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Fera imparável

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Sinopse

Em um mundo onde o poder se sente na pele, ela reina.Luna não precisa gritar para ser ouvida. Ela comanda com o olhar, conquista com silêncio e destrói com toque. Uma mulher esculpida entre prazer e perigo, cuja presença domina o ambiente como um perfume proibido.Ele surgiu como ameaça. Um corpo forjado na guerra. Uma mente treinada para não ceder. Mas há algo em seus olhos — algo que provoca, desafia... e excita.Entre eles, não existe espaço para o comum. Tudo é tensão. Tudo é controle. Tudo é um jogo onde cada respiração carrega um risco, e cada palavra é uma lâmina afiada.Fera Imparável é uma dança obscura entre duas forças indomáveis. Um romance onde o desejo não pede permissão — ele exige.

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O COMEÇO DE TUDO
Luna Montenegro se movia com a elegância de uma rainha que sabia exatamente o que fazia, a casa de vidro e mármore refletindo sua figura alta e imponente. Ela era uma mulher que dominava cada espaço que pisava, não por necessidade, mas por pura habilidade. A mansão Montenegro era a imagem de poder e controle, assim como a própria Luna. Cada parede, cada móvel, cada detalhe ali havia sido meticulosamente planejado por ela. No entanto, no centro de sua casa, na sala principal, estava algo que jamais deveria estar lá: Atlas. Em sua sala de estar, ela observava a figura que estava ali pela primeira vez não como uma ameaça, mas como uma peça do tabuleiro. Atlas Damian, o matador de aluguel que tentou matá-la, estava agora no chão, fisicamente preso, mas mentalmente ainda desafiador. Ele, um homem que com seu porte imponente e sua natureza selvagem, tentara tirá-la de sua vida para sempre. Mas Luna não era fácil de m***r. Ele falhou. E agora ele estava aqui, nas garras dela, fisicamente preso, mas com um espírito desafiador. Isso fazia parte do jogo. Ela sabia que a primeira regra era nunca ceder. Nunca permitir que a presa acreditasse que poderia escapar. Ela não precisava de correntes ou ferros, pois suas palavras eram mais afiadas que qualquer lâmina. Sua presença, a maneira como ele a encarava, as palavras que ele não dizia, tudo isso era suficiente para que ela se sentisse no controle, mesmo que a tensão entre os dois fosse palpável. Mas era uma tensão que ela sabia como manipular. Ele a odiava, isso era óbvio. Ele queria destruí-la, e ela sabia que, de certa forma, isso só fazia com que ela o desejasse ainda mais. Luna entrou na sala com passos deliberadamente lentos, observando-o. Ela o sentia tenso, seu corpo grande e musculoso uma massa de força que queria explodir a qualquer momento, mas ele estava submisso a ela, preso no lugar, fisicamente e emocionalmente. A sala estava silenciosa, com a luz suave das lâmpadas modernas iluminando o rosto de Atlas, seus olhos fixos nela com uma raiva contida, um ódio que ela se deleitava em perceber. Mas Luna sabia que a raiva dele não era tão forte quanto seu desejo. O desejo que ele tentava esconder, mas que transparecia em cada músculo tenso, em cada respiração pesada que ele dava. Ela sorriu, um sorriso frio e calculista. Cada palavra que ela dizia era um veneno cuidadosamente preparado, uma armadilha que ele não podia evitar. — Você ainda acha que pode me controlar, Atlas? A voz de Luna era suave, mas carregada com uma ameaça. Cada palavra era uma facada em sua resistência, e ela sabia disso. Ela não se moveu em direção a ele. Ela sabia que o simples fato de estar no mesmo ambiente já fazia a tensão entre eles crescer. Ele a encarava, olhos desafiadores, corpo tenso, como uma fera esperando o momento certo para atacar. Mas Luna sabia como quebrá-lo. Ela sempre soubera. Era uma questão de paciência. Ele podia tentar resistir, mas no final, ele saberia quem tinha o controle. Ela observava o homem à sua frente, grande, forte e perigoso, mas seu corpo estava preso, e a fúria de Atlas estava se tornando algo que ele não conseguia mais controlar. A frustração em seus olhos era quase visível, e Luna se deliciava com isso. Não era o fato de ele estar fisicamente preso que a excitava, mas a maneira como sua mente ainda tentava encontrar uma saída. A batalha interna dele era o que mais a fascinava. Como um animal que sabia que estava prestes a ser caçado, Atlas ainda se permitia lutar, mesmo sabendo que não havia como escapar. Ela se aproximou dele lentamente, cada passo calculado. Seus olhos estavam fixos nos dele, e seu sorriso era algo que ele conhecia bem, mas que nunca se acostumaria. Era a expressão de uma mulher que dominava, uma mulher que sabia que nada poderia impedi-la de fazer o que quisesse. — Eu não preciso de correntes para controlá-lo, Atlas. Ela disse, a voz quase um sussurro, mas o tom de autoridade em suas palavras deixava claro que ela não estava brincando. — Você ainda pensa que tem algum poder aqui? ela disse, desta vez mais perto, quase sussurrando em seu ouvido. A proximidade fazia a respiração dele ficar mais pesada, mais irregular. Ela sabia como afetá-lo, como fazer com que ele sentisse a tensão s****l e o ódio se misturando em seu corpo. — Eu sou mais forte do que qualquer ferro que você possa imaginar. Eu sou a razão pela qual você está aqui, e sou a razão pela qual você não vai sair. Você vai fazer tudo o que eu mandar. Ele sentia o calor do seu corpo contra o dele, a proximidade da mulher que havia transformado sua vida em um pesadelo. Atlas queria gritar, queria afastá-la, mas não conseguia. Algo dentro de seu corpo, algo que ele não queria admitir, estava começando a mudar. O ódio não estava mais sendo suficiente. Agora, ele sentia algo diferente. Ele sentia desejo. Um desejo profundo e aterrorizante, algo que o fazia querer se afastar, mas ao mesmo tempo, o atraía cada vez mais para ela. Luna estava se tornando a caçadora, mas ele também, em sua fúria silenciosa, era um predador, e sua presença ameaçadora preenchia a sala. A diferença era que, enquanto ele queria dominá-la com força, Luna dominava com astúcia. Ela era a manipulação personificada. E, nesse momento, o poder estava com ela. Mas o jogo ainda estava no começo. — Você me odeia, não é? Luna perguntou, seus olhos fixos nos dele. — Eu gosto disso, sabia? O ódio é o que nos une, Atlas. Ele é o fio que nos liga, e quando você entender isso, vai se render completamente. Eu sou sua vingança. E você é minha... fera. A palavra "fera" fez com que Atlas se esticasse, sua raiva crescendo ainda mais. Ele não queria ser uma "fera". Ele não queria ser nada daquela mulher. Mas a verdade era que ele já estava se tornando aquilo. Ele sentia, de alguma maneira, que estava sendo moldado por ela, e isso o enlouquecia. Ele não conseguia mais controlar o que estava acontecendo dentro de seu corpo. O desejo estava se misturando com a raiva, com a frustração, e o ódio era a única coisa que ainda lhe dava alguma sensação de controle. — Você não pode mais me m***r, Atlas. Agora, você vai ser minha... você vai ser a minha fera. E vai fazer o que eu quiser. Ela deu um passo atrás, observando-o com um olhar satisfeito, quase como se estivesse esperando por sua reação. O silêncio entre eles era pesado, como se o tempo estivesse se arrastando, mas ela sabia que ele estava quebrando. — Eu poderia matá-lo agora, se quisesse Ela continuou, observando cada movimento dele com um olhar atento e satisfeito. — Mas você não vale a pena, Atlas. Não ainda. Não até que você entenda o que eu sou. Ele queria empurrá-la. Queria fazer com que ela parasse de brincar com sua mente. Mas não podia. A raiva dentro dele estava crescendo. Cada palavra dela estava arrastando-o para um abismo que ele não sabia como evitar. E isso o aterrorizava. Ele podia sentir a respiração dela em sua pele, a sensação de seu perfume em seus pulmões. Ela era sua prisão e sua atração, sua tortura e sua tentação. — Eu sou a dona deste jogo. E você não tem mais nada a fazer além de jogar. O silêncio se fez novamente, mas desta vez ele não era confortável. Luna, com seu olhar penetrante, sabia que Atlas estava lutando com algo mais. Algo profundo. Algo que ambos sabiam, mas ainda não estavam dispostos a falar. A guerra entre suas famílias não era algo novo. A rivalidade entre os Montenegro e os Damian's vinha de longe. Mas o que ele não sabia — o que ele ainda não entendia — era que a morte de sua família não fora obra do acaso. Não fora apenas uma tragédia. Não. Havia algo mais que Luna havia feito. Algo que ela sentia com uma intensidade quase... prazerosa. — Você acha que sua vingança é contra mim, Atlas? Luna perguntou, sua voz carregada de uma melancolia que ele não reconhecia. — Você acha que me odeia por alguma coisa que eu tenha feito? Não, meu querido. Eu sou a razão pela qual você está aqui. Eu sou a razão pela qual você não pode fugir. Ela sabia que ele estava começando a entender. A dor que ele sentia não era apenas por ela. Não apenas por seu corpo, sua mente ou sua resistência. Era por algo muito mais profundo. Por uma perda que ele ainda não conseguia processar. Ele estava ali, não apenas por causa do que ela representava, mas por causa de sua vingança, pela morte da sua família. E Luna se deliciava com isso. Sabia que ele ainda não compreendia o que estava acontecendo, mas ela estava cuidando de cada peça. E ele era apenas mais uma. — Você me odeia, Atlas. Luna continuou, com uma leveza nas palavras. — Mas você não pode odiar o que é parte de você. Você nunca vai conseguir. Somos mais parecidos do que você imagina. Atlas estava imóvel, o peso do silêncio entre eles tornando-se mais pesado a cada segundo. Ele queria reagir, queria resistir a essa mulher que o fazia sentir uma dor indescritível, mas a sua raiva estava se tornando algo mais complicado. Luna Montenegro, a mulher que deveria ser sua inimiga, parecia ser a única coisa capaz de fazer com que ele se sentisse vivo. Mas ele odiava isso. Odiava o modo como ela jogava com sua mente, como suas palavras tinham o poder de desconstruir tudo o que ele acreditava sobre si mesmo. O que havia começado como um simples desejo de vingança estava se tornando um labirinto mental. Cada palavra dela era como um fio de seda que o envolvia, prendendo-o em uma teia que ele não sabia como escapar. E ele, Atlas Damian, o matador de aluguel que era imune a quase qualquer coisa, estava agora perdido dentro de sua própria mente. Luna, por sua vez, se deliciava com a situação. Ela sabia que ele estava em guerra consigo mesmo, e isso a fascinava. Nunca havia sido tão divertido brincar com alguém que era tão... imprevisível. Ela poderia matá-lo a qualquer momento. Mas não era isso que ela queria. O que ela queria era vê-lo se despedaçar emocionalmente. Ela queria controlar o poder dele, fazer com que ele cedesse, se entregasse a ela, mesmo sabendo que o ódio entre eles só aumentaria. Esse ódio era o combustível para a atração. E Luna sabia disso como ninguém. Ela se aproximou de Atlas novamente, o olhar fixo no dele, observando cada movimento dele com um sorriso que era ao mesmo tempo c***l e sedutor. Ele não sabia se queria se afastar ou se aproximar ainda mais. A confusão era palpável, e Luna se alimentava disso. Ela sabia que ele estava à beira de ceder, mas ele ainda não sabia disso. Ele não sabia que estava começando a ser devorado por algo muito maior que ele. — Você se acha imbatível, Atlas. Luna disse, a voz baixa, mas com um tom de desafio. — Mas você é apenas um homem. E eu sou a razão pela qual você ainda está respirando. O homem à sua frente não disse nada. Seus olhos estavam fixos nela, mas havia algo ali, algo que ela não via antes. Ele estava começando a entender, a perceber que estava em suas mãos. Mas isso não o tornava menos perigoso. Luna sabia que ele ainda guardava uma força que poderia ser devastadora. Mas ela estava preparada para isso. Ela sabia como lidar com esse tipo de homem. — Eu sei quem você é, Atlas. Ela continuou, agora se movendo para ficar ainda mais perto dele.

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