and it made me complete..." Cada palavra cantada de modo baixo entrava por meus ouvidos e fazia meu corpo estremecer. Fechei os olhos, para apreciar melhor sua voz que tanto parecia com a de um anjo. "I came across a fallen tree I felt the branches of it looking at me Is this the place we used to love? Is this the place that I've been dreaming of?" Senti meu corpo leve e a calma me sucumbir. A dor ainda estava presente, mais tanto quando jiwan, estávamos quietos agora, apenas ouvindo a voz, que cantava de modo tão doce. "Oh, simple thing where have you gone? I'm getting tired and I need someone to rely on..." Todos que estavam na sala, estavam em silêncio. E parecia que até as pessoas que estavam do lado de fora, totalmente alheias, estavam no modo mudo, permitindo que o som doce ecoasse mais alto. "And if you have a minute why don't we go Talk about it somewhere only we know? This could be the end of everything So why don't we go Somewhere only we know? Somewhere only we know" Ele me encarou e sorriu. Sorri para ele, e puxei sua mão, entrelaçando os dedos longos, ao meu. "Somewhere only we know." Finalizou a canção de modo calmo, me fazendo suspirar, e se ergueu, deixando um beijo sobre minha testa. — Eu te amo... Sorri para ele, e quase me derreti se não fosse um soluço alto e um suspiro longo, que deram logo atrás de jungkook. Inclinei-me para ver, e lá estavam, os dois grávidos, agarrado ao outro maior, que os amparava. — Taehyung! — doutor Kim os interrompeu, dando uma bronca. Sorri e toquei o rosto de Jungkook. — Isso foi lindo anjo. — Por que você nunca cantou para mim? — o grávido menor perguntou ao maior. — É hobi, você nunca cantou para ele nem para mim... Estamos grávidos seu ingrato. — o outro fez um bico. — Ai meu deus. — o rapaz suspirou, e revirou os olhos. — Me desculpem. Tae, Yoon, vamos? — Ai espera. — o maior, veio até a mim. — Está se sentindo melhor? — assenti. — Me chamo Kim Taehyung, sou filho do doutor Kim Junsoo. — apontou para o doutor Kim. — esses são meus maridos. Min Yoongi. — apontou para o menor grávido. — e Jung Hoseok — apontou para o maior, que sorriu envergonhado. — Eu estou torcendo para que dê tudo certo com o seu bebê, está bem? Sorri e assenti. — Muito obrigado, e eu chamo Park Jimin. — me apresentei e ele sorriu. — Esse é Jeon Jungkook, meu namorado. E aquele — Apontei para Hyun, que estava quietinho no canto da sala. — É Yoo Kihyun, o pai do meu bebê. — Oh, vocês também têm uma relação de poliamor? — perguntou surpreso. — Ah, não... Eu e Hyun somos amigos, meu companheiro é apenas Jungkook. — Desculpe a intromissão do Taehyung. — o tal Hoseok disse. — Tae vamos, ele precisa descansar. — Aish, que chato. — fez um bico todo emburrado. — Estarei aqui na quinta, para ter as meninas e Yoongi também, você estará aqui? — Pelo que ouvi seu pai dizer, ficarei aqui por pelo menos duas semanas, não é doutor Kim? — O olhamos e ele assentiu. — Então estarei aqui sim. — Ótimo, nosso quarto será o 572, dê uma passada lá na quinta, e conheça nossos pequenos. — Irei sim. — ele me deu um sorriso torto e ficou de pé. — Foi um prazer conhecer você. Todos vocês. Até mais. — Até. Nós nos despedimos e vimos o trisal sair. — Desculpe o meu filho, ele é meio doido mesmo. — Eu gosto de gente doida. — Bom, como está a dor? — Bem melhor agora, mas ainda dói um pouquinho. — O enfermeiro irá te dar um remédio agora, via soro, que irá ajudar na dor, mas talvez dê sono, então aproveite e descanse. — Obrigado. Doutor Kim se levantou, e deu dois tapinhas nas costas de Jungkook, e um aperto de mão em Hyun, antes de sair. O enfermeiro veio em seguida, e colocou o soro conectado à minha veia. — Me desculpa por não estar aqui quando você precisou mochi. — Jungkook se lamentou. — Tudo bem anjo. Hyun me ajudou muito. — Não fiz mais que minha obrigação. — Hyun sorriu. — Acho que agora irei para casa, não posso esquecer que meu coração é fraco, e depois de hoje, precisa relaxar. — Ok, fique bem, está bom? E tome cuidado. — Tudo bem. — se aproximou e deixou um beijo sobre minha testa. — Se cuide também. Assenti. — Até mais jungkook. — os dois deram um aperto de mão. — Sua voz é muito boa, deveria pensar em ser cantor. Caso queira, minha empresa te aceitaria. Hyun piscou um olho e Jungkook riu sem graça. — Ah... Eu só canto por diversão. Mas valeu, hyung. Os dois se despediram e Hyun se foi também. — Agora somos nós dois. — sorri para ele. — o que trouxe nas sacolas? — Suas roupas. As mais confortáveis que achei no seu closet. — Oh, muito obrigado namorado. — sorri e me afastei um pouco da cama, deixando um espaço à minha frente. — Deita comigo. Ele veio e se ajeitou com cuidado à minha frente. — Que susto viu... — ele me abraçou com cuidado. — Nem fale. — suspirei e fechei os olhos. — Mas agora passou e nós estamos bem. — Eu quase chorei enquanto corria para cá, só em pensar o quando você poderia estar sofrendo... Ainda bem que Kihyun estava aqui com você, ele ajudou muito. — Você é maduro Kookie... Me orgulho disso. Outras pessoas estariam com ciúmes. Ele negou, e deu outro beijo na minha testa. — tenta descansar mochi. — me deu um último beijo, dessa vez na bochecha. — Eu te amo. — Eu... — Eu sei, não precisa falar agora, está bem? Sorri e assenti, sentindo meu peito se despedaçar. — Agora dorme um pouco, eu vou ficar aqui. — Obrigado por estar aqui comigo. — Não agradeça. — sorriu. — É bom cuidar um pouquinho de você. Assenti e deitei a cabeça sobre o ombro dele, sentindo meus olhos pesarem, até que a escuridão tomou conta, e meu corpo se entregou ao sono. Continua...
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR