Capítulo 05

3751 Palavras
Arthur estava no meio de um bocejo quando ouviu uma batida na porta do seu escritório. Após a saída de Theodoro, não tiveram um minuto de sono, e passará o resto da noite assistindo a péssimos programas na televisão. Ao amanhecer,teve de ir trabalhar; precisava preparar algumas sobremesa para a reunião das filhas dos ursos confederados. Pior, seu primo estava insolente com ele por ter chegado atrasado. Se Arth não soubesse, juraria que Gay estava tentando arranjar briga. Ou talvez tivesse sendo ele mesmo, intrometido como sempre. Fosse como fosse, Arth evitara o primo, escondendo-se no escritório. Esperando que não fosse Gail voltando para encher um pouco mais sua paciência, Arth abriu os olhos cansados e pediu que o visitante entrasse. Craig enfiou a cabeça por uma fresta da porta. -- Uh-Uh! -- Olá. E aí? -- Quando viu o amigo hesitar, Arth gesticulou para convidá-lo a entrar. -- O que aconteceu? Craig fechou a porta e sentou - se na cadeira de couro em frente a Arth. -- Eu ia lhe fazer exatamente a mesma pergunta. -- Nada. -- Arth. -- Craig deu uma risada exata exasperada. -- Olhe para você. -- Ei! Eu estava cuspindo fogo, ontem à noite. Mereço parecer cansado, dá licença? -- E acha que nós não sentimos? Todas as noites, eles vindo atrás de você... E eu não estou falando do que você está fazendo para se tornar campeão de Morreghan. Arthur relaxou na cadeira. Claro que seu círculo sentiria. Logo, poderiam ouvir também. Os pedidos para entrar se tornariam uma exigência, cada vez mais alta, mas raivosa, mas desesperada. -- Deixa para lá, Craig. -- Deixe-nos te ajudar? -- Não há nada em que me ajudar. -- Está mentindo! Craig se encolheu a ouvir a voz que passou pela porta. -- Pode me deixar cuidar disso? Gail abriu a porta. -- Não está cuidando direito. Exausto, desgastado e fraco até demais. Arthur alertou o primo: -- Você precisa se afastar desse assunto, Gail Valentin e agora. O outro fungou, teimosamente. -- Não! No início da tarde Theodoro foi para o hotel para conferir o estado de Arth. Era verdade que ele não era responsabilidade sua, mas se sentia próximo a ele depois de conversarem por tanto tempo. Na noite anterior. Ele era um doce, embora tivesse ideias um tanto errôneas. Não podia entender como ele não enxergava a beleza daquele lugar. Damyang não era só uma cidade para ele. Sabia que não havia outro lugar no mundo onde pudesse ser tão feliz, e o mais importante, tão satisfeito quanto era ali. Se Arthur simplesmente abrisse os olhos e pudesse ver o que havia recebido,tinha certeza de que ele se sentiria feliz em Damyang.Encontraria algo melhor que o acúmulo de poder. E, como sempre, sua mãe estivera certa. Tentar forçar algo com Arthur, ou mesmo levá-lo na conversa, não funcionaria nunca. Ele era esperto demais para acreditar nesse tipo de coisa vindo dele. então ser amigo dele seria o modo certo de agir, e ele não podia dizer que não apreciava a ideia. Gostava de Arth. Mas odiava aquele pássaro! Theodoro caminhou pela grande arcada do hotel e abriu a porta de tela, parando bem na entrada. Viu Craig e Gab com os braços ao redor da cintura de Arthur, tentando conte-lo. Do outro lado estava o pobre kal , os braços na cintura de Gail, tentando segura-lo. os primos seguravam com vontade os cabelos um do outro, e não pareciam dispostos a se largar tão cedo, enquanto gritavam obscenidade que o deixavam feliz por sua mãe não está nas redondezas para ouvir, pois ela daria um jeito naquilo rapidinho. Decidindo que Arth tava bem,imaginou o que podia falar com ele e depois, quando estivesse limpando dos machucados e arranhões que o primo lhe daria. Theodoro virou-se para voltar pelo mesmo caminho que entrará.Precisava estabelecer uma trégua entre um dos grupos de leões e um dos clãs mesmo. tinha andado uns oitocentos metros quando parou ergueu a cabeça, as narinas capitando um odor conhecido. Quando finalmente descobriu qual era aquele cheiro, enfim se lembrando, girou lentamente nos calcanhares e encarou o lobo que o observava. Cruzandoos braços, Theodoro disse a primeira coisa que lhe veio à mente. -- E esse tempo todo, Eu torci mesmo para que você estivesse morto. Arthur finalmente tinha derrubado Gail de Costa no chão e, estava prestes a cuspir em seu rosto quando uma mão forte agarrou seu braço e o levantou. Ele olhou para cima, esperando encontrar Kyle ou Gregório. -- Eles detestavam ver os bruxos brigando, mas em vez disso deu de cara com Theodoro. -- Preciso falar com você. -- Ele rosnou, colocando-o de pé. -- Ei! Craig saltou a frente para em seguida se encolher de volta junto ao seu círculo quando Theodoro rosnou e avançou para cima deles. Além de ter ficado um pouco desgostoso com seu círculo tão facilmente impressionável, Arthur também ficou chocado com o comportamento de Theodoro. Ele nunca grita com Craig. Ou no caso, nunca latira para ele. Sempre o tratará como se fosse de cristal." O DOCE E PEQUENO Craig", era como ele sempre o chamava. O que, até aquele momento, nunca incomodará Arth. Embora não soubesse o motivo pelo qual isso estava ocorrendo naquele momento, ele o arrastava pela sala de jantar e depois pela cozinha, saindo pela porta dos fundos. -- Porque Buck Máximo está aqui? -- Ele exigiu saber, assim que se encontraram fora do hotel. Arthur o encarou. -- Quem? Era fascinante ver o jeito como a expressão dele tinha mudado . Nunca ouvira nem mesmo de m*l humor, quanto mais tomado por uma ira homicida. Mesmo quando colocara fogo na floresta e envenenara o lago, ele nunca tinha ficado tão nervoso. E, minha nossa, ele parecia muito nervoso! -- Você deveria proteger esta cidade! -- Ele disparou. -- Certo. E é o que eu faço... Quando sei que algum problema. -- Como poderia não saber? Ele está hospedado no seu maldito hotel. Uau! Theodoro estava gritando com ele! Normalmente, Arthur colaria os lábios dele com um feitiço vodu que guardava para ocasiões assim, mas este era Theodoro, e aquele não era seu comportamento normal. Algo mais estava em jogo ali, e depois da noite anterior, ele sentia que devia Théo, devia descobrir o que era antes de selar os lábios dele. -- Theodoro, não sei quem é Buck Máximo. -- Digo.-- presumo que seja da família... Por por uma fração de segundos, pareceu que ele ia bater em Arthur. Ou em termos mais caninos, destroçar mas, em vez disso soltou e começou a andar de um lado para outro. -- Mamãe vai ficar louca quando descobrir que ele já está aqui. todos nós achávamos que ele estivesse a caminho, não aqui. -- Eu não... -- E papai... Deus do céu! -- Theodoro? -- Preciso avisar a alcateia . Preciso avisar todo mundo. Ele está aqui. Começando a ficar frustrado sem porém querer demonstrar, Arthur colocou a mão com gentileza no ombro de Theodoro, mas ele se voltou tão rapidamente para encará-lo que o fez tropeçar, e ele caiu sentado no chão. Theodoro o olhou com tamanho horror que, se Arthur não soubesse a verdade, pensaria que ele o havia empurrado para o chão. De fato sabia que era isso que ele estava pensando que fizera. -- Ah, meu Deus... ARTh. -- Ele lhe estendeu a mão. -- Sinto muito. ele ficou de joelhos e colocou uma mão contra o rosto dele. Os olhos de Théo se fecharam, as sobrancelhas franzidas como se estivesse sentindo dor. Fosse lá quem fosse Buck Máximo, ele podia afetar Theodoro Máximo de um jeito que ninguém mais conseguia. Arth colocou os braços ao redor dos largos ombros de Théo e o puxou para perto, até a cabeça dele descansar em seu ombro. Olhou para cima e viu seu primo na varanda observando-o, com expressão preocupado. ARTh inclinou a cabeça e, depois já assentiu bem de leve, Gail voltou para dentro. -- Porque não vamos dar uma volta? -- Arth sugeriu, com suavidade. -- Vamos conversando no caminho. só mesmo seu pai podia deixá-lo daquele jeito. Cheio de ódio, com acessos incontroláveis de violência... Tal pai, tal Filho. Não. Não! Ele não era como Buck Máximo. Nunca seria como Buck Máximo. Não se pudesse evitar. E evitaria, nem que para isso fosse necessário mobilizar toda a sua força de vontade. Mesmo assim, não podia negar que a única coisa que o fazia perdeu o controle e mostrar o pior desse era seu pai. Não o homem a quem chamava de "papai", j**k Sub,que, mesmo com todos os rosnados e respostas enviesadas e o jeito felino, tinha feito por merecer aquele título. E não só o merecera como também o ostentava com orgulho. Buck Máximo, por sua vez, não merecera nada do filho além de desconfiança e paranoia. -- Buck Máximo é meu pai. -- Ele explicou a Arth que caminhava ao seu lado. -- Pensei que seu pai estivesse morto. -- Não. Eu disse que esperava que ele estivesse. -- Entendo. -- Ele disse que está hospedado no seu hotel. -- Acho que está, mais o motivo pelo qual nunca me ocorreu dizer algo foi porque ele não fez o registro de entrada. Se estou pensando no grupo certo, foi uma mulher quem se registrou. Wanda alguma coisa. -- Pykes.Ouvir dizer que ele se juntou a uma humana alguns meses atrás. Mas não acredito que ele a tenha trazido até aqui. -- Porquê? -- Ele não marcou como sua, pelo que ouvir. Nós somos mais inclinados a confiar em humanos ligados a nós do que naqueles sem vínculo algum. Uma boa briga e ela sai por aí, cantando ao mundo sobre os metamorfos. -- Posso tomar conta disso se ela se tornar um problema. Fale-me sobre Buck. Theodoro se encolheu. Preferia não contar nada, mas depois de gritar com ARTh e derruba-lo daquele jeito sem nenhum motivo, se não por ser o maldito i****a,o mínimo que podia fazer era falar tudo! -- Meus parentes diretos vieram do Soswaewon. Os Mc clancy são os parentes da minha mãe, e fazem parte dos Máximo Soswaewon.meu pai tinha sido expulso da cidade aos 16 anos, mas voltou quatro anos depois, quando o bisavô dele morreu. Minha mãe m*l tinha completado quinze anos,e ele se agarrou a ela como uma pulga em um cachorro. As coisas ficaram ruins de novo, entre meu pai e o pai dele, e Buck foi expulso da cidade... Outra vez. Mas dessa vez ele levou minha mãe consigo, porque ela já estava prestes a dar à luz, eles chegaram a Damyang. Eu nasci aqui, cerca de uma semana depois da chegada deles. Então começou tudo de novo. Meu pai aprontando com meus tios e primos, tentando tomar o controle da alcatéia e, depois, da cidade. Eles o expulsaram novamente, mas dessa vez minha mãe não conseguiu. -- Porquê? -- Ela poderia dar várias razões. Eu tinha acabado de nascer; ela queria me dar estabilidade. estava cansado de viajar para cima e para baixo. E há diversos motivos que qualquer outra pessoa na cidade pode citar: "Que Buck transava com qualquer coisa que se mexesse, enquanto minha mãe estava grávida de mim, depois de quase dois anos juntos ele ainda não a marcar como sua. Que era frio com ela, até mesmo rude. E tenho certeza de que é é tudo verdade. Na verdade, eu sei que é. mas o que eu descobri, o motivo pelo qual eu sei que a minha mãe ficou, é porque ela nunca acreditou de fato que ele fosse partir. Não sem nós dois. ela achava que ele a amava o suficiente para chegar esperar estar pronto para tomar o controle. naquele tempo, Acho que nem passou pela cabeça dela que ele não voltaria. -- Não não sei o que é pior. -- Refletiu Arth. -- Ser tão confiante no poder do amor a ponto de arriscar o coração, ou saber que o amor é só uma piada c***l dos deuses e nunca arriscar nada. -- Eu teria que dizer que a segunda opção. -- Mesmo depois de tudo pelo que a sua mãe passou? -- SIM. Não vou dizer que foi fácil para ela, porque não foi. Por que seis longos anos, minha mãe ou esperou. Enquanto ela esperava eu cresci e me tornei uma criança mas aterroradora da Coreia do Sul. Arthur riu. -- Você era tão malvado assim? -- Se era, e como! Tanto que a srta.Addie e e seu círculo polidamente sugeriram que Buck poderia está fazendo uso de projeção astral para me visitar a noite, na tentativa de me virar contra eles. -- Mas deve ter melhorado. -- Eu não diria que melhorou, mas nada dura para sempre. E foi num dia frio sombrio que a minha mãe teve que ir até a escola para uma reunião com a minha professora do segundo ano, por haver uma suspeita de que eu havia tentado afogar um outro aluno no banheiro dos meninos. -- Uma suspeita? -- Eu não vi nenhuma prova concreta, tirando a palavra do pequeno bastado e o fato de que ele estava ensopado dos ombros para cima. Arth riu e Théo riu com ele. Uma sensação chocante, já que qualquer menção a seu pai geralmente o deixava de mau humor por vários dias seguido. Mas ele estava acalmando, deixando-o à vontade só por ser ele mesmo, e sendo seu amigo. -- Ainda digo que eles entenderam tudo errado. -- Prosseguiu Theodoro. -- Enfim, minha mãe foi chamada, e teve que sair do trabalho para ir até escola. Enquanto ela estava esperando, conheceu o meu padrasto. -- Foi amor à primeira vista? -- É o que eles dizem. Eu ainda digo que o velho s****o tirou vantagem da inocência e da pureza dela. ARTh fungou, rindo ao ver a expressão de Theodoro. -- De qualquer forma, minha mãe e j**k se conheceram e ignorando as graves indignidades que estavam causando a mim e a Kyle, resolveram se casar. Não precisavam fazer isso, já que esta é uma cidade de metamorfos, afinal, e se há algo com que bem poucos de nós nos importamos, é com o casamento. Mas eu entendo, de certa maneira, o que eles pretendiam com isso, sendo de espécies diferente e tudo mais. queria mostrar todos como se levavam a sério, e se certificar de que todos os seus filhos crescer sem sentindo que fazia parte de uma família. Theodoro respirou fundo, e seu semblante se tornou um pouco mais sombrio, a medida que continuava: -- Mas Buck ficou sabendo, e se a algo que aquele homem odeia são felinos. Então, ignorando o fato de que fazia mais de 6 anos que ele não vinha para cá, ele voltou sorrateiramente, com uma alcatéia que havia formado com Máximos expulsos e lobos perdidos que encontraram pelo caminho. O plano era simples: pegar a minha a minha mãe . Poderia ter funcionado, também, mas Buck tinha se esquecido de como os Máximos são leais aos seus filhotes e as fêmeas que os criam. Embora nenhum deles fosse louco pela ideia de um lobo acasalando, quanto mais casando, com o felino, sabiam como a minha mãe amava j**k, e mais importante, como meu pai havia tratado m*l. Também sabiam que cretino ele era. A maioria dos Máximos já estavam aqui para o casamento, quando meu pai chegou ao território. Ele me encontrou primeiro. Disse que eu era seu filho que tinha vindo me buscar para voltar para casa com ele. Pararam perto de uma pedra, sobre a qual Arth se apoiou, observando-o atentamente. -- Sabe. -- Disse Théo relaxando contra um Carvalho, os braços cruzados sobre o peito. -- É uma daquelas coisas com as quais todos os meninos de 8 anos sonham quando crescem sem um pai. Que o pai volte para casa. Você fantasia com isso, deseja, Reza para que aconteça. E ali estava bem diante de mim. Eu sabia que ele não estava mentindo, sabia que ele era meu pai. -- E o que você fez? Ele deu de ombros, ainda incerto se compreendia porque agira daquele jeito. -- Eu gritei chamando j**k gritei pelo meu padrasto, a quem considero como pai de verdade, ele veio correndo não sete anos depois, mais bem quando eu chamei. E trazia a alcateia Dragon. Com ele, nunca vi tanto sangue como vi naquele dia. Minha mãe se machucou também, lutando ao lado do meu padrasto. Quando tudo terminou não havia nenhum morto, mas é alcateia de Buck que tinha levado a pior, e saiu se arrastando para o lugar de onde tinha saído. Mas eu soube, naquele dia, quando j**k me carregou de volta para cidade e eu vi o velho ir embora de vez, aqui agora eu era seu inimigo. Que tinha cruzados um limite com ele, e nunca receberia seu perdão, parecia com alguma história que o bisavô de Arth. -- A quem a família inteira chamava de "vovozinho", embora ele ainda não tivesse sessenta anos.-- Poderia O que é contado durante uma das reuniões de família, quando sua mãe e sua tia dirigiram por dois dias desde Long Island até Soswaewon Garden. as únicas diferenças eram que as pessoas nas histórias do vovôzinho sempre eram totalmente humanas, e Theodoro Não terminaram a cada frase com"... Porque vocês sabem como esses caipiras são."isso deixou fascinado, mesmo em quando meditava sobre o problema. -- Você acho que ele voltou para se vingar? -- Perguntou, mas Theodoro apenas balançou a cabeça. -- Buck Máximo nunca é tão simples e direto. -- Ele quer alguma coisa. -- Ele quer isto. -- Theodoro gesticulou, indicando as árvores e o belo Céu azul acima. -- O que é este território. Damyang Jiknokwon é o território principal para nossa espécie, e o lobo que o comandava antes de mim era meu tio, Tyrus Dragon... Tyrus? Que nome... -- Um lobo instável de dois metros e cinco e cento e setenta e quatro quilos, mas que podia ser um ursinho de pelúcia quando queria. Morreu de repente a 5 anos, e um dos filhos dele Johnny Dragon, assumiu o comando, mas não deu muito certo. Ele era controlador, um tanto mandão, e um dia esgotou a minha paciência, e eu... -- Esmurro sujeito até ele cair? -- Sugeriu Arth, quando Ele pareceu buscar a melhor frase. -- Prefiro pensar que foi só até ele criar bom senso. Mas enfim... o principal é que, quando acordei no dia seguinte, havia me tornado o macho alfa e prefeito. -- Foi assim que que você virou Prefeito? -- Não. Fui eleito prefeito de Damyang, mas Johnny Dragon me deu nos nervos na minha festa de posse. -- Muito justo. Com um olhar vago ao redor, Theodoro murmurou: -- Tenho de contar a j**k que Buck está de volta. -- E aí, o que acontece? -- Não sei. -- Ele voltou a encará-lo. -- O o que aconteceu quando eles se registraram? -- Nada. Além de eu ter que sair correndo e deixar que Gab cuidasse deles. -- Porquê? -- Wanda... Ela estava usando aquele...-- Jin estremeceu --... Óleo de patchouli -- Meu Deus homem, qual o seu problema com esse negócio? -- Odeio isso! É a minha criptonita. Assim como mulheres como a tal Wanda. -- Mulheres como ela... Como assim? -- Ah, essa mulherada meio hippie,meio nova era, sempre me desperta um instinto assassino. A verdade é que se eu não tivesse conhecido meu círculo ainda no segundo grau, seria uma prática solitária. Assim como Gay. Juro a você, nada me dá mais raiva do que essas adoradoras de Artemis, usando o patchouli, precisando de um corte de cabelo urgente, e depilar as axilas de vez em quando, que ainda andam por aí em um "ônibus do amor" e insistem em que as chamem de"irmãs". Elas me dão nojo. Theodoro ainda o olhava, espantado. -- Não que você discorde delas em alguma coisa muito ao contrário. -- Talvez um pouquinho. Mas é por causa de umasinha desse tipo que meu círculo foi banido eternamente do festival the Green Man. -- Com certeza, não teve nada a ver com que você deve estar aprontando na época. Talvez um pouquinho.-- Admitiu Arth, balançando a cabeça.-- Mas ainda acho que eles não refletiram sobre o assunto. Digo, eles ficam tão ocupados em dizer que estão atraindo a lua, Mas ficam descontrolados quando alguém vai lá e faz! Theodoro piscou. -- Você tirou a lua de sua órbita? Arth fungou. -- Claro que não. -- Ah, bom. -- Só movi a terra um pouco mais para perto dela. Os braços dele desabaram para os lábios. -- Você fez o quê?! -- Não precisa ficar histérico. Eu coloquei de volta. Theodoro não imaginava que isso fosse possível. Mais Arthur Valentin conseguirá: fizera-o pensar em outra coisa, em vez de seu pai. -- Você é louco. -- Ele acusou O que não era algo que fazia facilmente, dado o histórico de sua própria família. -- Louco, não. Só um pouco exibido. Fiquei cansado de vê-los falando, falando, sem nunca fazer nada. Não fale sobre arrastar a lua. Vai lá e faça. Se não funcionar, mova terra mas para perto dela. Não é uma neurocirurgia, gente! -- Nunca me ocorreu que mover qualquer planeta de sua órbita pudesse causar enormes ramificações globais? -- Nunca fui muito ligado as ciências. -- Ele disse com descaso. -- Ah... Então tudo bem. -- Além disso coloquei tudo de volta no lugar, e parei a maioria dos tsunamis, tornados e vulcões em erupções antes de perder a consciência. Nossa senhora agora ele o fizer a rir a valer. Tanto que não conseguia nem parar de pé. Ele não achou que isso fosse possível. Ao menos, não até seu pai tivesse sumido é tudo tivesse bem na cidade que Ele amava ponto mas, de algum jeito, este bruxo mano tinha conseguido novamente. -- Claro, Claro... Ria. Mas deixe me dizer, todas aquelas bruxas que pulgas com a sua lenga-lenga de "um amor resolve tudo", e sua filosofia "faça o amor, não faça guerra", são lá no fundo, totalmente Stalin. Dez minutos depois, quando os anciões finalmente os encontraram, desesperadamente preocupados com que tinha ouvido em rumores pela cidade e buscando algumas respostas de Theodoro e Arthur sobre o que estavam planejando, sua preocupação apenas aumentou ao verem Theodoro rolando no chão, rindo, e Arthur rosnando para ele. -- Não é divertido! Elas foram muito, mas muito mesmo más comigo!
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