Capítulo 28

3098 Palavras
Não se demoraram, Sabryna usou a telecinesia para trazer a Rainha estatelada até elas, então Rammahdic, a única que podia, desfez o feitiço. E a perder o equilíbrio, Zadahtric caiu no chão, pois, antes de ser enfeitiçada, corria. Um Transcendentis n******e fazer magia quando está desdobrado, mesmo Sabryna que era cheia de habilidades e dons que perpassavam alguns limites mágicos. Zadahtric se virou imediatamente para elas e viu todo o seu pessoal do castelo naquele estado desdobrado, flutuando, assim como a própria Allogaj, que era a fonte daquilo tudo. A Rainha se levantou lentamente e encarou a irmã como se ela fosse um fantasma. Ora parecia querer abraçá-la, ora parecia querer expulsá-la de lá. — Rammahdic, você está viva — afirmou Zadahtric bastante surpresa. — Mais viva do que antes — rebateu a Princesa. Zadahtric ainda absorvia a informação, há anos que não via a irmã mais velha, tanto que desistiram de procurá-la por perderam as esperanças. — Que bom que não está morta. Não entendo por que você tem uma Allogaj te ajudando a destituir-me do meu trono? O que há com o Universo; com este Reino? — ela encarou a Naty, uma das suas prodígios, como se fosse julgá-la. — O Destino decidiu que eu serei a Rainha deste Reino. — Como assim? Espera, você é feiticeira das cinzas? — Sim, eu sou. — Por que nunca soube disso? Ninguém nunca soube? — Algumas pessoas souberam. Naquela época eu não podia revelar quem eu era, os nossos pais e Lidarred me ajudaram a ocultar a minha magia para não perceberem e eu não sofrer tão jovem. Mas eu cresci e tornei-me tão poderosa quanto qualquer um deste Castelo. — Rammahdic, isso não se faz. Você rejeitou o trono, n******e ser a Rainha. — Eu não rejeitei literalmente, isto foi o que disseram para justificar a minha fuga, mas, na verdade, eu não verbalizei renúncia alguma, nem usei magia para isso. — Por isso o trono me rejeita, por isso rejeitou Kanahlic, porque você não o renunciou, ele seria seu por direito de legado. Que maldição, Rammahdic, renuncie agora e acabe com tudo isso de uma vez por todas. — Não, minha irmã, eu aceito o meu destino como Rainha das Terras Encantadas do Reino de Ic... — Para com isso, Rammahdic. Não seja tola, ninguém jamais aceitará uma renegada como Rainha. Você colocará tudo a perder. Afundará este Reino à escória de Umnari. — É um risco que estou disposta a correr. Eu juro que vou fazer o bem, fazer o certo, tentar ser melhor, justa, longânima. Quero dar honra aos nossos pais mesmo eles não podendo estar aqui para ver, mas você estará, quero te honrar, irmã, honrar Kanahlic que se matou para não ver à própria derrota — Rammahdic já não falava mais com a voz firme, queria chorar pela irmã. — Honrar a nossa família, nossa história. Chega de tanta guerra, chega de mortes, vamos tornar o nosso mundo melhor. — Alteza — falou Ícaro. — Se me permite dizer, mas creio que há alguma coisa errada com essa história. — Diga, querido. — Parece que Kanahlic não se matou — ao relatar aquilo, Zadahtric ficou apreensiva, tanto que o seu coração bateu mais forte. — Infelizmente, não sei dizer o que houve, algo atrapalha a visão do Quarto Olho. — Eu sinto o mesmo, Alteza — falou Fong. — Também não vejo com precisão o que acontece, está tudo muito confuso para o Quinto Olho. Contudo, Kanahlic não se matou, e pelo tempo que passei sendo prisioneira dela, digo com toda certeza que ela jamais faria isso. Ela matou pessoas para ter o que queria. — Zadahtric, o que houve na guerra? — Kanahlic se matou, sim. Vocês estão atordoados depois de tanto se esforçarem. Seus vermes. Rammahdic arfou, sabia o quanto ela era mentirosa e provavelmente os Anciões a ajudaram com encantamentos e ocultamentos. — Algum desses aqui pode dizer o que houve? — perguntou a Princesa para Fong. A Identificadora olhou ao redor e demorou um pouco para apontar para uma pessoa, Sabryna trouxe a garota de maneira telecinética e desfez o efeito sobre ela. — Olá, garota, qual o seu nome? — perguntou Rammahdic. — Bala — advertiu Zadahtric. — Ah! O seu nome é Bala. — Vixe! — exclamou Karen, o nome a fez lembrar de coisas terráqueas. — Ela também está protegida — disse Fong —, o encantamento confunde o meu dom... — Ela matou Kanahlic — falou rapidamente a garota chamada Bala. — O quê? — Rammahdic quase não teve ar para responder. — Sua traidora — gritou Zadahtric. — Qualquer pessoa teria contado, Zadahtric, você é uma pessoa h******l. Já chega, você precisa sair do reinado. E ao que parece, já acabou para você. — Maldita, miserável. — Zadahtric, como você pôde? — Rammahdic ficou tão emotiva que a sua equipe de feiticeiras não a reconheceu naquele estado. Zadahtric se esforçou para permanecer com ar de altivez, mas estava vacilante. — Eu fiz o que foi necessário, senão, ninguém me daria crédito. Kanahlic fez coisas absurdas, Rammahdic, ela precisava ser detida. — Ela era a sua irmã, tudo o que tínhamos era umas às outras. Família não mata família. — Que família? — gritou Zadahtric no seu disparate. — Que família? Vivíamos em pé de guerra. Exatamente agora acontece uma. — Mas nunca nos ferimos, nunca. — Não importa, agora ela está... Como deve estar. "Por que Layra está demorando?", pensou Zadahtric. "Cadê o maldito Ancião?" — Parece-me que você quer ganhar tempo — falou Sabryna e Zadahtric vacilou, depois mudou de assunto o que só provou o que Sabryna disse. — Que tipo de aberração você é? Uma Allogaj das Cinzas? Isso nunca existiu, as cinzas nem tem magia própria. — Vossa Alteza, está na hora — avisou Sabryna. Rammahdic levantou o seu bastão lentamente contra Zadahtric, o seu rosto foi lavado pelas lágrimas. — Você não merece este trono. Pegue o seu Cetro Real e duele. — E este cetro que você usa foi o primeiro do nosso pai, que estava guardado na ala particular do Castelo. Você não tem o direito de usá-lo. — Princesa Rammahdic — avisou Sabryna —, o tempo. Rammahdic então atacou a sua irmã com toda a intensidade e um raio cósmico dúctil saiu do cetro contra a Rainha Zadahtric, ela se defendeu com o feitiço Protekti, ela gritou por Layra, mas não durou um segundo a mais, Rammahdic era bem mais forte. A luz forte e esverdeada atingiu a Rainha. ¶ Com Zadahtric derrotada diante de todos os súditos e vassalos do Castelo, o Protocolo reconheceu Rammahdic como digna de se sentar no trono de Ic e se tornar, pela Lei, a nova Rainha. Logo a atmosfera do Reino mudou. Sabryna trouxe todos e todas de volta ao normal e curvaram-se perante a Vossa Majestade. Depois de um tempo, era chegado o momento da coroação. Tudo aconteceu tão rápido, que nem acreditaram que foram necessárias apenas duas mulheres para tomar um Reino potente do continente, os rumores seriam ouvidos por todo canto. Os prisioneiros feiticeiros das cinzas que estavam nas masmorras foram soltos, o antigo círculo de aliados e vassalos de Kanahlic continuou preso no calabouço e Zadahtric foi aprisionada numa prisão particular, ela permaneceria inconsciente até segunda ordem, Rammahdic continuava abalada com a notícia sobre Kanahlic, demorou para superar o suicídio e agora descobriu que foi assassinato. Os nobres das Cidades Frente ao Castelo foram convidados para a coroação de Zadahtric e quase todo o Reino apareceu para saber sobre o retorno da Princesa Rammahdic que agora era a nova Rainha, assim como previu Lubini. Foi um momento de grande celebração, alegria de um lado, tristeza de outro, mas tudo ocorria bem no Reino, era como se nunca tivessem experimentado os tempos de discórdia, e apesar do que pensaram, aceitaram muito bem a questão de Rammahdic ser das cinzas, tinham esperanças de que alguém melhor tomasse as rédeas daquele Reino, mesmo assim, uma minoria se recusava a aceitar uma renegada como Rainha. Sabryna foi nomeada a Maga Real do Castelo e os maiorais da Ordem dos Magos de Dorbis apareceriam no dia seguinte para consagrá-la. — Sabryna — chamou Rammahdic —, vá até à Zingária e traga-me o pessoal que ficou lá, ali foi o meu primeiro povo, o meu primeiro reinado, eles receberão mérito de honra, serão acolhidos como fui, e não mais haverá repúdio de feiticeiros das cinzas neste Reino. — Sim, Majestade — Sabryna chamou Karen para acompanhá-la, saíram dos limites do Castelo e foram diretamente para a Zingária, ela tinha permissão para isso, e mesmo se não tivesse, Allogajs conseguiam ultrapassar certos limites mágicos. ¶ Assim que pousaram no local, encontraram o lugar deserto, vários objetos estavam espalhados por todo lado e a desordem era tamanha que parecia que houvera um êxodo às pressas. O cenário era de uma cidade fantasma. — Vixe! — exclamou Karen. — Não tem ninguém aqui. — Sinto uma presença, parece que ficou alguém sim — ela apontou para uma das cabanas. Andaram para lá e entraram no recinto até encontrarem o chefe dos guerreiros da Zingária e um dos seus mancebos aprendizes a dormirem tranquilamente. Sabryna limpou a garganta e o homem acordou esbaforido, como se estivesse pronto para enfrentar qualquer coisa, diferente do seu moço. — Levante-se, guerreiro, trago boas notícias — disse Sabryna e o homem se levantou depressa e a saudou. — Rammahdic agora é a nova Rainha das Terras Encantadas do Reino de Ic e exige que a Zingária esteja ao seu lado para comemorar a glória e repartir as suas riquezas. Mas, diga-me, onde está o restante do pessoal? O guerreiro expressou o seu pesar no seu rosto. — Allogaj, recentemente, a Suma-Sacerdotisa dos Trealtas veio aqui com vários guerreiros Immunus que sabiam voar em capas de levitação peculiares e falou que precisava nos salvar do m*l. Ela conseguiu levar a todos para algum lugar em unicórnios e eu me recusei a ir, também o meu aprendiz, e ficamos apenas nós dois a esperar por uma de vocês aparecer. — Guerreiros Immunus? — questionou-se Sabryna consigo própria. — Sim, nenhum deles emitia a sua energia mágica, então deduzi serem todos sem-magia. — Unicórnios? — questionou Karen. — Eles são usados como cavalos de guerra? — Não — respondeu Sabryna. — São criatura dóceis e amáveis, porém, são quânticas. — O que significa? — Por meio dos seus chifres, conseguem se transportar de um lugar para outro com muita facilidade. — Como atravessar portais? — Basicamente. — Mas um animal mágico quando faz magia humana não vira um Animacae? — Karen, você ainda não entendeu, os humanos se basearam nos animais mágicos para criarem a maioria dos seus feitiços, porém, usamos os nossos métodos. Um animal mágico se torna Animacae quando ele utiliza esses métodos e obtém resposta, é uma raridade, tanto que só há quatro Animacaes neste mundo, e um deles está aprisionado numa esfera mágica e está em posse da Rainha Rammahdic — Sabryna voltou ao assunto. — Guerreiro, você pode explicar com detalhes à Rainha o que houve com a Zingária? — Sim, renomada Allogaj. Não queria cometer nenhum tipo de heresia, mas a Suma-Sacerdotisa age como louca, fiquei bastante preocupado. — Então vamos, depressa — Sabryna transportou a todos para o Reino de Ic. Talita apenas passou a executar os seus projetos que começou com ideias e revelações do antigo Sumo-Sacerdote, que foi considerado louco pela Profecia contra o Primevo da Morte, e agora que se cumpriu, depois do seu falecimento, fingiam ter esquecido. A Suprema Sacerdotisa fazia alguma coisa grandiosa, Sabryna sentia isso e queria descobrir, mesmo sabendo que pela Teoria da Troca de Energias, era melhor que ela não contasse se quisesse ter êxito no movimento, o que quer que fosse. A Allogaj levou os guerreiros para a presença da nova Rainha de Ic que ficou intrigada quando os viu, teriam muito o que conversar. Ao aproveitar a presença de Sabryna, Naty a convidou para participar de uma reunião secreta na Biblioteca. Ao chegarem lá, incluindo Karen, Naty a apresentou para umas garotas. Eram todas negras retintas, uma delas tinha o seu mesmo tom de pele e Sabryna se sentiu parte daquele g***o. Foram apresentadas. — Sabryna — disse Naty —, esta é a porta-voz Layranet. Ela viu o que você fez no Castelo e ficou deslumbrada com o seu poder, eu falei tudo o que eu sabia sobre você e ela me pediu para te levar até ela. A porta-voz olhava fixamente para a Allogaj. — Você quer me dizer alguma coisa? — questionou Sabryna. — Uma coisa muito importante, não é? — Quero dizer — disse Layra —, mas não posso. — Pacto de Sigilo — dessa vez foi uma afirmação. — Sim, nem posso mencionar, senão vai gerar sérias consequências a mim. — Eu sei o que causa, eu entendo a sua aflição e eu te liberto, pelos poderes que foram a mim investidos. Sabryna atingiu Layra com uma bola de raio cósmico verde que se espalhou por todo o corpo da jovem porta-voz e a própria puxou o ar tão forte que ela sentiu-se caindo de um lugar muito alto. Layra soltou um suspiro de alívio, estava sob um encantamento muito forte e aquilo a oprimia diariamente, foi como se descarregasse um peso que lhe causava dores agudas. — Como você fez isso? — encantou-se Layra. — Onde aprendeu isso? — Fui abençoada com a Sabedoria. — Abençoada? Quando? As Criaturas Primevas nem existem mais. — Longa história. — Na verdade, ela foi abençoada por todos os Primevos — contou Naty e as demais garotas prodígios poram-se a murmurar. — Isto é impossível, ninguém resistiria a tamanha pressão mágica sem colapsar — disse Bris, mas ela não conhecia a história de Sabryna, aguentar pressão foi o dilema da sua vida até o momento em que se tornou Allogaj. — Como você consegue permanecer plena com todo este poder? Você é uma Allogaj das Cinzas, o que já lhe torna o apogeu do poder mágico, ainda é uma abençoada por todos os Primevos. O seu espírito é o mais forte que eu já vi, incomparável, inigualável. — Nem contei a melhor parte — disse Naty —, ela tem grau vinte e cinco de magia. — O quê? — gritou uma delas, a maioria ficou de queixo caído. — Sabryna, venha comigo — pediu Layra —, preciso muito da sua ajuda. O que vou te mostrar vai causar uma reviravolta neste Reino, é o maior segredo de Zadahtric e do Ancião Ozáuz. Layra levou Sabryna, e apenas ela, para um local secreto do Castelo onde não havia saída, porém, era necessário usar a chave mágica para abrir a passagem, mas nenhuma barreira impedia a Allogaj de prosseguir, ela usou a bênção do desdobramento para atravessar a ambas e pararam num corredor escuro de pedras qual se iluminou com várias tochas que se ascenderam sozinhas. A partir daí, foram caminhando. No final do corredor havia outra parede em forma de círculo que era a entrada de um sepulcro. — É um sepulcro? — questionou Sabryna. — Há uma energia bastante confusa aí dentro. — Sim, Allogaj, um dos Anciões está ajudando Zadahtric com o Processo de Inquisição contra os feiticeiros das cinzas. — Isso é inapropriado para um ser como ele. Qual o motivo de ele estar a ajudando? — Ele concorda com a ideia de os feiticeiros das cinzas serem aberrações do Universo. Sabryna revirou os olhos e focou na parede. — Há um encantamento muito forte sobre esta parede, foi Zadahtric? — Sim, há várias coisas e áreas encantadas neste Castelo e apenas Zadahtric tem acesso. Ela não vai desfazer nada exceto se a matarem para acessar... Sabryna atingiu a parede com um raio cósmico, nem mesmo verbalizou o feitiço, e a parede desmanchou-se como se tivesse sido esmiuçada. Uma luz azul-celeste iluminou os seus rostos e parte do ambiente, brigou por espaço com a luz das tochas. Dentro do sepulcro havia uma maca de madeira com uma mulher deitada nela e contornada por várias flores, acima da mulher flutuava uma esfera do tamanho de uma bola de futebol que girava no seu próprio eixo como se fosse um planeta. Pelos fenótipos da mulher, logo Sabryna deduziu de quem se tratava. — Esta mulher é a Rainha Kanahlic? — Sim. — Esta esfera é a alma dela. O Ancião quem separou, não foi? Ninguém teria tanto poder e conhecimento. — Sim. — Ele é um criminoso, o encantamento do semimorto é magia obscura e ilegal — Sabryna fez uma pausa. — Por que Zadahtric mentiu sobre tudo isso? — A verdade é que Zadahtric não teria coragem de m***r a irmã, a adaga que ela usou para esfaquear era falsa, o sangue era falso, a Usurpadora só queria mostrar ser destemida e que faria o que fosse preciso para mostrar o seu poder ao mundo. A ponta da adaga estava encantada, e ao perfurar a carne, fez Kanahlic cair num sono profundo. Ela seria desperta e transformada numa Immunus indigente, mas depois da Epifania de Lubini, Zadahtric decidiu conservá-la e com a ajuda do Ancião, a transformou numa semimorta. — Por isso não conseguiram enxergá-la nesse plano. Qual o intuito de deixarem Kanahlic neste estado, dividida entre o limbo e o plano físico? — Zadahtric não fazia ideia de quem era a pessoa das cinzas que se sentaria no trono, Kanahlic foi conservada para quando o momento chegasse, juntassem forças para derrotar a pessoa. Eu estava incumbida de chamar o Ancião se algo desse errado com o plano de Zadahtric, mas eu não queria mais que ela fosse Rainha, e o surto dela contra o pessoal das cinzas só me fez pensar o quanto ela é desequilibrada e insana, ela precisava ser destronada. Arrependo-me de tê-la ajudado, pelo menos conhecemos o Allogaj Cesar. — Ouvi falar muito bem sobre ele. — Sim, ele é maravilhoso. Enfim, as Feiticeiras Prodígios e eu já havíamos nos reunido há muito tempo para contribuirmos com a queda de Zadahtric, e finalmente o dia chegou. Sabryna, vestida apenas com o Traje Planária, apontou o seu bastão mágico para a esfera azul-celeste e disse: — Vou libertar a alma dela para voltar para o corpo. — Você pode? — Veja — Sabryna lançou um raio cósmico constante na esfera e demorou sete segundos até ela explodir e a luz azul-celeste descer como água para o corpo da mulher em coma.
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