Capítulo 06

2090 Palavras
-- Fale-me outra vez porque os anciões insiste em se reunir no colégio, quando tem salas como esta aqui disponíveis? -- Arthur murmurou junto ao ouvido de Theodoro, examinando a bela sala da prefeitura, com seus móveis de cerejeira. -- Porque, se usassem esta com frequência, ela não estaria tão brilhosa e com cara de Nova. Dãã!-- Ele sussurrou de volta. Ambos riram, trocando um rápido olhar, e Theodoro não podia explicar o que estava se passando entre eles, mas sentia aquilo com tanta certeza quanto se ele estivesse tocando com a mão. -- Vocês dois acabaram aí? Grunhiu j**k Dragon. Claro ele grunhiu a maioria das palavras, Mas até que o problema de que se ocupavam tivesse sido resolvido, e até que a sua parceira e a cidade que Ele amava estivessem a salvo de Buck Máximo, o homem permanecia insuportável. Mas Theodoro não se importava, porque ambos se sentiram do mesmo jeito sobre a cidade e sua mãe. -- Porque aquele lobo bastardo é um problema que precisava de solução. -- Isso eu já intende. -- Arthur respondeu, calmamente. -- Só não tenho muita certeza do que espera que nós façamos. Jack se afastou da parede na qual estiver encostado se aproximou de Arthur. -- Como não? Qual é a utilidade de vocês aqui, senão podem fazer o quê dissermos? -- Eu não trabalho para você, j**k. Sou mais como um ... Protetor de limites. -- E você não pode expandir essa sua barreira, ou seja lá o que for? -- Ela já está em seu lugar. -- Gail interrompeu, do outro lado da sala. -- Enós já renovamos a cada lua cheia, mas isso ainda não resolve esse problema específico. -- Por que não? -- Por que as cercas que criamos são para manter os puramente humanos longe e o puro m*l do lado de fora. -- Arthur encolheu os ombros. -- Não vão manter os animais a distância, nem machucá-los, já que isso incluiria vocês. -- Ainda somos humanos. Na maior parte do tempo. -- É verdade. Mas os metamorfos são protegidos pelos mesmos deuses que nos deram o poder de criar essas barreiras. E Isso inclui Buck Máximo. -- Então não há nada que possamos fazer? -- Não não foi o que eu disse. Podemos fazer várias coisas. Alguma das quais não deixariam nada além de restos carbonizados e boas lembranças. Mas se ele não fez nada para receber esse tipo de tratamento de mim ou do meu círculo, iria apenas arriscar nossos poderes. -- E o prefeito sabia que ele nunca faria isso. -- Que foi que eu falei, papai. -- Theodoro o lembrou. -- Você o quer por aqui, não é? -- E Você parecia que j**k estava o acusando, bem... Ele estava. -- Para que possam conversar sobre toda essa baboseira como se estivesse uma maldita psicoterapia. -- Velho, posso pensar em várias torturas que eu preferia aguentar a ter de conversar com Buck Máximo, Mas isso não altera o fato de quê não podemos impedir o de vir para cá com sua alcateia para umas férias. Fora o que Wanda Pykes havia dito a Gabriel ao se registrarem, mas Theodoro não fora t**o de acreditar naquilo nem por um instante. -- E se eles resolverem ficar? -- Perguntou Jhon Gwen. -- Isso eu não vou permitir. -- Respondeu Theodoro, direto. -- E como vai impedi-lo? -- Exigiu j**k. Theodoro responder o seu pai do único jeito que sabia: -- Do jeito que for preciso!!! -- Eu poderia falar com ele. -- Ofereceu Arthur. Arthur se surpreendeu com o silêncio que invadiu a sala ficou tudo tão quieto que ele podia ouvir os corvos e gralhas do lado de fora, brigando por causa de algum território nas árvores -- Falar com ele sobre o que, exatamente? O que insultou Arthur foi que a pergunta veio de seu próprio primo? -- Docinho, eu fui policial durante anos. Sei como fazer isso. Vou lá e dou uma conferida nele, converso, descubro quais são suas intenções. Gail Valentin estava de pé ao lado de Arthur Valentin, agora, de braços cruzados. -- Ou podemos começar a porcaria toda. Insultado por sua lealdade a Theodoro tinha dado um salto enorme nas últimas 24 horas e ele jamais colocaria aquele risco, Arthur disparou. -- Não vou começar porcaria nenhuma! -- Você não sabe como evitar. Arthur virou, colando seu nariz ao do primo, mas para o lança para fora da sala com um feitiço bem colocado, quando Theodoro alcançou e segurou firmemente seus dedos puxando para o lado. -- Eu adoraria que você fosse conversar com Buck. -- Não é por nada, mas isso parece sarcasmo. -- Mas não é. -- Disse j**k, observando o enteado. -- O i****a quer mesmo que você faça isso. -- Eu valorizo a opinião dele, papai. -- Como eu disse. -- Resmungou o homem, se afastando. -- i****a. Theodoro pegou carona com Kyle de volta ao hotel, e Gregório os encontrou na frente do prédio. Os bruxos estavam descendo do utilitário de Arthur quando Theodoro perguntou a Gregório: -- Onde eles estão? O xerife, é capaz de captar um rastro a mais de 30 km de distância, levantou a cabeça. Farejou uma, duas vezes. Na terceira, meneou a cabeça na direção Oeste do resort. -- Quadra de tênis. Theodoro e Kyle encararam Gregório. Buck jogando tênis? -- Sério mesmo? Kyle perguntou, por fim. -- É, sério. -- Tudo bem. -- Theodoro se voltou a tempo de ver Arthur indo naquela direção. Com algumas passadas longas, estava ao lado dele. -- Tem certeza sobre isso? -- Pensei que você confiasse no meu julgamento. -- Eu disse que confiava na sua opinião. E não estamos falando de nenhum dos dois aqui. -- Bom, vai ter de confiar em mim, Scooby Do. -- Impossível, com você me chamando assim. Arthur sorriu para ele, piscando ao seguir em frente, apertando o passo. Theodoro estava se mantendo junto a ele, quando sentiu alguém segurar por trás e o puxa. Voltou e deu de cara com Gail. -- Por que você quer me machucar? -- Perguntou ele. -- Não sabia que estava machucando, querido. -- Isso não tem como dar certo. -- Você não tem como saber. -- Conheço meu primo. -- Ele era um bom policial? -- Excelente; um dos melhores. -- Então porque se preocupar? -- Ele não está fazendo isso para ajudar estranhos. -- Ah, não? -- Claro que não. Está fazendo isso por vocês, o que só pode significar que será um desastre. -- É mesmo? Porque não parece que ele tenha ficado muito mais próximo de todo mundo por aqui. -- Na verdade, Esse é o ponto mais amigável aqui já ouvi chegar. Theodoro piscou algumas vezes, surpreso, antes de perguntar mais uma vez: -- É mesmo? -- Sim, é verdade. Ele deu de ombros, desconcertado. -- Tudo bem, então. Soltando um suspiro teatral, Gail passou por ele. Theodoro o seguiu e rapidamente se juntaram aos outros, segundos antes de chegarem às quadras. Buck não estava vista, mas seus filhos, sim. Ele tinha três filhos. Pelo menos oficialmente, até onde todos sabiam, e nenhum deles valia nada. Obviamente, eles pensavam o mesmo de Theodoro. Não foi de admirar que não encontrassem nenhum dos filhos de Buck na quadra de tênis, e sim no estande de arco e flecha logo ao lado. O procedimento daquele meio-irmão i****a brincando com o arco na mão só o deixou mais preocupado. Arthur se aproximou de Luther e sorriu. -- Buck está por aí? -- Não. -- Luther já estava com o arco pronto, a flecha encaixada no lugar. -- Sabe quando ele volta? -- Não. Theodoro revolveu os olhos, dava graças a Deus por sua mãe, porque claramente suas habilidades de pensar, raciocinar e se comunicar tinham vindo dela, sem dúvida. -- Tem mais alguém com quem eu possa conversar? -- Arthur perguntou. -- Porquê você claramente não está a altura das minhas necessidades. Theodoro ouvir uma risada ficou chocado ouvir que vinha de Gregório. O homem não era de riso fácil. Não era próprio de sua natureza. Luther analisou Arthur com atenção. Depois mover o seu olhar aparvalhado para os demais. Havia apenas Luther e seus dois irmãos, então talvez ele não estivesse com vontade de briga, porque disse a ele, todo polido: -- Meu o pai estará de volta em uma hora. Você pode falar com ele quando chegar. -- Ótimo. -- Arthur ia se virar para voltar quando Luther, de súbito, erguer o arco. Não para ele, nem para o alvo, mas diretamente para o alto, para cima. Ao ouvir o grito conhecido, Theodoro interviu rápido: -- Luther, não! O viralata i****a só olhou nos olhos dele, com um sorriso na cara idêntico ao de Buck, e soltou a flecha. Theodoro se encolheu quando ouviu a flecha atingiu o alvo, fazendo outro grito ressoar quando este caiu no chão. Arthur parou e mirou, os olhos presos no grande pássaro caído a 1metro e meio de Luther. Quando ele simplesmente ficou ali fitando o pássaro, Theodoro presumiu que estivesse em choque. Até que ele se moveu. Arth não foi até Luther, embora Théo fosse adorar ver isso acontecer. Em vez disso, ele foi até Gabriel, que estava partindo para cima de Luther. Arthur agarrou o amigo, mas o pequeno bruxo escapou de seus braços e correu para Luther. Não disse nada, mas lhe deu um soco, direto no queixo, já que não alcançava seu rosto. Luther rosnou e agarrou o pescoço de Gabriel, o levantando do chão. Gail, Kaleb e Craig ficaram lado a lado, e Gail levantou as mãos em chamas e raios dançando nas pontas dos dedos. Mas antes que ele pudesse liberar qualquer coisa, antes que acabasse com Luther ali mesmo onde ele estava, Arthur deu uma cartada. Mas não foi aquela que Theodoro esperava. Ele esperava Arthur pressionasse sua pistola automática na nuca de Luther,muito menos destravado e com dedo firme no gatilho. -- Agora, vamos todos nos acalmar. -- Ele disse suavemente, a arma na cabeça de Luther, mas os vários em seu círculo de bruxos. -- Vamos todos respirar fundo e nos acalmar. As mãos de Gail se fecharam em punhos, e as chamas e raios sumiram. -- Você vai largar o meu amigo agora. -- Arthur falou para Luther. E foi o que ele fez, de imediato. Ele tropeçou um pouco quando seus pés atingir o chão, mas prontamente voltou para o falcão, ajoelhando-se ao seu lado. Luther tinha uma bela pontaria, Namjoon tinha de admitir a seta atravessou o pássaro. Mantendo a voz Calma é controlada, alertou o meio-irmão: -- Os alvos são específicos em Damyang, Luther Máximo. Flechas não devem ser usadas em nada além dos alvos pintados na outra ponta deste estande. Se quiser caçar, mude de forma e faça do jeito certo. -- Só queria testar minha habilidade. -- Respondeu Luther, com desprezo na voz. -- Nada pessoal. -- Bom . -- Disse uma voz baixa e chorosa, enquanto Gabriel encarar o agressor. -- E isso também não é nada pessoal. O pequenino lançou os braços para trás e depois os jogos à frente, emitindo um rugido tão potente quanto o de um leão. O corpo de Luther voou, rolando,e depois bateu na parede de concreto de um dos depósitos que serviam como estoque. Os outros dois idiotas fizeram um movimento na direção de Gabriel, e arthur apontou a arma para o mais próximo deles. -- Nem pense nisso! -- Avisou. Eles pararam os olhos fixos na arma. Gabriel, rosnando como um filhotinho, ficou de pé e avançou em Luther. Sem desviar o olhar dos parentes de Arthur, Arthur orientou: -- Kaleb! -- Já peguei! -- O macho de cabelos escuros segurou gabriel, prendendo os braços ao redor da cintura dele e o levantando do chão. Kaleb carregou o amigo, esperneando o caminho inteiro, de volta para o hotel. Arthur espiou Theodoro rapidamente fez um gesto em direção a ave: -- Theodoro? Ela está viva? Ele se ajoelhou e a examinou. Seria o primeiro a admitir que não sabia muito sobre os pássaros, exceto qual ficava melhor com molho barbecue ou limão, mas sabia quando algo estava vivo ou não. -- Está respirando, mas precisamos levá-la ao veterinário. Arthur assentiu, antes de voltar para Gregório. -- Podem ir. -- Disse o xerife. -- Eu tomo conta de tudo por aqui. -- Precisa da minha arma? Theodoro nem precisa olhar para saber que o urso estava sorrindo. -- Querido...Essa é a última coisa que preciso.
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