Qual o sexo do bebê?

3231 Palavras
20 semanas de gravidez — Já está pronto? Jin estava me esperando para enfim irmos fazer o ultrassom. — Já sim. — sai do closet, vestido numa camisa de linho branca, e uma bermuda bege para gestante. Enfim consegui sair para fazer compras, e agora tinha roupas que cabiam em mim. — Kihyun vai nos encontrar lá? — Não sei, ele disse algo sobre uma reunião, mas que tentaria ir. — Mas ele não ia ficar afastado? Assenti, buscando minha bolsa, junto a meus óculos escuros. — E está, acho que apenas está organizando alguma coisa, não sei ao certo. Ele assentiu, e assim saímos. Jin fez questão de me levar em seu carro, mesmo eu insistindo para não o atrapalhar e irmos de Uber. — Como foi o jantar com Jungkook? — perguntou já dentro do automóvel, saindo da garagem. — Foi ótimo Jinie, Jungkook e eu jantamos em casa mesmo, porque estava sentindo algumas dores, mas ainda estou tentando entender como ele conseguiu comprar nosso jantar no palace... — Ele conseguiu te levar um jantar do palace? — assenti. — Nossa isso é quase impossível... Que homem, viu? — sorriu, olhando o GPS qual o sentido que tomaria até a clínica. — Nem fale... Ele me intriga demais. — Como assim? — Ele é jovem, e poderia estar aproveitando a vida com quem quisesse, mas ele parece realmente querer ficar comigo, e ele é intenso, romântico, bonito... Eu não entendo, mas sei lá, eu gosto. — Hum... — ele me olhou sorrindo. — Eu sabia que iriam se entender, Namjoon disse que Jungkook é insistente quando quer algo. — Eu só não entendo o porquê dele logo me querer. Estou grávido de outro cara, Jinie... Será que ele é algum tipo de pervertido? Jin gargalhou, ainda olhando a estrada. — Não seja t**o, Chimie, ele apenas gostou de você, o fato de você está grávido não muda o sentimento que ele possa sentir por você. — Você não acha estranho? Tipo, e se ele quiser algo sério? Ele vai praticamente conviver com Jiwan... — E isso é r**m? Chim, ele gosta muito de crianças. Namjoon disse que ele tem um irmão mais velho, que é cirurgião, e tem três filhos. Jungkook é um super tio, e pode ser um super pai também. — Mas Jiwan já tem pai, Jinie, e é o Kihyun... Por pior que ele tenha sido, é o pai. — Ele pode ter dois ué. — deu de ombros. — Três porque você não pode ser anulado nisso. — ele riu. — Só não surta com isso, se você o quiser, só vai... Não se prive. Assenti, e avistei a clínica logo à frente. — É ali. — apontei para que Jinie a visse. Ele assentiu, e logo estacionou. Descemos do carro, e pude ver um carro importado de vidros escuros, estacionar logo em seguida. — Oh, ele realmente veio! — Jin falou surpreso. Kihyun desceu do carro, vestido em um dos seus ternos importados, que o fazia exalar poder e riqueza. Porém, sorriu do modo mais doce do mundo. Era sempre assim. Havia um grande contraste em ser o homem rico que é, e ser o homem que sempre foi. — Consegui chegar a tempo? — ele perguntou sorrindo. — Sim, acabamos de chegar também. — o respondi sorrindo. Ele fez um sinal com a mão para que eu entrasse com Jin, e veio logo atrás. A clínica era simplesmente a melhor de Seul. Doutor Kim já me aguardava, então apenas dei meus dados à recepcionista, e ela me direcionou para a sala na qual seria realizado o exame. — Doutor Kim já está vindo. — Ela falou educadamente, em seguida se retirou da sala. — Ok, vamos apostar? — Jin falou em meio ao silêncio da sala. — Apostar o quê? — o perguntei confuso, enquanto Hyun apenas o olhava. — Qual será o sexo, oras. Eu acho que é menino. — Eu acho que seja uma menina. — Hyun o respondeu sorrindo, com as bochechas saltadas, e os olhos pequenos. — E você, chimie, o que acha que é? — Eu pensei que poderia ser um menino, mas nos últimos dias acho que seja uma menina... então não sei. — Mas independente do sexo, será um lindo bebê, já te disse. — Hyun falou, me tocando no braço, sorrindo. Apenas sorri para ele, assentindo e vi o doutor Kim entrar na sala. — Desculpem a demora. Oh, olha só o tamanho dessa barriguinha. Ele sorriu para mim, totalmente simpático. — Está bem maior... E os chutes mais fortes. — O respondi na mesma simpatia. — E tendem a ficarem mais fortes. — Ele olhou para o lado e fitou os outros dois. — É um prazer conhecê-lo, doutor Kim. Chamo-me Kihyun, sou o pai do bebé. — Educado, ele é sempre educado. Doutor o apertou a mão, o cumprimentando. — Esse é Seokjin, meu melhor amigo e dindo do bebê Jiwan. — disse o apresentando Jin, vendo o doutor o cumprimentar, igualmente a Kihyun. — Então nosso bebê já tem um nome? Assenti. — Park Yoo Jiwan. — É um lindo nome, senhor Park. Agora vamos ver como ele está aí dentro? Assenti novamente, já deitando sobre a maca que havia ali. — Pode levantar a blusa para mim, por favor? — doutor perguntou educadamente. Ergui a blusa, olhando minha barriguinha, que já não estava tão pequena assim. — Uau... — ouvi Hyun falar baixinho, e o olhei. Ele tinha os olhos vidrados em minha barriga, observando-a como se fosse algo nunca visto. Sorri, e vi o doutor Kim pedir licença e abaixar um pouco o elástico de minha bermuda, para assim, poder iniciar o exame. O líquido gelado foi colocado sobre minha barriga, e a máquina de ultrassonografia já estava na mão do doutor. — Vamos começar? — me olhou e eu assenti. Ele murmurou um "ok" e pôs a máquina sobre o líquido, nós dando na tela, uma imagem de um bebê já não tão cabeçudo, e totalmente formado. — Esse tipo de ultrassom, é focado mais em identificar doenças ou malformações no bebê, como a síndrome de down, e cardiopatia congênita. — Doutor começou a falar, analisando o bebê. — Cardiopatia, é uma anormalidade do coração não é? — Kihyun perguntou, tirando os olhos da tela, e fitando o doutor, preocupado. O Doutor Kim assentiu. — E isso pode ser herdado? Digo, atualmente estou sofrendo com uma doença cardíaca, e isso é a última coisa que quero para meu filho. — Para ser bem franco com o senhor, pode sim. De alguma maneira, a genética contribui com a cardiopatia, mas em uma porcentagem bem baixa. Porém, muitas crianças que nascem com a doença têm pais e irmãos saudáveis, sugerindo que as mutações genéticas ligadas ao problema não são herdadas, mas sim espontâneas. — Doutor Kim fez uma pausa e o olhou. — a genética é responsável, por cerca de 10% do surgimento da cardiopatia, mas esse tipo de coisa ainda é bem incerto, a ciência ainda não sabe ao certo como surge a doença ou como prevenir seu surgimento, mas fique tranquilo, o senhor park já fez um ultrassom anterior, e mostrava que o coração do bebê, estava totalmente saudável, não foi? — ele perguntou a hyun, mas eu que o respondi. — Sim, a doutora que me atendeu, apenas me pediu repouso por conta do deslocamento de placenta que tive. — Ótimo, irei novamente verificar o coração hoje, então fique tranquilo. Kihyun assentiu, mas ainda parecia nervoso. Segurei sua mão, e ela suava. Ele me olhou, e calmamente ditei baixo "Está tudo bem" tentando acalmá-lo. O Doutor Kim olhou detalhe por detalhe daquele bebê, que não parava um segundo quieto, mexendo as perninhas e bracinhos de um jeito rápido. Jin tinha os olhos grudados na tela, observando tudo. — Os membros como pernas e braços, já estão formados, e não aparenta nenhuma deformação. — E o coração doutor? Olhe o coração, por favor! — Hyun disse baixo, mas soando quase desesperado. — Ei, calma... — Apertei sua mão de leve, e senti que ele tremia. — Calma rapaz, já chegamos lá. — doutor sorriu, continuando seu exame. — O cérebro não mostra nenhuma deformidade também, e agora vamos ver o coraçãozinho desse pequeno. Hyun se atentou a tela, e apertou minha mão de leve. Ele, eu e Jin, junto ao doutor, tínhamos nossos olhos vidrados na tela. — Veja. — O doutor chamou nossa atenção. — Um coração totalmente saudável, com a frequência cardíaca de 132 bpm, ótimo pulsação e circulação sanguínea. — Isso quer dizer que está tudo bem? — Ouça. — doutor apertou um botão e o som ecoado dos batimentos do bebê se fez presente. Alto, forte, e saudável. Hyun soltou todo o ar que prendia, e uma lágrima desceu por seu rosto. Me surpreendi, pois em três anos de relacionamento, nunca o tinha visto chorar. — Obrigado... — ele sussurrou baixinho, agradecendo a algo ou alguém. — Relaxem papais, seu menino está saudável. Kihyun levantou o olhar, assim como Jin e eu. Olhamos rápido para o doutor e apenas o vimos sorrir. — Como? — falei um pouco mais alto. Doutor Kim sorriu, e apontou para a tela, nos mostrando a imagem de um bebezinho de pernas abertas, sem vergonha alguma. — Parabéns, é um menino! Seokjin me olhou sorrindo e correu até mim, me dando um beijo estalado na testa. — Eu sabia, eu sabia! Chorei em meio ao sorriso, sendo acompanhado por Kihyun, que chegou a soluçar. A sala era uma bagunça de emoção e felicidade. O doutor guardou a máquina, limpando minha barriga, e ajeitando minhas roupas. Hyun me ajudou a sentar na maca, enquanto doutor Kim se afastava, anotando algo. — O bebê está ótimo, em todos os sentidos. Saudável, com os membros fortes e desenvolvidos. Está com 21 centímetros e 203 gramas. Alguns órgãos ainda estão em desenvolvimento, então o repouso ainda é válido. Precisamos manter esse garotão aí dentro até no mínimo 36 semanas, que é uma idade segura para o nascimento. Assenti, descendo da maca. — Então está tudo certo com meu bebê? — Melhor impossível! — o doutor sorriu. — alguma dúvida? O olhei e mordi o canto do lábio. Eu tinha, não só uma, mas várias, mas com Kihyun ali, eu não podia perguntar, então deixaria para perguntar em nossa consulta. — Nenhuma. — Ótimo, o senhor já está liberado. — ele entregou o DVD com a gravação do ultrassom para mim. — Nos vemos na sua próxima consulta? Assenti, e assim nos despedimos. Já do lado de fora da clínica, éramos apenas sorrisos. — Eu terei um filho?... Um menino? Chim! é um menino! — hyun exclamou alto, me fazendo sorrir. — Sim... O nosso menino. Ele me abraçou, e apenas sorri ainda mais, ouvindo Seokjin surtar logo atrás. — Minha nossa, eu vou mimar tanto! Vou comprar tantos mimos... Mas e se ele quiser brincar de lutinha? Eu não sei brincar de lutinha... — Essa eu brinco com ele. — Kihyun estufou o peito, todo orgulhoso. — Preciso avisar ao namjoon! Jin pegou o celular, para mandá-lo uma mensagem, e logo me lembrei de Jungkook. Busquei meu celular e abri em seu contato. A ligação foi breve, ele atendeu na segunda chamada. — Jimin? Está tudo bem? Precisa de algo? — ele parecia preocupado. — Está tudo ótimo! Adivinha? — Adivinhar o que?... ah, sei lá, conta! — Você acertou! — Eu acertei...? Espera, EU ACERTEI? — ele falou alto do outro lado da linha. — Minha nossa, eu acertei mesmo, Jimin-ah? É um menino? Sorri ouvindo seu grito. — Sim, você acertou! Jiwan é um garotão... — Minha nossa, Jimin-ah, eu estou tão feliz... Poxa, estou pulando feito um louco no meio da cozinha da cafeteria! Tem pessoas me olhando. — Ele falava rápido, em meio às risadas. — Se acalma Jungkook-ah, vai assustar todo mundo. — falei sorrindo também. — Vamos comemorar! — Comemorar? — É, Comemorar! Vou levar pizza e sorvete para comermos hoje, me aguarde! — Está bem, irei te esperar... Tchau Jungkook-ah. — Tchau jimin-ah! Encerrei a ligação ainda sorrindo, e só então vi os dois seres à frente me olhando. — Ele também chutou que era menino? — Jin perguntou. — Sim, ele estava bem confiante. — sorri para ele. — Quem é... Jungkook-ah...? — hyun pareceu meio incerto de perguntar. — É apenas um amigo. — falei um pouco envergonhado e olhei para Jin — Agora vamos? Preciso ligar para a mamãe e contar a novidade! Jin assentiu, e só então Kihyun se tocou que já estava na hora de se despedir. — Eu... Hm, eu posso ir te ver? Digo, para conversarmos sobre o bebê... Comprar o que falta, esse tipo de coisa... — Pode, mas me avisa antes, ok? Ele assentiu e se despediu, indo a seu carro. Caminhei com Jin até seu carro, e entrei. — Kihyun ficou desconfortável, você percebeu? Ajeitei o cinto de segurança e fitei Jin. — Ele não tem esse direito, então eu queria muito não ligar, mas não sou m*l, eu percebi sim. — E não parece. Apenas curta sua vida... Mas agora o que irá fazer? Irá para casa, ou quer sair? — Para casa, Jungkook está indo para lá com pizza e sorvete. Jin sorriu novamente para mim, daquele jeito que diz todos os seus pensamentos. — Não me olha assim, agora vai, eu quero esticar minhas pernas no meu centro da sala. Ele sorriu e assim, deu partida no carro, indo em direção ao meu apartamento. Assim que chegamos, Jin não passou muito tempo comigo e teve que ir, assim me deixando sozinho. Tomei um banho, e vesti minhas roupas confortáveis, ou seja, meu conjunto de moletom. O interfone tocou, e cheio de preguiça fui até ele, o atender. — Senhor, um rapaz chamado Jungkook está aqui, posso liberar a entrada? — Pode sim, obrigado. Desliguei o interfone, e corri para o quarto, ajeitando meu cabelo, e olhando se minhas roupas estavam realmente boas. Ouvi a campainha ser tocada, e corri para abrir a porta. — Olá papai do ano. — Jungkook sorriu e o dei espaço para entrar. Ele entrou com a caixa de pizza nas mãos, junto uma sacola com dois potes de sorvete. — Eu não acredito que você realmente trouxe pizza e sorvete. Ele colocou a caixa e a sacola sobre a bancada da cozinha, e veio até mim sorrindo. — Mas é claro, tenho que comemorar, ora. Tem um garotão aí dentro, não é? — ele sorriu e me abraçou, apertando minha barriguinha redonda entre nós, e me beijou. Me beijou de um jeito gostoso, me acariciando no rosto. Quando se afastou, pairando com seu rosto próximo ao meu, sorri bobo, encantado com o homem belo que ele é. Ainda me abraçando, ele voltou a me beijar, mas Jiwan pareceu não gostar muito, pois começou a dar chutinhos. Jungkook se afastou sorrindo, e olhou para minha barriga, pondo a mão de leve, o sentindo. — Acho que ele não gostou muito do abraço. — me encarou sorrindo, ainda alisando a barriga, sentindo os chutinhos. — Ele está pedindo pizza — sorri. — Vamos comer logo. — o dei um selinho e me afastei, segurando sua mão e o puxando até o banco que ficava na bancada da cozinha. Jungkook sorriu todo bobo, mostrando os dentinhos de coelho, e se sentou ao meu lado. Comemos a pizza metade quatro queijos, e metade frango com bacon, e depois fomos até o sofá, cada um com seu pote de sorvete. Sentei e Jungkook sentou ao meu lado. — Você comprou sorvete de flocos!? — exclamei sentindo o sabor gostoso do sorvete que se desmanchava em minha boca. — Queria dizer que adivinhei, mas foi o Jin que me deu a dica. — Sorri com a boca cheia de sorvete de morango. — Jin te ajudou? — Ele parece torcer por nós. — Nós? — sorri o olhando. — Claro, eu e você. Neguei continuando a tomar meu sorvete, o olhando sorrir para mim. Depois do sorvete, Jungkook perguntou se poderíamos assistir a um filme, e aproveitou para perguntar mais sobre o bebê. — Eles te deram um DVD? — assenti. — Posso ver? Assenti e me levantei, buscando meu notebook já com o DVD. — O vídeo está aí, é só dar play. Ele ajeitou o computador no colo, e deu play, me sentei ao seu lado também olhando o vídeo. Jungkook parecia encantado, olhando com atenção, todos os detalhes. Quando chegou a parte que mostrava o sexo do bebê, ele não se aguentou e caiu na gargalhada, vendo o bebê todo sem vergonha na tela. — Ele é lindo Jimin-ah. — disse me entregando o notebook. — É sim, é perfeito. — Fechei o aparelho, e coloquei sobre a mesa de centro. Jungkook sentou de frente a mim, e apoiou o cotovelo no sofá, escorando o rosto sobre a mão, e me olhou. Sentei-me da mesma forma, e apoiei a cabeça no sofá, também o olhando. — Sabe... Eu pensei muito em você esses dias. — Pensou é? — o perguntei. — Muito... E só tive uma certeza no fim disso tudo. — E qual foi? Ele chegou mais perto, e apoiou meu joelho em cima de suas coxas, parando o rosto perto do meu. — Que eu te quero... — Você me quer? — sorri. — Eu já te disse Jungkook, você é louco. Ele sorriu, e acariciou meu rosto. — Estou falando sério, Jimin-ah... Desde o dia em que te vi, eu só penso em você, e mesmo sendo tudo em pouco tempo, eu tenho essa certeza. Meu riso se desfez e encarei-o sério, sem acreditar em suas palavras. — Jungkook... — É sério Jimin, eu te quero, e preciso saber se você também me quer... Sei que isso pode estar sendo rápido demais, mas você mexeu muito comigo. — Você é louco? Eu estou grávido! Como você pode querer algo assim com alguém nesse estado? — Louco está você, que acha que isso impede alguma coisa... Eu estou sendo verdadeiro com você. — Está? — Estou! — Mas Jungkook, isso tudo é recente, pode nem dar certo. — Mas pode dá! Podemos ao menos tentar... — Tentar? Ele assentiu, e o encarei. — É, tentar. Jungkook ainda estava com o rosto apoiado sobre a mão, me olhando à espera de algo. Seu peito subia e descia, e ele respirava alto. O olhei bem nos olhos, antes de respondê-lo. — Tudo bem... — Tudo bem? — ele ergueu o corpo. — Tudo... Podemos tentar. — Podemos tentar? — É, Podemos tentar. — sorri vendo seus olhinhos abertos me fitar. — Mesmo? — Mesmo, Jungkook-ah. — Meu deus... — Ele se aproximou e me beijou, tomando cuidado com minha barriga. — Mesmo, mesmo? — Mesmo, mesmo! Mas entenda... Estou grávido... Isso está tudo bem mesmo? — Está mais do que bem! Eu vou cuidar muito de vocês dois! — ele me beijou, mais, mais e mais. Sorri, o beijando, ouvindo os estalinhos que ele fazia em minha boca. — Estou tão feliz que poderia gritar, aqui e agora. — ele disse. Neguei e o acariciei no rosto, dando um último selinho, antes de dizer: — Você é um louco Jeon Jungkook. Continua...
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