Escolhas

1849 Palavras

O gosto de sangue preenchia a minha boca e era doce doce como a vida em si podia ser em momentos bons e curtos para os humanos. O gosto sublime de sangue penetrando minhas veias quente e úmido, trazendo vida ao corpo antes morto, trazendo calor ao que antes era frio. O líquido vitalício que matava um pouco minha sede como o seio de uma mãe cujo leite alimenta a criança A sede que seria eterna pela vida alheia para a maldita da Morte não me alcançar com sua foice e aparência horrenda! Por um minuto no meu jogo sádico eu era uma vítima dele. Eu era só um jovem rapaz inocente de cabelo loiro caminhando pelo campo sozinho à luz do luar que atraiu sua atenção, um jovem o qual ele abriria impiedosamente, arrancaria as petálas como um crisântemo, e o machucaria invadindo-o sem piedade. Mas p

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