Não vamos para Casa?

1524 Palavras

Sofia Saindo do hospital com Augusto ao meu lado, a felicidade de deixar aquele lugar cercado por paredes brancas era inegável. A luz do sol lá fora era como um abraço caloroso, mas mesmo assim, eu me sentia fraca, como se precisasse recuperar minhas forças. Augusto estava sendo incrivelmente atencioso, segurando minha mão com cuidado enquanto caminhávamos. No entanto, percebi que havia algo de estranho nele. Seus olhos expressavam uma mistura de preocupação e raiva, ao mesmo tempo que ele estava sendo cuidadoso e atencioso comigo, ele cerrava o maxilar, e encarava sério o nada, e a todo instante que eu perguntava se estava tudo bem, ele dizia que sim. Aquela atenção e, ao mesmo tempo, a aura de mistério criavam uma atmosfera curiosa e intrigante enquanto saíamos do hospital. Sempre det

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR