Quando voltei para a hospedaria, eu ainda tentava assimilar o encontro chocante com o ser místico do qual nunca ouvi falar na minha vida. Voltei como um homem comum, andando, raciocinando, devo enfatizar que eu próprio um ser sobrenatural, fui tocado por algo além e agora não sabia como reagir, eu queria cair de joelhos e pedir perdão por cada vida que eu tirei, por cada golfada de sangue que tomei para me satisfazer e aquecer minha carne morta. Eu queria chorar. Eu me sentia tão sujo, tão sujo. Eu nunca me senti assim em toda a minha existência. A culpa do início quando matei pela a primeira vez era mais remorso. Não era real arrependimento como agora. Eu ofegava sem entender a razão. Eu sabia que aquele ser de fogo que vi era algo inexplicável e que eu... o demônio que eu sou deveria m

