Morte narrando Eu não esperava aquela reação da Bruna. Na moral, não esperava mesmo. Já fazia um bom tempo que eu vinha tentando conquistar essa mulher e, durante todo esse tempo, ela sempre teve o mesmo maldito pulso firme. Sempre me ignorava, me cortava, mandava eu ir para casa, dizia que nunca teria nada comigo e fazia questão de deixar bem claro que não importava quantas vezes eu insistisse, ela não ia mudar de ideia. E eu, obviamente, nunca fui homem de aceitar um não muito bem. Só que com ela era diferente. Quanto mais ela me rejeitava, mais vontade eu tinha de descobrir até onde aquela resistência ia. Era como se cada porta que ela fechava na minha cara me desse ainda mais vontade de bater. Só que eu também tinha consciência de uma coisa. Eu fui um filho da p**a. Porque eu

