Capítulo 36

1450 Palavras
Capítulo 36 – P.O.V – Lucio Lucio parecia estar prestes a tomar a maior das decisões de sua vida, ele estava determinado a me evitar o quanto pudesse, e eu estava determinada a tê-lo de novo. Ele me olhava e me queria, mas ele estava pensativo, tentando entender o que significava de fato estarmos juntos eu me deixei levar por ele, e nenhuma questão importante mais foi levantada. Por que ele disse que eu mudaria? a palavra milênios foi usada como uma mera figura de linguagem ou se tratava de algo real? o que eu era? eu era de fato um ser humano? Não parecia. Não com o fogo que eu estava sentindo subir do meio das minhas pernas enquanto eu me tocava, Lucio só faltava babar olhando para mim, eu parecia um souvenir muito caro em uma loja, apenas exposto para ser observado. Eu sentia o meu corpo pegar fogo a cada toque que eu dava e a cada arqueada involuntária que acontecia, eu estava pedindo por ele, sedenta para sentir ele dentro de mim de qualquer forma que ele quisesse. - Para de me provocar Lily... - disse Lucio lutando contra si mesmo. - Não precisa me tocar, só fica me olhando... - ele parecia hipnotizado pela imagem, ao ponto de explodir. Sua ereção já marcava na calça, ele já sentia aquela necessidade insuportável de mim como seu sentia dele. Eu estava nua, sedenta e implorando por seus toques. Me abaixei no carpete e abri as pernas dele no sofá, o olhei nos olhos só para ter certeza de que estava tomando o rumo certo... abri a calça dele com muita destreza olhando para os olhos dele o tempo todo - Lily... - ele disse como se implorasse para eu continuar com as expressões, mas a boca ele ia usar para me repelir de novo, mas eu sabia que era mentira. - Não me diz para não fazer... só me fala isso se você não quiser... e eu paro, tomo um banho gelado Lucio e nunca mais faço isso de novo, mas eu sei que você me quer... do mesmo jeito que eu te quero - finalmente revelei sua ereção, ele estava tão duro, a ponta do pênis estava molhada... deliciosa, implorando para ser chupado, para ser lambido. Afundei a minha boca nele, sentindo o sabor do seu p*u e aproveitando cada segundo daquela sensação, no momento em que lambi a cabeça do pênis Lucio arqueou as costas de puro t***o, os olhos dele mudaram, não parecia mais ele assim como eu não parecia mais comigo. Mordeu os lábios e eu afundei mais ainda o minha boca em seu pênis deixando escorregar até o limite da minha garganta, mais uma vez Lucio gemeu gostoso de tesão... segurou o meu cabelo e eu comecei a chupá-lo mais e mais forte, queria sentir o g**o dele escorrer pela minha boca! Mas não deu tempo disso, já que ele puxou o meu cabelo me levanto até o sofá, me colocou sentada em cima dele, e só passou o p*u em meu clitóris... mas sem penetras, esfregou até me ouvir gemer em seus ouvidos. Colocou os meus s***s na boca e sugou com bastante força os meus m*****s enquanto continuava me estimulando, tirando de mim cada gota do meu t***o que molhada a base do pênis que ele arrastava em mim. - Me fode... - eu implorei segurando os cabelos dele, os seus olhos a essa altura ficaram n***o como no dia em sua casa, não não era eu, eu já estava em transe, consegui ver o meu próprio reflexo e eu estava igual, éramos um só, feitos da mesma matéria do mesmo jeito em uma mesma atmosfera, e a minha necessidade de senti-lo dentro de mim foi mais forte do que o meu medo - Porra... se eu disser para você... que possivelmente se eu te f***r do jeito que eu quero vamos causar o fim do mundo, ainda sim você ia querer que eu te fodesse? - ele segurou o meu cabelo, e assim que acabou de falar chupou a minha boca da forma mais animalesca possível, o que só me fez querer ainda mais ele dentro de mim. - Você fala sério? - Sente no meu rosto... eu quero chupar você! Eu obedeci, fiquei de pé no sofá de um modo que ele alcançasse a minha b****a com a língua quente e macia que me chupou inteira não deixando nada para trás. Eu basicamente estava ficando cada vez mais mole em sua língua que sabia exatamente onde deveria tocar e qual velocidade deveria usar para isso Parei um pouco antes dele conseguir me fazer gozar, ele ia usar isso para não consumar o ato e isso ia me deixar maluca de novo. - Eu sei o que você quer, mas não podemos! - a tensão e o t***o continuavam emanando com nossos beijos e carícias enquanto discutíamos o que parecia ser uma piada de muito mau gosto! - Eu não acho que se você enfiar o p*u em mim... - dei uma mordida nos lábios dele, por que quando eu disse aquela frase não conseguia evitar se sentir a minha v****a pulsando - vai causar o fim do mundo! você é algum devoto? se fizermos sexo anal isso conta para o fim do mundo? - ele continuava sugando os meus s***s bem forte, e passando o dedo em mim, queria me fazer gozar de qualquer jeito, só que do único jeito que eu não queria. - Acredita em mim... - ele me virou de quatro, chupou a minha b****a naquela posição e passou o p*u na minha entrada me fazendo urrar de tanto desejo, me puxou para cima mas ainda virada de costas para ele, segurou o meu queixo e permaneceu com a mão agora penetrando a minha b****a bem forte, minha cabeça girava e o meu corpo estava ficando rígido quente, Lucio colocou dois dedos na minha boca e os nossos corpos suados se fundiam um com o outro - droga, que se f**a - me empurrou de quatro de novo e enfiou o p*u inteiro em mim, bem forte e não parou de me foder... uma, duas... dez estocadas e ele estava incansável, eu estava ficando cada vez mais e mais molhada, me virou bruscamente de novo e lambeu o meu corpo inteiro até o meu mamilo que ele mordeu e enfiou o pênis em mim de novo, agora um pouco mais lento - se eu vou acabar com a terra... que seja te fodendo, mas olhando a sua cara enquanto eu faço isso... Olhei para ele e ele permaneceu me fodendo, que delícia, não existia outra forma daquilo ser mais gostoso, eu gemia tão alto que eu tinha certeza de que o prédio inteiro podia ouvir - caralho.... que delícia! Não... para... - Eu não vou parar, eu esperei tanto... eu vou te f***r a noite inteira, não foi isso que você pediu? - aumentou a intensidade das estocadas, e o meu corpo já estava dando os primeiros sinais do fim, o orgasmo estava já subindo pelas minhas pernas me fazendo ofegar e implorar pela finalização, Lucio parecia sedento por mim... sedento por sentir cada centímetro do meu corpo - Eu vou... gozar... - Anunciei e tudo o que eu ouvi foi - goza no meu pau... eu não vou parar eu vou continuar te fodendo até eu cansar! - eu não consegui conter o sorriso nos meus lábios já que era o que e tinha procurado durante os cinco anos desde o coma, sei que parece fútil, mas ouvi-lo falar daquele jeito foi uma libertação de muitas coisas que tive que engolir. - Eu vou dar a b****a pra você a noite inteira, pelo tempo que você quiser... do jeito que você quiser Lucio! - me preparei para se sentar em cima dele, ele me assistia com os mesmos olhos negros, com a mesma postura de animal, enquanto eu sentava ele chegava até a ranger os dentes, beijava a minha boca como se fosse o último beijo e me levava a loucura cada vez mais e mais. Gozei em cima dele, mas como ele disse... isso não importava em nada... continuou o seu ritual, me deitou e depois se deitou em cima de mim... me fodeu até gozar gostoso dentro de mim bem lá no fundo, senti um t***o terrível subir por todo o meu corpo só por sentir o jato quente lá no fundo me preenchendo dele, de cada gota dele. Lucio não saiu de cima de mim pós coito e foi tomar banho sozinho, ao invés disso me segurou em seus braços e não parou de me beijar até chegarmos ao seu banheiro.
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