Pré-visualização gratuita "O Começo em Zurique"
O sol já se despedia de Zurique, na Suíça, quando o avião tocou o solo. Apesar da longa jornada, Lian e Diana desembarcaram de mãos dadas, a promessa de uma nova vida pulsando no ar. Na saída do terminal, um motorista particular os aguardava, parado ao lado de um Mercedes-Benz Classe S preto blindado. A imponente máquina, com os seus vidros escurecidos e a pintura reluzente, exalava uma aura de discrição e segurança, perfeita para o novo juiz da cidade.
Eles se acomodaram no banco de trás, afundando no couro macio e perfumado. O interior era um santuário de luxo, com a iluminação ambiente discreta e o ar condicionado numa temperatura perfeita. A blindagem, quase invisível, criava uma bolha de silêncio que os isolava do burburinho do aeroporto.
Lian Marconi, o novo juiz da cidade, a olhou e sorriu, os olhos brilhando com a luz da esperança e do futuro. A mão dele, quente e firme, apertou a dela. Diana retribuiu o sorriso, a outra mão firme sobre a barriga, como se quisesse garantir ao filho que a aventura estava apenas começando e que, dentro daquele carro seguro, eles estavam protegidos.
O motorista deu a partida, e o ronco silencioso do motor foi o único som que quebrou a quietude. Do lado de fora, as luzes da cidade começaram a se acender, e a vida noturna se preparava para despertar. Dentro do carro, no entanto, a única realidade era o toque suave das suas mãos, o olhar apaixonado de Lian e a promessa de uma nova vida a três.
O trajeto foi rápido e, em pouco tempo, a mansão surgiu imponente, aninhada num condomínio fechado com apenas cinco outras residências à beira do Lago Zurique. Um espetáculo de arquitetura moderna, com as suas linhas limpas e volumes geométricos, era o contraste perfeito para a paisagem alpina. As janelas, do chão ao teto, revelavam o interior num brilho dourado, contrastando com o azul profundo da noite que caía sobre o lago.
Ao se aproximarem, o portão de ferro forjado, alto e imponente, abriu-se num movimento silencioso. O carro blindado deslizou pela entrada, e vários seguranças, com uniformes discretos e olhares atentos, observavam cada movimento ao redor com cautela. A equipe de segurança era a primeira linha de proteção para a nova vida de Lian e Diana em Zurique.
Quando o Mercedes-Benz parou suavemente na entrada principal, um dos seguranças abriu a porta para Lian. O homem, alto, forte e com uma postura impecável, estendeu a mão. Lian saiu do carro, mas antes de se voltar para a entrada, ajudou Diana a descer com delicadeza.
— Seja bem-vindo, Senhor Lian. Sou Raul, o chefe de segurança. Prometo servi-lo com maestria.
A voz de Raul era profissional e firme. Lian apertou a mão dele com um sorriso. — Obrigado, Raul. Sei que fará isso. A sua indicação veio do meu amigo Dominic, a quem confio de olhos fechados, sei que não irá me decepcionar. Agora, vamos entrar. Estamos exaustos. Boa noite!
— Boa noite, Senhor, Senhora. — Raul respondeu, fazendo uma leve reverência enquanto Lian e Diana caminhavam em direção à entrada principal.
A grande porta de madeira maciça abriu-se, e um grupo de funcionários, alinhados com sorrisos calorosos, os aguardava. Lian os cumprimentou rapidamente com um aceno de cabeça, ajeitando o braço de Diana na sua cintura. Ao entrarem, o cheiro de madeira nobre e flores frescas os acolheu, uma fragrância que parecia abraçá-los.
Diana caminhou fascinada, os olhos percorrendo cada detalhe do salão de entrada. A lareira acesa projetava sombras dançantes, o piano de cauda reluzente refletia a luz, e a vista panorâmica para o Lago, que se estendia na imensidão, era de tirar o fôlego. Era um sonho materializado, o lar que eles construiriam para sua nova família.
— Lian... — ela sussurrou, a voz embargada pela emoção. — É... surreal.
Ele a abraçou por trás, beijando o seu pescoço. — A partir de hoje, isso é nosso, é a nossa casa.
Diana virou-se, os olhos marejados de lágrimas de felicidade. — Eu te amo.
— Eu te amo mais. — Ele inclinou-se, beijando a barriga dela com ternura. — E você, meu pequeno juiz... Papai está ansioso para a sua chegada. — Um chute forte respondeu, e eles riram juntos. O amor que sentiam um pelo outro transbordava, aquecendo a mansão vazia com a promessa de uma família.
Lian e Diana, de mãos dadas, caminharam em direção à grande escadaria. A poucos passos, um homem de meia-idade, com um terno impecável e uma postura de inquestionável profissionalismo, se adiantou.
— Sejam muito bem-vindos, Senhor Lian e Senhora Diana. O meu nome é Klaus, o mordomo da casa. — Ele fez uma leve reverência.
— Estas são Hanna e Greta, que cuidarão do serviço de quarto e da organização. Na cozinha, o Chef Marcel e a sua equipe de cinco funcionárias já estão a postos para atender a todas as suas necessidades.
Lian assentiu, ajeitando o braço de Diana na sua cintura. — Prazer em conhecê-los. Por favor, Klaus, leve o jantar no nosso quarto quando estiver pronto. Estamos exaustos da viagem e só queremos descansar.
— Sim, Senhor Lian, deixarei tudo preparado. Tenham uma boa noite. — Klaus fez uma nova reverência, e as diaristas imitaram o gesto.
Com um aceno de cabeça, Lian conduziu Diana escada acima, deixando para trás o luxo imponente do salão de entrada. A mansão, que antes parecia um lugar frio, agora era o lar que eles construiriam para sua nova família. O quarto principal era uma suíte colossal, um santuário de luxo e tranquilidade. Ao entrarem, o ar fresco do ar-condicionado central, ajustado a uma temperatura perfeita, os envolveu.
Graças ao isolamento acústico impecável, o quarto era um refúgio de silêncio, onde apenas o som suave da própria respiração podia ser ouvido. As paredes, revestidas em madeira nobre e papel de parede texturizado, exalavam elegância, e cada peça de mobília parecia uma obra de arte. As mobílias, feitas sob medida pelas melhores marcenarias da cidade, combinavam o minimalismo moderno com a sofisticação atemporal, com acabamentos impecáveis e design funcional.
A suavidade da chegada deu lugar a uma paixão ardente, a cama, imensa e coberta por lençóis de seda em tom pérola, parecia um convite irrecusável. Lian a ajudou a tirar as roupas, beijando cada pedaço de pele que era revelado. Os olhos dele, percorrendo cada curva, não conseguiam mais se desviar dela. A luz da lua, entrando pela janela de ponta a ponta, desenhava a silhueta graciosa do seu corpo grávido, uma visão de pura beleza e força. Ele a olhou, a adoração e o desejo se misturando no seu olhar, e sussurrou, a voz rouca de emoção:
— Você está perfeita. Mais do que perfeita... É a mais bela visão que já tive na vida.
Guiados pelo desejo incontrolável, eles seguiram para o banheiro, a banheira, uma obra de arte em mármore, já os aguardava com a água quente e perfumada. Juntos, eles se submeteram ao vapor que subia, misturando-se com a paixão que fervia nos seus corpos. .
Após os beijos carinhosos e apaixonados, Lian começou a passa a língua pelo pescoço de Diana, que fechou os olhos, entregando-se ao p.r.a.z.e.r. As suas mãos ágeis deslizaram por seus s.e.i.o.s fartos e sensíveis, acariciando-os com uma delicadeza que a fez suspirar. Enquanto uma da suas mãos continuava o toque, a outra desceu pela barriga arredondada de Diana, traçando um caminho de anseio que a conduziu diretamente à sua i.n.t.i.m.i.d.a.d.e.
Ela já estava úmida e pronta para o toque. Lian a m.a.s.t.u.r.b.o.u, os dedos movendo-se com destreza e intenção, ele deslizou o polegar sobre o c.l.i.t.ó.r.i.s dela, que já estava inchado e sensível, enquanto os outros dedos exploravam a sua entrada, alternando entre movimentos rápidos e frenéticos e toques lentos e provocativos. Diana arqueou o corpo, os gemidos que escapavam da sua boca eram uma sinfonia de p.r.a.z.e.r. A pele dela fervia sob o seu toque, cada carícia era um convite para o descontrole. O banho de relaxamento rapidamente se transformou num banho de paixão, um prelúdio para o que viria a seguir.
Guiada por um desejo avassalador, Diana virou-se para ele e, com os olhos fixos nos dele, murmurou:
— Agora é a minha vez. — Lian, percebendo a intenção dela, levantou-se com cuidado para ajudá-la a sair da banheira.
Já de pé no tapete felpudo, a água escorrendo dos seus corpos, Lian a olhou, confuso. Mas a dúvida se desfez quando ela se ajoelhou à sua frente, a cabeça erguida, os olhos fixos nos seus, carregados de uma promessa silenciosa. Ele entendeu do que se tratava, e um longo e rouco suspiro escapou da sua garganta, fechando os olhos em pura rendição.
Com um movimento lento e deliberado, Diana tomou a e.r.e.ç.ã.o firme de Lian nas suas mãos. Os seus dedos envolveram-no, sentindo o calor e a pulsação do seu desejo. Então, ela o conduziu à boca. A sucção lenta, a língua que o provocava, e o ritmo que ela impunha o levaram à loucura.
Diana foi descendo, mais e mais, a cada gemido rouco que ele soltava, até que sentiu a garganta profunda. O corpo dela se arrepiava de p.r.a.z.e.r, e os gemidos de Lian se tornaram gritos guturais, preenchendo o quarto e a deixando ainda mais e.x.c.i.t.a.d.a. Ele arfou, e a voz se transformou numa súplica rouca e desesperada:
— Mais, meu amor... por favor, mais...
Após o seu pedido desesperado, a performance de Diana intensificou-se, levando Lian ao limite. Ele soltou um gemido gutural, a cabeça se jogando para trás, e os seus dedos se cravaram nos cabelos dela, puxando-a para mais perto.
— Diana... Meu amor... — ele arfou, a voz rouca e trêmula de paixão, quebrando numa súplica final.
Com um único e poderoso movimento, ele a ergueu, os seus corpos colados e pingando, sem se importar com a água que deixavam pelo chão de mármore. O desejo de tê-la por inteiro, de sentir o seu corpo na vastidão daquela cama, era avassalador. Eles caminharam para o quarto, a respiração ofegante preenchendo o ar.
Lian a deitou na cama com cuidado, os seus corpos ainda quentes e molhados da paixão que fervia. Ele a posicionou, as pernas de Diana apoiadas nos seus ombros, a barriga segura e protegida entre eles, uma prova de que o seu amor não tinha barreiras. A barriga, naquela posição, parecia não existir, tamanha a conexão dos seus corpos.
Lian a beijou com urgência, a sua língua buscando a dela, enquanto ele a p.e.n.e.t.r.a.v.a lentamente, com a delicadeza de quem ama, e a urgência de quem precisa.
— Diana… meu amor… — ele sussurrou, a voz trêmula de paixão.
— Sim… sim, Lian… — ela gemia, os quadris se movendo num ritmo selvagem, buscando mais.
As e.s.t.o.c.a.d.a.s de Lian tornaram-se mais rápidas e profundas, os corpos se chocando num ritmo febril. Os gemidos de Diana se misturavam aos dele numa sinfonia de p.r.a.z.e.r que ecoava pelo quarto, atingindo o seu auge. O corpo de Lian se contraiu numa urgência primal, os músculos das suas costas se enrijecendo, buscando o o.r.g.a.s.m.o com toda a sua força. A voz dele, que antes gemia de p.r.a.z.e.r, transformou-se num rugido gutural, a cabeça jogada para trás e os dentes cerrados, enquanto o p.r.a.z.e.r o consumia por completo.
— Hummmm… p.o.r.r.a, Diana! — ele gritou, o líquido quente explodindo dentro dela.
Mas, mesmo no seu c.l.í.m.a.x, Lian não parou. Ele a apertou com mais força e, num rompante final, m.e.t.e.u mais fundo. A e.s.t.o.c.a.d.a poderosa foi o gatilho para o corpo de Diana, que convulsionou num espasmo. Ela se arqueou, os músculos das suas pernas se enrijecendo nos ombros dele, e os lábios se abriram num grito agudo e longo, que era ao mesmo tempo, uma súplica e uma celebração.
— Ahhhhh... Lian! LIANNNNNNN! — Ela agarrou os lençóis, os corpos ainda tremendo.