capitulo 66 Alana

1016 Palavras

O PÓS-GUERRA ALANA O silêncio que se seguiu ao último estalo de prazer foi ensurdecedor. Eu estava com o rosto enterrado no lençol, sentindo o peso bruto do corpo do Arthur sobre o meu, e o preenchimento absoluto que ele deixou dentro de mim. O calor era sufocante, mas era um sufoco que eu nunca tinha sentido. Meu corpo ainda tremia, cada músculo meu parecia ter sido esticado até o limite e depois solto. Senti o movimento dele atrás de mim. Arthur se retirou devagar, e o som úmido do seu m****o saindo da minha i********e me fez fechar os olhos com força, sentindo o líquido quente escorrer pelas minhas coxas. Ele não se levantou de imediato. Ele permaneceu ali, a respiração pesada soprando na minha nuca, o suor dele pingando nas minhas costas. — Alana... — a voz dele saiu como um trovão

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