Todos se preparam de forma ágil com um nó na garganta instalado. Quando seus olhos puderam ver todos aqueles homens montados sobre os seus ursos brancos, alguns marrons e alguns em cavalos.
Zion procurar as palavras certas para dizer, alguns terminão de medo e era nítido de se ver na maneira que carregavam seus machados, suas espadas, seus escudos, seus arcos, seus lábios juntaram e sua mente parecia absolver um pouco desse medo, quando suas mãos sentiram o entrelaçar de dedos de outra mão.
Freya sorriu, sim em meio de tudo isso ela ainda sorria. Por que no fundo ela sabia que aquele sorriso poderia de alguma forma lhe dar forças.
— Hoje honremos o legado de nossos país, e começaremos o nosso. Eu acredito na força de vocês, foi para isso que nos preparamos, um dia antes de ir a guerra meu pai disse: ''Que ele ficava se perguntando como seria o dia de amanhã, pois ele sabia que Meu laos já havia preparado tudo. E que apesar de ser duro ter que abrir mão de certos sonhos, de certos desejos, ele sabia que tinha um plano para isso'' Bom, eu acredito que nós somos parte desse plano, então vamos mostrar a eles quem nós somos.
Ele levantou a espada juntamente com o povo, suas mãos apertaram a de Freya que deixou uma lágrima cair, seus ombros estavam tensos, mas ela assim como todos ali ficaram cheios de esperança.
Os sem cor, nunca haviam visto um antes, tudo aquilo despertava memórias de quando eram pequenos, do dia perda, todo povo de Florença que estava ali eram a nova geração, todos tinham a raiva, não eram nada despreparados.
Julian deu um grito iniciando o ataque, ele avançou para cima em uma velocidade impressionante, segundos depois o homem que o enfrentou já estava no chão, suas costas ardiam com o impacto, uns imprensando nos outros.
Zion cambaleou do outro lado, desnorteado por vários golpes, sentiu o gosto do sangue provocado pelo golpe invadiu seus lábios, o homem enorme posicionou-se em sua frente suas mãos envolveram seu pescoço como cabos de aço, ele o levantou pelo pescoço.
Sua primeira reação foi chuta-lo, mas seu corpo parecia não obedece-lo, pensou dar seu último suspiro quando a cabeça daquele homem rolou sobre a terra, Aron tinha sangue por toda sua armadura e agora em seu rosto, ele estufou o peito e voltou a batalhar. Zion cambaleou recuperando suas forças, Aron caberá de salvar a sua vida.
Enquanto isso, Arabela estava escondida com as crianças, orando para que tudo ocorresse bem, por que não era apenas aquilo, aquilo era só começo, suas mãos seguravam firmes naquelas mãozinhas por que elas que davam esperança para que ela.
Eles correram de imediato para o que eles queriam, testemunhar uma vitória, os cavalheiros da frente ergueram os escudos se protegendo das armas, os arqueiros de Florença que usavam escudo e capa vermelhas também atiravam suas flechas ao céu.
O povo de Florença continuou triunfante, mantando um por um dos exercito dos sem cor. Sangue respingava sobre ele, os sons de gritos, e até risada e carvalhos cavalgando sobre o campo de batalha se misturavam, apesar disso seus corações estavam pesados.
Torciam de longe para que os outros conseguissem ganhar todas as lutas, acabando com o inimigo de um há um, torciam pela vitória com todos que enfrentava de um a um. Esse caos é só uma fase r**m, e como toda fase, terá seu fim. Pensavam em comum acordo, Amaya parecia controlar muito bem seus poderes, ela olhou para baixo e pode respirar fundo.
Freya lutava bravamente, quanto olhou para trás e viu o seu destino de repente a cena que ela vislumbrou quando era crianças estava bem em sua frente, uma espada a atravessou, antes que sua visão ficasse preta, conseguiu acerta-lo na perna erguendo a espada precisamente, podia sentir o gosto metálico.
— Não! — Gritou Julian, correu agachado até ela sentiu-se em câmera lenta, ele foi atingido em seu nariz com tanta força que pode
ouvir o estalar do osso, ele caiu desnorteado.
Sobre o sol empobrecido de luz, Amaya brilhava sobre eles iluminando cada safrin quem podia ela podia sentir o medo no ar, o terceiro reino esperava uma menina assustada, um povo oprimido, mas encontrou um céu coberto de fogo e escudeiros e lutadores exímios.
Ela convergia o fogo em luz, então quando olhou para baixo seu coração quebrou em mil pedaços dentre o campo de batalha Freya estava dentro os corpos com uma espada enorme entre ela, havia sangue em sua face, ela foi até ela.
A morte repousava no lado esquerdo do meu peito, ela tirou a espada desesperada, suas mãos tremulas, o terceiro reino já estava quase vencido, sua visão turva ficou turva, ela olhou para céu onde agora o sol repousava cobrindo o céu de estrelas.
A dor era insuportável, sua amiga estava morta. Ela se colocou de joelhos a orar, colocou a cabeça de Freya entre seus braços, seu corpo já frio sem nenhuma expressão, suas roupas estavam ensanguentadas, exalavam um cheiro forte, metálico, ela tentou estancar o sangue desesperadamente.
De repente, seus ódio era muito maior que suas condições humanas.
Distante, sua mente a abandonou. Presa a si mesma, seu corpo ficou enfurecidos. O som externo parecia sumir, de repente se viu aquela menininha assustada. Mas, agora era diferente, ela gritou com o medo percebendo que o controle era uma batalha era interior.
Amaya sentiu um gosto amargo, descia arranhando toda garganta e vez ou outra doía por todo percurso. O coração paralisou por breves milésimos de segundos e parecia transmitir para todo corpo aquela sensação r**m.
De repente um fogo tão brilhante saiu saiu dela, parecia caminhar entre os inimigos sem cor, todos eles caíram mortos no mesmo instante consumidos pelo fogo, ela os atingiu com toda raiva guardada dentro dela a anos.
Todos olhando ao redor assustados, Amaya brilhavam uma luz em tom rosados, emonou por toda floresta. E assim foi feito, a lua brilhou ainda mais como se os três sóis estivessem a refletindo novamente.
O brilho eterno cravado como diamante nós olhos dela, os olhos dela são diamantes com um brilho único cor de folhas secas. Todos fecharam os olhos instantaneamente, os urubus voaram para longe, ouve reboliços de pássaros e barulhos entre a floresta.
O peito que se abriu aos encontros de mil flechas, foi restaurados, a quem ela segurava respirou voltando a vida. Ela nunca se sentiu tão forte, e tão conectada ao seu destino, talvez? Naquele momento todos viram, o quão poderosa ela era, e agora ela tinha certeza que não iria nunca mais deixar que esquecem.
Que venha, a guerra pôs ela se sentia pronta.
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