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Desejo proibido no morro

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Sinopse

Ela é a menina da igreja. Doce, recatada, intocável… pelo menos é isso que todo mundo acredita. Mas por trás da Bíblia e do olhar inocente, ela domina um jogo perigoso: seduz, prende e desaparece… deixando homens confusos e completamente rendidos. Sempre funcionou. Até ele aparecer. Davi não cai fácil. Ele observa, entende… e joga de volta. O que era controle vira disputa. O que era diversão vira obsessão. E quando os dois finalmente cedem ao desejo que tentaram negar, tudo sai do controle. Agora não existe mais jogo. Não existe mais máscara. Só um sentimento proibido crescendo no lugar errado… com a pessoa errada. E no morro, onde tudo se espalha rápido, basta um erro para a “santa” cair de vez. Mas talvez… ela nunca tenha querido ser salva.

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Olhos de anjo
O som do culto preenchia a igreja inteira. Palmas, vozes levantadas, gente chorando, gente agradecendo… cada um ali carregava alguma coisa. Fé, culpa… ou só aparência. Eu conhecia bem esse lugar. Sabia exatamente como me portar. Sentada na terceira fileira, cabeça levemente baixa, mãos entrelaçadas sobre a Bíblia, eu era tudo o que esperavam ver. Vestido comportado, postura tranquila, olhar suave. Intocável. — Essa menina é um exemplo… — cochichou uma senhora atrás de mim. — Queria que minha neta fosse assim. Quase sorri. Mas não sorri. Só abaixei mais o olhar, como se não tivesse ouvido. Mas eu sempre ouço. Sempre observo, sempre calculo. Antes mesmo de levantar a cabeça, eu senti. Aquele tipo de presença que muda o ambiente sem fazer barulho. Olhei, rápido… e encontrei ele. Encostado do lado de fora da igreja, braços cruzados, olhar fixo em mim. Não era homem de igreja, dava pra ver de longe. Aquilo ali não era paz. Era problema. E eu gostei. Desviei o primeiro olhar, como sempre faço. Não por falta de coragem… Mas porque o jogo começa assim. O culto terminou com abraços, promessas e despedidas. Eu levantei com calma, cumprimentando todos no caminho, mantendo o tom doce, o sorriso leve, a voz baixa. Tudo no lugar. Tudo perfeito. Quando atravessei a porta da igreja, o ar da noite bateu diferente. Mais real, mais cru. E foi ali que eu parei. Porque eu sabia… Ele ainda tava ali. — Tu frequenta aqui sempre? Virei devagar, como se tivesse sido pega de surpresa. E lá estava ele. Mais perto agora. Muito mais. — Às vezes… — respondi baixo. — Quando dá. Mentira. — Nunca te vi por aqui… Inclinei a cabeça levemente. — Talvez você não olhasse direito… Ele entendeu. O silêncio ficou pesado entre a gente. Cheio de intenção. Ele deu um passo à frente. Eu senti. — Eu tenho que ir… — murmurei. E virei. Simples assim. Desci o beco com calma… até virar a esquina. Quando tive certeza de que não estava sendo vista… Meu sorriso mudou. — Mais um… Mas no fundo… Eu já sabia. Ele não ia ser só mais um.

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