Pré-visualização gratuita Capítulo 01
Nada como um pouco de tempo livre.
Satisfeito, Steve Bennet passou pela porta de sua casa, feliz que poderia aproveitar o resto da tarde fazendo o que gostava. Normalmente, ele e seu amigo Ryan passavam todas as tardes de sexta praticando beisebol com o resto dos garotos do colégio e melhorando suas tacadas, mesmo que não fosse um dia de treino oficial. O treinador Groover não tinha nada contra reservar o campo para eles, desde que aquilo continuasse a fazê-los ganhar os campeonatos. Naquele dia, porém, Ursula, a namorada de Ryan, ficara repentinamente doente e, como sempre, seu melhor amigo não perdera tempo em correr até ela o mais rápido possível. Sem ele ali, Steve não vira muito sentido em ficar mais uma hora com os outros garotos, ao invés de aproveitar a oportunidade e ganhar o resto da tarde livre. Afinal, com exceção de Ryan, o resto do time era extremamente irritante, sempre com algum comentário indecente sobre alguma das garotas do colégio ou com conversas estúpidas. E, sendo justo com os garotos, também não ajudava o fato de que ele era um introvertido rabugento. Um que não tinha facilidade alguma em fazer novos amigos e, sinceramente, também não tinha nenhuma vontade de fazê-los. Não que ele não gostasse de jogar beisebol, mas nada jamais poderia competir com quem ele sabia que o esperava em casa.
Ela. A garota por quem ele era apaixonado mesmo antes de aprender a ler.
Amy Thomas.
Ele tinha apenas quatro anos quando pousara seus olhos nela primeira vez, com o cabelo castanho arrumado em pequenas trancinhas, o rostinho lindamente corado e os grandes olhos cor de chocolate amedrontados, enquanto entrava timidamente na sala do Jardim de Infância, de mãos dadas com o pai. E ele entregara seu pequeno coração para ela ali mesmo. Sua irmã gêmea Suzie fora mais rápida em se tornar amiga dela primeiro, claro, mas ela tinha a vantagem de conseguir, desde aquela época, falar mais de cem palavras por segundo e ter assunto o suficiente para conseguir manter uma conversa mesmo com alguém tão tímida quanto Amy. Mas ele sempre teria orgulho de dizer que fora o primeiro a fazê-la sorrir naquele dia, quando se apresentara e contara para ela o que eram irmãos gêmeos não-idênticos e como isso explicava porque a anãzinha com quem ela estivera conversando era irmã dele, apesar deles não se parecerem em nada. Mas fora apenas quando Elliot Cross roubara o cordeirinho de pelúcia que Amy trouxera naquele primeiro dia de aula, e Steve ficara tão furioso com ele por fazê-la chorar que batera nele para pegá-lo de volta, que ele percebeu que estava apaixonado. Porque assim que ele, desesperado para amenizar sua dor, trouxera o brinquedo de volta para ela, Amy ficara tão feliz e lindamente sorridente que Steve achara que aquela era a melhor recompensa que ele poderia ter. Mas, não.
Ela lhe dera um beijo.
Na bochecha, é claro. Algo absolutamente casto, conforme esperado de uma garotinha tímida de 04 anos. Mas foi ali que ele se deu conta de que estava apaixonado. Steve ainda era jovem demais para entender a magnitude do sentimento que o tomara, é claro, mas, quando a tristeza apertara seu pequeno coração quando ele se despediu dela naquele primeiro dia, ele soube que a amaria para sempre.
Uma pena que Amy não se sentia da mesma forma.
Na verdade, dizer “uma pena” era um eufemismo para definir como o peito dele doía sempre que ela falava “somos apenas amigos” quando alguém dizia que eles formariam um belo casal. Ou como seu coração se partia quando a mãe dele brincava que eles eram próximos demais para “apenas melhores amigos” e Amy sempre fazia questão de reforçar que ele era como o irmão que ela nunca tivera. Porque, de fato, ele sabia que era o confidente de Amy, assim como ela era a dele. Durante aqueles 14 anos de amizade, eles aprenderam absolutamente tudo um sobre o outro. E não havia nada que ele não faria por Amy ou que ela não faria por ele também.
A não ser amá-lo, claro.
Mas ele tentava não pensar muito sobre esse fato. Por mais que a paixão por Amy literalmente ardesse dentro dele a cada segundo de cada dia, ele não queria ser um i****a como a maioria dos garotos do time de beisebol, que se passavam por amigos das garotas apenas esperando por uma oportunidade de levá-las para a cama, como uma raposa espreitava um coelho – e ficavam furiosos quando não conseguiam. Sim, ele adoraria que Amy sentisse o mesmo amor por ele e que eles pudessem concretizar todos aqueles sonhos eróticos que ele vinha tendo com ela desde que completara 14 anos – em sua defesa, ele não era um completo tarado: alguns sonhos também eram absolutamente puros e românticos, envolvendo juras de amor e até mesmo casamento. Porque, muito mais do que desejá-la, ele a amava.
E era por isso que ele jamais tentaria forçá-la a amá-lo de volta ou tentar se aproveitar dela de qualquer maneira. E, especialmente, ele jamais se permitiria deixar de ser o porto seguro dela ou ser i****a o suficiente para insistir em tentar ter um relacionamento que ela obviamente não queria e acabar por afastá-la do resto da família Bennet, especialmente quando Steve sabia que ele, seus pais e sua irmã tinham sido essenciais para Amy se manter sã desde que seus pais – após uma vida inteira brigando – haviam finalmente se divorciado no ano interior, levando a mãe dela para outro estado com o novo marido que tinha quase a mesma idade de Amy e o pai, que era chefe de polícia da pequena cidade de Little Winter em que eles viviam, para turnos infinitos na delegacia. Pauline e Robert Thomas não eram más pessoas, mas haviam se perdido de maneira tão profunda em suas próprias mágoas e sofrimentos que acabaram por deixar a única filha de lado depois do divórcio turbulento, especialmente quando ela escolheu permanecer em Washington com o pai, depois que ficou claro que Pauline estava ansiosa por começar uma vida nova que talvez não tivesse espaço para uma adolescente. Eles eram os pais da mulher que ele amava, então Steve não podia dizer que os odiava, mas uma parte dele sempre guardaria rancor por eles terem sido o motivo das muitas lágrimas que ele havia enxugado no rosto de sua Amy no ano anterior. Amy era muito preciosa, muito gentil, muito amorosa, muito bondosa, muito prestativa, muito altruísta, muito inteligente, muito extraordinária... Para que qualquer um, especialmente seus próprios pais, ousassem fazer um anjo como aquele chorar.
E era por isso que ele jamais lhe diria que estava apaixonado.
Ele sabia que ela era atenciosa demais para se manter perto dele sabendo do sentimento que ele guardava e que ela jamais poderia retribuir. Ela certamente se afastaria dele para evitar que ele sofresse, o que, por tabela, a faria se afastar também de Suzie e de seus pais, Matthew e Roxane. E, sendo honesto, ele também não suportaria perder sua melhor amiga, mesmo que isso significasse que ele teria que se manter calado para sempre sobre sua paixão. Amy sabia que ele a amava. Ela era a pessoa mais importante da vida dele e Steve não tinha nenhum problema em falar e demonstrar isso a cada oportunidade que tinha. Contudo, ele sabia que Amy não desconfiava que o amor que ele sentia por ela estava longe de ser fraternal, como o que ele sentia por Suzie. Ela jamais poderia imaginar o estado em que Steve acordava todas as manhãs, depois de um longo e detalhado sonho em que ele rasgava para longe de suas curvas o disforme suéter favorito dela e a ouvia gritar que o amava enquanto ele gozava dentro dela.
E ela jamais saberia. Porque ele não se importava em ser seu amigo para sempre. Tê-la em sua vida e estar na vida dela, ao lado de sua Amy, apoiando-a e fazendo-a sorrir, era muito mais importante do que tirar aquela confissão de dentro de seu peito apenas para ouvir Amy recusá-lo e depois de afastar dele, talvez para sempre. Ele podia lidar com o fato dela não ser apaixonada por ele, mas jamais suportaria ficar longe dela.
Mesmo que isso significasse que, algum dia, ele teria que lidar também com o fato de que ela se apaixonaria por outra pessoa. A onda de ciúmes e fúria que o envolvia sempre que ele pensava sobre isso era quase tão palpável quanto as chamas de um incêndio consumindo uma floresta, mas ele sempre repetia internamente o mantra de que Amy tinha o direito de encontrar o amor. E, afinal, tudo o que ele mais queria era vê-la feliz, mesmo que fosse nos braços de outro – e mesmo que ele soubesse que a dor e o ciúme o atormentariam eternamente quando aquilo acontecesse. Contudo, ainda que com certeza nenhum outro homem jamais seria verdadeiramente merecedor de sua Amy, desde que esse outro, seja lá quem fosse, a amasse de verdade, fosse uma boa pessoa e a fizesse feliz, Steve se recolheria ao seu único papel na vida de Amy: o de melhor amigo.
Com um suspiro pesaroso enquanto entrava na cozinha de sua casa, - sentindo a dor e agonia de imaginar Amy nos braços de outro como se aquilo já estivesse acontecendo, quando ele sabia perfeitamente que ela m*l trocava duas palavras com 98% dos alunos da Little Winter High School – Steve só rezava para que o garoto por quem ela acabaria se apaixonando - pela primeira vez na vida dela, ele bem sabia – não fosse alguém como Elliot Cross. Ele tinha ouvido o i****a conversando com os amigos no vestiário depois de uma aula de Educação Física, falando lascivamente sobre como finalmente notara as curvas da santinha Amy Thomas e se gabando que com certeza ela o chamaria para o Baile de Primavera quando ele começasse a dar em cima dela, mas que ele só aceitaria se ela estivesse disposta a dar a ele o que Jessica Stanley dera no último baile...
E Ryan tivera que segurá-lo para impedi-lo de quebrar a cara do maldito filho da p**a ali mesmo, por achar que podia falar daquele jeito nojento sobre Amy. Mas não o impedira de encurralá-lo na saída do ginásio dois dias depois e deixar muito claro o que aconteceria se ele ousasse tentar qualquer coisa com ela.
A única coisa que o consolava era que ele tinha certeza de que Amy jamais se apaixonaria por aquele i****a em específico e que certamente não iria ao baile de primavera, assim como nunca fora a nenhum dos bailes do Ensino Médio. O fato de ser impossivelmente desastrada a fazia odiar aquele tipo de evento e ela preferia ficar em casa lendo ou assistindo alguma coisa. Steve até mesmo tentara ir sozinho a um desses bailes quando ainda estava no primeiro ano, após muita insistência de Suzie, mas a ausência de Amy tornara tudo tão tedioso e desinteressante a tal ponto que, depois de uma hora e meia lá, ele desistira de lutar contra o que verdadeiramente queria e cedeu ao desejo de sair daquele baile chatíssimo e ir até a casa dos Thomas assistir O Senhor dos Anéis com Amy. E, conforme os bailes continuavam a acontecer e Steve apenas comprava pipoca de micro-ondas para levar até a casa dos Thomas ou pegava seu carro para trazer Amy até a dele, sua melhor amiga ainda se esforçou para tentar convencê-lo a ir até algum dos bailes e até mesmo convidar uma garota, porque ela tinha a ideia equivocada de que ele estava perdendo as festas do Ensino Médio por conta dela. Ele se lembraria para sempre da expressão adoravelmente estupefata dela quando ele segurou seu rosto entre as mãos e lhe garantiu que ele não tinha nada para fazer naqueles bailes, se ela não estivesse lá. Ele chegara a ter medo, ao vê-la corar profundamente e começar a evitar seu olhar, de que ela poderia ter finalmente se dado conta de como ele se sentia; contudo, conforme eles foram conversando durante aquela noite e as coisas foram voltando ao normal, ela pareceu finalmente compreender que ele estava sendo nada mais do que sincero sobre não querer ir aos bailes.
Além do mais, mesmo que não tivesse dito aquilo a ela, Steve bem sabia que não havia como ele se interessar por outras garotas. Parecia injusto se relacionar com alguém enquanto Amy era a única que ocupava seu coração e sua mente: sua mãe o educara para ser um homem melhor do que o tipo de canalha que teria aquela espécie de atitude, usando garotas daquela maneira. E, principalmente, ele simplesmente não se sentia atraído por nenhuma outra garota o suficiente para sequer pensar em fazer mais do que conversar, o que às vezes podia trazer algumas complicações: como o fato de que Grace Mallory estava possessa com o fato de que ele recusara, naquela manhã, seu pedido para acompanha-la ao baile de primavera e que Judith Groover, a filha de seu treinador, parecera ainda não ter compreendido que ele não queria nada com ela, mesmo depois das milhares de vezes em que ele lhe dissera que não estava interessado nela e que não iria a baile nenhum.
Por que, se Amy não iria aos bailes, ele também não iria, e eles ficariam até mais tarde vendo filmes, conversando e comendo besteiras.
Seu tipo favorito de dia. Na verdade, todos os dias eram perfeitos quando ela estava com ele.
Claro, seria fantástico se eles estivessem se beijando em meio a isso tudo, mas era apenas um mero detalhe.
Um sorriso se formou no rosto dele enquanto o cheiro de pipoca o alcançava conforme ele se aproximou do micro-ondas e soube que Amy já devia estar em sua casa. Afinal, ele não era o único Bennet a ser amigo de Amy, – de fato, toda a sua família a amava - mas ele gostava, mais do que deveria, de poder se vangloriar de ser o melhor amigo de Amy: enquanto ele tinha a tradição de passar todas as noites de sexta e os finais de semana com ela, sua irmã Suzie – que disputava com ele o posto de melhor amiga de Amy - sempre arranjava uma maneira de roubá-la um pouco para poder brincar de vesti-la como se ela fosse uma Barbie, especialmente em tardes de sexta como aquela, em que ele não estava em casa. Provavelmente elas já estavam no quarto de Suzie, comendo pipoca e conversando, e, depois de beber um pouco de água, ele decidiu que tomaria um banho antes de ir até o quarto da irmã e roubar Amy para si mesmo. Ele se perguntou se Suzie estaria provando roupas em Amy e se, caso ele passasse pelo quarto dela e porta estivesse aberta, como acontecera no mês anterior, ele teria novamente um rápido vislumbre de Amy vestindo apenas uma regata e uma calcinha branca e simples de algodão... As longas pernas pálidas, as cochas grossas, o decote da regata revelando o início dos s***s cheios e empinados e o pescoço delgado...
Talvez se limpar não fosse a única coisa que ele precisaria fazer naquele banho antes de ir até Amy.
Em seu caminho para o banheiro, ele não pode deixar de se sentir um pouco desapontado ao perceber que a porta do quarto de sua irmã estava fechada, apesar dos sussurros vindos de dentro do cômodo indicarem que Amy já estava lá, embora uma parte dele ainda tivesse pudor o suficiente para se sentir um pouco envergonhado com o quanto estava ávido para ver Amy seminua novamente. Que grande cavalheiro da mamãe Bennet ele era, pensando tão vulgarmente em uma garota que só o via como amigo...
Uma pena que o cavalheirismo não seria suficiente para acalmar sua ereção furiosa.
- Não me olhe assim, Suzie. Não é como eu pudesse controlar isso.
O sussurro tímido, quase inaudível de Amy, mas ainda assim anormalmente feroz, o parou no momento em que ele passou pela frente da porta fechada. Preocupado e ao mesmo tempo curioso, ele se recostou na parede e inclinou a cabeça em direção ao quarto, mais uma vez mandando o cavalheirismo para o inferno naquele dia, especialmente quando a voz brincalhona de sua irmã o deixou ainda mais confuso sobre o que elas estavam falando. Ele não era do tipo que invadia a privacidade dos outros, mas, droga, se algo havia acontecido com Amy, ele queria saber.
- Oh, eu sei que não... – Suzie provocou – Experimentou o chuveirinho como eu aconselhei?
- Suzie! – a voz mortificada de Amy cortou o ar e ele quase pode ver o sangue tornando seu doce rosto escarlate por conta da vergonha...
Espere um minuto... Elas estavam falando sobre...? Repentinamente, a imagem de Amy nua em seu banheiro, a cabeça inclinada para trás, as bochechas coradas e a boca entreaberta enquanto dava prazer a si mesma... O fez ter vontade de tomar aquele banho mais do nunca. Contudo, mesmo sabendo que estava pecaminosamente errado em continuar ali espreitando a i********e de sua melhor amiga, as imagens se formando em sua mente apenas ao ouvir aquela simples frase faziam suas pernas se recusarem a se mover. Ele certamente iria para o inferno, mas ele queria saber mais sobre os desejos de Amy... Saber quais eram, imaginar-se sendo aquele que os satisfazia, aquele para quem ela gemia e gozava...
- Ah, qual é. É um bom truque para os sonhos molhados. – Suzie parecia ainda mais satisfeita em provoca-la – Se não está disposta a lutar para conseguir a coisa real, então tem que dar um jeito de conseguir algum alívio.
- Suzie! Pare! – Amy a ameaçou, audivelmente nervosa – Não sei porque contei sobre isso para você em primeiro lugar! – ela lamentou e Steve quase podia imaginá-la escondendo o rosto corado em uma almofada. Ela sempre fazia aquilo quando ficava muito envergonhada.
Saber que ela tinha sonhos eróticos causou sentimentos conflitantes dentro dele. Por um lado, ela era uma adolescente tão cheia de hormônios quanto ele, o que significava que era perfeitamente normal e natural que ela tivesse libido. Fora o fato de que imaginar Amy tendo um sonho molhado era enlouquecedoramente quente e ele tinha que começar a se controlar antes que suas fantasias sobre ela o fizessem explodir – de várias maneiras além da metafórica. Contudo, ele não podia deixar de se perguntar se os sonhos dela tinham um protagonista masculino, um rosto nítido, talvez até mesmo alguém conhecido... E apenas aquele mero pensamento foi suficiente para fazer a raiva queimar dentro dele, enquanto a voz risonha de Suzie se fez ouvir novamente dentro do quarto.
- Você me contou porque eu sou a única pessoa com quem você poderia conversar sobre isso e pedir conselhos sem literalmente morrer de vergonha. – sua irmã recordou, ganhando um grunhido sofrido de Amy em resposta.
– V-você não tem porque me provocar sobre isso. – sua melhor amiga gaguejou nervosamente – Você mesma disse que era perfeitamente normal para meninas da nossa idade sentir essas... Coisas.
- É normal sentir t***o, Amy. – Suzie citou sem qualquer pudor e Steve se perguntou onde exatamente ela tinha aprendido aquele tipo de coisa e se ele deveria ter uma pequena conversa sobre o que diabos Hawk, o namorado de Suzie, estava fazendo com sua irmãzinha quando a chamava para “ir ao cinema” – Eu só quero que você entenda que também é normal dar prazer a si mesma. Especialmente quando você colocou nessa sua cabeça dura que o garoto por quem está apaixonada não vai fazer isso por você.
O quê? Amy estava apaixonada?