CAPÍTULO 5

1193 Palavras
****TERROR**** Mano, faz um mês que eu tô de fiel, tá ligado? Ainda não anunciei pro morro porque essa mina tá estranha, mermão. Era mais rodada que pneu de caminhão, e quando eu dou um avanço, a mina fica esquisita, corre, desconversa, fica com a p***a da buchecha vermelha. Sei lá, mano, tem caroço nesse angu. Não sou o****o, e falo pra vocês: eu vou descobrir. Eu amo um jogo psicológico, rsrsrs. O pai domina, irmão. Vou dar a corda e deixar ela se enforcar sozinha. Hoje é dia de churrasco em casa, comemorar os quinhentos mil reais que nós fizemos de droga nesses últimos três meses pro exterior. Hoje é só comemoração. Faz uma semana que tô dormindo com a Paola e, quando não tô com ela, tô na casa do meu aliado TH. O pia é firmeza, pô. Sei lá, mano, não vou dormir naquela casa com aquela mina maluca até eu saber qual é que é. Já fui no mercado, comprei as carnes, whisky, vodka, chopp de vinho, Budweiser... Vai ter pra escolher nessa p***a hoje. Já mandei o Amarildo vir limpar a piscina e ligar a hidro dela. O pai não é fraco, não. Eu gosto do que é bom. Se eu posso, eu vou ter, tá ligado? Nunca sofri, meu pai sempre supriu tudo, sempre tive do bom e do melhor, mas nunca fui um filho da p**a por isso. Carrego comigo os ensinamentos da minha coroa. Dona Suzana tá longe agora, largou do meu coroa, um safado que só traía, mas não me meto. Cada um com seus problemas. Meu pai vai estar presente nesse churras, o bagulho vai estar pesado hoje. Já é 14h. TH tá na churrasqueira, as putas tão chegando, entrando tudo de biquíni, os aliados já chegaram, e eu tô aqui debaixo do guarda-sol, na cadeira, tomando meu whisky e fumando minha maconha, suave. Tiffany pensa que eu não vi ela na janela, olhando na minha direção. A mina fica toda mole na minha presença. Mas que se f**a. Não vou ficar pensando nessas merdas hoje, não. Hoje é só comemoração, só alegria. Meu coroa chega perto de mim e bate nas minhas costas. LENDA: Terror, cadê a sua mina, pô? TERROR: Tá lá em cima. Não desceu porque não quis. Não sou de ficar bajulando ninguém, não, pô. LENDA: Tu chamou a mina pra descer? Vai lá, p***a. A mina tá num lugar estranho e m*l sabe quem nós somos. TERROR: E nós sabemos quem é ela? Será que é mesmo quem diz ser? LENDA: Qual foi desse papo aí? TERROR: Nada. Deixa que eu resolvo isso. Vou lá chamar a Fiona, kkkkk. LENDA: Tua mãe era minha Olívia Palito, rsrsrsrsrs. Depois que teve tu, que criou corpo. TERROR: A mãe odeia esse apelido, rsrsrs. LENDA: Tua mulher também odiará esse apelido, rsrsrs. Balanço a cabeça, negando, e vou até o quarto da outra lá. Quando chego pra subir as escadas, escuto a voz da Paola me chamando. Reviro os olhos e bufo de raiva. PAOLA: Onde você vai, morzinho? TERROR: Já dei o papo pra tu que eu não gosto desse apelido, entendeu? Tu não tem essa i********e toda, não. Só porque comi tua b****a largada esses dias aí não significa nada. Tava brigado com minha mulher, entendeu? Agora vaza daqui, c****a. PAOLA: Nossa, Terror... Desculpa, eu só pensei... TERROR: Pensou errado. Agora vaza da minha frente antes que vá pra salinha da tortura e leve madeiradas nas pernas. Ela sai sem dizer mais nada, com cara de p**a inocente, rsrsrs. Subo as escadas rindo e paro em frente ao quarto da minha Fiona. Já vou entrando e, p***a, ela tá com um vestido curtinho, colado no corpo, vermelho... Que delícia de mulher. Fico olhando e salivando por ela. Merda... Por que eu me sinto atraído por um corpo cheinho eu nunca nem sequer olhei duas vezes? Mas ela não. Minha vontade é de olhar, tocar, adorar. p***a, fico mais confuso porque eu nunca fiquei assim. Nem quando ela parecia a p***a de uma Barbie. Só olhei, gostei e falei que ia comer. E eu comi. E acabou ali. p***a, a mina pode representar na cama, tá ligado, mas nunca fiquei assim, galudão, por uma mina. Saio dos meus devaneios loucos com a voz dela. TIFFANY: Vai ficar parado me olhando como um maníaco até quando? Tá bêbado, é? TERROR: Vem, levanta dessa p***a e vem pra festa comigo. TIFFANY: Eu prefiro ficar aqui, Terror. É melhor assim e... TERROR: Se é a p***a da minha mulher, vai agora me acompanhar naquele c*****o. Ela me olha com raiva, desce da cama, veste a sandália e para na minha frente, me peitando. Gostosa do c*****o. Não aguento e ataco seus lábios, aqueles lábios carnudos e deliciosos. Sua língua saborosa... Paro o beijo porque já tô duro, e antes que eu a jogue naquela cama, a chupe e a f**a todinha só pego no braço dela e puxo pra fora. Descemos as escadas, chego lá fora e coloco ela sentada perto do meu coroa e do JJ. Ela ficou toda acanhada ali. JJ pegou um chopp de vinho pra ela, e eu fiquei trocando ideia com meus aliados. Minha parte eu já fiz: chamei e busquei ela pra cá, então tá tudo certo. Muleke, já tô bêbado pra c*****o. Tô até zonzo, rsrsrs. Olho pro lado onde tá minha Fiona e abro um sorriso pra ela. Ela sorri também. Já tá mais solta, deve estar ficando bêba e se soltando. Me aproximo dela e puxo pra bem perto, pra falar no ouvido. TERROR: Os cria tá tudo doido na minha Fiona. Ela me olha incrédula e com um olhar triste. Não entendo o porquê. Mina louca. TIFFANY: Tu exige respeito e não me respeita. Olha quer saber só finge que eu não existo. Ela vira a cara e volta a falar com meu coroa. Maluca do c*****o. Paola se aproxima, senta no meu colo e começa a rebolar. Fico dando risada. DG, que tá do meu lado, fala que as putas não perdem uma oportunidade de se exibir. Olho pra minha esquerda, onde tão meu coroa e a doida, e vejo os dois olhando. Meu pai n**a com a cabeça, e ela vira a cara. Que se f**a também. Fico ali com Paola no colo, só trocando ideia de progresso com os cria, até que ouço Paola falando com JJ. PAOLA: Quem é a baleia, JJ? Não sabia que meu macho tinha amizade com esse tipo de gente, rsrsrs. Antigamente, ele nem olhava pra pessoas gordas. JJ: Aê, Paola, mais respeito com a mina, entendeu? Ela tem nome. Para com isso, pô. Tu tá provocando. TIFFANY: Deixa, JJ. O que vem do lixão não me contamina. PAOLA: O que disse, sua baleia...? Antes que Paola termine, eu jogo ela no chão e piso no tórax dela, deixando-a imóvel. Ela já tá chorando. Olho pra todo mundo presente e digo em alto e bom som: TERROR: Serve de exemplo. Quem mexer com minha mulher, se fode. Tiffany me olha assustada, mas com um brilho no olhar. Meu coroa tá com orgulho estampado na cara.
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