CAPÍTULO — 03

1615 Palavras
Giovanna Glibert Acabei de ter um encontro inusitado com vampiros e um deles o de cabelo chamou minha atenção de uma forma que não sei explicar e era melhor nem tentar, preciso deixar isso de lado. Voltei para as aulas com a minha mente bem longe da matéria escolar, esperava ser uma aluna comum andando pelos corredores, mais chamava atenção pelos corredores pela beleza anormal — Precisa aceita isso, Anna! Abro meu armário com a chave que peguei na secretaria quando levei meus documentos falsos; para eles pareceriam bem legítimos, pego o material para última aula que acabou passando tediosa, mais para minha sorte teve um fim. Estava animada para voltar a estudar e agora estou doida para sair correndo, olhei pelos corredores e volto a guardar os livros e pego minha bolsa em seguida, fecho rapidamente, voltando a seguindo os alunos para o estacionamento, como tinha colocando o carro longe apresso meus passos sem olhar para trás, aproximava do meu carro, quando vejo os 5 vampiros me esperando — Minha reação natural quando sinto que estou encurralada fico na defensiva, a vampira loira rosnou nervosa e seus olhos foram ficando na cor azul-claro e retorno rosnado de volta curvando meu corpo, observo o loiro que parecia frustrado com algo, mas não liguei e estranhei a mulher menor que apenas sorria amigável, decido voltar minha postura normal e parei de mostrar os dentes, contendo minha fúria, porém, fiquei em alerta. —Não estamos aqui para hostilidade, além disso, tem humanos por perto — Comentou o vampiro loiro, ainda deixando em aberto o assunto do confronto. — Sei disso, somente não gosto de se encurralada — Respondo suavemente. — E pedimos desculpas por isso — Falou o de cabelo preto, estando mais perto posso confirmar que ele é realmente lindo. "Se concentra mulher" — Falei para mim mesma, nunca imaginei que ficaria atraída a homens como ele. — Como é nova na cidade queríamos, deixar claro até onde podemos caçar, mais não é o melhor lugar para isso — Falou novamente o loiro parecia até o líder, desse grupo. — Vocês são tão formais... oi sou Aliya — Disse a vampira morena que veio me abraçando e fui pega de surpresa. —Oi eh... Aliya — Sussurro, sem reação e ergo a testa confusa. — Desculpa, não estou acostumada com vampiros tão respectivos — Comentei e ela sorriu. — Tudo bem, você se acostumada - Ela sorria toda gentil, se não fosse pela pele pálida e os olhos poderia se parecer com um vramisco. — Uma pergunta, sentimos seu cheiro no cemitério, por quê? — Perguntou o loiro. "Oh! Cara que pergunta demais" — Era eu... por fala nisso, vocês estavam me seguindo por acaso? — Respondo perguntando e coloco a mão na cintura, detesto ser perseguida, isso ativa meus instintos selvagens. — Não, tínhamos acabado de caçar e sentimos seu cheiro no cemitério — Responde o do cheiro delicioso. — Está bem, mais o que fazia não dizer respeito a vocês - Parece que meu modo grosseiro pegou eles desprevenido. — Peço desculpa por ser grossa, mais não confio totalmente na minha própria espécie, podemos dizer que vi o suficiente para saber o quanto podem ser cruéis e nem conheço vocês — Argumento e vejo a outra vampira fêmea revirando os olhos, o grandalhão com cabelo de corte militar sorriu com ironia, a morena do grupo apenas olhava sorrindo. —Claro, mais que falta de modo o nosso, deixa que apresento todo mundo — Fala Aliya a vampira menor. —Esse loiro é Jared meu companheiro, a loira é Rosemary e o parceiro dela Elliott, esse é Edwin... somos o Clã Culleman — Ela veio apresentando e apontava para cada um deles. —Prazer sou Giovanna Glibert — Me apresento dando um leve sorriso, então o de cabelo preto e Edwin? Nome bonito e antigo. —Sobre o que falaram antes, vejam a melhor hora para falarmos sobre isso. (...) Estava voltando para a pousada, sempre lembrando da conversa com o Clã Culleman, reparei no misterioso que sei agora que se chama Edwin Culleman — Super gato; o quê? Posso não confiar tanto na minha própria espécie, mais isso, não quer dizer que sou cega, ele de alguma forma é intrigante, charmoso e me olhava tão intensamente parecia ter dificuldade em descobrir meus segredos; pena que não irá descobrir, vai ficar curioso até termos a tal conversa, apesar de parecerem civilizados, direi apenas o básico. Lembro de como o vampiro Edwin olhava para mim frustrado, estava com o dom da imunidade psíquica em alerta no caso de um deles tentassem usar algum poder, nesse momento a barreira impede ataque metal ou físico, ainda mais que não tinha conhecimento se algum deles poderiam ter algum dom. Olho pela janela com os pensamentos longe, logo parei no meu destino, estaciono o carro trancando e entrei para a recepção. — GIOVANA — Alguém gritou e suspirei frustrada, nenhum hóspede me conhece, paro olhando atrás de mim. —Anna — Digo, falando a forma como gosto. —Claro, faz todo sentido... — Na verdade, não fazia, as pessoas da minha época tinham o costume de chamar as pessoas pelo sobrenome e quando tinham i********e o primeiro nome inteiro sem faltar nenhuma silaba. — O que foi Nico? — Pergunto colocando minha bolsa no meu ombro. — Ah! Bem nesse final de semana, iremos fazer uma viagem para uma praia aqui perto se chama Pucks. Reserva Puckett... você gostaria de ir? — Pergunta no final da sua explicação e olhei para longe. Praia? Devo ter ido pela última vez, quando era humana, fazia muito tempo que nem sei o que é calor, nem o calor do corpo humano ou água do mar, desde que me tornei vampira muitíssimas coisas foram um empecilho. — Desculpe Nico, mais pretendo encontrar uma casa para morar e vou estar ocupada. — Então, vai sai daqui? Não pode fazer isso no outro final de Semana? — Continua perguntando e suspiro sabendo o quanto esse humano era insistente. — Sim, vou sair e não posso fazer no outro final de semana — Falo e continuo — É um compromisso já planejado e com licença. Vou indo para meu quarto, como a pousada estava cheia, fui tentando agir o mais humano possível — Às vezes os humanos pareciam como tartarugas; aos meus olhos eles são muito lentos e precisava lembrar que sou assustadora quando estou de mau-humor, seus extintos humanos o faziam ficar longe, como a senhora que fez o sinal da cruzo no peito quando passei por perto, para ela devo ser do tipo adolescente rebelde assustadora. Paro no número 11 e abro fechando minha a porta logo em seguida, olho minhas malas que nem desarrumei e pego roupas limpas, entro no banheiro para relaxar e precisava pensa onde posso encontrar uma casa, tem que ser grande e sem vizinhos. Quero um lugar onde possa ser livre, sem pessoas curiosas, aonde não precise ficar me contendo, para não ter meu segredo descoberto. Após arrumada, tranco meu quarto e suspiro pensando em ir numa imobiliária, porém, não conheço mais Fargo, pois, tudo aqui mudou, passei pela recepção e encontrei a garota que mostrou o meu quarto, era a irmã mais velha de Nico. — Oi! Precisa de ajuda? — Perguntou e a olhei erguendo a testa, estava tão na minha cara que precisava. — Sim, estou precisando de um número de alguma imobiliária ou algo parecido, para procurar uma casa — Comentei e ela assentiu mostrando-me um catálogo enorme. — A melhor daqui é essa — Mostrou a mulher com seu nome e número, essa vai servir preciso comprar uma casa para ontem; quero ter minha privacidade, longo dos olhares humanos. Como pretendo, dependendo da conversa com o Culleman, ficar um tempo maior por Fargo, quero ter um lugar para onde possa volta ao longo dos anos que tiver que mudar de cidade — Após pegar o que precisava, saio com a chave na mão e com endereço da mulher num papel, olhei as horas, notando que ainda estava cedo, decidido que vou à casa do Clã Culleman mais tarde, além de que eles não iram se cansar ou precisar dormir, coloco óculos preto e quando ia entrar no carro, senti um cheiro que entrou pelo meu nariz; vampiro! É familiar... espera é o cheiro do loiro, como se chama mesmo? Jared... isso mesmo, olhei para frente fingido não ter visto ou sentido nada e para meu espanto sinto outro cheiro! Parece ser outro Culleman o gato de cabelos negros. "Para pensamentos errados!" Liguei o carro e sai dirigindo até a imobiliária, além de que, precisava ver até onde iram nessa perseguição. Cheguei no lugar do endereço e estaciono, não olhei pelos lados, pois, iriam percebe que sabia que estavam presente, isso se já não soubesse por poder sentir pelo cheiro, fui andando e abro a porta de vidro da imobiliária. — Deseja algo, Senhorita? — Glibert, tenho hora marcada — Aproveite a ajuda da garota e usei o telefone da pousada para ligar pedindo para ser tendida, sendo cidade pequena parecia ser mais difícil compra de casas que não fossem alugadas para passeio. O turismo era algo grande por aqui ainda mais por ser cidade pequena, com as variedade de oportunidades culturais, históricas e de entretenimento garante aos visitantes novas descobertas o tempo todo e com isso, consegui ser agendada rapidamente, sendo que acabei de ligar; fiquei olhando pelos lados, pelo menos os vampiros não entraram atrás de mim, senti a presença da mulher que me recebeu e fui levada até uma sala. — Senhorita Glibert, nos falamos pelo telefone — Comentou e começamos a conversar
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