Sentado na fria cadeira da sala de espera, meu olhar vagueia pelas paredes brancas e pelo piso polido do hospital. O tic-tac do relógio na parede parece ecoar a lentidão interminável desta espera angustiante. Cada segundo que passa é uma eternidade, e meu coração bate em sintonia com a incerteza que paira no ar. Os murmúrios abafados das conversas ao meu redor criam um zumbido constante, mas minha mente está fixa na imagem pálida do rosto de Sofia. A lembrança da noite anterior, quando ela repentinamente se sentiu m*l, permanece como um nó apertado em meu estômago. A ansiedade cresce a cada minuto, e minhas mãos tremem levemente enquanto seguro a aliança em meu dedo, buscando algum conforto. O cheiro característico de hospital preenche o ar, misturando-se com a tensão que se acumula dent

