Pitbull Cheguei em casa com Melinda no colo. Ela dormia encostada no meu peito, como se nada tivesse acontecido. Como se não tivesse sumido por quase dois dias, me deixando com o coração fora do corpo. Eduarda respirou aliviada ao ver ela, subi devagar as escadas, entrei no meu quarto e deitei ela na cama com cuidado. Pitbull: Tu não tem ideia do inferno que foi ficar sem tu, pretinha.. – murmurei, baixinho, quase engasgando nas palavras. Sentei na beirada da cama e passei as mãos no rosto, puxei o ar como se faltasse oxigênio naquele quarto. Era pra eu estar em paz, né? Minha filha voltou. Mas minha cabeça... tava travada nela. Não era raiva. Era... incômodo. A forma como ela me olhou, como segurou Melinda como se já fosse dela há anos. A forma que falou... quase implorando pra que eu

